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Foram encontradas 205 questões.

2386381 Ano: 2009
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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De acordo com Zorzi (2003), quais são as condições necessárias para se levar adiante à terapia da fala?
I. Motivação.
II. Interesse.
III. Colaboração.
IV. Capacidade de realizar de forma coordenada os movimentos articulatórios.
 

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2386375 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Provas:
Qual a importância da utilização dos espaços para a situação de ensino em ambientes naturais?
 

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2386359 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Um aspecto importante dos currículos voltados para integração é o de proporcionar situações de ensino que permitam a interação de deficientes e não-deficientes, uma vez que são os colegas que proporcionam a entrada do jovem nas experiências normais de vida em seu grupo de idade. Qual a importância dos pais neste processo?
 

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2386335 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: AOCP
Orgão: IBC
De acordo com a Declaração de Salamanca é INCORRETO afirmar que
 

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2386297 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A teoria do conhecimento elaborada por Piaget recebe diversas interpretações que se concretizam em propostas didáticas. Quais as implicações desse conhecimento para a aprendizagem?
 

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2386278 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A política do pão e circo
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.
Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.
Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.
A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.
Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.
Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politica-do-pao-ecirco-
584140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.”
O conectivo destacado estabelece uma relação lógico-semântica de
 

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2386274 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: IBC
O quadro a seguir mostra a quantidade de questões e respectivos acertos que Ana e Bel obtiveram em um concurso.
Matéria
Total de
Questões
Acertos
Ana Bel
Português 25 15 14
Matemática 20 13 12
Informática 15 9 8
Legislação 10 6 4
Sabendo-se que todas as questões têm o mesmo valor, pode-se afirmar que
 

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2386262 Ano: 2009
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Provas:
A deficiência intelectual ou mental muitas vezes é confundida com a doença mental. Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de doença mental.
 

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2386245 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Quais das habilidades descritas o indivíduo portador de necessidades especiais não adquire ou não desenvolve através da proposta ecológica em educação?
 

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2386240 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Lula cria a Bolsa-Circo
Gilberto Dimenstein
Lula ajudou a dar o pão, ao ampliar (corretamente, diga-se), o Bolsa-Família. Agora, na reta final de seu governo, está querendo dar o circo, batizado de Vale-Cultura. É um risco de desperdício de bilhões que só explica pelo clima de eleições para agradar trabalhadores, artistas e empresários. No final, quem paga quase toda a conta é o contribuinte.
O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores que, por sua vez, pagam a menor parte; o governo, ou seja, o contribuinte entra com o resto. É absolutamente previsível que o dinheiro público, tão escasso num país pobre e deseducado, vai acabar patrocinando shows e eventos populares, mas sem conteúdo educativo.
Participo da experiência batizada de Catraca Livre, um banco de dados sobre o que existe de graça ou a preço popular na cidade de São Paulo. É gigantesco o número de ofertas culturais de alta qualidade, mas com baixa frequência dos mais pobres, o que já é um monumental desperdício.
Não é elitismo querer que dinheiro público não patrocine espetáculos de shows de música funk, sertaneja ou pagode. Ou que vá para autores de livros de autoajuda ou filmes de violência. Assim como obviamente, não tem nada de errado que as pessoas se divirtam como quiserem. E não temos nada a ver com isso.
Considero, sim, importantíssimo aumentar o repertório cultural do brasileiro.
O desperdício está no fato de que, se é para gastar esse valor, muito melhor seria deixá-lo nas mãos dos estudantes de escolas públicas, capacitadas a fazer a ponte entre a cultura e o currículo. Educação ficaria mais interessante e se formariam, de fato, plateias.
Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u6
00784.shtml.>. Acesso em 20 ag 2009.k
Assinale a alternativa cuja expressão destacada foi empregada em linguagem figurada.
 

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