“Os campeões olímpicos foram homenageados na solenidade promovida pela escola. Nessa solenidade, os campeões receberam diplomas e tiraram fotos com os estudantes.”
Ao comentar as redações da turma, o professor mostrou esse exemplo de repetição viciosa de palavras e pediu aos alunos que reescrevessem o trecho mantendo explícitas todas as informações, mas sem repetir os substantivos “solenidade & campeões”.
Diz o estribilho do Hino do Estado da Bahia, de José dos Santos Barreto e Ladislau dos Santos Titara: “Nunca mais o despotismo / Regerá nossas ações / Com tiranos não combinam / Brasileiros corações.”
Sobre esses versos, está correto afirmar que há uma metáfora em
Mais um BAVI que entra para a coleção dos clássicos que negam a frase do Nelson Rodrigues – aquela que diz que “a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana”. Pior do que a mais sórdida pelada, o embate entre os gigantes baianos foi de uma tristeza estética comparável somente aos dolorosos duelos entre pequeninos times do interior da Bahia.
Nelson, se aqui estivesse, se se desse ao trabalho de observar metade do que fora jogado no sábado, decerto, criaria alguma nova frase coerente a este que tem sido um nível recorrente de futebol quando Bahia e Vitória se enfrentam.
O elástico placar de 4 a 1 para o rubro-negro – que não foi suficiente para mantê-lo no G4 – não reflete, para os que se pouparam de assistir ao mero esporte ali apresentado, o que de fato ocorreu naqueles intermináveis noventa e tantos minutos – sim, se fez verdade aquela máxima que diz que “quando o jogo é ruim, o tempo não passa”. Os mais otimistas e os raros torcedores fanáticos do Vitória dirão que o aproveitamento do time fora praticamente 100%: efetivamente quatro finalizações e quatro gols. Porém, se acomodam em crer que futebol é esporte. Logo, não lhes fazem a mínima falta os elementos estéticos: jogo lá e cá, jogadas bem trabalhadas no toque de bola, dribles, bolas na trave, goleiros em tarde inspirada. Só houve mesmo um ligeiro bate-boca e alguma incitação aos empurrões e entradas desleais, que são também parte do espetáculo.
O que a goleada, de fato, reflete é que a série B equivale a uma série C em potencial. Os exemplos, somente falando de Bahia e Vitória, são muitos: a zaga rubro-negra comete falhas primárias tanto na saída para o jogo quanto nas bolas alçadas na área; a zaga do Bahia, já sem entrosamento há tempos, precisa ser trocada; nenhum dos dois times possui laterais que deem segurança no aspecto defensivo e alguma esperança no apoio ao ataque; lá na frente, como quase nada se produz em termos de toque de bola, os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados. Bahia e Vitória só não caem para o limbo da terceira divisão porque esta que disputam consegue ter times ainda muito piores do que os gigantes baianos.
No terceiro parágrafo, o cronista diz que “os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados” (penúltima frase). No contexto em que essa passagem ocorre, deve-se concluir que esses jogadores
Mais um BAVI que entra para a coleção dos clássicos que negam a frase do Nelson Rodrigues – aquela que diz que “a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana”. Pior do que a mais sórdida pelada, o embate entre os gigantes baianos foi de uma tristeza estética comparável somente aos dolorosos duelos entre pequeninos times do interior da Bahia.
Nelson, se aqui estivesse, se se desse ao trabalho de observar metade do que fora jogado no sábado, decerto, criaria alguma nova frase coerente a este que tem sido um nível recorrente de futebol quando Bahia e Vitória se enfrentam.
O elástico placar de 4 a 1 para o rubro-negro – que não foi suficiente para mantê-lo no G4 – não reflete, para os que se pouparam de assistir ao mero esporte ali apresentado, o que de fato ocorreu naqueles intermináveis noventa e tantos minutos – sim, se fez verdade aquela máxima que diz que “quando o jogo é ruim, o tempo não passa”. Os mais otimistas e os raros torcedores fanáticos do Vitória dirão que o aproveitamento do time fora praticamente 100%: efetivamente quatro finalizações e quatro gols. Porém, se acomodam em crer que futebol é esporte. Logo, não lhes fazem a mínima falta os elementos estéticos: jogo lá e cá, jogadas bem trabalhadas no toque de bola, dribles, bolas na trave, goleiros em tarde inspirada. Só houve mesmo um ligeiro bate-boca e alguma incitação aos empurrões e entradas desleais, que são também parte do espetáculo.
O que a goleada, de fato, reflete é que a série B equivale a uma série C em potencial. Os exemplos, somente falando de Bahia e Vitória, são muitos: a zaga rubro-negra comete falhas primárias tanto na saída para o jogo quanto nas bolas alçadas na área; a zaga do Bahia, já sem entrosamento há tempos, precisa ser trocada; nenhum dos dois times possui laterais que deem segurança no aspecto defensivo e alguma esperança no apoio ao ataque; lá na frente, como quase nada se produz em termos de toque de bola, os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados. Bahia e Vitória só não caem para o limbo da terceira divisão porque esta que disputam consegue ter times ainda muito piores do que os gigantes baianos.
Mais um BAVI que entra para a coleção dos clássicos que negam a frase do Nelson Rodrigues – aquela que diz que “a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana”. Pior do que a mais sórdida pelada, o embate entre os gigantes baianos foi de uma tristeza estética comparável somente aos dolorosos duelos entre pequeninos times do interior da Bahia.
Nelson, se aqui estivesse, se se desse ao trabalho de observar metade do que fora jogado no sábado, decerto, criaria alguma nova frase coerente a este que tem sido um nível recorrente de futebol quando Bahia e Vitória se enfrentam.
O elástico placar de 4 a 1 para o rubro-negro – que não foi suficiente para mantê-lo no G4 – não reflete, para os que se pouparam de assistir ao mero esporte ali apresentado, o que de fato ocorreu naqueles intermináveis noventa e tantos minutos – sim, se fez verdade aquela máxima que diz que “quando o jogo é ruim, o tempo não passa”. Os mais otimistas e os raros torcedores fanáticos do Vitória dirão que o aproveitamento do time fora praticamente 100%: efetivamente quatro finalizações e quatro gols. Porém, se acomodam em crer que futebol é esporte. Logo, não lhes fazem a mínima falta os elementos estéticos: jogo lá e cá, jogadas bem trabalhadas no toque de bola, dribles, bolas na trave, goleiros em tarde inspirada. Só houve mesmo um ligeiro bate-boca e alguma incitação aos empurrões e entradas desleais, que são também parte do espetáculo.
O que a goleada, de fato, reflete é que a série B equivale a uma série C em potencial. Os exemplos, somente falando de Bahia e Vitória, são muitos: a zaga rubro-negra comete falhas primárias tanto na saída para o jogo quanto nas bolas alçadas na área; a zaga do Bahia, já sem entrosamento há tempos, precisa ser trocada; nenhum dos dois times possui laterais que deem segurança no aspecto defensivo e alguma esperança no apoio ao ataque; lá na frente, como quase nada se produz em termos de toque de bola, os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados. Bahia e Vitória só não caem para o limbo da terceira divisão porque esta que disputam consegue ter times ainda muito piores do que os gigantes baianos.
Mais um BAVI que entra para a coleção dos clássicos que negam a frase do Nelson Rodrigues – aquela que diz que “a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana”. Pior do que a mais sórdida pelada, o embate entre os gigantes baianos foi de uma tristeza estética comparável somente aos dolorosos duelos entre pequeninos times do interior da Bahia.
Nelson, se aqui estivesse, se se desse ao trabalho de observar metade do que fora jogado no sábado, decerto, criaria alguma nova frase coerente a este que tem sido um nível recorrente de futebol quando Bahia e Vitória se enfrentam.
O elástico placar de 4 a 1 para o rubro-negro – que não foi suficiente para mantê-lo no G4 – não reflete, para os que se pouparam de assistir ao mero esporte ali apresentado, o que de fato ocorreu naqueles intermináveis noventa e tantos minutos – sim, se fez verdade aquela máxima que diz que “quando o jogo é ruim, o tempo não passa”. Os mais otimistas e os raros torcedores fanáticos do Vitória dirão que o aproveitamento do time fora praticamente 100%: efetivamente quatro finalizações e quatro gols. Porém, se acomodam em crer que futebol é esporte. Logo, não lhes fazem a mínima falta os elementos estéticos: jogo lá e cá, jogadas bem trabalhadas no toque de bola, dribles, bolas na trave, goleiros em tarde inspirada. Só houve mesmo um ligeiro bate-boca e alguma incitação aos empurrões e entradas desleais, que são também parte do espetáculo.
O que a goleada, de fato, reflete é que a série B equivale a uma série C em potencial. Os exemplos, somente falando de Bahia e Vitória, são muitos: a zaga rubro-negra comete falhas primárias tanto na saída para o jogo quanto nas bolas alçadas na área; a zaga do Bahia, já sem entrosamento há tempos, precisa ser trocada; nenhum dos dois times possui laterais que deem segurança no aspecto defensivo e alguma esperança no apoio ao ataque; lá na frente, como quase nada se produz em termos de toque de bola, os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados. Bahia e Vitória só não caem para o limbo da terceira divisão porque esta que disputam consegue ter times ainda muito piores do que os gigantes baianos.
Mais um BAVI que entra para a coleção dos clássicos que negam a frase do Nelson Rodrigues – aquela que diz que “a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana”. Pior do que a mais sórdida pelada, o embate entre os gigantes baianos foi de uma tristeza estética comparável somente aos dolorosos duelos entre pequeninos times do interior da Bahia.
Nelson, se aqui estivesse, se se desse ao trabalho de observar metade do que fora jogado no sábado, decerto, criaria alguma nova frase coerente a este que tem sido um nível recorrente de futebol quando Bahia e Vitória se enfrentam.
O elástico placar de 4 a 1 para o rubro-negro – que não foi suficiente para mantê-lo no G4 – não reflete, para os que se pouparam de assistir ao mero esporte ali apresentado, o que de fato ocorreu naqueles intermináveis noventa e tantos minutos – sim, se fez verdade aquela máxima que diz que “quando o jogo é ruim, o tempo não passa”. Os mais otimistas e os raros torcedores fanáticos do Vitória dirão que o aproveitamento do time fora praticamente 100%: efetivamente quatro finalizações e quatro gols. Porém, se acomodam em crer que futebol é esporte. Logo, não lhes fazem a mínima falta os elementos estéticos: jogo lá e cá, jogadas bem trabalhadas no toque de bola, dribles, bolas na trave, goleiros em tarde inspirada. Só houve mesmo um ligeiro bate-boca e alguma incitação aos empurrões e entradas desleais, que são também parte do espetáculo.
O que a goleada, de fato, reflete é que a série B equivale a uma série C em potencial. Os exemplos, somente falando de Bahia e Vitória, são muitos: a zaga rubro-negra comete falhas primárias tanto na saída para o jogo quanto nas bolas alçadas na área; a zaga do Bahia, já sem entrosamento há tempos, precisa ser trocada; nenhum dos dois times possui laterais que deem segurança no aspecto defensivo e alguma esperança no apoio ao ataque; lá na frente, como quase nada se produz em termos de toque de bola, os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados. Bahia e Vitória só não caem para o limbo da terceira divisão porque esta que disputam consegue ter times ainda muito piores do que os gigantes baianos.
Os versos finais do Hino do Estado da Bahia dizem: “Cresce! Oh! Filho de minh’alma / Para a Pátria defender! / O Brasil já tem jurado / Independência ou morrer!”
Esse trecho serve como exemplo de intertextualidade, fenômeno que ocorre quando há uma referência explícita ou implícita de um texto em outro. No caso, a referência é à frase