Foram encontradas 40 questões.
A coluna da esquerda apresenta vidrarias e equipamentos de laboratório e a da direita, a utilização de cada peça. Numere as colunas correspondentes.
1 - Suporte universal
2 - Condensador
3 - Dessecador
4 - Kitassato
( ) Aparelho que contém substâncias higroscópicas. Usado para resfriar materiais ou evitar absorção de umidade.
( ) Usado em filtrações por sucção ou à pressão reduzida.
( ) Usado para liquefazer vapores produzidos nas montagens de destilação.
( ) Peça metálica usada para montar aparelhagem em geral.
Marque a sequência correta.
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Todos os laboratórios químicos são locais muito importantes de um estabelecimento de ensino. Neles podem existir objetos e materiais potencialmente perigosos. É cuidado básico que deve ser tomado em todos os momentos nos laboratórios:
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O calor é uma das formas de energia mais comum que se conhece. A maioria das reações químicas, de alguma forma, envolve perda ou ganho de calor (energia). A representação gráfica da variação da energia em função do caminho da reação pode ser esquematizada como:

A análise do gráfico permite afirmar:
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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Embora esse artigo seja dissertativo argumentativo, o autor recorre à sequência do narrar para sustentar sua opinião, como ocorre no seguinte trecho:
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Na obtenção do clínquer, um dos componentes do cimento Portland, são calcinados em um forno rotatório, calcário (CaCO3) e argila (90:10), resultando numa mistura de CaO e SiO2, entre outros óxidos. Em relação ao composto CaO, analise as afirmativas.
I - A ligação entre o cálcio e o oxigênio se dá por transferência de elétrons, sendo classificada como ligação covalente.
II - Os átomos alcançam a configuração de gás nobre após a ligação.
III - Após a ligação entre os átomos de cálcio e oxigênio, há formação de um cátion Ca2+ e um ânion O2-.
Está correto o que se afirma em
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O pescado é a maior fonte de ingestão de mercúrio para o homem. O limite de mercúrio (Hg) em sardinhas é 0,001 ppm. Uma análise feita em uma amostra de 200 g desse pescado indicou a presença de 0,002 mg de mercúrio. A ingestão dessa quantidade de sardinha, nessas condições, leva para o organismo do consumidor que quantidade de mercúrio (em ppm) e como se compara ao limite normatizado?
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Atualmente, há cada vez mais pesquisas em torno dos estudos da velocidade com que se processam as reações químicas, visto que muitas vezes queremos acelerar algumas ou diminuir a rapidez de outras. Isso é especialmente importante para as indústrias e essas pesquisas têm significativas consequências tecnológicas. O gráfico abaixo mostra esquematicamente a evolução da velocidade de uma reação química.

Com base no gráfico, analise as afirmativas.
I - No instante inicial, a velocidade da reação é máxima, pois as concentrações dos reagentes são máximas.
II - No instante inicial, a velocidade da reação é mínima, pois as concentrações dos produtos são nulas.
III - No instante t1 as reações direta e inversa continuam a ocorrer ininterruptamente com a mesma velocidade.
IV - No instante t1 as concentrações de reagentes e produtos são iguais, pois as reações direta e inversa ocorrem com a mesma intensidade.
Está correto o que se afirma em
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Muitos compostos inorgânicos são utilizados por pacientes no tratamento de diversas doenças. Os pacientes não percebem pois os medicamentos são comercializados com nomes diferentes. O permanganato de potássio pode ser usado como antisséptico de uso externo; o bicarbonato de sódio como antiácido; o carbonato de amônio como expectorante; o sulfato de ferro(II) para tratamento de anemias e o sulfato de magnésio como laxante. Assinale a alternativa que apresenta todas as fórmulas corretas e na ordem em que foram citadas.
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A decomposição de uma substância feita pela passagem de corrente elétrica é denominada eletrólise. A eletrólise de 4 mols de moléculas de água deverá originar:
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A emissão de gases relacionada à queima de combustível por automóveis é causa significativa do aquecimento global. Se todos nós fizermos a nossa parte, podemos reduzir a emissão de carbono e ajudar a combater o aquecimento global. Na busca pela redução da emissão de gás carbônico (CO2), um gesto simples e efetivo poderia ser utilizado: ao invés de dirigir até o mercado todos os dias, poderia ser feita apenas uma compra por semana, estocando o que fosse necessário. Se essa campanha fosse efetivada e supondo uma economia semanal de 5 litros de gasolina e que esse combustível fosse constituído apenas de isooctano (C8H18), com queima completa, qual seria, aproximadamente, em gramas, a contribuição de cada família motorizada para a redução pretendida?
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