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Ao apresentar pesquisas e experiências sobre Educação Física escolar inclusiva, Salerno (2025) reafirma a ideia
de que, ao propor uma prática corporal voltada à pessoa com deficiência, o foco precisa estar no indivíduo, bem
como nas barreiras arquitetônicas, comunicacionais, metodológicas, instrumentais e atitudinais que obstruem
sua participação em igualdade de condições.
Fonte: SALERNO, Marina Brasiliano. Educação Física escolar inclusiva: pesquisas e experiências. In: SALERNO, Marina Brasiliano; ROSA, Marcelo Victor da; DIETTRICH, Sandra Helena Correia. (Org.). Educação Física na escola e o fazer inclusivo: práticas e reflexões. São Carlos: Pedro & João Editores, 2025, v. 1, p. 15-34.
Considerando estes aspectos, é INCORRETO afirmar que:
Fonte: SALERNO, Marina Brasiliano. Educação Física escolar inclusiva: pesquisas e experiências. In: SALERNO, Marina Brasiliano; ROSA, Marcelo Victor da; DIETTRICH, Sandra Helena Correia. (Org.). Educação Física na escola e o fazer inclusivo: práticas e reflexões. São Carlos: Pedro & João Editores, 2025, v. 1, p. 15-34.
Considerando estes aspectos, é INCORRETO afirmar que:
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Pautados na abordagem Critico Emancipatória, Kleinubing et al. (2012) apresenta uma experiência de danças no
ensino médio planejadas a partir das categorias trabalho, interação e linguagem (Kunz, 2001). Assim, há reflexões
sobre a apropriação desse conteúdo por uma parte dos professores de Educação Física, que poderiam assumir o
papel de mediadores e problematizadores das experiências discentes.
Fontes: KLEINUBING, Neusa Dendena; SERVO, GIZÉLI; REZER, Ricardo; MATIELO, Marizete Lemes da Silva. A dança na perspectiva crítico-emancipatória: uma experiência no ensino médio. Pensar a Prática, Goiânia, v. 15, n. 03, p. 551-820, jul/set. 2012. KUNZ, Elenor. Transformação didático-pedagógica do esporte. 4 ed. Ijuí: Unijuí, 2001.
Em relação ao conteúdo de danças e a abordagem Crítico-Emancipatória, é CORRETO afirmar que:
Fontes: KLEINUBING, Neusa Dendena; SERVO, GIZÉLI; REZER, Ricardo; MATIELO, Marizete Lemes da Silva. A dança na perspectiva crítico-emancipatória: uma experiência no ensino médio. Pensar a Prática, Goiânia, v. 15, n. 03, p. 551-820, jul/set. 2012. KUNZ, Elenor. Transformação didático-pedagógica do esporte. 4 ed. Ijuí: Unijuí, 2001.
Em relação ao conteúdo de danças e a abordagem Crítico-Emancipatória, é CORRETO afirmar que:
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Kawashima e Moreira (2020), discutindo sobre os problemas que permeiam a Educação Física no ensino médio
integrado, apresentam três dilemas: a) a ideia de que o ensino médio é apenas uma etapa de preparação para os
exames de vestibular ou o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); b) a fragmentação e repetição de conteúdos
nas aulas de Educação Física, principalmente a hegemonia do esporte como principal prática corporal; c) a esportivização das aulas, que se tornam um espaço de treinamento para competições escolares, especificamente, na
rede federal de educação, os Jogos dos Institutos Federais (JIFS).
Diante destes apontamentos, julgue as sentenças como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
I. Página 24 de 27 Na perspectiva apresentada, a Educação Física escolar parece não cumprir o papel de oportunizar o acesso a práticas corporais historicamente construídas pela humanidade, tais como os elementos da Cultura Corporal de Movimento.
II. Tais dilemas exemplificam ações que culminam na criticidade, reflexão e autonomia dos discentes para transformar e usufruir das próprias práticas corporais.
III. A supervalorização e a exclusividade dada aos conteúdos esportivos busca desconstruir a visão eurocêntrica que sempre esteve presente na Educação Física escolar.
IV. Tais dilemas reforçam a garantia de aprendizagem e participação de todos os discentes, trabalhando aspectos de inclusão, equidade, igualdade e respeito às diferentes habilidades.
Fonte: KAWASHIMA, Larissa Beraldo; MOREIRA, Evando Carlos (Org). Educação Física no Ensino Médio: reflexões e práticas exitosas. Cuiabá: EdUFMT Digital, 2020, p. 13-34.
Assinale a opção CORRETA:
Diante destes apontamentos, julgue as sentenças como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
I. Página 24 de 27 Na perspectiva apresentada, a Educação Física escolar parece não cumprir o papel de oportunizar o acesso a práticas corporais historicamente construídas pela humanidade, tais como os elementos da Cultura Corporal de Movimento.
II. Tais dilemas exemplificam ações que culminam na criticidade, reflexão e autonomia dos discentes para transformar e usufruir das próprias práticas corporais.
III. A supervalorização e a exclusividade dada aos conteúdos esportivos busca desconstruir a visão eurocêntrica que sempre esteve presente na Educação Física escolar.
IV. Tais dilemas reforçam a garantia de aprendizagem e participação de todos os discentes, trabalhando aspectos de inclusão, equidade, igualdade e respeito às diferentes habilidades.
Fonte: KAWASHIMA, Larissa Beraldo; MOREIRA, Evando Carlos (Org). Educação Física no Ensino Médio: reflexões e práticas exitosas. Cuiabá: EdUFMT Digital, 2020, p. 13-34.
Assinale a opção CORRETA:
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Considerando a herança indígena do estado do Mato Grosso, bem como a aplicabilidade da Lei 11.645/08, o professor João explorou o ensino e as vivências de práticas corporais indígenas no primeiro ano do ensino médio.
Para contribuir de forma multidisciplinar, os professores de Artes, História e Sociologia foram convidados a abordar aspectos sociais, culturais e políticos sobre as comunidades indígenas, provocando relações com o conteúdo da Educação Física.
Fontes: No Dia do Futebol, conheça o jikunahati, o cabeçabol. Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2022-02/no- -dia-do-futebol-conheca-o-jikunahati-o-futebol-de-cabeca. Acesso em: mai. 2025.
PEREIRA, Arliene Stephanie Menezes. Práticas corporais indígenas: jogos, brincadeiras e lutas para a implementação da Lei nº 11.645/08 na Educação Física escolar. Disponível em: https://ifce.edu.br/proen/defe/praticas-corporais-indigenas.pdf. Acesso em: mai. 2025.
Em relação ao conteúdo de práticas corporais indígenas, é INCORRETO afirmar que:
Para contribuir de forma multidisciplinar, os professores de Artes, História e Sociologia foram convidados a abordar aspectos sociais, culturais e políticos sobre as comunidades indígenas, provocando relações com o conteúdo da Educação Física.
Fontes: No Dia do Futebol, conheça o jikunahati, o cabeçabol. Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2022-02/no- -dia-do-futebol-conheca-o-jikunahati-o-futebol-de-cabeca. Acesso em: mai. 2025.
PEREIRA, Arliene Stephanie Menezes. Práticas corporais indígenas: jogos, brincadeiras e lutas para a implementação da Lei nº 11.645/08 na Educação Física escolar. Disponível em: https://ifce.edu.br/proen/defe/praticas-corporais-indigenas.pdf. Acesso em: mai. 2025.
Em relação ao conteúdo de práticas corporais indígenas, é INCORRETO afirmar que:
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Em 2025, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (PNPIC) completa 19 anos de implementação. Sabendo disso, a professora Antônia organizou suas aulas do segundo ano do
ensino médio pautadas nas Práticas Corporais Alternativas (PCAS), sendo sua principal preocupação o entendimento do caráter holístico deste conteúdo.
Fonte: IMPOLCETTO, Fernanda Moreto; TERRA, Janaina Demarchi; ROSÁRIO, Luís Fernando Rocha; DARIDO, Suraya Cristina. As práticas corporais alternativas como conteúdo da Educação Física escolar. Pensar a Prática, Goiânia, v. 16, n. 1, 2013.
Sobre as PCAs, é INCORRETO afirmar que:
Fonte: IMPOLCETTO, Fernanda Moreto; TERRA, Janaina Demarchi; ROSÁRIO, Luís Fernando Rocha; DARIDO, Suraya Cristina. As práticas corporais alternativas como conteúdo da Educação Física escolar. Pensar a Prática, Goiânia, v. 16, n. 1, 2013.
Sobre as PCAs, é INCORRETO afirmar que:
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Considerando as diretrizes da Lei 10.639/2003, a professora Joana tematizou a capoeira nas aulas do segundo
ano do ensino médio. Nessas aulas, ela ressaltou histórias sobre a origem da capoeira, o legado dos Mestres Pastinha e Bimba, as músicas, toques e movimentos básicos que guiam a realização da roda de capoeira, bem como
o patrimônio ancestral africano e indígena, que contribui para ações antirracistas.
Fontes: DARIDO, Suraya Cristina. Os conteúdos da Educação Física escolar. In: DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade (org.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. pp. 64-79
PEDRASSANI, Priscila Lima; FERREIRA, Aline Fernanda, DARIDO, Suraya Cristina. Capoeira. In: DARIDO, Suraya Cristina (Org). Educação Física no ensino médio: diagnóstico, princípios e práticas. Ijuí: Ed. Unijuí, 2017, 353-382.
Considerando as dimensões de conteúdo da Educação Física escolar, é CORRETO afirmar que:
Fontes: DARIDO, Suraya Cristina. Os conteúdos da Educação Física escolar. In: DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade (org.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. pp. 64-79
PEDRASSANI, Priscila Lima; FERREIRA, Aline Fernanda, DARIDO, Suraya Cristina. Capoeira. In: DARIDO, Suraya Cristina (Org). Educação Física no ensino médio: diagnóstico, princípios e práticas. Ijuí: Ed. Unijuí, 2017, 353-382.
Considerando as dimensões de conteúdo da Educação Física escolar, é CORRETO afirmar que:
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Considere as seguintes manifestações populares:
I. Rasqueado;
II. Siriri;
III. Tambor de Mina;
IV. Congo e Chorado;
V. Nego Fugido.
Fontes: FONTES, Andréia. Rasqueado: ritmo musical símbolo do MT. ALMT - Assembleia Legislativa, 29 dez. 2004. Disponível em: https://www. al.mt.gov.br/midia/texto/rasqueado-ritmo-musical-simbolo-de-mt/visualizar. Acesso em: mai. 2025.
PEREIRA, Sônia Gonçalina; RINALDI, Carlos. O Siriri: uma manifestação cultural. Revista de Comunicação Científica. RCC, jan./abr., vol. 5, n.18. p. 114-133, 2025. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/rcc/article/view/13792/9306. Acesso em: mai. 2025.
RAQUEL, Márcia. Projetos valorizam Festança do Divino e danças do Congo e do Chorado. ALMT - Assembleia Legislativa, 17 abr. 2012. Disponível em: https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/projetos-valorizam-festanca-do-divino-e-dancas-do-congo-e-do-chorado/visualizar. Acesso em: mai. 2025.
Assinale a alternativa que relaciona as manifestações populares da região Centro-Oeste do Brasil:
I. Rasqueado;
II. Siriri;
III. Tambor de Mina;
IV. Congo e Chorado;
V. Nego Fugido.
Fontes: FONTES, Andréia. Rasqueado: ritmo musical símbolo do MT. ALMT - Assembleia Legislativa, 29 dez. 2004. Disponível em: https://www. al.mt.gov.br/midia/texto/rasqueado-ritmo-musical-simbolo-de-mt/visualizar. Acesso em: mai. 2025.
PEREIRA, Sônia Gonçalina; RINALDI, Carlos. O Siriri: uma manifestação cultural. Revista de Comunicação Científica. RCC, jan./abr., vol. 5, n.18. p. 114-133, 2025. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/rcc/article/view/13792/9306. Acesso em: mai. 2025.
RAQUEL, Márcia. Projetos valorizam Festança do Divino e danças do Congo e do Chorado. ALMT - Assembleia Legislativa, 17 abr. 2012. Disponível em: https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/projetos-valorizam-festanca-do-divino-e-dancas-do-congo-e-do-chorado/visualizar. Acesso em: mai. 2025.
Assinale a alternativa que relaciona as manifestações populares da região Centro-Oeste do Brasil:
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"O Hip Hop chegou ao Brasil no início dos anos 80, trazido por grupos de break dance que se reuniam na
Galeria 24 de Maio e na estação São Bento, em São Paulo. Eles escutavam as músicas americanas e criavam
seus próprios passos e coreografias. Os primeiros a ter contato com o Hip Hop no Brasil foram os dançarinos de break, chamados de b-boys. Um dos nomes mais importantes dessa cena foi Nelson Triunfo, considerado o pai do Hip Hop brasileiro.
O Hip Hop é um movimento cultural que se espalhou pelo mundo, influenciando a música, a dança, a arte e a sociedade. No Brasil, o Hip Hop chegou na década de 80 e se desenvolveu como uma forma de expressão artística, cultural e política dos jovens das periferias. O Hip Hop é uma cultura viva e dinâmica, que se reinventa constantemente e que representa a voz e a resistência da população negra e dos excluídos".
A história e a evolução do HIP HOP no Brasil e no mundo. Disponível em: https://www.jornaldorap.com.br/noticias/a-historia-e-a-evolucao-do-hip-hop-no-brasil-e-no-mundo/. Acesso em: maio/2025.
A cultura Hip Hop e suas manifestações na música, nas artes visuais e na dança pode ser conteúdo das aulas de Educação Física no ensino médio. Assim, em uma proposta centrada nessa manifestação, o docente pode propor dinâmicas que foquem na exploração dos movimentos, do tempo e do espaço, aspectos culturais e sócio-históricos.
Fontes: SÃO PAULO. Educação Física: movimento Hip Hop. Secretaria da Educação, 2024. Disponível em: https://acervocmsp.educacao.sp. gov.br/105180/613783.pdf. Acesso em: mai. 2025. LABAN, Rudolf. Dança educativa moderna. Tradução de Maria da Conceição Parayba Campos. São Paulo: Ícone, 1990. MARQUES, Isabel. Dançando na escola. São Paulo: CORTEZ, 2003.
Diante do conhecimento acerca da cultura Hip Hip, é INCORRETO afirmar que:
O Hip Hop é um movimento cultural que se espalhou pelo mundo, influenciando a música, a dança, a arte e a sociedade. No Brasil, o Hip Hop chegou na década de 80 e se desenvolveu como uma forma de expressão artística, cultural e política dos jovens das periferias. O Hip Hop é uma cultura viva e dinâmica, que se reinventa constantemente e que representa a voz e a resistência da população negra e dos excluídos".
A história e a evolução do HIP HOP no Brasil e no mundo. Disponível em: https://www.jornaldorap.com.br/noticias/a-historia-e-a-evolucao-do-hip-hop-no-brasil-e-no-mundo/. Acesso em: maio/2025.
A cultura Hip Hop e suas manifestações na música, nas artes visuais e na dança pode ser conteúdo das aulas de Educação Física no ensino médio. Assim, em uma proposta centrada nessa manifestação, o docente pode propor dinâmicas que foquem na exploração dos movimentos, do tempo e do espaço, aspectos culturais e sócio-históricos.
Fontes: SÃO PAULO. Educação Física: movimento Hip Hop. Secretaria da Educação, 2024. Disponível em: https://acervocmsp.educacao.sp. gov.br/105180/613783.pdf. Acesso em: mai. 2025. LABAN, Rudolf. Dança educativa moderna. Tradução de Maria da Conceição Parayba Campos. São Paulo: Ícone, 1990. MARQUES, Isabel. Dançando na escola. São Paulo: CORTEZ, 2003.
Diante do conhecimento acerca da cultura Hip Hip, é INCORRETO afirmar que:
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
Quais os objetivos da Educação Física? Como definir os objetivos para cada turma? Como desenvolvê-los na aula?
Essas são perguntas que podem surgir durante a formação e após anos de atuação. Precisamos, no nosso ato
de planejar, pensar na intencionalidade de nossas aulas, atrelando-as às necessidades dos nossos alunos. Sobre
isso, Irene Rangel, Luciana Venâncio, Luiz Rodrigues, Luiz Sanches Neto e Suraya Darido (2008) admitem como objetivo da Educação Física na escola a democratização do acesso à Educação Física como direito de todas e todos.
A respeito deste objetivo, analise as assertivas a seguir:
I. Todos os estudantes devem ter direito ao acesso aos conhecimentos produzidos pela Educação Física como forma de instrumento de transformação, com intuito de superar as desigualdades sociais
PORQUE
II. A partir desses conhecimentos, o estudante poderá ter uma atitude consciente de tantos porquês, além de se tornar mais autônomo e crítico, reservando maior tempo e espaço nas aulas para estudantes mais habilidosos e aptos.
Fonte: DARIDO, Suraya C.; RANGEL, Irene Conceição. Educação física na escola: implicações para prática pedagógica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. Todos os estudantes devem ter direito ao acesso aos conhecimentos produzidos pela Educação Física como forma de instrumento de transformação, com intuito de superar as desigualdades sociais
PORQUE
II. A partir desses conhecimentos, o estudante poderá ter uma atitude consciente de tantos porquês, além de se tornar mais autônomo e crítico, reservando maior tempo e espaço nas aulas para estudantes mais habilidosos e aptos.
Fonte: DARIDO, Suraya C.; RANGEL, Irene Conceição. Educação física na escola: implicações para prática pedagógica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.
Assinale a alternativa CORRETA:
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"O simples ato de uma criança, ao sentar-se em uma cadeira, cruzar ou não as pernas, colocar os cotovelos sobre
a mesa, fixando o olhar em determinada direção, demonstra todo um conjunto de atitudes oriundas de uma
efetiva educação do corpo."
Isso leva-nos a constatar que existem educações físicas que não estão explícitas somente nos manuais didáticos de ginástica, mas "registradas" em nossas atitudes, ou melhor, marcadas, integradas ao nosso próprio corpo. Assim, podemos descrever esse conjunto de aprendizagens do "uso do corpo" provenientes dos pátios e corredores da escola, das ruas e das praças, de festas cívicas e folclóricas, enfim, de todo o nosso cotidiano, como uma efetiva educação do corpo.
"Essa compreensão leva-nos a concluir que a maneira pela qual utilizamos nossos gestos corporais corresponde a um conjunto de atitudes permitidas ou não, naturais ou não, resultantes de uma construção social que pode ser, por parte do indivíduo, consciente ou inconsciente."
Ao abordar a educação do corpo sob a perspectiva antropológica e considerando a educação física, avalie as afirmações a seguir.
I. A existência de diferentes culturas explica a diversidade de técnicas do corpo, incluindo as práticas corporais.
II. As técnicas do corpo resultam das relações entre o homem e a sua biologia exclusivamente.
III. As técnicas corporais existentes na atualidade fazem acreditar que é possível uma educação física que leia a sociedade de maneira unilateral.
IV. As técnicas do corpo são construídas conforme a sociedade e a geração em que o sujeito se encontra.
Fonte: RODRIGUES, R. O pensamento antropológico de Marcel Mauss: uma leitura das "técnicas corporais". (Dissertação de mestrado) Campinas: Unicamp, 1997.
Assinale a alternativa que apresenta apenas os itens CORRETOS.
Isso leva-nos a constatar que existem educações físicas que não estão explícitas somente nos manuais didáticos de ginástica, mas "registradas" em nossas atitudes, ou melhor, marcadas, integradas ao nosso próprio corpo. Assim, podemos descrever esse conjunto de aprendizagens do "uso do corpo" provenientes dos pátios e corredores da escola, das ruas e das praças, de festas cívicas e folclóricas, enfim, de todo o nosso cotidiano, como uma efetiva educação do corpo.
"Essa compreensão leva-nos a concluir que a maneira pela qual utilizamos nossos gestos corporais corresponde a um conjunto de atitudes permitidas ou não, naturais ou não, resultantes de uma construção social que pode ser, por parte do indivíduo, consciente ou inconsciente."
Ao abordar a educação do corpo sob a perspectiva antropológica e considerando a educação física, avalie as afirmações a seguir.
I. A existência de diferentes culturas explica a diversidade de técnicas do corpo, incluindo as práticas corporais.
II. As técnicas do corpo resultam das relações entre o homem e a sua biologia exclusivamente.
III. As técnicas corporais existentes na atualidade fazem acreditar que é possível uma educação física que leia a sociedade de maneira unilateral.
IV. As técnicas do corpo são construídas conforme a sociedade e a geração em que o sujeito se encontra.
Fonte: RODRIGUES, R. O pensamento antropológico de Marcel Mauss: uma leitura das "técnicas corporais". (Dissertação de mestrado) Campinas: Unicamp, 1997.
Assinale a alternativa que apresenta apenas os itens CORRETOS.
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