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Foram encontradas 50 questões.

229316 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Segundo Megginson (1998) existem diferentes tipos de comunicação que acontecem dependendo do contexto em que estão inseridas. Uma delas, segundo este autor, tem como elementos: a fonte, a codificação, a transmissão, o recebimento da mensagem, a decodificação e o envio do feedback. Esse tipo de comunicação é a
 

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Blues da Piedade
Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo, derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com caras de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo
Que não têm
Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas mini-certezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia
Pra quem não sabe amar, fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem.
Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar os blues
Com o pastor e o bumbo na praça.
Vamos pedir piedade
Pois há um incêndio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade
Cazuza. Blues da piedade. Coleção Novo Millenium. Faixa 11. 2005.
No título Blues da piedade, a expressão “da piedade” tem uma função
 

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VARIAÇÕES SOBRE ÉTICA E MORAL
Um ilustre leitor de meus artigos quinzenais sugere-me que esclareça a distinção que existe entre ética e moral, cujos conceitos, a seu ver, andam baralhados, com análoga confusão no que se refere ao direito e à política, considerados ou não subordinados aos mandamentos éticos.
É natural que isso aconteça na pratica cotidiana, pois ética e moral versam sobre ideias intimamente relacionadas, de difícil distinção, como é reconhecido pelos maiores estudiosos do assunto. Também no plano da filosofia elas não raro se confundem, chegando a ser empregadas como sinônimos, mesmo porque, do ponto de vista etimológico, tanto em grego como no latim, ambas provém da palavra costume, que indica as diretrizes de conduta a serem seguidas.
Isto não obstante, talvez se possa perceber alguma nota distintiva entre elas, pois a ética tem por fim determinar os valores fundantes do comportamento humano, ao passo que a moral se referiria mais à posição subjetiva perante esses valores, ou à maneira como eles se apresentam objetivamente como regras ou mandamentos. Sob esse ângulo, a moral representaria a realização da ética in concreto, em nossa experiência de todos os dias.
Ademais, cabe ponderar que a palavra ética veio, aos poucos, adquirindo sentido genérico, bem mais extenso do que lhe foi atribuído por Aristóteles, o primeiro a estabelecer os fundamentos essenciais dessa matéria. [...] Foi nos domínios da economia, a partir de Adam Smith, que esta palavra passou a ter aplicação mais generalizada, sem se esquecer o impacto da expressão “mais valia" concebida por Karl Marx, com repercussão em todos os campos da filosofia.
O termo valor, hoje em dia, é como que a palavra-chave de todas as ciências humanas, indicando algo que deve ser em virtude do significado e papel que lhe atribuem as opções dos indivíduos e dos grupos sociais. [...]
Isto posto, poder-se-ia afirmar que a ética é a parte da filosofia que tem por objeto os valores que presidem o comportamento humano em todas as suas expressões existenciais. Daí a sua preeminência em relação à moral, à política e ao direito, os quais corresponderiam a momentos ou formas subordinadas de agir.
Entendem alguns pensadores que os valores éticos fundamentais seriam inatos, ou seja, inerentes à natureza espiritual do ser humano, enquanto que outros os consideram modelos alcançados pela espécie humana ao longo da experiência histórica. No meu entender, é efetivamente essa a origem dos valores primordiais da ética, firmando-se como conquistas definitivas do processe cultural. [...]
Não se deve esquecer que a experiência moral tem como consequência o dever de moralidade, que não se confunde com o de legalidade, a qual se contenta com a adequação da conduta à norma legal, quando é indispensável, para que haja justiça concreta, que se leve em conta, tanto na política quanto no direito, o que emerge de normas morais como exigência de boa fé, lealdade, correção ou integridade.[...]
Essa colocação do problema, penso eu, é uma decorrência da compreensão da ética como a ciência axiológica ou valorativa por excelência, que vai se enriquecendo, anos após anos, de novos valores fundantes, o último dos quais é o ecológico, que, todavia, não pode prevalecer sobre o da pessoa humana e seus imperativos existenciais, o que e esquecido por certos ecologistas com grave dano para a coletividade.
É claro que essa inserção das ciências humanas no quadro geral da ética só é possível se ela for conceituada, não como ciência formal de caráter puramente deontológico, do dever pelo dever, mas sim como uma teoria material de valores, a exemplo do que foi feito por Max Scheler e Nicolai Hartmann e é sustentado por todos os culturalistas que não contrapõem a cultura à natureza, vendo-as antes como entidades harmônicas e complementares.
Em conclusão, mais do que alcançar uma distinção perfeita entre ética e moral, o que importa é a compreensão integral e unitária das ciências humanas, sendo os valores éticos fundantes os elementos formadores do horizonte espiritual,em cujo âmbito se desenvolve a existência humana concebida, consoante Jackson de Fiqueiredo, como a oportunidade única que temos de aperfeiçoarmo-nos.
REALE, Miguel. Variações sobre ética e moral. 2001. Disponível em:
<http://www.miguelreale.com.br/artigos/veticam.htm> Acesso: 11 abr. 2010.
[Adaptado].
De acordo com o texto, no âmbito da experiência moral, a distinção entre dever de moralidade e dever de legalidade podem implicar, respectivamente,
 

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A escritora Célia Ribeiro publicou na revista Você S. A, n. 39, da Editora Abril, algumas dicas de como agir eticamente nas empresas. Leia a dica abaixo para responder a questão abaixo.
Dê crédito a quem merece. Não aceite elogios pelo trabalho de outra pessoa. Você pode ficar com fama de mau-caráter.
Disponível em:<http://www.sinprorp.org.br/CIipping/2001/CLIPPING2001-
140.htm> Acesso: 11 abr 2010.
Com qual expressão do texto de Miguel Reale a dica “dê crédito a quem merece” melhor se relaciona?
 

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A escritora Célia Ribeiro publicou na revista Você S. A, n. 39, da Editora Abril, algumas dicas de como agir eticamente nas empresas. Leia a dica abaixo para responder a questão abaixo.
Dê crédito a quem merece. Não aceite elogios pelo trabalho de outra pessoa. Você pode ficar com fama de mau-caráter.
Disponível em:<http://www.sinprorp.org.br/CIipping/2001/CLIPPING2001-
140.htm> Acesso: 11 abr 2010.
Considerando o texto de Miguel Reali e o contexto de publicação da dica, o parâmetro utilizado para dizer que alguém pode ficar com a fama de mau-caráter por receber elogios destinados a outra pessoa reflete
 

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189755 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Compensação é a área que lida com a recompensa que o indivíduo recebe como retomo pela execução de tarefas organizacionais. É basicamente uma relação de intercâmbio entre as pessoas e a organização. Cada empregado transaciona com seu trabalho para obter recompensas financeiras e não financeiras. A compensação financeira direta consiste
 

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Enunciado 186665-1
Disponível em: <http://1.bp.b|ogspot.com/_zGdMNcA20WU/SxWSistch/AAAA—
AAAAACs/kODõuNDMCXY/8692/TIRA+20.jpg> Acesso: 11 abr. 2010.
Na tira, o processo linguístico utilizado para atribuir à palavra “ética” características animadas foi a
 

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VARIAÇÕES SOBRE ÉTICA E MORAL
Um ilustre leitor de meus artigos quinzenais sugere-me que esclareça a distinção que existe entre ética e moral, cujos conceitos, a seu ver, andam baralhados, com análoga confusão no que se refere ao direito e à política, considerados ou não subordinados aos mandamentos éticos.
É natural que isso aconteça na pratica cotidiana, pois ética e moral versam sobre ideias intimamente relacionadas, de difícil distinção, como é reconhecido pelos maiores estudiosos do assunto. Também no plano da filosofia elas não raro se confundem, chegando a ser empregadas como sinônimos, mesmo porque, do ponto de vista etimológico, tanto em grego como no latim, ambas provém da palavra costume, que indica as diretrizes de conduta a serem seguidas.
Isto não obstante, talvez se possa perceber alguma nota distintiva entre elas, pois a ética tem por fim determinar os valores fundantes do comportamento humano, ao passo que a moral se referiria mais à posição subjetiva perante esses valores, ou à maneira como eles se apresentam objetivamente como regras ou mandamentos. Sob esse ângulo, a moral representaria a realização da ética in concreto, em nossa experiência de todos os dias.
Ademais, cabe ponderar que a palavra ética veio, aos poucos, adquirindo sentido genérico, bem mais extenso do que lhe foi atribuído por Aristóteles, o primeiro a estabelecer os fundamentos essenciais dessa matéria. [...] Foi nos domínios da economia, a partir de Adam Smith, que esta palavra passou a ter aplicação mais generalizada, sem se esquecer o impacto da expressão “mais valia" concebida por Karl Marx, com repercussão em todos os campos da filosofia.
O termo valor, hoje em dia, é como que a palavra-chave de todas as ciências humanas, indicando algo que deve ser em virtude do significado e papel que lhe atribuem as opções dos indivíduos e dos grupos sociais. [...]
Isto posto, poder-se-ia afirmar que a ética é a parte da filosofia que tem por objeto os valores que presidem o comportamento humano em todas as suas expressões existenciais. Daí a sua preeminência em relação à moral, à política e ao direito, os quais corresponderiam a momentos ou formas subordinadas de agir.
Entendem alguns pensadores que os valores éticos fundamentais seriam inatos, ou seja, inerentes à natureza espiritual do ser humano, enquanto que outros os consideram modelos alcançados pela espécie humana ao longo da experiência histórica. No meu entender, é efetivamente essa a origem dos valores primordiais da ética, firmando-se como conquistas definitivas do processe cultural. [...]
Não se deve esquecer que a experiência moral tem como consequência o dever de moralidade, que não se confunde com o de legalidade, a qual se contenta com a adequação da conduta à norma legal, quando é indispensável, para que haja justiça concreta, que se leve em conta, tanto na política quanto no direito, o que emerge de normas morais como exigência de boa fé, lealdade, correção ou integridade.[...]
Essa colocação do problema, penso eu, é uma decorrência da compreensão da ética como a ciência axiológica ou valorativa por excelência, que vai se enriquecendo, anos após anos, de novos valores fundantes, o último dos quais é o ecológico, que, todavia, não pode prevalecer sobre o da pessoa humana e seus imperativos existenciais, o que e esquecido por certos ecologistas com grave dano para a coletividade.
É claro que essa inserção das ciências humanas no quadro geral da ética só é possível se ela for conceituada, não como ciência formal de caráter puramente deontológico, do dever pelo dever, mas sim como uma teoria material de valores, a exemplo do que foi feito por Max Scheler e Nicolai Hartmann e é sustentado por todos os culturalistas que não contrapõem a cultura à natureza, vendo-as antes como entidades harmônicas e complementares.
Em conclusão, mais do que alcançar uma distinção perfeita entre ética e moral, o que importa é a compreensão integral e unitária das ciências humanas, sendo os valores éticos fundantes os elementos formadores do horizonte espiritual,em cujo âmbito se desenvolve a existência humana concebida, consoante Jackson de Fiqueiredo, como a oportunidade única que temos de aperfeiçoarmo-nos.
REALE, Miguel. Variações sobre ética e moral. 2001. Disponível em:
<http://www.miguelreale.com.br/artigos/veticam.htm> Acesso: 11 abr. 2010.
[Adaptado].
A diferença fundamental entre ética e moral, descrita no segundo parágrafo, é que
Questão Anulada

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O NFTS sempre foi um sistema de arquivos mais poderoso do que FAT e FAT32. Os tamanhos máximos de arquivo no sistema NTFS e FAT32 são, respectivamente, de até
Questão Anulada

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No quadrado abaixo são recortados triângulos retângulos isósceles e congruentes nos quatro cantos de modo que o octógono formado, no interior do quadrado, seja regular e tenha área igual a 16 cm2.
Enunciado 341861-1
Nesse caso, a área do quadrado, em cm2, é igual a
Questão Anulada

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