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Foram encontradas 60 questões.

3487811 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 47 a 54

I-Juca Pirama

(Gonçalves Dias)

VIII

“Tu choraste em presença da morte?

Na presença de estranhos choraste?

Não descende o cobarde do forte;

Pois choraste, meu filho não és!

Possas tu, descendente maldito

De uma tribo de nobres guerreiros,

Implorando cruéis forasteiros,

Seres presa de vis Aimorés.

“Possas tu, isolado na terra,

Sem arrimo e sem pátria vagando,

Rejeitado da morte na guerra,

Rejeitado dos homens na paz,

Ser das gentes o espectro execrado;

Não encontres amor nas mulheres,

Teus amigos, se amigos tiveres,

Tenham alma inconstante e falaz!

“Não encontres doçura no dia,

Nem as cores da aurora te ameiguem,

E entre as larvas da noite sombria

Nunca possas descanso gozar:

Não encontres um tronco, uma pedra,

Posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos,

Padecendo os maiores tormentos,

Onde possas a fronte pousar.

“Que a teus passos a relva se torre;

Murchem prados, a flor desfaleça,

E o regato que límpido corre,

Mais te acenda o vesano furor;

Suas águas depressa se tornem,

Ao contacto dos lábios sedentos,

Lago impuro de vermes nojentos,

Donde fujas como asco e terror!

“Sempre o céu, como um teto incendido,

Creste e punja teus membros malditos

E o oceano de pó denegrido

Seja a terra ao ignavo tupi!

Miserável, faminto, sedento,

Manitôs lhe não falem nos sonhos,

E do horror os espectros medonhos

Traga sempre o cobarde após si.

“Um amigo não tenhas piedoso

Que o teu corpo na terra embalsame,

Pondo em vaso d’argila cuidoso

Arco e frecha e tacape a teus pés!

Sê maldito, e sozinho na terra;

Pois que a tanta vileza chegaste,

Que em presença da morte choraste,

Tu, cobarde, meu filho não és.”

De uma tribo de nobres guerreiros

O verso acima se classifica sintaticamente como

 

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3487810 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 37 a 46

Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te;

Roga a Deus que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.

(Luís de Camões)

Quão cedo de meus olhos te levou

O verso acima se classifica sintaticamente como

 

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3487809 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 37 a 46

Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te;

Roga a Deus que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.

(Luís de Camões)

Que tão cedo de cá me leve

O segmento de verso se classifica sintaticamente como

 

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3487808 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 37 a 46

Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te;

Roga a Deus que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.

(Luís de Camões)

No contexto contemporâneo, em se tratando do Português do Brasil, é correto afirmar que o poema

 

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3487807 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 37 a 46

Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te;

Roga a Deus que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.

(Luís de Camões)

O poema de Camões se classifica como

 

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2132102 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 55 a 60


Explicação


(Cecília Meireles)


O pensamento é triste; o amor, insuficiente;

e eu quero sempre mais do que vem nos milagres.

Deixo que a terra me sustente:

guardo o resto para mais tarde.


Deus não fala comigo – e eu sei que me conhece.

A antigos ventos dei as lágrimas que tinha.

A estrela sobe, a estrela desce…

– espero a minha própria vinda.


(Navego pela memória

sem margens.


Alguém conta a minha história

e alguém mata os personagens.)

Assinale a alternativa em que se encontre figura de linguagem presente no texto.

 

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2132101 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 47 a 54


I-Juca Pirama


(Gonçalves Dias)


VIII


“Tu choraste em presença da morte?

Na presença de estranhos choraste?

Não descende o cobarde do forte;

Pois choraste, meu filho não és!

Possas tu, descendente maldito

De uma tribo de nobres guerreiros,

Implorando cruéis forasteiros,

Seres presa de vis Aimorés.


“Possas tu, isolado na terra,

Sem arrimo e sem pátria vagando,

Rejeitado da morte na guerra,

Rejeitado dos homens na paz,

Ser das gentes o espectro execrado;

Não encontres amor nas mulheres,

Teus amigos, se amigos tiveres,

Tenham alma inconstante e falaz!


“Não encontres doçura no dia,

Nem as cores da aurora te ameiguem,

E entre as larvas da noite sombria

Nunca possas descanso gozar:

Não encontres um tronco, uma pedra,

Posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos,

Padecendo os maiores tormentos,

Onde possas a fronte pousar.


“Que a teus passos a relva se torre;

Murchem prados, a flor desfaleça,

E o regato que límpido corre,

Mais te acenda o vesano furor;

Suas águas depressa se tornem,

Ao contacto dos lábios sedentos,

Lago impuro de vermes nojentos,

Donde fujas como asco e terror!


“Sempre o céu, como um teto incendido,

Creste e punja teus membros malditos

E o oceano de pó denegrido

Seja a terra ao ignavo tupi!

Miserável, faminto, sedento,

Manitôs lhe não falem nos sonhos,

E do horror os espectros medonhos

Traga sempre o cobarde após si.


“Um amigo não tenhas piedoso

Que o teu corpo na terra embalsame,

Pondo em vaso d’argila cuidoso

Arco e frecha e tacape a teus pés!

Sê maldito, e sozinho na terra;

Pois que a tanta vileza chegaste,

Que em presença da morte choraste,

Tu, cobarde, meu filho não és.”

Sê maldito, e sozinho na terra;

Pois que a tanta vileza chegaste,

Que em presença da morte choraste,

Tu, cobarde, meu filho não és.”

Assinale a alternativa em que alterando-se a pessoa do discurso, tenha-se construído forma gramaticalmente aceita.

 

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2132100 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 37 a 46


Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.


Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.


E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te;


Roga a Deus que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.


(Luís de Camões)

que teus anos encurtou

O verso acima se classifica sintaticamente como

 

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2132099 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 37 a 46


Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.


Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.


E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te;


Roga a Deus que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.


(Luís de Camões)

O sujeito da locução verbal “pode merecer” é

 

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2123591 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF-CE

Texto para as questões 55 a 60


Explicação


(Cecília Meireles)


O pensamento é triste; o amor, insuficiente;

e eu quero sempre mais do que vem nos milagres.

Deixo que a terra me sustente:

guardo o resto para mais tarde.


Deus não fala comigo – e eu sei que me conhece.

A antigos ventos dei as lágrimas que tinha.

A estrela sobe, a estrela desce…

– espero a minha própria vinda.


(Navego pela memória

sem margens.


Alguém conta a minha história

e alguém mata os personagens.)

e eu quero sempre mais do que vem nos milagres

No verso acima há

 

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