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Um cidadão brasileiro foi ao supermercado e comprou um chuveiro elétrico. Dados de placa do equipamento marcavam uma tensão nominal de 220 V e potência de 4.400 W. O cidadão não sabia que na sua moradia havia uma rede elétrica apenas na tensão 110 V. O chuveiro foi conectado, conforme o manual do fabricante, à rede elétrica. Após a instalação, considerando que, durante o banho, flui uma corrente elétrica pela resistência do chuveiro, o cidadão percebeu que o chuveiro não operava de forma adequada.
Considerando que a resistência elétrica do chuveiro permaneça constante, a corrente que circula pela resistência do chuveiro é:
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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Embora esse artigo seja dissertativo argumentativo, o autor recorre à sequência do narrar para sustentar sua opinião, como ocorre no seguinte trecho:
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Considere:
A Fonte V1 é um sinal de tensão alternada cuja tensão média é nula e o transistor Q1 é um transistor bipolar.
Um Técnico em Eletrotécnica faz um projeto de um circuito eletrônico amplificador de áudio a transistores, conforme a figura. Ao montar o protótipo, iniciam-se os testes. Nos primeiros segundos de operação, o amplificador demonstrou operação satisfatória. Porém, aproximadamente 1 minuto após foi observado que o sinal audível distorcia. Para tal problema, o Técnico propôs a seguinte solução com êxito:
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Em sistemas eletrônicos ou de automação, o conhecimento de sistemas digitais faz-se necessário. Contudo, é possível obter um circuito lógico a partir de componentes eletrônicos discretos, com o uso de transistores e diodos. Analise o circuito abaixo.

O circuito da figura, no qual os pontos A e B são entradas e o ponto S é a saída, representa uma porta do tipo:
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Considere o uso de um multiteste digital na medição de tensão entre os nós 3 e 4 da figura abaixo. Antes da inserção do instrumento no circuito, selecionou-se a opção de tensão contínua e escala 200 V.

Considere:
!$ Vs=70,71\,V_{eficaz} !$ e !$ \sqrt{2} \times Vs=100,00V !$;
R1 = R2 = 1 k!$ \Omega !$;
Os diodos D1 e D2 são ideais.
Ao se conectar a ponta de prova positiva e a comum do instrumento, nos terminais 3 e 4, respectivamente, o instrumento irá indicar o valor aproximado de
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Os motores elétricos são considerados, por vários autores, como a carga elétrica industrial mais utilizada. Embora a indústria tenha optado pelo motor de indução trifásico, para determinadas condições, o motor de corrente contínua e o motor síncrono também podem ser utilizados. Outro equipamento fundamental em sistemas de energia elétrica é o transformador, também conhecido por conversor eletromagnético ou condicionador de tensão elétrica. Tais equipamentos possuem, atualmente, altos níveis de rendimento, considerando a potência de saída em relação à potência de entrada.
Sobre a máquina síncrona, assinale a afirmativa correta.
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Considere:
A Fonte V1 é um sinal de tensão alternada cuja tensão média é nula e o transistor Q1 é um transistor bipolar.
Para o circuito de Polarização CC, é possível encontrar o circuito equivalente de Thevenin na base do transistor Q1 do circuito mostrado na figura. O circuito de Thevenin possui resistência e tensão equivalentes, respectivamente, iguais a:
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A figura mostra um desenho ilustrando o uso de um controlador lógico programável (CLP) em instalações industriais.

A partir do conhecimento da constituição básica e do funcionamento de um CLP, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Considere o circuito apresentado na figura abaixo. A alimentação em tensão alternada (V1) é de 220 Vca.

Para o circuito, é correto afirmar que a corrente I1 é igual a
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Os instrumentos de bobina móvel (BM) são normalmente construídos para pequenas correntes de fundo de escala (i), da ordem de !$ \mu !$A a mA. Para ampliar a capacidade desses instrumentos, utilizam-se resistores derivadores ou shunt (Rs) conforme mostrado na figura.

Considere:
i - corrente de fundo de escala do instrumento de bobina móvel = 1 mA;
Rs = 50 mV/ 10 A.
Quando a corrente (I) for de 10 A e o instrumento de BM estiver indicando o fundo de escala, a resistência (Rbm) será, aproximadamente:
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