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O trabalho com textos sinalizados em Libras visa a desenvolver a compreensão leitora de alunos surdos. Basso, Strobel e Masutti (2009) sugerem o uso de um procedimento metodológico em que o ensino da leitura é desenvolvido a partir de três níveis:
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Segundo Basso, Strobel e Masutti (2009), o planejamento de ensino de Libras pode ser divido em quatro etapas: conhecimento da realidade, elaboração, execução e avaliação. A avaliação permite verificar o nível de desenvolvimento linguístico, acompanhar o processo de apropriação da língua pelos alunos, a partir de que novas intervenções didáticas podem ser propostas. Há dois tipos de avalição, a somativa e a formativa. Pode-se dizer da avaliação somativa que
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De acordo com Basso, Strobel e Masutti (2009), o planejamento de aulas e atividades de Libras precisa considerar os fatores internos e externos do ensino dessa língua. Um fator externo é o/a
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O registro de aulas e atividades de Libras representa a constituição de um material para o próprio estudo e ensino da Libras. No que diz respeito ao processo de ensino da leitura de sinais, o registro em vídeo de textos em sinais toma grande importância, pois se mostra como uma possibilidade de
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O professor de Libras como segunda língua para ouvintes não pode interferir ou mudar o estilo de aprendizagem de seus alunos, mas pode orientar o uso das estratégias de aprendizagem que podem se mostrar mais eficazes na resolução das tarefas em Libras (GESSER, 2012). Há vários tipos de estratégias de aprendizagem, dentre elas destacam-se as estratégias metacognitivas, que
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Segundo Sá (2006), após o Oralismo, a educação de surdos passou a ser orientada pelos preceitos da Comunicação Total, que
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De acordo com Mertzani (2010), o ensino de línguas de sinais para ouvintes tem utilizado métodos de ensino de segunda língua. A abordagem de ensino de Libras para ouvintes cujo foco da aprendizagem não está na forma linguística, mas no desenvolvimento de uma competência para usar a Libras em situações reais, é a
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O Decreto nº 5.626, de 2005, estabelece que, para complementar o currículo da base nacional comum, o ensino de Libras e o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa como segunda língua para alunos surdos, devem ser ministrados em uma perspectiva dialógica, funcional e instrumental. É correto afirmar, acerca dessas perspectivas, que
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No ensino de Libras como segunda língua para ouvintes, a identificação dos diferentes estilos de aprendizagem dos alunos pode promover um ambiente de aprendizagem que valorize suas diferentes formas de aprender (GESSER, 2012). O estilo de aprendizagem em que o aluno recorre à experiência física (sentir, tocar, manusear), para a aprender a Libras, tem sido denominado de
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O ensino de Libras como primeira língua para alunos surdos compreende o desenvolvimento de duas habilidades, expressar-se em Libras e compreender em Libras, que permitem ao aluno surdo expor suas ideias e opiniões por meio de sua língua visuo-espacial. O trabalho com a habilidade de compreender em Libras, contemplando os diversos gêneros discursivos implicados na comunicação gestual, pode ser realizado nas aulas de Libras para alunos surdos
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