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Assinale a série em que todos os vocábulos devem receber acento gráfico, conforme as regras de acentuação.
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Indique a opção correta, no que se refere à concordância verbal, conforme a norma padrão:
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Indique a opção correta, no que se refere à concordância nominal, conforme a norma culta:
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Identifique a alternativa em que os vocábulos formam plural respectivamente como: bel-prazer, pão-deló, beija-flor.
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Essa que eu hei de amar
Essa que eu hei de amar perdidamente um dia
será tão loura, e clara, e vagarosa, e bela,
que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela,
trazer luz e calor a essa alma escura e fria.
E, quando ela passar, tudo o que eu não sentia
da vida há de acordar no coração, que vela…
E ela irá como o sol, e eu irei atrás dela
como sombra feliz… — Tudo isso eu me dizia, (...)
ALMEIDA, Guilherme de. Toda a poesia. São Paulo, Martins, 1995.
No trecho retirado do poema: “(...) que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela, trazer luz e calor a essa alma escura e fria”, a palavra em destaque apresenta:
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Essa que eu hei de amar
Essa que eu hei de amar perdidamente um dia
será tão loura, e clara, e vagarosa, e bela,
que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela,
trazer luz e calor a essa alma escura e fria.
E, quando ela passar, tudo o que eu não sentia
da vida há de acordar no coração, que vela…
E ela irá como o sol, e eu irei atrás dela
como sombra feliz… — Tudo isso eu me dizia, (...)
ALMEIDA, Guilherme de. Toda a poesia. São Paulo, Martins, 1995.
O poema apresenta-se dividido em duas partes distintas, os quatro primeiros versos formam uma estrofe, os quatro últimos, outra. No quarto verso da primeira estrofe temos em destaque uma figura de linguagem.
Qual é ela?
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(LAERTE. Classificado. São Paulo: Devir, 2001. p. 6)
Analisando-se o efeito de sentido, causado pelo diálogo entre os dois interlocutores, transcritos na tirinha, é correto afirmar que:
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Observe as palavras em destaque da seguinte frase: “Enviamos a vossa excelência cópias autênticas do processo referido na última reunião”.
Elas são respectivamente:
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Eu odeio a internet
(1) Jamais joguei paciência com um baralho de verdade. Se tentasse, nem saberia arranjar as cartas. Dei-me conta disso ao receber, tempos atrás, um e-mail com o título "Você é escravo da tecnologia quando...". A paciência sem baralho era apenas um dos itens de uma longa lista, e não o mais absurdo.
Em todas as situações, havia esse efeito de desproporção e despropósito: a mais alta tecnologia mobilizada para o mais estúpido dos fins (se o leitor já jogou paciência no Windows, sabe do que falo). (...)
(6) (...) a Internet é a propagação indiscriminada da besteira. Alguém dirá que, com essa crítica à cyberabobrinha, estou abordando o problema pela periferia. Ocorre que os gurus da nova era – Nicholas Negroponte, do MIT, para ficar com um exemplo célebre – afirmam, com razão, que a internet não tem centro.
Surge daí outra grande bobagem que se tem divulgado não só por fibra ótica, mas também por meio do velho e sujo papel de imprensa: a Internet democratiza o conhecimento. Se o leitor me perdoa a etimologia rasteira, direi que na verdade a rede tem muito demos para pouco cratos. Que poder efetivo uma página pessoal representa para seu autor? Na falta de um centro, somos todos periferia.
(13) (...) Israelenses e palestinos, petistas e tucanos, pornógrafos e evangélicos, gremistas e colorados, punks e skin-heads – todos podem ter seu site. O internauta surfa – isto é, passa pela superfície – por todos sem que isso implique o mínimo compromisso ou mesmo interesse. A "harmonia mundial" (Negroponte, mais uma vez) que essa diversidade sugere é enganosa.
(17) Podemos jogar paciência sem baralho, mas ainda vivemos em um mundo prosaicamente físico no qual o hardware para abrigar nosso software segue inacessível para a maioria. No mínimo, ainda é cedo para se falar em uma revolução sem precedentes. Gutenberg apresentou sua famosa Bíblia em 1455, mas a imprensa como instituição pública levaria séculos para se desenvolver. (...)
(21) Uma objeção previsível é a de que, afinal, eu uso a Internet. O presente texto foi produzido em Porto Alegre, onde moro, e transmitido via e-mail para a redação da SUPER, em São Paulo. E estou, admito, muito feliz de não ter que sair de casa em um dia frio para enfrentar fila nos Correios. Ainda assim, sustento o título aí em cima. Muita gente vai de carro todos os dias para o trabalho, mesmo detestando dirigir.
(25) Fico com as velhas bibliotecas de papel, cujo autoritarismo secular pelo menos não vende ilusões de igualdade tecnopopulista. "Livros e putas podem ser levados para a cama", dizia o filósofo alemão Walter Benjamin. Talvez um dia criem uma interface confortável (o laptop é desajeitado) para que nos conectemos da cama. Até aqui, a popularidade da Internet entre adolescentes e as patéticas salas de sex chat confirmam: os livros estão para as prostitutas como a Internet está para a masturbação.
TEIXEIRA, Jerônimo. In Superinteressante, São Paulo: Abril, agosto, 2000.
Considerando as ideias do texto, avalie as seguintes afirmativas:
I – Na visão do autor se tentasse jogar paciência com um baralho de verdade não teria problema nenhum.
II – Na visão do autor se tentasse jogar paciência com um baralho de verdade não saberia nem “arranjar” as cartas.
III – O jogo de paciência sem um baralho de verdade faz parte de uma extensa lista, mas não é o mais absurdo dos itens contidos nela.
IV – A palavra “surfa” (linha 14), empregada no texto é considerada um regionalismo, mas no texto não foi empregada em seu sentido denotativo.
V - O autor criou neologismo e jogos de palavras, recursos usados para construir o texto e deixar a linguagem descontraída.
Está correto apenas o que se afirma em:
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Eu odeio a internet
(1) Jamais joguei paciência com um baralho de verdade. Se tentasse, nem saberia arranjar as cartas. Dei-me conta disso ao receber, tempos atrás, um e-mail com o título "Você é escravo da tecnologia quando...". A paciência sem baralho era apenas um dos itens de uma longa lista, e não o mais absurdo.
Em todas as situações, havia esse efeito de desproporção e despropósito: a mais alta tecnologia mobilizada para o mais estúpido dos fins (se o leitor já jogou paciência no Windows, sabe do que falo). (...)
(6) (...) a Internet é a propagação indiscriminada da besteira. Alguém dirá que, com essa crítica à cyberabobrinha, estou abordando o problema pela periferia. Ocorre que os gurus da nova era – Nicholas Negroponte, do MIT, para ficar com um exemplo célebre – afirmam, com razão, que a internet não tem centro.
Surge daí outra grande bobagem que se tem divulgado não só por fibra ótica, mas também por meio do velho e sujo papel de imprensa: a Internet democratiza o conhecimento. Se o leitor me perdoa a etimologia rasteira, direi que na verdade a rede tem muito demos para pouco cratos. Que poder efetivo uma página pessoal representa para seu autor? Na falta de um centro, somos todos periferia.
(13) (...) Israelenses e palestinos, petistas e tucanos, pornógrafos e evangélicos, gremistas e colorados, punks e skin-heads – todos podem ter seu site. O internauta surfa – isto é, passa pela superfície – por todos sem que isso implique o mínimo compromisso ou mesmo interesse. A "harmonia mundial" (Negroponte, mais uma vez) que essa diversidade sugere é enganosa.
(17) Podemos jogar paciência sem baralho, mas ainda vivemos em um mundo prosaicamente físico no qual o hardware para abrigar nosso software segue inacessível para a maioria. No mínimo, ainda é cedo para se falar em uma revolução sem precedentes. Gutenberg apresentou sua famosa Bíblia em 1455, mas a imprensa como instituição pública levaria séculos para se desenvolver. (...)
(21) Uma objeção previsível é a de que, afinal, eu uso a Internet. O presente texto foi produzido em Porto Alegre, onde moro, e transmitido via e-mail para a redação da SUPER, em São Paulo. E estou, admito, muito feliz de não ter que sair de casa em um dia frio para enfrentar fila nos Correios. Ainda assim, sustento o título aí em cima. Muita gente vai de carro todos os dias para o trabalho, mesmo detestando dirigir.
(25) Fico com as velhas bibliotecas de papel, cujo autoritarismo secular pelo menos não vende ilusões de igualdade tecnopopulista. "Livros e putas podem ser levados para a cama", dizia o filósofo alemão Walter Benjamin. Talvez um dia criem uma interface confortável (o laptop é desajeitado) para que nos conectemos da cama. Até aqui, a popularidade da Internet entre adolescentes e as patéticas salas de sex chat confirmam: os livros estão para as prostitutas como a Internet está para a masturbação.
TEIXEIRA, Jerônimo. In Superinteressante, São Paulo: Abril, agosto, 2000.
Analisando-se o tema, a forma composicional e as marcas linguísticas (estilo) do texto, é correto afirmar que:
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