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Leia o texto a seguir e assinale o que se pede:
“O Cerrado está localizado essencialmente no Planalto Central do Brasil e é o segundo maior bioma do País em área, apenas superado pela Floresta Amazônica. Trata-se de um complexo vegetacional que possui relações ecológicas e fisionômicas com outras savanas da América tropical e de continentes como a África, Sudeste da Ásia e Austrália. O Cerrado corresponde às “Oreades” no sistema de Martius, e ocupa mais de 2.000.000 km2 o que representa cerca de 23% do território brasileiro [...]. O Cerrado abrange como área contínua os Estados de Goiás, Tocantins e o Distrito Federal, parte dos Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rondônia e São Paulo e também ocorre em áreas disjuntas ao norte nos Estados do Amapá, Amazonas, Pará e Roraima, e ao sul, em pequenas “ilhas” no Paraná [...]." (adaptado).
Disponível em https://www.embrapa.br/cerrados/colecao-entomologica/bioma-cerrado. Acesso em 29/07/2022.
Nesse bioma, os solos predominantes são denominados de:
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Em Mato Grosso eventualmente ocorre nos meses de inverno o fenômeno denominado “friagem”, caracterizado por:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Os Princípios Orçamentários visam estabelecer diretrizes norteadoras básicas, a fim de conferir racionalidade, eficiência e transparência para os processos de elaboração, execução e controle do orçamento público. Válidos para os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de todos os entes federativos - União, estados, Distrito Federal e municípios -, são estabelecidos e disciplinados por normas constitucionais, infraconstitucionais e pela doutrina. Nesse contexto, integram o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (9º edição) os princípios orçamentários cuja existência e aplicação derivem de normas jurídicas.
Julgue como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as sentenças a seguir.
I. ( ) O Princípio da Universalidade determina a existência de orçamento único para cada um dos entes federados - União, estados, Distrito Federal e municípios - com a finalidade de se evitarem múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política.
II. ( ) O Princípio da Unidade ou Totalidade determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
III. ( ) O Princípio da Exclusividade estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de crédito suplementar e a contratação de operações de crédito, nos termos da lei.
IV. ( ) O Princípio do Orçamento Bruto obriga registrarem-se receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções.
Marque a alternativa CORRETA.
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Analise as frases abaixo e assinale a alternativa que as completa adequadamente.
I. A escritora mato-grossense ............... me refiro é Luciene Carvalho.
II. O livro, .............. escritor foi premiado, é este.
III. Este é o estudante acerca ............... te falei ontem.
IV. Ela é uma pessoa ................. idoneidade ninguém duvida.
V. A rua ............ passaríamos estava interditada.
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Texto III
Meu nome é Sebastião. Filho de Emerenciano Baptista. Neto e Bisneto de Sebastião. Conheci o cangaço por dentro. Virgulino e Maria Bonita. Estive no centro do rodamoinho quando o vento fazia a última curva. Macho e fêmea nesse mundo de meu Deus. Vi com meus próprios olhos quando o enamoramento dos dois começou. Chave e fechadura encadeando sentimentos obtusos como o amor, a glória, o engavetamento emocional.
PINTO, Luiz Renato. Xibio. Cuiabá: Calini & Caniato, 2018, p.96.
Quanto aos tipos textuais, o fragmento pode ser considerado uma:
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Texto III
Meu nome é Sebastião. Filho de Emerenciano Baptista. Neto e Bisneto de Sebastião. Conheci o cangaço por dentro. Virgulino e Maria Bonita. Estive no centro do rodamoinho quando o vento fazia a última curva. Macho e fêmea nesse mundo de meu Deus. Vi com meus próprios olhos quando o enamoramento dos dois começou. Chave e fechadura encadeando sentimentos obtusos como o amor, a glória, o engavetamento emocional.
PINTO, Luiz Renato. Xibio. Cuiabá: Calini & Caniato, 2018, p.96.
No fragmento (Texto III), ocorre:
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TEXTO II
COM 3,3 MIL FOCOS, AMAZÔNIA TEM PIOR DIA DE QUEIMADAS EM 15 ANOS, APONTAM DADOS DO INP
O total foi registrado nesta segunda (22). Antes, o dia mais recente no 'ranking' de queimadas foi 30 de setembro de 2007. Seca, desmate e falta de fiscalização explicam marco, dizem especialistas.
Por Ardilhes Moreira, g1 - 24/08/2022 19h54
A atual temporada de queimadas na Amazônia registrou, na segunda-feira (22), um recorde negativo: 3.358 focos de incêndio no intervalo de 24 horas. E a pior marca em 15 anos, de acordo com dados do programa federal que monitora as queimadas no bioma.
Considerando a base do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), antes do verificado nesta semana, a data mais recente a registrar um recorde de queimadas havia sido 30 de setembro de 2007, quando o satélite que monitora a região flagrou 3.936 focos em 24 horas.
Desde essa data, não houve período de 24 horas com número maior do que o desta segunda-feira, 22 de agosto. De acordo com o próprio Inpe, os números deste dia são compatíveis com valores dos “anos de ocorrências de queimadas mais críticos da série, de 2004 a 2007”.
Quase três vezes mais que o 'Dia do Fogo'
Os 3.358 focos recentes representam ainda quase três vezes aquilo que foi visto em uma data emblemática na história de destruição do bioma: o “Dia do Fogo”.
O nome foi dado ao 10 de agosto de 2019, quando fazendeiros no Pará se articularam criminosamente para provocar queimadas ilegais em diversos pontos da região. Ao todo, foram 1.173 registrados no “Dia do Fogo”.
Aquele mês foi marcado por queimadas recordes no bioma, fazendo até mesmo que a cidade de São Paulo visse o dia virar noite por causa da fumaça vinda de queimadas na região da Amazônia.
O coordenador do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Alberto Setzer, explicou em entrevista que há diferenças importantes entre as duas datas.
“No dia do fogo, houve um evento específico, principalmente no sul do Pará, que contribuiu para este estado ter o maior número de focos na ocasião. Em 22 de agosto, os focos estão mais distribuídos em três estados”, analisa Albert Setzer.
No episódio atual, respondem pela maioria dos focos: Amazonas (35%), Pará (33%) e Mato Grosso (22%).
“De qualquer forma, os 3.358 focos em 22 de agosto equivalem a quase o triplo dos 1.173 em 10 de agosto de 2019 no bioma Amazônia”, explica o coordenador do programa.
Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/08/24/com-33-mil-focos-amazonia>.
Acesso em 24 ago. 2022. Adaptado.
Considerando as informações apresentadas no texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Em 22 de agosto de 2022, foram registrados 3.358 focos de incêndio no bioma Amazônia, quase o triplo dos 1.173 ocorridos no Dia do Fogo, ficando abaixo apenas dos 3.936, ocorridos em 2007.
PORQUE
II. No episódio atual, os focos estão mais distribuídos em três estados: Amazonas (35%), Pará (33%) e Mato Grosso (22%).
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
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TEXTO II
COM 3,3 MIL FOCOS, AMAZÔNIA TEM PIOR DIA DE QUEIMADAS EM 15 ANOS, APONTAM DADOS DO INP
O total foi registrado nesta segunda (22). Antes, o dia mais recente no 'ranking' de queimadas foi 30 de setembro de 2007. Seca, desmate e falta de fiscalização explicam marco, dizem especialistas.
Por Ardilhes Moreira, g1 - 24/08/2022 19h54
A atual temporada de queimadas na Amazônia registrou, na segunda-feira (22), um recorde negativo: 3.358 focos de incêndio no intervalo de 24 horas. E a pior marca em 15 anos, de acordo com dados do programa federal que monitora as queimadas no bioma.
Considerando a base do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), antes do verificado nesta semanaA), a data mais recente a registrar um recorde de queimadas havia sido 30 de setembro de 2007A), quando o satélite que monitora a região flagrou 3.936 focos em 24 horas.
Desde essa dataC), não houve período de 24 horas com número maior do que o desta segunda-feira, 22 de agostoC). De acordo com o próprio Inpe, os números deste diaB) são compatíveis com valores dos “anos de ocorrências de queimadas mais críticos da série, de 2004 a 2007”B).
Quase três vezes mais que o 'Dia do Fogo'
Os 3.358 focos recentes representam ainda quase três vezes aquilo que foi visto em uma data emblemática na história de destruição do bioma: o “Dia do Fogo”.
O nome foi dado ao 10 de agosto de 2019D), quando fazendeiros no Pará se articularam criminosamente para provocar queimadas ilegais em diversos pontos da região. Ao todo, foram 1.173 registrados no “Dia do Fogo”.
Aquele mêsD) foi marcado por queimadas recordes no bioma, fazendo até mesmo que a cidade de São Paulo visse o dia virar noite por causa da fumaça vinda de queimadas na região da Amazônia.
O coordenador do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Alberto Setzer, explicou em entrevista que há diferenças importantes entre as duas datas.
“No dia do fogo, houve um evento específico, principalmente no sul do Pará, que contribuiu para este estado ter o maior número de focos na ocasião. Em 22 de agosto, os focos estão mais distribuídos em três estados”, analisa Albert Setzer.
No episódio atualE), respondem pela maioria dos focos: Amazonas (35%), Pará (33%) e Mato Grosso (22%).
“De qualquer forma, os 3.358 focos em 22 de agosto equivalem a quase o triplo dos 1.173 em 10 de agostoE) de 2019 no bioma Amazônia”, explica o coordenador do programa.
Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/08/24/com-33-mil-focos-amazonia>.
Acesso em 24 ago. 2022. Adaptado.
Analise os elementos coesivos utilizados no texto e assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO II
COM 3,3 MIL FOCOS, AMAZÔNIA TEM PIOR DIA DE QUEIMADAS EM 15 ANOS, APONTAM DADOS DO INP
O total foi registrado nesta segunda (22). Antes, o dia mais recente no 'ranking' de queimadas foi 30 de setembro de 2007. Seca, desmate e falta de fiscalização explicam marco, dizem especialistas.
Por Ardilhes Moreira, g1 - 24/08/2022 19h54
A atual temporada de queimadas na Amazônia registrou, na segunda-feira (22), um recorde negativo: 3.358 focos de incêndio no intervalo de 24 horas. E a pior marca em 15 anos, de acordo com dados do programa federal que monitora as queimadas no bioma.
Considerando a base do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), antes do verificado nesta semana, a data mais recente a registrar um recorde de queimadas havia sido 30 de setembro de 2007, quando o satélite que monitora a região flagrou 3.936 focos em 24 horas.
Desde essa data, não houve período de 24 horas com número maior do que o desta segunda-feira, 22 de agosto. De acordo com o próprio Inpe, os números deste dia são compatíveis com valores dos “anos de ocorrências de queimadas mais críticos da série, de 2004 a 2007”.
Quase três vezes mais que o 'Dia do Fogo'
Os 3.358 focos recentes representam ainda quase três vezes aquilo que foi visto em uma data emblemática na história de destruição do bioma: o “Dia do Fogo”.
O nome foi dado ao 10 de agosto de 2019, quando fazendeiros no Pará se articularam criminosamente para provocar queimadas ilegais em diversos pontos da região. Ao todo, foram 1.173 registrados no “Dia do Fogo”.
Aquele mês foi marcado por queimadas recordes no bioma, fazendo até mesmo que a cidade de São Paulo visse o dia virar noite por causa da fumaça vinda de queimadas na região da Amazônia.
O coordenador do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Alberto Setzer, explicou em entrevista que há diferenças importantes entre as duas datas.
“No dia do fogo, houve um evento específico, principalmente no sul do Pará, que contribuiu para este estado ter o maior número de focos na ocasião. Em 22 de agosto, os focos estão mais distribuídos em três estados”, analisa Albert Setzer.
No episódio atual, respondem pela maioria dos focos: Amazonas (35%), Pará (33%) e Mato Grosso (22%).
“De qualquer forma, os 3.358 focos em 22 de agosto equivalem a quase o triplo dos 1.173 em 10 de agosto de 2019 no bioma Amazônia”, explica o coordenador do programa.
Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/08/24/com-33-mil-focos-amazonia>.
Acesso em 24 ago. 2022. Adaptado.
Considerando as palavras retiradas do texto, entre aspas nas alternativas abaixo, analise as afirmações acerca da acentuação gráfica e marque a alternativa CORRETA:
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TEXTO II
COM 3,3 MIL FOCOS, AMAZÔNIA TEM PIOR DIA DE QUEIMADAS EM 15 ANOS, APONTAM DADOS DO INP
O total foi registrado nesta segunda (22). Antes, o dia mais recente no 'ranking' de queimadas foi 30 de setembro de 2007. Seca, desmate e falta de fiscalização explicam marco, dizem especialistas.
Por Ardilhes Moreira, g1 - 24/08/2022 19h54
A atual temporada de queimadas na Amazônia registrou, na segunda-feira (22), um recorde negativo: 3.358 focos de incêndio no intervalo de 24 horas. E a pior marca em 15 anos, de acordo com dados do programa federal que monitora as queimadas no bioma.
Considerando a base do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), antes do verificado nesta semana, a data mais recente a registrar um recorde de queimadas havia sido 30 de setembro de 2007, quando o satélite que monitora a região flagrou 3.936 focos em 24 horas.
Desde essa data, não houve período de 24 horas com número maior do que o desta segunda-feira, 22 de agosto. De acordo com o próprio Inpe, os números deste dia são compatíveis com valores dos “anos de ocorrências de queimadas mais críticos da série, de 2004 a 2007”.
Quase três vezes mais que o 'Dia do Fogo'
Os 3.358 focos recentes representam ainda quase três vezes aquilo que foi visto em uma data emblemática na história de destruição do bioma: o “Dia do Fogo”.
O nome foi dado ao 10 de agosto de 2019, quando fazendeiros no Pará se articularam criminosamente para provocar queimadas ilegais em diversos pontos da região. Ao todo, foram 1.173 registrados no “Dia do Fogo”.
Aquele mês foi marcado por queimadas recordes no bioma, fazendo até mesmo que a cidade de São Paulo visse o dia virar noite por causa da fumaça vinda de queimadas na região da Amazônia.
O coordenador do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Alberto Setzer, explicou em entrevista que há diferenças importantes entre as duas datas.
“No dia do fogo, houve um evento específico, principalmente no sul do Pará, que contribuiu para este estado ter o maior número de focos na ocasião. Em 22 de agosto, os focos estão mais distribuídos em três estados”, analisa Albert Setzer.
No episódio atual, respondem pela maioria dos focos: Amazonas (35%), Pará (33%) e Mato Grosso (22%).
“De qualquer forma, os 3.358 focos em 22 de agosto equivalem a quase o triplo dos 1.173 em 10 de agosto de 2019 no bioma Amazônia”, explica o coordenador do programa.
Disponível em: <https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/08/24/com-33-mil-focos-amazonia>.
Acesso em 24 ago. 2022. Adaptado.
Acerca do Texto II, é CORRETO afirmar que
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