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Para Araújo (2011, p. 164-165), o organograma é um gráfico representativo da estrutura formal da organização e busca demonstrar, entre outros objetivos, a divisão do trabalho. De acordo com o autor e as definições de técnicas de elaboração de organogramas, associe a segunda coluna com a primeira.
Coluna 1
I) Organograma circular ou radial
II) Organograma funcional
III) Organograma estrutural
IV) Organograma matricial
Coluna 2
( ) É o que representa a estrutura mais sofisticada e a mais recente técnica de organogramação, pois resulta da estrutura tradicional mais a formulação estrutural fundamentada no planejamento e na execução de projetos
( ) A apresentação estética é superior aos demais modelos de elaboração gráfica, pois oferece visual suave.
( ) O funcionário não tem um chefe hierárquico. A subordinação é às pessoas que ocupam a função correspondente ao que está sendo executado naquele momento.
( ) Essa técnica é utilizada para representar a maioria das organizações conhecidas.
( ) A técnica reduz a possibilidade de conflitos entre superiores e subordinados, pois as linhas de autoridade ficam difíceis de serem identificadas.
( ) Este organograma deve ser feito por agrupamento de unidades, partindo das unidades de direção, apoio superior até as de cunho operacional.
( ) A movimentação de personagens de um grupo para outro dá uma dimensão de flexibilidade e adaptabilidade que outras estruturas não permitem, em função, quase sempre, do rígido padrão hierárquico estabelecido.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de associações de características, de cima para baixo:
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Com relação ao clima organizacional, marque (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) O conceito de clima organizacional traduz a influência ambiental sobre a motivação dos participantes e é um importante aspecto do relacionamento entre pessoas e organizações.
( ) Quando há elevada motivação entre os participantes, o clima organizacional tende a ser baixo; quando há baixa motivação entre os membros, o clima organizacional tende a aumentar.
( ) O clima organizacional pode ser descrito como a qualidade ou propriedade do ambiente organizacional, que é percebida ou experimentada pelos membros da organização, e que influencia o comportamento dos participantes.
( ) O termo refere-se aos valores dominantes, que são os principais valores que a organização advoga e espera que seus participantes compartilhem, tais como: qualidade do produto, baixo absenteísmo, alta eficiência, entre outros.
( ) No fundo, o clima organizacional influencia o estado motivacional das pessoas e é por ele influenciado: é como se houvesse uma retroação recíproca entre o estado motivacional das pessoas e o clima organizacional.
( ) O clima organizacional reflete a maneira como cada organização aprendeu a lidar com o seu ambiente.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.
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Relacione os equipamentos de laboratórios aos cuidados de utilização que devemos ter com cada um deles. Depois, marque a alternativa correta de cima para baixo:
Equipamento
I) Autoclave
II) Bico de Bunsen
III) Bomba de Vácuo
IV) Agitador Magnético
V) Capela de Exaustão
Cuidados de utilização
( ) realizar em recipiente de pequeno diâmetro e longo, se possível com lacre impermeável; não respirar sobre o tubo; deixar repousar por alguns minutos antes de abrir o recipiente; nunca tocar as soluções com as mãos; desinfetar a ponteira e locais ao redor do procedimento com álcool (verificar o desinfetante recomendado para cada caso); antes de abrir o material, deixar repousar para minimizar a formação de aerossóis; não permitir o derramamento do material; limpar arredores e bancada no final do experimento.
( ) verificar o sistema de azeite e conectores de mangueira e o sistema dos recipientes no processamento para não haver vazamento dos líquidos.
( ) verificar a eficiência do filtro; a posição adequada, na área externa, em situação de altura de saída e nas condições recomendadas nas normas vigentes; utilizar, caso necessário, os equipamentos de proteção individual (barreira de proteção para os olhos, luvas especiais e adequadas para o produto a ser manipulado); deixar o material protegido até o final do procedimento; verificar a limpeza da área interna e arredores da manipulação e a limpeza do rótulo dos recipientes dos compostos químicos.
( ) verificar o nível de água, o funcionamento do manômetro, da marcação do tempo e pressão utilizados na esterilização; esperar o resfriamento antes da abertura da tampa ou porta; cuidar criteriosamente da utilização de material contaminado e sua separação de material não-contaminado; ao desligar o aparelho, deixá-lo esfriar completamente antes de abri-lo.
( ) verificar a adequação da instalação de gás, o sistema e conectores de mangueira, e existência de vazamento; não permitir a formação de aerossóis; não utilizar com amostras potencialmente contaminadas com microorganismos patogênicos; não utilizar próximo a compostos voláteis e explosivos.
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O pH é uma medida da intensidade do caráter ácido ou básico de uma solução e é dado pela atividade do íon hidrogênio (H+). A medida do pH de uma solução pode ser realizada por diferentes métodos como o uso de indicadores ácido-base, indicadores universais e eletrométrico. O método eletrométrico utiliza um aparelho chamado pHmetro (peagâmetro ou medidor de pH) constituído basicamente de um potenciômetro e um eletrodo de hidrogênio. Assim, analise as afirmativas abaixo sobre pH e o uso e funcionamento do pHmetro.
I) A medição do pH pelo uso do pHmetro consiste na medição da diferença de potencial resultante da diferença de concentração de íons H+ entre a solução interna do eletrodo e a amostra, sendo convertido para a escala de pH.
II) O pH é uma propriedade expressa em mol/L. A escala de pH, compreendida entre 0 e 14, indica se o meio é ácido, básico ou neutro.
III) O eletrodo combinado de pH consiste de duas partes confeccionadas de vidro: um eletrodo de pH, que corresponde a parte interna, e outro eletrodo de referência, que corresponde a parte externa.
IV) Após o uso do pHmetro, o eletrodo de pH deverá ser guardado com a capa protetora do bulbo contendo água deionizada.
Marque a alternativa que contém as somente as afirmativas CORRETAS:
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A condutividade elétrica é a medida da habilidade de uma solução aquosa de conduzir uma corrente elétrica devido à presença de íons. Para se fazer a medida desta propriedade, comumente é utilizado no laboratório o condutivímetro. Dado o exposto, analise as afirmativas abaixo sobre condutividade elétrica e o uso do condutivímetro.
I) A condutividade varia com a concentração total de substâncias ionizadas dissolvidas na água e da temperatura, porém independe da mobilidade e da valência dos íons dissolvidos.
II) O procedimento de medição de condutividade elétrica depende da marca e do modelo do condutivímetro utilizado, porém algumas etapas do procedimento são consideradas comuns, como a seguinte ordem: 1. Ligar o aparelho; 2. Deixar o equipamento ligado durante alguns minutos; 3. Lavar a sonda de condutividade elétrica com água destilada e enxugar com papel absorvente macio; 4. Calibrar o aparelho com solução padrão de condutividade elétrica; 5. Lavar e enxugar novamente a sonda; 6. Proceder a leitura de condutividade elétrica da amostra; 7. Após a leitura da amostra, lavar o eletrodo, enxugar e guardar conforme especificação do fabricante.
III) Como a condutividade elétrica é dependente da temperatura, os dados de condutividade elétrica devem ser acompanhados da temperatura na qual foi medida.
IV) A condutividade elétrica pode ser expressa por diferentes unidades. No Sistema Internacional de Unidades (S.I.), é reportada como Siemens por segundo (S/s).
Marque a alternativa que contém somente as afirmativas CORRETAS:
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Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos catres.
Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem, o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago, uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É o que parece dizer a História.
MIRANDA, Ana. Ser mulher. Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
“É o que parece dizer a História.”
A autora, ao finalizar o texto com essa declaração, tem como intenção
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DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB) Disponível em: < h ttp://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Pelo texto, percebe-se que o autor
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DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB) Disponível em: < h ttp://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Sobre a pergunta que Bagno devolve ao sr. Carlos Monforte, exposta no encerramento do texto apresentado, é CORRETO afirmar que
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PSICÓLOGA DESTACA "DITADURA DA BELEZA" COMO CAUSA DE ANOREXIA ENTRE AS JOVENS
Especialista em transtorno alimentar, a doutora em Psicologia Joana de Vilhena Moraes participou hoje (17) de debate na Bolsa de Negócios Fashion Business, realizada paralelamente à feira Fashion Rio. O tema do debate foram os distúrbios como a anorexia, que afetam principalmente jovens em busca da carreira de manequim ou modelo. Desde o final do ano passado, pelo menos quatro jovens morreram no Brasil em consequência da anorexia. "A situação é alarmante, é mais um reflexo da cultura em que a gente vive, da atual ditadura da beleza", analisou a doutora. E acrescentou: "O sucesso das modelos contribui para a percepção da obesidade através de uma lente de aumento, gerando um horror à gordura. [...]”. [...] “Isso tudo se dá porque, socialmente, reforça-se a magreza como sinônimo de sucesso que, em última análise, vai levar o sujeito a ter visibilidade, ser bem sucedido, rico e famoso”.[...]
GANDRA, Alana. Agência Brasil, Rio de Janeiro, 17 jan. 2007. Disponível em: <http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2007-01-17/psicologa-destaca-ditadura-da-belezacomo- causa-de-anorexia-entre-jovens>. Acesso em 07/11/2016.
Infere-se a partir do texto que
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OS PROGRAMAS DE ENTRETENIMENTO
Além das notícias sobre violência, a programação televisiva que busca apenas divertir o público – sejam novelas, minisséries, programas de auditório ou comerciais – é um ponto crucial de compreensão da relação da mídia com a infância e adolescência. Aspectos como modo de ser, moda, padrões estéticos, morais e sociais, questões de gênero, entre outros [A] – que podem ser constantes ou efêmeros e condizentes com a realidade ou não –, são apresentados de forma indistinta [A] às mais diversas faixas etárias de audiência e estruturam o comportamento de todos.
Pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (UNICEF) realizada em 2002, com 5.280 adolescentes em todo o país, revelou que 52% dos jovens brasileiros têm na TV sua maior diversão [B] e, dentro dela, os programas de entretenimento são os mais assistidos. Entre os programas preferidos, destacam-se as novelas e as minisséries (21%). Em segundo lugar, vêm os filmes [C]. O estudo destaca, entretanto, a dificuldade e a falta de opção da maioria dos adolescentes em relação ao lazer. Ele restringe-se à escola, à rua ou às atividades pagas inacessíveis à maioria [D], como ir a cinemas, boates ou usar internet.
Durante as horas que passam na frente da televisão, as crianças e os adolescentes ficam vulneráveis a seu conteúdo. De acordo com pesquisa realizada na Suécia, publicada em 2004 no site do Instituto de Estudos da Televisão, com apenas 8 anos de idade, uma criança já foi exposta a 40 mil cenas de violência.
Uma investigação d a UNESCO realizada em 23 países, inclusive no Brasil, envolvendo 5 mil crianças de 12 anos, procurou entender como esse grupo etário percebe a violência na tela. [E] O Estudo Global, de 1999, enfatizou o que outras pesquisas internacionais e nacionais já haviam apontado: a violência na tela exerce forte atração sobre as crianças e elas tendem a reproduzir o comportamento de seus heróis na vida real.
UNICEF. Violência na mídia. p. 14. Disponível em: < https://www.unicef.org/brazil/pt/Cap_04.pdf>. Acesso em 25/11/2016.
O texto tem seu foco nos programas de entretenimento televisivos, baseando-se em dados concretos. Em um dos trechos abaixo, porém, percebe-se uma crítica sobre uma questão que é social. Trata-se do fragmento apresentado na opção
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