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Foram encontradas 50 questões.

Considere o seguinte fragmento de texto:

Mariana: os dramas e as culpas pela tragédia

Um dos maiores desastres ambientais do país faz um povoado desaparecer, arrasa um rio e mostra que o Brasil precisa punir com mais rigor.

[...] cerca de 62 milhões de toneladas de lama, rejeito da exploração de minério de ferro, vazaram após o rompimento das barragens de Fundão e Santarém, mantidas pela mineradora Samarco, uma sociedade entre a brasileira Vale e a anglo-australiana BHP Billiton. As toneladas de lama tomaram Bento Rodrigues de assalto, caíram no Rio Doce e vão chegar ao mar, no litoral do Espírito Santo, a mais de 100 quilômetros de distância.

Fonte: época.globo.com HUDSON CORRÊA, SAMANTHA LIMA E RAPHAEL GOMIDE 20/11/2015 - 10h20 - Atualizado 16/12/2015 20h07

Considerando a massa de lama vazada, citada no texto acima, uma área plana de 10 milhões m2, aproximadamente do tamanho de mil campos de futebol, poderia ser coberta totalmente com a altura de quantos metros dessa lama? (Considere: uma densidade média da lama de 1.500 kg/m3 e sem ocorrência de perdas).

 

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Foi feito um levantamento das idades de todos os alunos da classe de João Pedro. A distribuição das idades está representada no gráfico abaixo.

Enunciado 1086874-1

A taxa percentual de alunos que tem mais 18 anos é:

 

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A modalidade de capitalização mais utilizada nas transações comerciais e financeiras é a de juros compostos, na qual, em cada período financeiro, a partir do segundo, é calculado o montante relativo ao período anterior.

Exemplo: Um capital de R$ 100,00 aplicado a uma taxa de 10% ao mês:

Enunciado 1086873-1

Adriana aplicou R$10.000,00 a uma taxa de juros compostos de 5% ao mês. Após um bimestre de aplicação ela teria uma quantia de:

 

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DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”

Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” [V] e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus [II] defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa [V]”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe [IV] devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?”.

BAGNO, Marcos. (UnB) Disponível em: < h ttp://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Sobre alguns aspectos gramaticais do texto, leia estas considerações:

I) Em “O problema da ideologia purista é esse também.”, temos uma oração construída em ordem direta, uma vez que o sujeito se apresenta inicialmente, para na sequência vir o predicado.

II) O pronome possessivo “seus” retoma de forma coesiva o termo antecedente “ideologia purista”.

III) Em “assisti o filme” ou “assisti ao filme”, expõe-se um caso de regência verbal, que consiste no uso ou não da preposição. Nesse caso, seguindo a norma padrão, a primeira opção é a mais correta.

IV) O pronome pessoal oblíquo “lhe” está em posição proclítica em relação ao verbo que o sucede, porém de uso facultativo, podendo, nesse caso, reescrever o trecho colocando-o em posição enclítica.

V) Em “falam ‘certo’” e “língua certa”, a palavra destacada sofreu flexão de gênero, sendo usada ora no masculino ora no feminino, por se tratar de adjetivos que concordam com as respectivas palavras que os antecedem.

Estão CORRETAS as considerações apresentadas nas opções

 

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Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos catres.

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem, o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago, uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É o que parece dizer a História.

MIRANDA, Ana. Ser mulher. Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Em todo texto está implícita uma intencionalidade discursiva, levando o seu autor a optar por determinados elementos, enfatizando uns ou outros. Isso resulta no que se denomina função da linguagem. No texto acima, pode-se afirmar que há a predominância da função

 

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Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei [A] que mandasse para cá mulheres aptas ao casamento [B] e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos catres. [C]

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem, o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. [D] A Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago, uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos [E]. É o que parece dizer a História.

MIRANDA, Ana. Ser mulher. Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Cada oração que compõe um período composto, na sua relação com as demais, desempenha uma função específica.

Abaixo se apresentam orações que compõem, no texto de origem, períodos compostos, cuja função é apresentada na sequência. Todas as indicações estão corretas, à EXCEÇÃO de uma, que se apresenta na opção

 

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PARA QUE NINGUÉM A QUISESSE

Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção [A], e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

Agora podia viver descansado. [B] Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos [C], mimetizada com os móveis e as sombras. [D]

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim [E] para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

Marina Colasanti

As palavras dispostas em uma oração assumem funções, a que denominamos de sintaxe. Abaixo se apresentam termos destacados, cuja função sintática está apresentada na sequência, porém em uma delas essa relação está INCORRETA, como se verifica em

 

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Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos catres.

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem, o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em nós [I] marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago, uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É o que parece dizer a História.

MIRANDA, Ana. Ser mulher. Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Atente às considerações acerca do texto:

I) O pronome “nós” recebe acento gráfico por ser uma caso de acento diferencial, que distingue de seu homônimo átono “nos”, regra essa contemplada no Novo Acordo Ortográfico em vigor no Brasil.

II) No trecho “Há referências a paixões de europeus por índias [...]”, tem-se um caso de verbo impessoal, o que justifica sua flexão no singular.

III) Em “à superioridade ativa dos machos”, o acento grave foi utilizado por se tratar de uma exigência da regência verbal.

IV) A conjunção coordenativa empregada no trecho “[...] e vieram as órfãs [...]” tem o mesmo valor semântico da empregada neste outro: “[...] e para o ranger dos catres [...]”.

V) No trecho “[...] das quais temos quase sempre apenas um nome vago [...]”, tem-se um pronome relativo aglutinado a uma preposição, exercendo função coesiva na retomada do termo “mulheres de antigamente”.

Estão CORRETAS as declarações feitas em

 

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2538143 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Em sistemas de recirculação, a filtragem é um dos processos mais importantes, sendo responsável pelo sucesso ou não do sistema. Acerca da filtragem em aquicultura, assinale a afirmativa CORRETA.

Questão Anulada e Desatualizada

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2538135 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

A definição de sistema de produção é extremamente ampla e pode ser utilizada para diversas áreas do conhecimento, como ciências agrárias e engenharia. Um sistema de produção pode ser entendido como um conjunto de elementos que se inter-relacionam no sentido de transformar entradas (insumos) em saídas (produtos). Sobre os sistemas de produção aquícolas é CORRETO afirmar que:

I) Sistema de água parada, sistema com renovação de água e sistema com recirculação de água são exemplo de classificação quanto ao uso da água. Em sistemas extensivos, a produtividade é maior. Isso se deve ao fato destes sistemas possuírem uma maior lâmina de água para cultivo.

II) Sistema estático e sistema com recirculação de água apresentam como ponto forte a produção em locais com pouca disponibilidade de água.

III) Cultivo consorciado é aquele em que duas ou mais espécies de organismos aquáticos são cultivadas em um mesmo ambiente, como exemplo pode-se citar o bi cultivo camarão com tilápia.

Questão Anulada e Desatualizada

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