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Foram encontradas 40 questões.

2401634 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Quase humanos

Nós, seres humanos, vivemos em sociedade [A]. E, por definição de sociedade, cada um de nós coopera para a manutenção de uma mínima harmonia, sem a qual nossa espécie não sobreviveria. Não se trata de idealismo: vontades que poderiam nos colocar uns contra os outros [B] são freadas por um estranho dispositivo: a empatia. Ela é a capacidade de nos colocarmos no lugar do próximo e nos sensibilizarmos com os sofrimentos a que nossos atos possam levá-lo. Deixamos de prejudicar os outros, pois isso nos dá prazer.

Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia. São os psicopatas.

Eles são algo diferente dos humanos, embora dotados da mesma racionalidade que nos define como espécie. São seres mutilados da emoção e, por isso, incapazes de sentir pelos outros. Isso os levou a assumir o papel representado na ecologia por parasitas e predadores.

Parasitas se associam a outros organismos para tirar os meios com que eles sobrevivem. Podem enfraquecer o hospedeiro, mas lhes interessa que ele continue vivo, para que sigam alimentando-se dele lentamente [C]. Já predadores capturam e matam sua presa. Terminada a carcaça, partem para a seguinte [D].

A ciência conseguiu desenvolver meios para identificar os psicopatas que se escondem por trás de uma máscara de normalidade. Foi um grande passo, mas ainda não se conseguiu o mais importante: tratá-los. A justiça reconhece a ameaça desses seres à ordem, mas não surgiram meios legais para que possa evitar a ação dos psicopatas antes de terem cometido sua primeira e inevitável maldade [E].

O cinema e o jornalismo também já deram um passo significativo: trouxeram para o nosso imaginário a figura de matadores e golpistas sem sentimentos. Mas psicopatas não se limitam a isso. A maioria deles parece perfeitamente normal. Entram em nossa vida como qualquer outra pessoa. E nós, dotados de uma confiança natural em nossos amigos, familiares e colegas, damos espaço para que nos vitimem. Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação.

(HORTA, Maurício. Quase Humanos. Super Interessante. 2010.)

Marque a opção em que se indica corretamente a circunstância adverbial expressa pelo termo em destaque:

 

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2401633 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Quase humanos

Nós, seres humanos, vivemos em sociedade. E, por definição de sociedade, cada um de nós coopera para a manutenção de uma mínima harmonia, sem a qual nossa espécie não sobreviveria. Não se trata de idealismo: vontades que poderiam nos colocar uns contra os outros são freadas por um estranho dispositivo: a empatia. Ela é a capacidade de nos colocarmos no lugar do próximo e nos sensibilizarmos com os sofrimentos a que nossos atos possam levá-lo. Deixamos de prejudicar os outros, pois isso nos dá prazer.

Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia. São os psicopatas.

Eles são algo diferente dos humanos, embora dotados da mesma racionalidade que nos define como espécie. São seres mutilados da emoção e, por isso, incapazes de sentir pelos outros. Isso os levou a assumir o papel representado na ecologia por parasitas e predadores.

Parasitas se associam a outros organismos para tirar os meios com que eles sobrevivem. Podem enfraquecer o hospedeiro, mas lhes interessa que ele continue vivo, para que sigam alimentando-se dele lentamente. Já predadores capturam e matam sua presa. Terminada a carcaça, partem para a seguinte.

A ciência conseguiu desenvolver meios para identificar os psicopatas que se escondem por trás de uma máscara de normalidade. Foi um grande passo, mas ainda não se conseguiu o mais importante: tratá-los. A justiça reconhece a ameaça desses seres à ordem, mas não surgiram meios legais para que possa evitar a ação dos psicopatas antes de terem cometido sua primeira e inevitável maldade.

O cinema e o jornalismo também já deram um passo significativo: trouxeram para o nosso imaginário a figura de matadores e golpistas sem sentimentos. Mas psicopatas não se limitam a isso. A maioria deles parece perfeitamente normal. Entram em nossa vida como qualquer outra pessoa. E nós, dotados de uma confiança natural em nossos amigos, familiares e colegas, damos espaço para que nos vitimem. Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação.

(HORTA, Maurício. Quase Humanos. Super Interessante. 2010.)

O título do texto “Quase humanos” sugere o seguinte:

 

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2401632 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Quase humanos

Nós, seres humanos, vivemos em sociedade. E, por definição de sociedade, cada um de nós coopera para a manutenção de uma mínima harmonia, sem a qual nossa espécie não sobreviveria. Não se trata de idealismo: vontades que poderiam nos colocar uns contra os outros são freadas por um estranho dispositivo: a empatia. Ela é a capacidade de nos colocarmos no lugar do próximo e nos sensibilizarmos com os sofrimentos a que nossos atos possam levá-lo. Deixamos de prejudicar os outros, pois isso nos dá prazer.

Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia. São os psicopatas.

Eles são algo diferente dos humanos, embora dotados da mesma racionalidade que nos define como espécie. São seres mutilados da emoção e, por isso, incapazes de sentir pelos outros. Isso os levou a assumir o papel representado na ecologia por parasitas e predadores.

Parasitas se associam a outros organismos para tirar os meios com que eles sobrevivem. Podem enfraquecer o hospedeiro, mas lhes interessa que ele continue vivo, para que sigam alimentando-se dele lentamente. Já predadores capturam e matam sua presa. Terminada a carcaça, partem para a seguinte.

A ciência conseguiu desenvolver meios para identificar os psicopatas que se escondem por trás de uma máscara de normalidade. Foi um grande passo, mas ainda não se conseguiu o mais importante: tratá-los. A justiça reconhece a ameaça desses seres à ordem, mas não surgiram meios legais para que possa evitar a ação dos psicopatas antes de terem cometido sua primeira e inevitável maldade.

O cinema e o jornalismo também já deram um passo significativo: trouxeram para o nosso imaginário a figura de matadores e golpistas sem sentimentos. Mas psicopatas não se limitam a isso. A maioria deles parece perfeitamente normal. Entram em nossa vida como qualquer outra pessoa. E nós, dotados de uma confiança natural em nossos amigos, familiares e colegas, damos espaço para que nos vitimem. Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação.

(HORTA, Maurício. Quase Humanos. Super Interessante. 2010.)

Nesta frase “Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação”, o autor faz uma previsão sobre:

 

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2401631 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Quase humanos

Nós, seres humanos, vivemos em sociedade. E, por definição de sociedade, cada um de nós coopera para a manutenção de uma mínima harmonia, sem a qual nossa espécie não sobreviveria. Não se trata de idealismo: vontades que poderiam nos colocar uns contra os outros são freadas por um estranho dispositivo: a empatia. Ela é a capacidade de nos colocarmos no lugar do próximo e nos sensibilizarmos com os sofrimentos a que nossos atos possam levá-lo. Deixamos de prejudicar os outros, pois isso nos dá prazer.

Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia. São os psicopatas.

Eles são algo diferente dos humanos, embora dotados da mesma racionalidade que nos define como espécie. São seres mutilados da emoção e, por isso, incapazes de sentir pelos outros. Isso os levou a assumir o papel representado na ecologia por parasitas e predadores.

Parasitas se associam a outros organismos para tirar os meios com que eles sobrevivem. Podem enfraquecer o hospedeiro, mas lhes interessa que ele continue vivo, para que sigam alimentando-se dele lentamente. Já predadores capturam e matam sua presa. Terminada a carcaça, partem para a seguinte.

A ciência conseguiu desenvolver meios para identificar os psicopatas que se escondem por trás de uma máscara de normalidade. Foi um grande passo, mas ainda não se conseguiu o mais importante: tratá-los. A justiça reconhece a ameaça desses seres à ordem, mas não surgiram meios legais para que possa evitar a ação dos psicopatas antes de terem cometido sua primeira e inevitável maldade.

O cinema e o jornalismo também já deram um passo significativo: trouxeram para o nosso imaginário a figura de matadores e golpistas sem sentimentos. Mas psicopatas não se limitam a isso. A maioria deles parece perfeitamente normal. Entram em nossa vida como qualquer outra pessoa. E nós, dotados de uma confiança natural em nossos amigos, familiares e colegas, damos espaço para que nos vitimem. Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação.

(HORTA, Maurício. Quase Humanos. Super Interessante. 2010.)

“Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia.”

A expressão grifada sugere que:

 

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2401630 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Quase humanos

Nós, seres humanos, vivemos em sociedade. E, por definição de sociedade, cada um de nós coopera para a manutenção de uma mínima harmonia, sem a qual nossa espécie não sobreviveria. Não se trata de idealismo: vontades que poderiam nos colocar uns contra os outros são freadas por um estranho dispositivo: a empatia. Ela é a capacidade de nos colocarmos no lugar do próximo e nos sensibilizarmos com os sofrimentos a que nossos atos possam levá-lo. Deixamos de prejudicar os outros, pois isso nos dá prazer.

Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia. São os psicopatas.

Eles são algo diferente dos humanos, embora dotados da mesma racionalidade que nos define como espécie. São seres mutilados da emoção e, por isso, incapazes de sentir pelos outros. Isso os levou a assumir o papel representado na ecologia por parasitas e predadores.

Parasitas se associam a outros organismos para tirar os meios com que eles sobrevivem. Podem enfraquecer o hospedeiro, mas lhes interessa que ele continue vivo, para que sigam alimentando-se dele lentamente. Já predadores capturam e matam sua presa. Terminada a carcaça, partem para a seguinte.

A ciência conseguiu desenvolver meios para identificar os psicopatas que se escondem por trás de uma máscara de normalidade. Foi um grande passo, mas ainda não se conseguiu o mais importante: tratá-los. A justiça reconhece a ameaça desses seres à ordem, mas não surgiram meios legais para que possa evitar a ação dos psicopatas antes de terem cometido sua primeira e inevitável maldade.

O cinema e o jornalismo também já deram um passo significativo: trouxeram para o nosso imaginário a figura de matadores e golpistas sem sentimentos. Mas psicopatas não se limitam a isso. A maioria deles parece perfeitamente normal. Entram em nossa vida como qualquer outra pessoa. E nós, dotados de uma confiança natural em nossos amigos, familiares e colegas, damos espaço para que nos vitimem. Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação.

(HORTA, Maurício. Quase Humanos. Super Interessante. 2010.)

Considere as afirmações:

I- A ciência resolveu o problema da identificação do psicopata.

II- A medicina dispõe hoje de meios eficazes para o tratamento dos psicopatas.

III- O fato de o psicopata parecer pessoa normal facilita a sua tarefa de praticar o mal.

IV- A justiça dispõe de meios legais para coibir as ações dos psicopatas.

Está correto apenas o que se afirma em:

 

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2401629 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Quase humanos

Nós, seres humanos, vivemos em sociedade. E, por definição de sociedade, cada um de nós coopera para a manutenção de uma mínima harmonia, sem a qual nossa espécie não sobreviveria. Não se trata de idealismo: vontades que poderiam nos colocar uns contra os outros são freadas por um estranho dispositivo: a empatia. Ela é a capacidade de nos colocarmos no lugar do próximo e nos sensibilizarmos com os sofrimentos a que nossos atos possam levá-lo. Deixamos de prejudicar os outros, pois isso nos dá prazer.

Mas uma minoria da humanidade sobreviveu à evolução aleijada da empatia. São os psicopatas.

Eles são algo diferente dos humanos, embora dotados da mesma racionalidade que nos define como espécie. São seres mutilados da emoção e, por isso, incapazes de sentir pelos outros. Isso os levou a assumir o papel representado na ecologia por parasitas e predadores.

Parasitas se associam a outros organismos para tirar os meios com que eles sobrevivem. Podem enfraquecer o hospedeiro, mas lhes interessa que ele continue vivo, para que sigam alimentando-se dele lentamente. Já predadores capturam e matam sua presa. Terminada a carcaça, partem para a seguinte.

A ciência conseguiu desenvolver meios para identificar os psicopatas que se escondem por trás de uma máscara de normalidade. Foi um grande passo, mas ainda não se conseguiu o mais importante: tratá-los. A justiça reconhece a ameaça desses seres à ordem, mas não surgiram meios legais para que possa evitar a ação dos psicopatas antes de terem cometido sua primeira e inevitável maldade.

O cinema e o jornalismo também já deram um passo significativo: trouxeram para o nosso imaginário a figura de matadores e golpistas sem sentimentos. Mas psicopatas não se limitam a isso. A maioria deles parece perfeitamente normal. Entram em nossa vida como qualquer outra pessoa. E nós, dotados de uma confiança natural em nossos amigos, familiares e colegas, damos espaço para que nos vitimem. Resta-nos ficar atentos a sinais sutis que prenunciam sua ação.

(HORTA, Maurício. Quase Humanos. Super Interessante. 2010.)

Infere-se da leitura do texto que os psicopatas são pessoas que:

 

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Sobre digitação de um texto no BrOffice Writer, assinale a opção que oferece o comando correto para que o cursor seja posicionado na final da linha.

 

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Observe o gráfico abaixo:

Enunciado 2981181-1

A reta que passa pelos pontos A(0,2) e B(1,0) é representada pela expressão:

 

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O valor da coordenada x do ponto de máximo da função f(x) = x2 – 6x + 9 é:

Questão Anulada e Desatualizada

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2401642 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Ilmo. Sr. Diretor da Escola Municipal Alonso Costa

João Moacir Nunes, professor dessa Instituição de Ensino na área de Educação Ambiental , matrícula Siape nº 432567 vem requerer de Vossa Senhoria uma bolsa de estudos para o Curso de Desenvolvimento Sustentável, tendo em vista a aprovação do seu projeto.

Atenciosamente,

Vitória, 26 de fevereiro de 2010.

João Moacir Nunes
Professor

O autor cometeu um erro na estrutura do texto. Marque a opção que indica o lugar onde ocorreu esse erro:

Questão Anulada e Desatualizada

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