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Foram encontradas 40 questões.

2295082 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
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Entre os vários níveis de comunicação numa organização, o autor Gaudêncio Torquato caracteriza aquela que oferece os costumes, as ideias e valores do público interno como comunicação
 

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2295048 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
2030: a fusão entre homem e máquina
Por volta de 2030, poderemos ter o que o engenheiro do Google, autor e futurista Raymond Kurzweil chama de “pensamento híbrido”. Significa pensarmos em parte de forma orgânica, de acordo com a biologia de nosso cérebro, e em parte de forma artificial – uma possibilidade do avanço exponencial da tecnologia. Um nanorrobô se instalaria em nosso neocórtex (no cérebro) possibilitando acesso direto à “nuvem”, ao conjunto de informações acessíveis via internet. Essa tecnologia também permitirá transmissões ao vivo da visão de alguém, entre outras possibilidades.
Seríamos fundidos à máquina, ou melhor, a traríamos para dentro do corpo humano. Parece ser o desenho de um futuro mais provável para a inteligência artificial do que essa dicotomia pintada na maioria dos filmes de ficção científica, de homem versus máquina, de robôs dominando a humanidade ou os usando para benefício próprio. Acho que não será uma questão de um ou outro, mas um e outro formando um outro ser, um novo conceito de humanidade. Apesar dessa imagem me dar arrepios.
A nanorrobótica ainda é uma tecnologia emergente, mas promete revolucionar a medicina num futuro próximo. Nanorrobôs são robôs do tamanho de uma célula sanguínea que poderão circular em nosso corpo fazendo diagnósticos, levando nutrientes e realizando microcirurgias.
É estranho pensar que em poucos anos um novo tipo de ser humano possa surgir. Mas refletindo sobre o avanço que tivemos nos últimos 30 anos, não é de forma alguma impossível. Em palestra no TED, Kurzweil explica o desenvolvimento de seu raciocínio.
Matéria de capa da revista “Time” “2045: The Year Man Becomes Immortal” explora a possibilidade de fazermos downloads de nossas mentes em outros recipientes, como robôs, e questiona quais implicações isso traria. 2045 seria o ano da singularidade, ainda impossível de ser compreendida, por não conseguirmos pensar fora de nosso linear e químico cérebro animal.
O termo singularidade é usado para representar uma corrente de pensamento, muitas vezes tida como um movimento. Indica que a humanidade passará por enorme avanço tecnológico em um curto espaço de tempo, no qual a inteligência artificial predominará sobre a humana. O termo é creditado ao cientista Vernor Vinge. Kurzweil, que profetizou o surgimento da internet, é um dos fundadores da Singularity University, que tem a missão de “educar, inspirar e empoderar líderes para aplicarem tecnologias exponenciais no tratamento dos grandes desafios da humanidade”.
Outro relevante membro dessa filosofia é o gerontologista Aubrey De Grey. Ele afirma que o primeiro ser humano a viver 1000 anos já nasceu. De Grey vê o envelhecimento como uma doença a ser curada e explica como isso poderia ocorrer em uma palestra. Ele é autor do livro: “Ending Aging”. [...]
Albert Einstein teria dito: “A humanidade precisará de uma substancial nova forma de pensar se quiser sobreviver”. Essa frase normalmente é atribuída ao homem ter que mudar seu comportamento em relação a recursos naturais, ao meio ambiente e a questões sociais e éticas. Pensar em prol de um bem comum e não mais em benefício próprio. Transformar uma mentalidade imediatista para uma visão a longo prazo. Quem sabe, Einstein também estaria profetizando sobre o pensamento híbrido de Kurzweil.
Os avanços tecnológicos podem trazer benefícios, mas costumam ser atrelados a efeitos colaterais, que nos prejudicam e precisam ser discutidos. Como o vício da internet, a alienação do celular e a solidão das redes sociais. Esse homem-máquina teria um novo desafio a sua frente: como lidar com a liberdade de escolha em um cenário de acesso instantâneo e ilimitado a informações? Teorias filosóficas seriam reformuladas e outras apareceriam. Existencialistas se debruçariam sobre a nova responsabilidade do homem diante um livre arbítrio tecnológico e a angústia existencial gerada pelo processo de tomada de decisões com tantas opções e informações disponíveis. Sartre não ia querer perder a oportunidade de refletir sobre um outro tipo de ser humano e iria implorar para nascer de novo.
(Disponível em: http://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/. Acesso em: 09/2016.)
Os termos nanorrobôs, singularidade e empoderar apresentam, respectivamente, os processos de formação de palavras:
 

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2295010 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
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Para a elaboração de um plano de comunicação de uma organização pública que se encontra em fase de modernização, devem ser observados os elementos que integram seu planejamento. Sobre o assunto, considere:
I - Privilegiar os bons funcionários.
II - Esclarecer funcionários sobre assuntos organizacionais.
III - Expandir sistemas segmentados entre suas unidades para facilitar a comunicação.
IV - Conhecer anseios e expectativas de usuários de serviços e de seus públicos.
Para a modernização de uma organização pública, são indicadas as diretrizes de gestão de comunicação:
 

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2294872 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
2030: a fusão entre homem e máquina
Por volta de 2030, poderemos ter o que o engenheiro do Google, autor e futurista Raymond Kurzweil chama de “pensamento híbrido”. Significa pensarmos em parte de forma orgânica, de acordo com a biologia de nosso cérebro, e em parte de forma artificial – uma possibilidade do avanço exponencial da tecnologia. Um nanorrobô se instalaria em nosso neocórtex (no cérebro) possibilitando acesso direto à “nuvem”, ao conjunto de informações acessíveis via internet. Essa tecnologia também permitirá transmissões ao vivo da visão de alguém, entre outras possibilidades.
Seríamos fundidos à máquina, ou melhor, a traríamos para dentro do corpo humano. Parece ser o desenho de um futuro mais provável para a inteligência artificial do que essa dicotomia pintada na maioria dos filmes de ficção científica, de homem versus máquina, de robôs dominando a humanidade ou os usando para benefício próprio. Acho que não será uma questão de um ou outro, mas um e outro formando um outro ser, um novo conceito de humanidade. Apesar dessa imagem me dar arrepios.
A nanorrobótica ainda é uma tecnologia emergente, mas promete revolucionar a medicina num futuro próximo. Nanorrobôs são robôs do tamanho de uma célula sanguínea que poderão circular em nosso corpo fazendo diagnósticos, levando nutrientes e realizando microcirurgias.
É estranho pensar que em poucos anos um novo tipo de ser humano possa surgir. Mas refletindo sobre o avanço que tivemos nos últimos 30 anos, não é de forma alguma impossível. Em palestra no TED, Kurzweil explica o desenvolvimento de seu raciocínio.
Matéria de capa da revista “Time” “2045: The Year Man Becomes Immortal” explora a possibilidade de fazermos downloads de nossas mentes em outros recipientes, como robôs, e questiona quais implicações isso traria. 2045 seria o ano da singularidade, ainda impossível de ser compreendida, por não conseguirmos pensar fora de nosso linear e químico cérebro animal.
O termo singularidade é usado para representar uma corrente de pensamento, muitas vezes tida como um movimento. Indica que a humanidade passará por enorme avanço tecnológico em um curto espaço de tempo, no qual a inteligência artificial predominará sobre a humana. O termo é creditado ao cientista Vernor Vinge. Kurzweil, que profetizou o surgimento da internet, é um dos fundadores da Singularity University, que tem a missão de “educar, inspirar e empoderar líderes para aplicarem tecnologias exponenciais no tratamento dos grandes desafios da humanidade”.
Outro relevante membro dessa filosofia é o gerontologista Aubrey De Grey. Ele afirma que o primeiro ser humano a viver 1000 anos já nasceu. De Grey vê o envelhecimento como uma doença a ser curada e explica como isso poderia ocorrer em uma palestra. Ele é autor do livro: “Ending Aging”. [...]
Albert Einstein teria dito: “A humanidade precisará de uma substancial nova forma de pensar se quiser sobreviver”. Essa frase normalmente é atribuída ao homem ter que mudar seu comportamento em relação a recursos naturais, ao meio ambiente e a questões sociais e éticas. Pensar em prol de um bem comum e não mais em benefício próprio. Transformar uma mentalidade imediatista para uma visão a longo prazo. Quem sabe, Einstein também estaria profetizando sobre o pensamento híbrido de Kurzweil.
Os avanços tecnológicos podem trazer benefícios, mas costumam ser atrelados a efeitos colaterais, que nos prejudicam e precisam ser discutidos. Como o vício da internet, a alienação do celular e a solidão das redes sociais. Esse homem-máquina teria um novo desafio a sua frente: como lidar com a liberdade de escolha em um cenário de acesso instantâneo e ilimitado a informações? Teorias filosóficas seriam reformuladas e outras apareceriam. Existencialistas se debruçariam sobre a nova responsabilidade do homem diante um livre arbítrio tecnológico e a angústia existencial gerada pelo processo de tomada de decisões com tantas opções e informações disponíveis. Sartre não ia querer perder a oportunidade de refletir sobre um outro tipo de ser humano e iria implorar para nascer de novo.
(Disponível em: http://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/. Acesso em: 09/2016.)
O texto defende que
 

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2294869 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
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Para uma assessoria de imprensa de uma organização pública ser bem sucedida, recomenda-se que
 

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2294794 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
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No atual modelo da comunicação organizacional, o assessor de imprensa desempenha uma função especializada e estratégica. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma atividade do assessor de imprensa.
 

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2294775 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
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Sobre valor-notícia, Nelson Traquina considera que a qualidade que faz relevante uma informação pelo envolvimento de muitas pessoas ou por ser insólita está ligada ao critério de
 

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249161 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
A figura abaixo apresenta uma planilha do LibreOffice Calc, versão 5.1.4, em sua configuração padrão.
Enunciado 2849405-1
De acordo com a planilha, o valor retornado pela fórmula =SOMA(A1;B2:C3) é igual a
 

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249160 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
A figura abaixo apresenta um tela do LibreOffice Writer, versão 5.1.4 em sua configuração padrão. Nela, um texto com 11 linhas está sendo editado.
Enunciado 3216413-1
Foram realizadas modificações na formatação do mesmo texto e, depois disso, o usuário parou o cursor ao lado do último caractere da linha 11 do texto.
Enunciado 3216413-2
Com base nas figuras, analise as afirmativas que estão relacionadas ao texto e às modificações realizadas nele.
I - Nas palavras da primeira linha do texto foi aplicado o efeito itálico.
II - A linha 11 foi alinhada à direita e ativou-se a numeração
III - Antes da formatação havia 72 palavras no texto e, após a formatação, 82 palavras.
IV - A fonte utilizada nas linhas 2 a 11 do texto é Arial.
Estão corretas as afirmativas
 

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249159 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Considere a planilha abaixo do Microsoft Excel 2010 (idioma Português).
Enunciado 3553926-1
Sobre a planilha, analise as afirmativas.
I - O conteúdo da célula D3 pode ser obtido pela fórmula =A1^2
II - O valor apresentado na célula D1 pode ser resultado da fórmula =B1/6
III - O conteúdo da célula D2 pode ser obtido pela fórmula =SE(A1>B2;B1;A2)
IV - O valor apresentado na célula D4 pode ser resultado da fórmula =RAIZ(A1)
Estão corretas as afirmativas
 

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