Foram encontradas 60 questões.
O texto III serve de base para as questões de 35 a 40.
TEXTO III
Visão do Correio: Fortalecer o ECA ainda é desafio
1 Amanhã, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 33 anos com dados que
permanecem alarmantes sobre a situação dos brasileiros nessas faixas etárias. Um levantamento
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 51% das crianças não têm todos os
direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito.
5 Criado para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à vida, à alimentação,
a educação, à saúde, ao lazer, à profissionalização, à cultura, enfim, à dignidade, à liberdade e à
convivência familiar, o ECA é referência em todo o mundo, inspirando pelo menos 15 legislações na
América Latina, mas, proporcionalmente, os desafios são similares.
É verdade que, ao longo de mais de três décadas de estatuto, o Brasil registrou, como
10 contribuição do ECA, a diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças
em situação de rua, somado ao aumento dos índices de acesso, permanência e aprendizagem da
educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária, bem como a estruturação,
organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
Em 2016, a Lei nº 13.257, denominada de Marco Legal da Primeira Infância, fez mudanças no
15 ECA, reforçando um conjunto de ações voltadas à promoção do desenvolvimento infantil, desde
a concepção até os seis anos. O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no
desenvolvimento de programas, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas,
planos e serviços.
Mas os desafios são gigantescos. Dentre eles podem ser citados: a alta letalidade infanto-
20 juvenil; a elaboração de uma lei geral e a atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos
Conselhos Tutelares; o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional);
as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital, sem o devido aparelhamento
dos órgãos governamentais; a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA); assim como
25 as políticas para esses segmentos da sociedade.
Outros obstáculos são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade social, o
desamparo de crianças migrantes e a proteção digital — sendo essa última a maior preocupação do
Child Fund Brasil, entidade que atua em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais,
Paraíba, Piauí e São Paulo).
30 Portanto, é mais que urgente um sistema integrado, com a participação de todos os estados
da Federação e, consequentemente, o fortalecimento de instituições engajadas na proteção dos
direitos da criança. Caso contrário, nos próximos anos, o ECA continuará no âmbito das ideias.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5108409-artigo- fortalecer-o-eca-ainda-e-desafio.html>. Acesso em: 12 jul. 2023. (Adaptado).
No trecho: “O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no desenvolvimento de programas” (linhas 16 e 17), “dessa faixa etária” refere-se:
Provas
O texto III serve de base para as questões de 35 a 40.
TEXTO III
Visão do Correio: Fortalecer o ECA ainda é desafio
1 Amanhã, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 33 anos com dados que
permanecem alarmantes sobre a situação dos brasileiros nessas faixas etárias. Um levantamento
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 51% das crianças não têm todos os
direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito.
5 Criado para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à vida, à alimentação,
a educação, à saúde, ao lazer, à profissionalização, à cultura, enfim, à dignidade, à liberdade e à
convivência familiar, o ECA é referência em todo o mundo, inspirando pelo menos 15 legislações na
América Latina, mas, proporcionalmente, os desafios são similares.
É verdade que, ao longo de mais de três décadas de estatuto, o Brasil registrou, como
10 contribuição do ECA, a diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças
em situação de rua, somado ao aumento dos índices de acesso, permanência e aprendizagem da
educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária, bem como a estruturação,
organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
Em 2016, a Lei nº 13.257, denominada de Marco Legal da Primeira Infância, fez mudanças no
15 ECA, reforçando um conjunto de ações voltadas à promoção do desenvolvimento infantil, desde
a concepção até os seis anos. O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no
desenvolvimento de programas, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas,
planos e serviços.
Mas os desafios são gigantescos. Dentre eles podem ser citados: a alta letalidade infanto-
20 juvenil; a elaboração de uma lei geral e a atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos
Conselhos Tutelares; o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional);
as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital, sem o devido aparelhamento
dos órgãos governamentais; a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA); assim como
25 as políticas para esses segmentos da sociedade.
Outros obstáculos são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade social, o
desamparo de crianças migrantes e a proteção digital — sendo essa última a maior preocupação do
Child Fund Brasil, entidade que atua em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais,
Paraíba, Piauí e São Paulo).
30 Portanto, é mais que urgente um sistema integrado, com a participação de todos os estados
da Federação e, consequentemente, o fortalecimento de instituições engajadas na proteção dos
direitos da criança. Caso contrário, nos próximos anos, o ECA continuará no âmbito das ideias.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5108409-artigo- fortalecer-o-eca-ainda-e-desafio.html>. Acesso em: 12 jul. 2023. (Adaptado).
Conforme o texto III, a maior preocupação do Child Fund Brasil é:
Provas
O texto Ill serve de base para as questões de 35 a 40.
TEXTO III
Visão do Correio: Fortalecer o ECA ainda é desafio
1 Amanhã, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 33 anos com dados que
permanecem alarmantes sobre a situação dos brasileiros nessas faixas etárias. Um levantamento
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 51% das crianças não têm todos os
direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito.
5 Criado para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à vida, à alimentação,
à educação, à saúde, ao lazer, à profissionalização, à cultura, enfim, à dignidade, à liberdade e à
convivência familiar, o ECA é referência em todo o mundo, inspirando pelo menos 15 legislações na
América Latina, mas, proporcionalmente, os desafios são similares.
É verdade que, ao longo de mais de três décadas de estatuto, o Brasil registrou, como
10 contribuição do ECA, a diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças
em situação de rua, somado ao aumento dos índices de acesso, permanência e aprendizagem da
educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária, bem como a estruturação,
organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
Em 2016, a Lei nº 13.257, denominada de Marco Legal da Primeira Infância, fez mudanças no
15 ECA, reforçando um conjunto de ações voltadas à promoção do desenvolvimento infantil, desde
a concepção até os seis anos. O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no
desenvolvimento de programas, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas,
planos e serviços.
Mas os desafios são gigantescos. Dentre eles podem ser citados: a alta letalidade infanto-
20 juvenil; a elaboração de uma lei geral e a atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos
Conselhos Tutelares; o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional);
as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital, sem o devido aparelhamento
dos órgãos governamentais; a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA); assim como
25 as políticas para esses segmentos da sociedade.
Outros obstáculos são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade social, o
desamparo de crianças migrantes e a proteção digital — sendo essa última a maior preocupação do
Child Fund Brasil, entidade que atua em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais,
Paraíba, Piauí e São Paulo).
30 Portanto, é mais que urgente um sistema integrado, com a participação de todos os estados
da Federação e, consequentemente, o fortalecimento de instituições engajadas na proteção dos
direitos da criança. Caso contrário, nos próximos anos, o ECA continuará no âmbito das ideias.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5108409-artigo- fortalecer-o-eca-ainda-e-desafio.html>. Acesso em: 12 jul. 2023. (Adaptado).
De acordo com o texto, é ERRADO afirmar que o ECA contribuiu para:
Provas
O texto Ill serve de base para as questões de 35 a 40.
TEXTO III
Visão do Correio: Fortalecer o ECA ainda é desafio
1 Amanhã, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 33 anos com dados que
permanecem alarmantes sobre a situação dos brasileiros nessas faixas etárias. Um levantamento
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 51% das crianças não têm todos os
direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito.
5 Criado para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à vida, à alimentação,
à educação, à saúde, ao lazer, à profissionalização, à cultura, enfim, à dignidade, à liberdade e à
convivência familiar, o ECA é referência em todo o mundo, inspirando pelo menos 15 legislações na
América Latina, mas, proporcionalmente, os desafios são similares.
É verdade que, ao longo de mais de três décadas de estatuto, o Brasil registrou, como
10 contribuição do ECA, a diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças
em situação de rua, somado ao aumento dos índices de acesso, permanência e aprendizagem da
educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária, bem como a estruturação,
organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
Em 2016, a Lei nº 13.257, denominada de Marco Legal da Primeira Infância, fez mudanças no
15 ECA, reforçando um conjunto de ações voltadas à promoção do desenvolvimento infantil, desde
a concepção até os seis anos. O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no
desenvolvimento de programas, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas,
planos e serviços.
Mas os desafios são gigantescos. Dentre eles podem ser citados: a alta letalidade infanto-
20 juvenil; a elaboração de uma lei geral e a atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos
Conselhos Tutelares; o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional);
as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital, sem o devido aparelhamento
dos órgãos governamentais; a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA); assim como
25 as políticas para esses segmentos da sociedade.
Outros obstáculos são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade social, o
desamparo de crianças migrantes e a proteção digital — sendo essa última a maior preocupação do
Child Fund Brasil, entidade que atua em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais,
Paraíba, Piauí e São Paulo).
30 Portanto, é mais que urgente um sistema integrado, com a participação de todos os estados
da Federação e, consequentemente, o fortalecimento de instituições engajadas na proteção dos
direitos da criança. Caso contrário, nos próximos anos, o ECA continuará no âmbito das ideias.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5108409-artigo- fortalecer-o-eca-ainda-e-desafio.html>. Acesso em: 12 jul. 2023. (Adaptado).
Analise as assertivas e assinale a CORRETA.
Provas
O texto III serve de base para as questões de 35 a 40.
TEXTO III
Visão do Correio: Fortalecer o ECA ainda é desafio
1 Amanhã, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 33 anos com dados que
permanecem alarmantes sobre a situação dos brasileiros nessas faixas etárias. Um levantamento
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 51% das crianças não têm todos os
direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito.
5 Criado para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à vida, à alimentação,
a educação, à saúde, ao lazer, à profissionalização, à cultura, enfim, à dignidade, à liberdade e à
convivência familiar, o ECA é referência em todo o mundo, inspirando pelo menos 15 legislações na
América Latina, mas, proporcionalmente, os desafios são similares.
É verdade que, ao longo de mais de três décadas de estatuto, o Brasil registrou, como
10 contribuição do ECA, a diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças
em situação de rua, somado ao aumento dos índices de acesso, permanência e aprendizagem da
educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária, bem como a estruturação,
organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
Em 2016, a Lei nº 13.257, denominada de Marco Legal da Primeira Infância, fez mudanças no
15 ECA, reforçando um conjunto de ações voltadas à promoção do desenvolvimento infantil, desde
a concepção até os seis anos. O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no
desenvolvimento de programas, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas,
planos e serviços.
Mas os desafios são gigantescos. Dentre eles podem ser citados: a alta letalidade infanto-
20 juvenil; a elaboração de uma lei geral e a atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos
Conselhos Tutelares; o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional);
as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital, sem o devido aparelhamento
dos órgãos governamentais; a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA); assim como
25 as políticas para esses segmentos da sociedade.
Outros obstáculos são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade social, o
desamparo de crianças migrantes e a proteção digital — sendo essa última a maior preocupação do
Child Fund Brasil, entidade que atua em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais,
Paraíba, Piauí e São Paulo).
30 Portanto, é mais que urgente um sistema integrado, com a participação de todos os estados
da Federação e, consequentemente, o fortalecimento de instituições engajadas na proteção dos
direitos da criança. Caso contrário, nos próximos anos, o ECA continuará no âmbito das ideias.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5108409-artigo- fortalecer-o-eca-ainda-e-desafio.html>. Acesso em: 12 jul. 2023. (Adaptado).
Assinale V para verdadeiro e F para falso acerca dos desafios que o Brasil precisa enfrentar, citados no texto III, quanto às crianças e aos adolescentes.
Em seguida, escolha a alternativa CORRETA.
( ) a alta letalidade infanto-juvenil.
( ) as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital.
( ) a estruturação, organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos.
( ) a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo.
Provas
O texto III serve de base para as questões de 35 a 40.
TEXTO III
Visão do Correio: Fortalecer o ECA ainda é desafio
1 Amanhã, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 33 anos com dados que
permanecem alarmantes sobre a situação dos brasileiros nessas faixas etárias. Um levantamento
do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que 51% das crianças não têm todos os
direitos assegurados e 19% sofrem graves violações de direito.
5 Criado para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à vida, à alimentação,
a educação, à saúde, ao lazer, à profissionalização, à cultura, enfim, à dignidade, à liberdade e à
convivência familiar, o ECA é referência em todo o mundo, inspirando pelo menos 15 legislações na
América Latina, mas, proporcionalmente, os desafios são similares.
É verdade que, ao longo de mais de três décadas de estatuto, o Brasil registrou, como
10 contribuição do ECA, a diminuição do trabalho infantil, da mortalidade infantil, do número de crianças
em situação de rua, somado ao aumento dos índices de acesso, permanência e aprendizagem da
educação fundamental, melhora da convivência familiar e comunitária, bem como a estruturação,
organização e atuação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
Em 2016, a Lei nº 13.257, denominada de Marco Legal da Primeira Infância, fez mudanças no
15 ECA, reforçando um conjunto de ações voltadas à promoção do desenvolvimento infantil, desde
a concepção até os seis anos. O Marco coloca a criança dessa faixa etária como prioridade no
desenvolvimento de programas, na formação de profissionais e na formulação de políticas públicas,
planos e serviços.
Mas os desafios são gigantescos. Dentre eles podem ser citados: a alta letalidade infanto-
20 juvenil; a elaboração de uma lei geral e a atuação qualificada, estruturada e reconhecida dos
Conselhos Tutelares; o aumento da proteção das violências (física, psicológica, sexual e institucional);
as diferentes formas de agressões orquestradas pelo ambiente digital, sem o devido aparelhamento
dos órgãos governamentais; a necessidade de fortalecer instâncias como o Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA); assim como
25 as políticas para esses segmentos da sociedade.
Outros obstáculos são a piora da saúde mental de adolescentes, a desigualdade social, o
desamparo de crianças migrantes e a proteção digital — sendo essa última a maior preocupação do
Child Fund Brasil, entidade que atua em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais,
Paraíba, Piauí e São Paulo).
30 Portanto, é mais que urgente um sistema integrado, com a participação de todos os estados
da Federação e, consequentemente, o fortalecimento de instituições engajadas na proteção dos
direitos da criança. Caso contrário, nos próximos anos, o ECA continuará no âmbito das ideias.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5108409-artigo- fortalecer-o-eca-ainda-e-desafio.html>. Acesso em: 12 jul. 2023. (Adaptado).
A partir da leitura do texto III, é CORRETO afirmar que:
Provas
TEXTO II
Quatro ou cinco coisas que eu sei sobre fake news
O importante não é o nome, mas o significado e o referente
Há uma falsa controvérsia sobre o nome do fenômeno, como se chamá-lo de fake news, desinformação ou fraude informacional mudasse qualquer coisa. O fato é que há grupos e partidos políticos neste momento em qualquer lugar no mundo, fabricando e distribuindo, digitalmente, informações incompletas, tendenciosas ou falsas a fim de confundir ou enganar os outros.
Como quer que se chame, trata-se de: 1) informação fabricada com base em parcialidades, distorções ou completa invenção; 2) com o fim de enganar ou confundir o público; 3) para, em seguida, levar as pessoas a tomarem uma determinada posição ou agir de um certo modo, em conformidade com os interesses do fabricante da informação.
Mas antes que alguém diga, com razão, que coisas assim sempre existiram, sugiro acrescentar o elemento nº 4: Trata-se de informação fabricada digitalmente e para a disseminação digital. Fake news, portanto, é uma expressão que se restringe a um tipo específico de informação falsificada para manipular e enganar as pessoas, aquela que só poderia existir em sociedades que se informam, se relacionam e praticamente vivem em extrema conexão digital.
Isso tem duas consequências inesperadas. A primeira é que fake news, portanto, é só um nome para um fenômeno bem conhecido nos seus traços e intenções gerais - a manipulação e o engano por meio de informações -, mas que é completamente distinto por sua natureza eminentemente digital.
A segunda consequência é que, paradoxalmente, prestar atenção excessiva ao especificamente digital (viralização, velocidade e alcance da disseminação, capilaridade etc.) pode distrair daquilo que há em comum entre as fake news que estão afogando a democracia e a vida pública mundiais e as práticas de disseminação de informações falsas para manipular e enganar.
GOMES, Wilson. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/quatro-ou-cinco-coisas-que-eu-sei-sobre-fake-news/. Acesso em: 12 set. 2023. (Fragmento)
Com base no texto Il, analise as assertivas e a relação entre elas. Em seguida, marque a alternativa CORRETA.
I- O fenômeno chamado atualmente de fake news sempre existiu nos mesmos moldes atuais, pois é uma expressão que se restringe a um tipo específico de informação falsificada para manipular e enganar as pessoas.
PORQUE
Il- O importante não é o nome, mas o significado e o referente.
Provas
TEXTO I
14 coisas que você não deve jogar na privada
Nem no ralo. Elas poluem rios, lagos e mares, o que contamina o ambiente e os animais. Também deixa mais difícil obter a água que nós mesmos usaremos. Alguns produtos podem causar entupimentos:
• cotonete e fio dental;
• medicamento e preservativo;
• óleo de cozinha;
• ponta de cigarro;
• poeira de varrição de casa;
• fio de cabelo e pelo de animais;
• tinta que não seja a base de água;
• querosene, gasolina, solvente, tíner.
Jogue esses produtos no lixo comum. Alguns deles, como óleo de cozinha, medicamento e tinta, podem ser levados a pontos de coleta especiais, que darão a destinação final adequada.
MORGADO, M.; EMASA. Manual de etiqueta. Planeta Sustentável, jul.-ago. 2013. Disponível em: https://abesc.org. br/assets/files/DOWNLOADS/manualdeetiquetasustentavel.pdf. Acesso em: 14 set. 2023. (adaptado).
Com base no texto I, analise as assertivas.
I - O texto busca informar e orientar o leitor acerca do descarte adequado de alguns resíduos.
Il - O texto apresenta foco no interlocutor, o que caracteriza a função conativa da linguagem.
III - O texto mostra exemplos de atitudes sustentáveis, utilizando mensagem subjetiva.
IV - O texto não tem objetivo educativo.
Está CORRETO o que se afirma em:
Provas
Analise as assertivas e marque a alternativa CORRETA:
I- “[...] são, em última análise, o reflexo de estruturas sociais recorrentes e típicas de cada cultura. Por isso, em princípio, a variação cultural deve trazer consequências significativas para sua variação.”
II- “[...] variam de acordo com a intenção comunicativa e com as particularidades em relação à linguagem, à estrutura e ao conteúdo. Assim, exercem uma função social dentro de um processo de comunicação.”
III- "[...] são utilizados em nossas práticas sociais diárias. Cada um pode possuir uma estrutura e uma função comunicativa específicas."
IV- “Sua nomeação abrange um conjunto aberto e praticamente ilimitado de designações concretas determinadas pelo canal, estilo, conteúdo, composição e função.”
V- “São construtos teóricos definidos por propriedades linguísticas intrínsecas e constituem sequências linguísticas ou sequências de enunciados; sua nomeação abrange um conjunto limitado de categorias teóricas determinadas por aspectos lexicais, sintáticos, relações lógicas, tempo verbal.”
Provas
Em relação à língua, sua relação com a sociedade e as normas linguísticas, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Caderno Container