Foram encontradas 40 questões.
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo, do cronista Leo Cunha, e responda à questão.
Linda de morrer
O pai resolveu abrir uma funerária.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
(CUNHA, Leo. Manual de desculpas esfarrapadas. São Paulo: FTD, 2004.)
Sobre os sentidos do texto, é correto afirmar:
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Considerando a hierarquia de necessidades, segundo Maslow, marque a afirmativa correta.
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INSTRUÇÃO: Leia a tira abaixo e responda à questão.

(ABAURRE, M. L. et al. Português: Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2003.)
Sobre a imagem que Calvin faz da mãe para convencê-la a ir à pizzaria, é correto afirmar que ela
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No Firefox 9.0.1, para fazer uma pesquisa no conteúdo exibido na página atual, qual combinação de teclas pode ser utilizada?
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INSTRUÇÃO: Analise a figura abaixo, que ilustra um texto produzido no Microsoft Word 2007 (idioma português), em sua configuração padrão de instalação, e responda à questão.

No Microsoft Word 2007, o recurso utilizado na primeira letra do texto da coluna da esquerda (letra U) é chamado letra
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo, do cronista Leo Cunha, e responda à questão.
Linda de morrer
O pai resolveu abrir uma funerária.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
(CUNHA, Leo. Manual de desculpas esfarrapadas. São Paulo: FTD, 2004.)
Sobre a construção da crônica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O texto intenciona criticar as orientações ortodoxas sobre abrir um negócio.
( ) Apesar de escrito, está organizado como uma conversa curta, entre membros de uma família.
( ) Como o filho sai de cena zangado com os pais, o final não fecha o texto, deixa-o inconcluso.
( ) A narração é feita pelo pai, que é concomitantemente personagem principal e narrador.
Assinale a sequência correta.
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A figura abaixo apresenta a janela Executar, do Microsoft Windows XP.

Assinale a alternativa que apresenta a linha de comando a ser digitada na caixa de texto Abrir: para que seja exibida a página do Google na internet.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo, do cronista Leo Cunha, e responda à questão.
Linda de morrer
O pai resolveu abrir uma funerária.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
(CUNHA, Leo. Manual de desculpas esfarrapadas. São Paulo: FTD, 2004.)
O uso das palavras troço, ta, pro, nem tchum e de regência própria da oralidade marca
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Considerando as licenças previstas na Lei n.º 8.112/90, analise as afirmativas a seguir.
I - Há possibilidade de concessão de licença ao servidor por motivo de doença que acometa sua madrasta, mediante comprovação por junta médica oficial.
II - Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge que foi deslocado para outro ponto do território nacional.
III - O prazo máximo contínuo de licença para tratamento de saúde do servidor público é trinta e seis meses.
IV - A servidora que adotar ou obtiver a guarda judicial de uma criança de até 1 ano de idade tem direito à licença remunerada de até 30 dias.
Estão corretas as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Constata-se na leitura dessa tira a frustração do cliente diante da falta de atenção do gerente à reclamação que estava fazendo. Leia a tira para responder à questão.

Sobre a qualidade do atendimento ao usuário do serviço público, analise as afirmativas.
I - O servidor precisa identificar as necessidades dos usuários para o eficaz desempenho do atendimento.
II - A eficácia no atendimento requer do servidor o princípio da impessoalidade e uma postura que desconsidere as reclamações dos usuários.
III - O servidor que lida diretamente com o público deve ter ciência da relevância da função que desempenha e do significado do seu trabalho para a instituição.
IV - O servidor que atua com atendimento deve conhecer os aspectos técnicos de sua função bem como a organização hierárquica e quem são as pessoas que ocupam os devidos cargos.
Estão corretas as afirmativas
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