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Um professor reuniu as crianças de duas salas, sendo que o número de alunos da sala B é o dobro do número de alunos da sala A. Uma pesquisa indicou que 2/5 das crianças da sala A e 4/7 das crianças da sala B gostam de futebol.
Escolhendo-se um aluno ao acaso no grupo dos alunos das duas salas juntas, qual é a probabilidade desse aluno gostar de futebol?
 

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263925 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano

A empresa “A” desenvolveu um sistema de gestão para implementar sua política de SSO e fazer a gestão dos riscos existentes. A entrega de equipamentos de proteção individual (EPI) para seus empregados fica sob a responsabilidade do SESMT. Nessas condições, a empresa “A”

 

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263918 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
O princípio mais importante da comunicação integrada refere-se à convergência dos processos comunicacionais. Em uma atuação orientada para a comunicação integrada, é contribuição do profissional de relações públicas
 

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263544 Ano: 2010
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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A Lei nº 8.662, de 07 de junho de 1993, dispõe sobre a profissão do assistente social e no que tange à formação profissional determina:
 

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263290 Ano: 2010
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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No capitalismo, a obtenção dos meios de trabalho depende de um conjunto de mediações que são sociais, passando pelo intercâmbio de mercadorias, cujo controle é inteiramente alheio aos indivíduos produtores. Nesse sentido, a pobreza ou outras expressões da questão social
 

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263280 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Na obra Conscientização: teoria e prática da libertação encontramos pressupostos básicos para a compreensão do pensamento de Paulo Freire. Dentre eles, considerações sobre a opressão. Para o autor
 

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262549 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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No estudo do controle interno, o auditor deve desenvolver um método que vise ao mesmo tempo assegurar-lhe atingir os objetivos necessários e realizar o trabalho em tempo compatível com sua disponibilidade. O método que consiste na análise detalhada das características do sistema que se está conhecendo, considerando explicações referentes às funções, aos procedimentos, aos registros, aos arquivos, aos impressos, aos empregados e aos departamentos envolvidos é denominado
 

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262361 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Uma coleção de documentos bibliográficos e não bibliográficos organizada e administrada para formação, consulta e recreação de todo o público é denominada:
 

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VARIAÇÕES SOBRE ÉTICA E MORAL
Um ilustre leitor de meus artigos quinzenais sugere-me que esclareça a distinção que existe entre ética e moral, cujos conceitos, a seu ver, andam baralhados, com análoga confusão no que se refere ao direito e à política, considerados ou não subordinados aos mandamentos éticos.
É natural que isso aconteça na pratica cotidiana, pois ética e moral versam sobre ideias intimamente relacionadas, de difícil distinção, como é reconhecido pelos maiores estudiosos do assunto. Também no plano da filosofia elas não raro se confundem, chegando a ser empregadas como sinônimos, mesmo porque, do ponto de vista etimológico, tanto em grego como no latim, ambas provém da palavra costume, que indica as diretrizes de conduta a serem seguidas.
Isto não obstante, talvez se possa perceber alguma nota distintiva entre elas, pois a ética tem por fim determinar os valores fundantes do comportamento humano, ao passo que a moral se referiria mais à posição subjetiva perante esses valores, ou à maneira como eles se apresentam objetivamente como regras ou mandamentos. Sob esse ângulo, a moral representaria a realização da ética in concreto, em nossa experiência de todos os dias.
Ademais, cabe ponderar que a palavra ética veio, aos poucos, adquirindo sentido genérico, bem mais extenso do que lhe foi atribuído por Aristóteles, o primeiro a estabelecer os fundamentos essenciais dessa matéria. [...] Foi nos domínios da economia, a partir de Adam Smith, que esta palavra passou a ter aplicação mais generalizada, sem se esquecer o impacto da expressão “mais valia" concebida por Karl Marx, com repercussão em todos os campos da filosofia.
O termo valor, hoje em dia, é como que a palavra-chave de todas as ciências humanas, indicando algo que deve ser em virtude do significado e papel que lhe atribuem as opções dos indivíduos e dos grupos sociais. [...]
Isto posto, poder-se-ia afirmar que a ética é a parte da filosofia que tem por objeto os valores que presidem o comportamento humano em todas as suas expressões existenciais. Daí a sua preeminência em relação à moral, à política e ao direito, os quais corresponderiam a momentos ou formas subordinadas de agir.
Entendem alguns pensadores que os valores éticos fundamentais seriam inatos, ou seja, inerentes à natureza espiritual do ser humano, enquanto que outros os consideram modelos alcançados pela espécie humana ao longo da experiência histórica. No meu entender, é efetivamente essa a origem dos valores primordiais da ética, firmando-se como conquistas definitivas do processe cultural. [...]
Não se deve esquecer que a experiência moral tem como consequência o dever de moralidade, que não se confunde com o de legalidade, a qual se contenta com a adequação da conduta à norma legal, quando é indispensável, para que haja justiça concreta, que se leve em conta, tanto na política quanto no direito, o que emerge de normas morais como exigência de boa fé, lealdade, correção ou integridade.[...]
Essa colocação do problema, penso eu, é uma decorrência da compreensão da ética como a ciência axiológica ou valorativa por excelência, que vai se enriquecendo, anos após anos, de novos valores fundantes, o último dos quais é o ecológico, que, todavia, não pode prevalecer sobre o da pessoa humana e seus imperativos existenciais, o que e esquecido por certos ecologistas com grave dano para a coletividade.
É claro que essa inserção das ciências humanas no quadro geral da ética só é possível se ela for conceituada, não como ciência formal de caráter puramente deontológico, do dever pelo dever, mas sim como uma teoria material de valores, a exemplo do que foi feito por Max Scheler e Nicolai Hartmann e é sustentado por todos os culturalistas que não contrapõem a cultura à natureza, vendo-as antes como entidades harmônicas e complementares.
Em conclusão, mais do que alcançar uma distinção perfeita entre ética e moral, o que importa é a compreensão integral e unitária das ciências humanas, sendo os valores éticos fundantes os elementos formadores do horizonte espiritual,em cujo âmbito se desenvolve a existência humana concebida, consoante Jackson de Fiqueiredo, como a oportunidade única que temos de aperfeiçoarmo-nos.
REALE, Miguel. Variações sobre ética e moral. 2001. Disponível em:
<http://www.miguelreale.com.br/artigos/veticam.htm> Acesso: 11 abr. 2010.
[Adaptado].
Na opinião do autor do texto, os valores éticos, em sua origem, são
 

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262157 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Alice no país das maravilhas
Tim Burton e um daqueles diretores com estilo próprio, tem marca registrada em todas as suas produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward, mãos de tesoura e A lenda do cavaleiro sem cabeça, além de ter transformado o galã Johnny Depp no mais performático ator americano. A dupla volta às telas com um projeto ousado: levar Alice - a personagem imortalizada nos livros de Lewis Carrol - de volta ao País das Maravilhas, 13 anos depois de sua primeira aventura por lá.
Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado do dia 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.
A primeira hora do filme é chata pra caramba. [...] Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo Ievada para lá novamente. Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp, pouco expressivo) e descobre que a malvada Rainha Veemelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar. Visualmente o filme é bacana, com direção e fotografla impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longe um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa uns vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.
O roteiro demora a engrenar, mas quando acontece não faz de Depp o protagonista, mantendo o foco em Mia, que mesmo não sendo lá essas coisas até fica bonitinha diante de tantos personagens feios. Mas o grande momento do longe é mesmo a Rainha de Helena Bonhan Carter. A 'cabeçuda' literalmente salva o filme, com as melhores cenas e diálogos excelentes. O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. Ao contrário de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.
Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. [...] De qualquer forme, o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador.
Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.
Disponível em: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_
101.htm. Acesso em 10 abr. 2010.
Na oração: “Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol”, o uso da expressão 'o longa' representa
 

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