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Em razão da complexidade e também pelas suas variadas funções, as organizações classificam-se para a construção de um planejamento estratégico pelo seguinte critério:
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No Brasil do século passado, o rádio cumpriu um papel importante na difusão da informação, principalmente por causa de seu alcance tanto no meio rural quanto no urbano e do alto índice de analfabetismo da população brasileira. Atualmente, frente ao desenvolvimento das tecnologias da comunicação, em especial com o surgimento da internet, o jornalismo radiofônico chegou a ser condenado à extinção. No entanto, ele permanece sólido no mercado comunicacional, cumprindo papel importante na difusão da informação. Isso ocorre por causa:
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No âmbito do capitalismo monopolista, a dinâmica e a funcionalidade da política social devem ser compreendidas como
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Para a resolução dessa questão, considere as tabelas a seguir.


Deseja-se produzir um concreto com resistência característica à compressão (fck) de 26 MPa e desvio padrão (8) de 4,5 MPa, e que apresente um abatimento do tronco de cone igual a 150 mm. Para isso, dispõe-se de um agregado graúdo com dimensão máxima característica (Dmáx) igual a 19 mm e massa unitária compactada no estado seco igual a 1632 kg/m3, e, ainda, de um agregado miúdo com módulo de finura igual a 2,8. Sabe-se que a massa específica do cimento, do agregado graúdo e do agregado miúdo é, respectivamente, igual a 3,15 kg/m3, 2,72 kg/m3 9 2,70 kg/mª. Os agregados encontram-se sem umidade livre, isto é, na condição saturado superfície seca.
Com base nessas informações, pode-se afirmar que o traço unitário de concreto (cimento : agregado miúdo : agregado graúdo : água), em massa, e o consumo de cimento, em kg/m3, devem ser iguais a
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DEFINIÇÕES
Uma pessoa é uma coisa muito complicada. Mais complicada do que uma pessoa, só duas. Três, então é um caos, quando não é um drama passional. Mas as pessoas só se definem no seu relacionamento com as outras. Ninguém é o que pensa que é, muito menos o que diz que é. Precisamos da complicação para nos definir. Ou seja: ninguém é nada sozinho, somos o nosso comportamento com o outro. Principalmente com aquela versão extrema do outro que é o outro de outro sexo. Segundo uma pesquisa recente, as pessoas se dividem em seis tipos básicos, de acordo com o seu comportamento com o (e como) sexo oposto. Se você não se enquadrar em nenhuma dessas categorias, procure orientação. Você pode estar no planeta errado.
O primeiro tipo é o Simbiótico. É o que, numa relação, exige e cede na mesma proporção. Avança e recua, morde e sopra, questiona e entende e aceita qualquer coisa para evitar o rompimento, com a possível exceção da frigideira na cabeça. Vê o amor um pouco como um cargo público em que o principal é a estabilidade. Algo inseguro, precisa ouvir constantemente que a relação está firme, muitas vezes acordando o (a) parceiro (a) no meio da noite para perguntar isso e precipitando o desentendimento. Frase característica: "Eu peço desculpa se você pedir."
Depois tem o Civilizado. É o que se preocupa em ter um comportamento esclarecido em relação ao outro, respeitando a sua iniciativa própria e o seu espaço, e só reagindo em casos como o do aparecimento de uma terceira escova de dentes no banheiro sem uma explicação convincente. O par civilizado acredita que o amor deve refletir as conquistas da modernidade, como a tolerância, o respeito mútuo e, acima de tudo, contas separadas para o caso de algum litígio terminar em frigideira na cabeça e processo.
O tipo Egoísta. Como aquele marido que telefonou para a mulher para explicar seu súbito desaparecimento, dizendo que tinha dado um desfalque na firma e fugido para a Flórida com a Dona Neide da contabilidade e que os dois estavam naquele momento na Disneyworld e prestes a entrar na Montanha Mágica, e quando a mulher começou a chorar disse: "O que é isso, sua boba? Não tem perigo nenhum." Mas este não é um exemplo típico. Geralmente o egoísmo, no amor, se manifesta em pequenas coisas como dizer, durante o ato sexual: "Você se importa em acabar sem mim? Amanhã tenho dentista às oito.”
Uma versão atenuada do tipo Egoísta é o tipo Individualista. Este sempre deixa claro, ao começar uma relação, que não sacrificará sua individualidade pelo amor, e estabelece os limites de cada parceiro. A mulher sempre é mais vaga nas suas reivindicações de independência, protegendo seus interesses separados, seus momentos de recolhimento e reflexão ou uma vida social própria, enquanto o homem é mais específico, dizendo coisas como "se tocar no meu time de botão, apanha". O tipo Controlado dá sempre razão ao outro, cuida do que diz, suprime sua agressividade e enfrenta qualquer problema de costas, recusando-se a vê-Io. Em suma, se controla. Frase característica: "Tudo bem." Prefere a mesmice a grandes rompantes românticos e encara com naturalidade qualquer manifestação do outro. Inclusive a frigideira na cabeça. Mas tem uma coisa: no dia em que explodir, derruba a casa junto.
O tipo Doador só tem uma preocupação: fazer tudo pelo outro, inclusive sacrifícios extravagantes como tirar a comida da própria boca, o que sempre causa embaraços em restaurantes. Sua maior felicidade é ser suficientemente desprendido e acumular créditos emocionais o bastante para um dia poder dizer para o outro a grande frase, para a qual ele vive: "Depois de tudo que eu fiz por você!" . O tipo Doador é, na verdade, o tipo Chantagista disfarçado.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Definições. In: VERÍSSIMO, Luís F. Sexo
na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
O texto caracteriza-se por seguir uma estrutura
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JURAMENTO DE HIPÓCRATES
Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem
necessidade de aprendê-Ia, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.
Conservarei imaculada minha vida e minha arte.
Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam. Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.
Aquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça
HIPÓCRATES. Disponível em: http://www.gineco.com.br/jura.htm. Acesso:
11 abr. 2010.
A atribuição de crase no pronome demonstrativo 'àquilo' no texto, deve-se ao fato de o fenômeno ser
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Analise a figura a seguir.

Qual é o nome do Hardware apresentado na figura?
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As lesões cervicais não cariosas provocadas por agentes mecânicos são:
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DEFINIÇÕES
Uma pessoa é uma coisa muito complicada. Mais complicada do que uma pessoa, só duas. Três, então é um caos, quando não é um drama passional. Mas as pessoas só se definem no seu relacionamento com as outras. Ninguém é o que pensa que é, muito menos o que diz que é. Precisamos da complicação para nos definir. Ou seja: ninguém é nada sozinho, somos o nosso comportamento com o outro. Principalmente com aquela versão extrema do outro que é o outro de outro sexo. Segundo uma pesquisa recente, as pessoas se dividem em seis tipos básicos, de acordo com o seu comportamento com o (e como) sexo oposto. Se você não se enquadrar em nenhuma dessas categorias, procure orientação. Você pode estar no planeta errado.
O primeiro tipo é o Simbiótico. É o que, numa relação, exige e cede na mesma proporção. Avança e recua, morde e sopra, questiona e entende e aceita qualquer coisa para evitar o rompimento, com a possível exceção da frigideira na cabeça. Vê o amor um pouco como um cargo público em que o principal é a estabilidade. Algo inseguro, precisa ouvir constantemente que a relação está firme, muitas vezes acordando o (a) parceiro (a) no meio da noite para perguntar isso e precipitando o desentendimento. Frase característica: "Eu peço desculpa se você pedir."
Depois tem o Civilizado. É o que se preocupa em ter um comportamento esclarecido em relação ao outro, respeitando a sua iniciativa própria e o seu espaço, e só reagindo em casos como o do aparecimento de uma terceira escova de dentes no banheiro sem uma explicação convincente. O par civilizado acredita que o amor deve refletir as conquistas da modernidade, como a tolerância, o respeito mútuo e, acima de tudo, contas separadas para o caso de algum litígio terminar em frigideira na cabeça e processo.
O tipo Egoísta. Como aquele marido que telefonou para a mulher para explicar seu súbito desaparecimento, dizendo que tinha dado um desfalque na firma e fugido para a Flórida com a Dona Neide da contabilidade e que os dois estavam naquele momento na Disneyworld e prestes a entrar na Montanha Mágica, e quando a mulher começou a chorar disse: "O que é isso, sua boba? Não tem perigo nenhum." Mas este não é um exemplo típico. Geralmente o egoísmo, no amor, se manifesta em pequenas coisas como dizer, durante o ato sexual: "Você se importa em acabar sem mim? Amanhã tenho dentista às oito.”
Uma versão atenuada do tipo Egoísta é o tipo Individualista. Este sempre deixa claro, ao começar uma relação, que não sacrificará sua individualidade pelo amor, e estabelece os limites de cada parceiro. A mulher sempre é mais vaga nas suas reivindicações de independência, protegendo seus interesses separados, seus momentos de recolhimento e reflexão ou uma vida social própria, enquanto o homem é mais específico, dizendo coisas como "se tocar no meu time de botão, apanha". O tipo Controlado dá sempre razão ao outro, cuida do que diz, suprime sua agressividade e enfrenta qualquer problema de costas, recusando-se a vê-Io. Em suma, se controla. Frase característica: "Tudo bem." Prefere a mesmice a grandes rompantes românticos e encara com naturalidade qualquer manifestação do outro. Inclusive a frigideira na cabeça. Mas tem uma coisa: no dia em que explodir, derruba a casa junto.
O tipo Doador só tem uma preocupação: fazer tudo pelo outro, inclusive sacrifícios extravagantes como tirar a comida da própria boca, o que sempre causa embaraços em restaurantes. Sua maior felicidade é ser suficientemente desprendido e acumular créditos emocionais o bastante para um dia poder dizer para o outro a grande frase, para a qual ele vive: "Depois de tudo que eu fiz por você!" . O tipo Doador é, na verdade, o tipo Chantagista disfarçado.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Definições. In: VERÍSSIMO, Luís F. Sexo
na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
Um dos temas abordados pelo texto indica que
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É um exemplo de telhado com as vistas correspondentes:
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