Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2752322 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: AMAUC
Orgão: IF-AM
Provas:

No Brasil, a criação de galinhas caipiras é uma tradição. Mesmo em áreas urbanas, em improvisados galinheiros, a criação dessas aves é meio de obtenção de carne e ovos, geralmente para o próprio consumo familiar. Em relação à criação de galinhas caipiras, avalie as afirmativas a seguir.

I - Preferir as galinhas com mais de dois anos de idade, porque a partir dessa idade elas passam a comer menos e produzir mais.

II - Recomenda-se usar galo de mais de dois anos de idade, pois a partir desta idade a fertilidade dele é maior.

III - Trocar o galo a cada seis meses para não cruzar com as filhas.

IV - Os bebedouros podem ser feitos com garrafas de refrigerantes de 2 litros (tipo pet) e embalagens de doce vazias (de plástico), penduradas com arame.

V - A proporção recomendada para se iniciar a criação é de um galo e 12 galinhas. Quando o número de galinhas é maior que 12 por galo, começam a aparecer ovos que não chocam (inférteis), podendo levar a criação ao fracasso.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2752321 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: AMAUC
Orgão: IF-AM
Provas:

Avalie as asserções em relação à escolha da forrageira para bovinos de corte, na região amazônica e a relação proposta entre elas.

I - O capim ideal seria aquele que reunisse ótimas características no que diz respeito à adaptação ao clima, ao solo, ao objetivo de uso e ao sistema de produção. Deve ter também alta produtividade, alto teor de nutrientes digestíveis, persistência em condições adversas de uso (altas lotações e tolerância à seca), resistência a pragas e doenças, boa cobertura e proteção do solo, facilidade de propagação, dentre outras.

PORTANTO,

II - como é impossível reunir em uma única forrageira todas essas características, recomenda-se diversificar as pastagens, plantando-se diferentes capins em piquetes ou pastos da propriedade, segundo as suas características.

Sobre as asserções, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

Segundo Cereja e Cochar (2013, p. 314), “A pontuação marca na escrita as diferenças de entonação, contribuindo para tornar mais preciso o sentido que se quer dar ao texto.".

TEXTO I

“O termo ‘pai presente’, aos poucos, também caiu em desuso...”

TEXTO II

Enunciado 3134833-1

Disponível em: <https://m.facebook.com/tirasarmandinho/photos /a.488361671209144/1919276201451010/?type=3&theater>.

As expressões “aos poucos” (TEXTO I) e “apesar disso” (TEXTO II) estão grafadas entre vírgulas porque o referido sinal de pontuação foi empregado para

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

Avalie as afirmações acerca dos aspectos sintáticos das frases adaptadas do texto, segundo a norma-padrão.

I – A concordância nominal se realizou corretamente no período “Embora hajam termos e expressões de uso comum entre os países lusófonos, alguns tratam grupos minoritários de forma pejorativa”.

II – A concordância e a regência verbal estão adequadas em “Certos indivíduos frequentam eventos à procura de opiniões que corrobore com a sua, ao afirmarem que o termo ‘arroz de festa’ caiu em desuso”.

III – A presença de partícula atrativa indica próclise de rigor na frase “‘Custar os olhos da cara’ também perdeu o sentido, pois, diante da crise atual, qualquer cidadão reclama porque nos agride todo aumento de preços”.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o texto de Flávia Boggio.

( ) No período “Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.”, os termos em destaque constituem expressões indicativas de causa.

( ) De acordo com a norma-padrão, o trecho “Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi ‘armado até os dentes.’” está corretamente reescrito assim: “Expressões se conhecem cujo se ensinam. Outra que envelheceu mau foi ‘armado até os dentes’”.

( ) Conforme sua estrutura composicional, o texto “Expressões banidas do português” pertence ao gênero artigo científico, pois tem a função de deixar acessível ao leitor leigo as informações e novidades acerca de certas expressões idiomáticas contidas em estudos e pesquisas linguísticas.

( ) Expressões como “descascar abacaxi”, “custar os olhos da cara”, “negócio da China” e “armado até os dentes” são formas linguísticas denominadas estrangeirismos, que se harmonizam com a linguagem dos dias atuais, dão mais vivacidade à linguagem e despertam o interesse do receptor.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

Com base nos dois textos a seguir, preencha corretamente as lacunas.

TEXTO I

“Consideradas machistas, sentenças como ‘mal-amada’ e ‘essa é para casar’ também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal”.

TEXTO II

Enunciado 3134830-1

Disponível em: <http://guilhermelauxen.pbworks.com/w/page/82218322/ HQ%27s>.

No TEXTO I, a palavra “cancelamento” foi empregada no sentido . Já no TEXTO II, esse termo designa uma técnica matemática. Assim, de acordo com Cegalla (2010, p. 312), “uma palavra pode ter mais de uma significação. A esse fato linguístico dá-se o nome de . Ainda segundo o gramático, as palavras “têm grande poder evocativo, uma extraordinária carga ; são capazes de sugerir muito mais do que o objeto designado, desencadeando, conforme a situação, ideias, sentimentos e emoções de toda ordem”.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

“Para descrever e analisar uma situação de comunicação, Jakobson propõe que se considerem seis elementos essenciais: o locutor, o locutário (receptor), a mensagem, o código, o canal e o referente. [...] A cada um desses elementos corresponde uma função da linguagem, dependendo da finalidade principal de cada texto produzido (expressar emoções, explorar recursos linguísticos, transmitir informações etc.)”.

CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 19.

No seu texto, para explicar semanticamente expressões idiomáticas, a autora valoriza, principalmente, a função da linguagem denominada

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

Avalie o que se afirma acerca do texto e das estratégias discursivas empregadas pela autora.

O texto veicula algumas “expressões idiomáticas” que integram o léxico luso-brasileiro, utilizando recursos linguístico-estilísticos caracterizados por

I - construir sentidos para aquelas mais presentes no cotidiano dos menos letrados.

II - externar os preconceitos contra as pessoas que insistem em utilizá-las no dia a dia.

III - elaborar definições, indicando a que grupos sociais elas estão diretamente relacionadas.

IV - esclarecer, em tom crítico-irônico, mas bem-humorado, seus significados e contextos de uso.

V – demonstrar que elas adquirem novos sentidos, conotativos, ultrapassando seus significados literais.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Expressões banidas do português

Flávia Boggio*

A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos.

Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.

* Roteirista. Escreve para programas e séries. Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.

Sabendo-se que o texto de Flávia Boggio foi publicado em um veículo impresso de circulação nacional, é correto afirmar que os leitores poderão encontrá-lo na seção do jornal denominada

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A figura a seguir apresenta a janela principal do LibreOffice Impress.

Enunciado 3134848-1

Quando se cria uma nova apresentação, o Impress mostra apenas um slide no painel Slides e na área de trabalho. Considere as seguintes afirmações sobre os possíveis métodos para inserir um novo slide e as classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).

( ) Vá em Slide > Novo slide na barra de Menus.

( ) Clique com o botão direito no painel Slides e selecione Novo slide no menu de contexto.

( ) Use o atalho de teclado Ctrl+M.

( ) Vá na visualização do organizador de slides na área de trabalho, clique com o botão direito em um slide e selecione Novo slide no menu de contexto.

( ) Clique no ícone Novo slide na barra de ferramentas Apresentação. Se a barra de ferramentas Apresentação não estiver visível, vá em Exibir > Barras de ferramentas na barra de Menus e selecione Apresentação na lista suspensa.

A sequência correta é

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas