Alguns autores atribuem a Griffith a criação de um tipo de enquadramento no qual as pessoas são vistas do joelho (ou coxa) para cima. Este tipo de plano chama-se
Nos tratamentos fitossanitários, devem-se priorizar formulações de agrotóxicos que sejam mais seguras ao homem e ao meio ambiente. Nos rótulos das embalagens dos produtos que contêm agrotóxicos, são informadas características do produto quanto a sua segurança. De acordo com a toxicologia, a alternativa que representa a classe mais perigosa e sua respectiva cor é
As hortaliças são plantas de consistência herbácea, geralmente de ciclo curto e tratos culturais intensivos, cujas partes comestíveis são diretamente utilizadas na alimentação humana, ou seja, in natura ou com pouco processamento. São exemplos de hortaliças:
Os índices zootécnicos são uma importante ferramenta para tomada de decisões nas propriedades pecuárias. Entre estes destaca-se o período de serviço. Assinale a alternativa correta.
No nordeste do Brasil, a escolha da raça ou grupo genético é um aspecto de grande importância para o sucesso do agronegócio da carne e da pele ovina e caprina. Assim, assinale a assertiva que apresenta duas raças de ovinos e três de caprinos.
As ligações das estruturas tridimensionais de fórmulas químicas são representadas em tinta por triângulos isósceles: cheio, que indica a posição anterior ou descontínuo, que indica a posição posterior. Marque a alternativa da representação dos pontos na posição anterior e na posição posterior, respectivamente.
Mais um BAVI que entra para a coleção dos clássicos que negam a frase do Nelson Rodrigues – aquela que diz que “a mais sórdida pelada é de uma complexidade shakespeariana”. Pior do que a mais sórdida pelada, o embate entre os gigantes baianos foi de uma tristeza estética comparável somente aos dolorosos duelos entre pequeninos times do interior da Bahia.
Nelson, se aqui estivesse, se se desse ao trabalho de observar metade do que fora jogado no sábado, decerto, criaria alguma nova frase coerente a este que tem sido um nível recorrente de futebol quando Bahia e Vitória se enfrentam.
O elástico placar de 4 a 1 para o rubro-negro – que não foi suficiente para mantê-lo no G4 – não reflete, para os que se pouparam de assistir ao mero esporte ali apresentado, o que de fato ocorreu naqueles intermináveis noventa e tantos minutos – sim, se fez verdade aquela máxima que diz que “quando o jogo é ruim, o tempo não passa”. Os mais otimistas e os raros torcedores fanáticos do Vitória dirão que o aproveitamento do time fora praticamente 100%: efetivamente quatro finalizações e quatro gols. Porém, se acomodam em crer que futebol é esporte. Logo, não lhes fazem a mínima falta os elementos estéticos: jogo lá e cá, jogadas bem trabalhadas no toque de bola, dribles, bolas na trave, goleiros em tarde inspirada. Só houve mesmo um ligeiro bate-boca e alguma incitação aos empurrões e entradas desleais, que são também parte do espetáculo.
O que a goleada, de fato, reflete é que a série B equivale a uma série C em potencial. Os exemplos, somente falando de Bahia e Vitória, são muitos: a zaga rubro-negra comete falhas primárias tanto na saída para o jogo quanto nas bolas alçadas na área; a zaga do Bahia, já sem entrosamento há tempos, precisa ser trocada; nenhum dos dois times possui laterais que deem segurança no aspecto defensivo e alguma esperança no apoio ao ataque; lá na frente, como quase nada se produz em termos de toque de bola, os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados. Bahia e Vitória só não caem para o limbo da terceira divisão porque esta que disputam consegue ter times ainda muito piores do que os gigantes baianos.
No terceiro parágrafo, o cronista diz que “os atacantes de ambas as equipes não podem ser absolutamente julgados” (penúltima frase). No contexto em que essa passagem ocorre, deve-se concluir que esses jogadores