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Segundo Pimenta (2004), os projetos de estágio poderão abranger várias dimensões. A dimensão profissional envolve, dentre outros aspectos,
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O Custeio por Absorção aloca todos os custos de produção aos produtos ou serviços. E exemplo de custo indireto, se relacionado com a produção, a
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A propagação assexuada, vegetativa ou agâmica é o processo de multiplicação que ocorre por mecanismos de divisão e diferenciação celular, pela regeneração de partes da planta-mãe. Esse tipo de propagação baseia-se em dois princípios. O mecanismo em que as células da planta contêm toda a informação genética necessária para a perpetuação da espécie denomina-se:
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A ciência da bondade
Por que as pessoas fazem o bem? A bondade está programada no nosso cérebro ou se desenvolve com a experiência? O psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia, em Berkeley, investiga essas questões por vários ângulos e apresenta resultados surpreendentes. Em seu novo livro Born to be good: the science of a meaningful life (W.W.Norton, 2009, ainda sem tradução em português), Keltner compila descobertas científicas que revelam o poder da emoção humana inata e cria conexões entre as pessoas, segundo ele um caminho eficaz para uma boa vida. Em entrevista, o pesquisador discute altruísmo, neurobiologia e aplicações práticas de suas descobertas.
Mente&Cérebro - Para o senhor, o que quer dizer a expressão “nascido para ser bom"?
Dacher Keltner - Significa que a evolução criou uma espécie, os humanos, com inclinação para bondade, brincadeira, generosidade, reverência e autossacrifício - vitais para a evolução, vale dizer, sobrevivência, replicação genética e habilidade de convívio em grupo -, que se manifestam por meio de emoções como compaixão, gratidão, medo, vergonha e felicidade. Estudos recentes revelam que as capacidades humanas de cuidar, brincar e respeitar foram desenvolvidas pelo cérebro e pela prática social.
M&C - Uma das estruturas corporais que parece ter sido adaptada para gerar altruísmo é o nervo vago, como sua equipe em Berkeley descobriu. Fale um pouco sobre essa pesquisa e suas implicações.
Keltner - O nervo vago é um feixe neural que se origina no topo da espinha dorsal. Ele estimula diferentes órgãos (como coração, pulmão, fígado e aparelho digestivo). Quando ativo, produz uma sensação de expansão confortável no tórax, como quando estamos emocionados com a bondade de alguém ou ouvimos uma bela música. O neurocientista Stephen W. Porges, da Universidade de Illinois em Chicago, há tempos argumenta que essa região cerebral é o "nervo da compaixão". Acredita-se que esse nervo estimule alguns músculos na cavidade vocal, permitindo a comunicação. Estudos recentes apontam que ele pode estar conectado à rede de receptores para a oxitocina, neurotransmissor relativo à confiança e aos laços maternais. Nossas pesquisas e as de outros cientistas indicam que a ativação dessa região está associada aos sentimentos de cuidado e intuição que humanos de diferentes grupos sociais têm. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade. A psicóloga Nancy Eisenberg, da Universidade Estadual do Arizona, descobriu que crianças com atividade alta do nervo vago têm mais chances de cooperar e doar. Segundo pesquisas recentes, ele estimula tal comportamento.
M&C - Frequentemente, quando lemos trabalhos acadêmicos sobre emoções, moralidade e áreas relacionadas, perguntamos: existe alguma coisa que possamos fazer para usar isso na prática? Ao olhar para o futuro, que repercussão o senhor gostaria que seu trabalho tivesse?
Keltner - Em resumo, após tratar da nova ciência das emoções no meu livro, percebi o quanto isso é útil. Segundo alguns estudos, cooperação e senso moral são traços evolucionários, e essas habilidades são encontradas nas emoções sobre as quais escrevo. Uma ciência da felicidade está revelando que esses sentimentos podem ser cultivados, o que traz o lado bom dos outros - e o nosso - à tona.
60 M&C - O que esse tipo de ciência o faz pensar?
Keltner - Ela me traz esperanças para o futuro. Que nossa cultura se torne menos materialista e privilegie satisfações sociais como diversão, toque, felicidade, que do ponto de vista evolucionária são as fontes mais antigas de prazer. Vejo essa nova ciência em quase todas as áreas da vida. Os médicos, por exemplo, hoje recebem treinamento para desenvolver empatia para com seus pacientes, ouvi-los, tocá-los com carinho; são atitudes que ajudam no tratamento. Os professores interagem com mais proximidade com seus alunos. Ensina-se meditação em prisões e em centros de detenção de menores. Executivos aprendem que inteligência emocional e bom relacionamento podem fazer uma empresa prosperar mais do que se ela for focada apenas em lucros.
Mente e cérebro. edição 204 - Janeiro 2010. Disponível em:
<http://wwv2.uol.com.br.>Acesso: 25 maio 2010.
Ao fazer uso das aspas em “nervos da compaixão”, o texto atenta para
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Dentre os programas de computadores alistados, qual habilita seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet, também conhecidos como páginas da web, que podem ser escritas em linguagens como HTML, ASP, PHP e estão hospedadas num servidor Web?
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A profissionalização do Serviço Social pressupôs
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ANGELI. Disponível em:
<http://www2.uol.com.br/angeli/chargeangeIi/chargeangeli.htm> Acesso: 25
maio 2010.
Comparando os aspectos formais presentes na charge de Angeli, constata-se
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Alice no país das maravilhas
Tim Burton e um daqueles diretores com estilo próprio, tem marca registrada em todas as suas produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward, mãos de tesoura e A lenda do cavaleiro sem cabeça, além de ter transformado o galã Johnny Depp no mais performático ator americano. A dupla volta às telas com um projeto ousado: levar Alice - a personagem imortalizada nos livros de Lewis Carrol - de volta ao País das Maravilhas, 13 anos depois de sua primeira aventura por lá.
Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado do dia 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.
A primeira hora do filme é chata pra caramba. [...] Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo Ievada para lá novamente. Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp, pouco expressivo) e descobre que a malvada Rainha Veemelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar. Visualmente o filme é bacana, com direção e fotografla impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longe um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa uns vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.
O roteiro demora a engrenar, mas quando acontece não faz de Depp o protagonista, mantendo o foco em Mia, que mesmo não sendo lá essas coisas até fica bonitinha diante de tantos personagens feios. Mas o grande momento do longe é mesmo a Rainha de Helena Bonhan Carter. A 'cabeçuda' literalmente salva o filme, com as melhores cenas e diálogos excelentes. O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. Ao contrário de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.
Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. [...] De qualquer forme, o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador.
Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.
Disponível em: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_
101.htm. Acesso em 10 abr. 2010.
A expressão "chata pra caramba", segundo o texto designa
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Segundo Hoffmann (2005), da mesma forma como é clara a oposição entre as posturas classificatória e mediadora, duas perspectivas de medidas educacionais, em termos da finalidade de sua utilização em educação, são também distintas e opostas as posturas dos professores ao corrigir testes e tarefas de aprendizagem. Nesse sentido, a postura mediadora do professor, no que se refere à avaliação, deve ser a de
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Na terapia pulpar de dentes decíduos,
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