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PARA QUE SERVE A ADOLESCÊNCIA
Muitas das habilidades exclusivas aos seres humanos são desenvolvidas durante o período da adolescência. E foram essas capacidades que ajudaram nossa espécie a sobreviver ao longo da evolução. Com a adolescência, ganhamos um tempo extra, além da infância, para organizar o cérebro: dos 11 aos 20 anos. Esse tempo a mais de reordenação cerebral permitiu que a espécie humana desenvolvesse uma capacidade intelectual incrível. Sem a adolescência, os humanos não passariam de uns bobos incoerentes dotados de um cérebro enorme.
É só olhar uma criança aos 10 anos e uma pessoa aos 20. No final da adolescência, conseguimos articular pensamentos e levantar hipóteses a partir de abstrações, algo que é tremendamente difícil para uma criança de 10 anos, acostumada a pensar em termos mais concretos. Com 20 anos, somos capazes de estabelecer objetivos de longo prazo e esperar que eles aconteçam. Para uma criança, o tempo não passa. Elas precisam obter recompensas imediatamente. Essas habilidades que vêm com a adolescência – abstração, planejamento, além de uma boa dose de autonomia – são importantes para garantir nossa sobrevivência na vida adulta.
O cérebro atinge o tamanho que terá na vida adulta aos 12 anos nas meninas e aos 14 nos garotos. Desde antes do nascimento até essa idade, nossos neurônios construíram ligações uns com os outros, estabeleceram novos caminhos para as informações circularem dentro do cérebro. Na adolescência, esse grande emaranhado de massa cinzenta precisa ser reorganizado. Muitas dessas conexões são desligadas. Outras são ativadas.
Tantas alterações afetam a capacidade dos adolescentes de prever consequências. Por isso, eles costumam ser impulsivos. Mudanças no nível de dopamina, uma substância que transporta as informações entre os neurônios, também podem explicar as alterações na personalidade. Ela inibe o funcionamento de algumas regiões do cérebro que controlam o prazer. Isso explica por que os adolescentes procuram experiências arriscadas. Eles precisam compensar a sensação de tédio causada pela supressão das atividades dessas áreas. Essa também é a raiz do comportamento de contestação e rebeldia.
Nos Estados Unidos e na Europa, as aulas em algumas escolas começam mais tarde porque a direção leva em consideração que o relógio biológico dos adolescentes está sempre desajustado. Em se tratando de adultos e nas crianças, ele é perfeitamente programado para 24 horas. Para os adolescentes, parece que está sempre funcionado atrasado, com 25 ou 26 horas. É por isso que eles querem ficar acordados até mais tarde e não conseguem acordar cedo.
Precisamos igualmente entender que não é possível mudar a disposição dos adolescentes para correr riscos. O que podemos e precisamos fazer é alertá-los para as atitudes muito perigosas, como fazer sexo sem proteção. Temos de lembrar que os adolescentes existem para tornar nossa espécie bem-sucedida. Não para fazer a vida dos adultos mais fácil.
BAINBRIDGE, David. Revista Época. Seção Ciência e Tecnologia. 20/07/2009
De acordo com o texto Para que serve a adolescência:
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Assinale a alternativa correta. Uma das técnicas mais conhecidas e utilizadas nos estudos de usuários é o(a):
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PARA QUE SERVE A ADOLESCÊNCIA
Muitas das habilidades exclusivas aos seres humanos são desenvolvidas durante o período da adolescência. E foram essas capacidades que ajudaram nossa espécie a sobreviver ao longo da evolução. Com a adolescência, ganhamos um tempo extra, além da infância, para organizar o cérebro: dos 11 aos 20 anos. Esse tempo a mais de reordenação cerebral permitiu que a espécie humana desenvolvesse uma capacidade intelectual incrível. Sem a adolescência, os humanos não passariam de uns bobos incoerentes dotados de um cérebro enorme.
É só olhar uma criança aos 10 anos e uma pessoa aos 20. No final da adolescência, conseguimos articular pensamentos e levantar hipóteses a partir de abstrações, algo que é tremendamente difícil para uma criança de 10 anos, acostumada a pensar em termos mais concretos. Com 20 anos, somos capazes de estabelecer objetivos de longo prazo e esperar que eles aconteçam. Para uma criança, o tempo não passa. Elas precisam obter recompensas imediatamente. Essas habilidades que vêm com a adolescência – abstração, planejamento, além de uma boa dose de autonomia – são importantes para garantir nossa sobrevivência na vida adulta.
O cérebro atinge o tamanho que terá na vida adulta aos 12 anos nas meninas e aos 14 nos garotos. Desde antes do nascimento até essa idade, nossos neurônios construíram ligações uns com os outros, estabeleceram novos caminhos para as informações circularem dentro do cérebro. Na adolescência, esse grande emaranhado de massa cinzenta precisa ser reorganizado. Muitas dessas conexões são desligadas. Outras são ativadas.
Tantas alterações afetam a capacidade dos adolescentes de prever consequências. Por isso, eles costumam ser impulsivos. Mudanças no nível de dopamina, uma substância que transporta as informações entre os neurônios, também podem explicar as alterações na personalidade. Ela inibe o funcionamento de algumas regiões do cérebro que controlam o prazer. Isso explica por que os adolescentes procuram experiências arriscadas. Eles precisam compensar a sensação de tédio causada pela supressão das atividades dessas áreas. Essa também é a raiz do comportamento de contestação e rebeldia.
Nos Estados Unidos e na Europa, as aulas em algumas escolas começam mais tarde porque a direção leva em consideração que o relógio biológico dos adolescentes está sempre desajustado. Em se tratando de adultos e nas crianças, ele é perfeitamente programado para 24 horas. Para os adolescentes, parece que está sempre funcionado atrasado, com 25 ou 26 horas. É por isso que eles querem ficar acordados até mais tarde e não conseguem acordar cedo.
Precisamos igualmente entender que não é possível mudar a disposição dos adolescentes para correr riscos. O que podemos e precisamos fazer é alertá-los para as atitudes muito perigosas, como fazer sexo sem proteção. Temos de lembrar que os adolescentes existem para tornar nossa espécie bem-sucedida. Não para fazer a vida dos adultos mais fácil.
BAINBRIDGE, David. Revista Época. Seção Ciência e Tecnologia. 20/07/2009
São acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo:
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PARA QUE SERVE A ADOLESCÊNCIA
Muitas das habilidades exclusivas aos seres humanos são desenvolvidas durante o período da adolescência. E foram essas capacidades que ajudaram nossa espécie a sobreviver ao longo da evolução. Com a adolescência, ganhamos um tempo extra, além da infância, para organizar o cérebro: dos 11 aos 20 anos. Esse tempo a mais de reordenação cerebral permitiu que a espécie humana desenvolvesse uma capacidade intelectual incrível. Sem a adolescência, os humanos não passariam de uns bobos incoerentes dotados de um cérebro enorme.
É só olhar uma criança aos 10 anos e uma pessoa aos 20. No final da adolescência, conseguimos articular pensamentos e levantar hipóteses a partir de abstrações, algo que é tremendamente difícil para uma criança de 10 anos, acostumada a pensar em termos mais concretos. Com 20 anos, somos capazes de estabelecer objetivos de longo prazo e esperar que eles aconteçam. Para uma criança, o tempo não passa. Elas precisam obter recompensas imediatamente. Essas habilidades que vêm com a adolescência – abstração, planejamento, além de uma boa dose de autonomia – são importantes para garantir nossa sobrevivência na vida adulta.
O cérebro atinge o tamanho que terá na vida adulta aos 12 anos nas meninas e aos 14 nos garotos. Desde antes do nascimento até essa idade, nossos neurônios construíram ligações uns com os outros, estabeleceram novos caminhos para as informações circularem dentro do cérebro. Na adolescência, esse grande emaranhado de massa cinzenta precisa ser reorganizado. Muitas dessas conexões são desligadas. Outras são ativadas.
Tantas alterações afetam a capacidade dos adolescentes de prever consequências. Por isso, eles costumam ser impulsivos. Mudanças no nível de dopamina, uma substância que transporta as informações entre os neurônios, também podem explicar as alterações na personalidade. Ela inibe o funcionamento de algumas regiões do cérebro que controlam o prazer. Isso explica por que os adolescentes procuram experiências arriscadas. Eles precisam compensar a sensação de tédio causada pela supressão das atividades dessas áreas. Essa também é a raiz do comportamento de contestação e rebeldia.
Nos Estados Unidos e na Europa, as aulas em algumas escolas começam mais tarde porque a direção leva em consideração que o relógio biológico dos adolescentes está sempre desajustado. Em se tratando de adultos e nas crianças, ele é perfeitamente programado para 24 horas. Para os adolescentes, parece que está sempre funcionado atrasado, com 25 ou 26 horas. É por isso que eles querem ficar acordados até mais tarde e não conseguem acordar cedo.
Precisamos igualmente entender que não é possível mudar a disposição dos adolescentes para correr riscos. O que podemos e precisamos fazer é alertá-los para as atitudes muito perigosas, como fazer sexo sem proteção. Temos de lembrar que os adolescentes existem para tornar nossa espécie bem-sucedida. Não para fazer a vida dos adultos mais fácil.
BAINBRIDGE, David. Revista Época. Seção Ciência e Tecnologia. 20/07/2009
Na progressão do texto, a expressão “Por isso” tem a função de:
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Conforme o Art 9º da LEI Nº 4.084, DE 30 DE JUNHO DE 1962, o Conselho Federal de Biblioteconomia e os Conselhos Regionais de Biblioteconomia são dotados, respectivamente de:
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A expressão, “conjunto de estudos que tratam de analisar qualitativa e quantitativamente os hábitos e as necessidades de informação dos clientes e servem como fonte para o planejamento da unidade de informação”, refere-se ao conceito de
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A indexação documentária se constitui em um tipo de representação, cuja finalidade é identificar nos documentos traços descritivos ou macroproposições a fim de propor cabeçalhos visando à recuperação da informação. Conforme Lancaster, a indexação de assuntos é constituída pelas seguintes etapas:
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A expressão: “Conjunto de elementos destinados à identificação de um fascículo e/ou volume da publicação e dos artigos nela contidos”, refere-se a:
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O vocabulário Dublin Core e seus elementos de descrição têm finalidades definidas pelo Dublin Core Metadata Initiative (DCMI). Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que apresenta a principal finalidade do Dublin Core:
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Assinale a alternativa cujas bases de dados contemplam a área de Ciência da informação e agricultura.
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