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Foram encontradas 50 questões.

1312360 Ano: 2014
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Consoante o item XIV do Decreto nº 1.171/94 que aprovou o Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, são deveres fundamentais do servidor público, EXCETO
 

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1301290 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Nas instalações elétricas de uma edificação, o circuito que alimenta diretamente aparelhos de utilização ou tomadas de corrente recebe a denominação de
 

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1299412 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa que representa as captadoras de águas pluviais de um telhado que são confeccionadas, como as calhas, com chapas galvanizadas, conforme detalhe da ilustração a seguir.
Enunciado 1299412-1
 

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1295993 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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O condutor ou conjunto de condutores enterrados no solo e eletricamente ligados à terra, para fazer o aterramento, recebe o nome de

 

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721149 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Os equipamentos de condicionamento de ar, principalmente os de maior capacidade, usam sistema de

 

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713487 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: IBC

Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Nos termos do inciso III do art. 37 da Constituição Federal/1988, o prazo de validade do concurso público será de até __________, prorrogável uma vez, por igual período.

 

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711630 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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O tipo de extintor em que o processo de extinção se dá por resfriamento, resfria, encharca e apaga totalmente, eliminando o fogo pela base, não podendo ser utilizado na presença de eletricidade e líquidos inflamáveis, é o

 

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710677 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
E AGORA O QUE FAZEMOS?
Lya Luft
Passaram as festas. Traçados os projetos, dados os abraços, reuniões de família e amigos superadas, boas e alegres ou chatas e fingidas. De repente, cessa o tumulto e estamos sós diante da lista de boas intenções, no papel ou na memória.
Ou, se formos mais realistas, apenas com esse desejo real de que as coisas andem direito, que a saúde aguente, que os afetos persistam, que a alegria seja maior do que a angústia, e que alguma coisa afinal se realize.
Temos pela frente o chamado ano de eleições: há meses começaram as campanhas várias e variadas, as alianças certas ou bizarras, as mudanças, as traições óbvias ou sorrateiras, nesse relacionamento espúrio da política.
Com exceções, procurando bem ainda encontramos em quem confiar, mas a máquina do poder é tão poderosa que é preciso lutar bem, torcer direito, batalhar de peito aberto para que tudo melhore.
Lembramos os infelizes massacrados por deslizamentos e enchentes de dois anos atrás, cujas casas continuam destruídas, carros afundados na lama, escolas fechadas, ruas inexistentes, cidadezinha quase fantasmal – tudo repetido ainda agora.
E o resto sendo o de todo ano: as mesmas enchentes, os mesmos deslizamentos, parece até que sempre as mesmas mortes, e nada, quase nada, se fez. O dinheiro que havia não foi empregado. Se foi desviado, não sabemos, e é melhor nem saber: há desgostos que se acumulam e turvam nossa visão da vida, parece que nunca mais ninguém terá direito de ser alegre, esperançoso, otimista.
Melhor não ver todos os noticiosos, que são a repetição cruel de acontecimentos cruéis, melhor se alienar? Não sei se isso seria o melhor, mas é preciso, neste novo ano, mais do que nunca, construir uma espécie de escudo para a alma, ou morreremos flechados como um São Sebastião varado de ferros pontudos.
A gente precisa continuar acreditando: que vale a pena ser honesto. Que vale a pena estudar. Que vale a pena trabalhar. Que é preciso construir: a vida, o futuro, o caráter, a família, as amizades e os amores. Pois tudo é construção, nós os operários. Construir uma existência que não desmorone com as chuvas, não solte avalanches que vão deslizar e sufocar, aos outros ou a nós mesmos, e arrasar o que foi feito.
É difícil? Às vezes é. É tedioso eventualmente, como ter de educar uma criança. Um rapaz que foi pai muito jovem, e era um pai maravilhoso, certa vez se queixou sorrindo: “Todo dia a mesma coisa, levanta a tampa do vaso, escova os dentes, não fala de boca cheia, aquelas coisas”. Mas ainda bem que não é só isso, comentamos, tem também a graça, a ternura, a alegria, o assombro quando a pessoazinha evolui, cresce, se manifesta, se transforma.
Tem as risadas, o jogo de bola, ou a boneca nova, ou ensinar a andar de bicicleta, ou ficar abraçados de noite olhando as estrelas. Tem muita coisa boa. Tem o chato também, como em tudo na vida. Então nós nos educamos, neste novo ano já em curso, para fazer tudo direitinho, dentro do possível. Pensar, discernir, escolher, escolher bem, no pessoal e no público.
Tem também a Copa, essa eu havia esquecido, com tantos comentários negativos, bilhões para a Copa e tão pouco para a fome, a miséria, a ignorância, a doença. A moradia, casinhas caindo aos pedaços no primeiro dia, ou casa nenhuma, barracos, tendas, papelão e lata.
Mas este ano da Copa pode também trazer coisas boas: algum dinheiro, algum turista, algum comentário no exterior que não se limite à pobreza, à violência, ao Carnaval e às nossas mazelas. Que lá fora sejam menos ignorantes, não, não temos onças nas esquinas, e às vezes se consegue sair para estudar ou trabalhar sem ser varado de bala perdida.
Sim, aqui temos editoras, e leitores, algumas boas universidades, e excelente medicina em algumas ilhas de excelência. (Temos ilhas de excelência.)
E, por que não?, temos uma democracia que tem de funcionar e proporcionar a este povo brasileiro decência, dignidade, alegria, segurança, respeito, seriedade. Que sejamos, com eleições e Copa e toda a balbúrdia, menos alienados e menos fúteis – para sermos menos sofridos.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya
-luft-e-agora-o-que-fazemos/
Em “De repente, cessa o tumulto e estamos sós diante da lista de boas intenções...”, a vírgula foi utilizada para
 

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710620 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Estaqueidade, no processo de impermeabilização, significa
 

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678379 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Nos termos do § 1° do art. 15 da Lei nº 8.112/90 que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, é de _________ o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse.
 

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