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O estabelecimento de medidas de biossegurança em laboratórios de anatomia e de necrópsia baseia-se na observação dos riscos a que estão expostos os profissionais e usuários desses laboratórios. Os riscos são classificados de acordo com sua natureza em cinco categorias. Associe as duas colunas, relacionando as categorias de classificação aos riscos presentes em laboratórios de anatomia e de necrópsia.
A. Risco físico. ( ) Acidentes com serra elétrica.
B. Risco químico. ( ) Vibração e ruído da serra elétrica.
C. Risco biológico. ( ) Contato com sangue.
D. Risco ergonômico. ( ) Formol.
E. Risco de acidente. ( ) Esforço físico para a manipulação de cadáver.
A sequência CORRETA dessa associação é:
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Os sistemas orgânicos animais são constituídos por diversos órgãos. Assinale a alternativa que correlaciona CORRETAMENTE o órgão ao sistema ao qual ele está associado.
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O conhecimento da anatomia macroscópica dos animais domésticos permite a identificação dos diversos órgãos e estruturas que compõem os sistemas orgânicos animais. Com relação às características anatômicas dos animais domésticos, analise as afirmativas abaixo:
I. As glândulas reprodutivas acessórias do suíno são a próstata, as glândulas vesiculares e as glândulas bulbouretrais.
II. O corpo da língua dos ruminantes apresenta o toro lingual.
III. O intestino delgado é formado pelo duodeno, pelo jejuno, pelo íleo e pelo ceco.
IV. A traqueia é um órgão cartilagíneo que se bifurca em brônquios principais, direito e esquerdo.
V. O sistema nervoso central é composto pelo encéfalo e pela medula espinhal.
Está CORRETO o que se afirma em:
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A maioria dos movimentos do corpo do animal e de suas partes é causada pela contração muscular. Associe as duas colunas abaixo, relacionando o músculo e a região corpórea na qual ele está localizado.
A. Músculo masseter. ( ) Cabeça.
B. Músculo intercostal externo. ( ) Pescoço.
C. Músculo supraespinhal. ( ) Membro torácico.
D. Músculo gastrocnêmio. ( ) Tórax.
E. Músculo transverso do abdômen. ( ) Abdômen.
F. Músculo esternocefálico. ( ) Membro pélvico.
A sequência CORRETA dessa associação é:
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A identificação dos órgãos nas cavidades corpóreas é necessária durante as necrópsias e práticas anatômicas. Considerando uma fêmea bovina não gestante, associe os órgãos à cavidade corpórea que eles ocupam.
Cavidades corpóreas: Órgãos:
A. Cavidade torácica. ( ) Ovário.
B. Cavidade abdominal. ( ) Pulmão.
C. Cavidade pélvica. ( ) Adrenal.
( ) Coração.
( ) Baço.
A sequência CORRETA dessa associação é:
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TEXTO II

Comparando-se o Texto II com o Texto I, só NÃO se pode afirmar que:
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O formol ou formalina é uma solução aquosa saturada de aldeído fórmico a 40% (“formol puro”) muito utilizada para a fixação de peças anatômicas. Para fixação de peças, o formol é preparado em solução aquosa a 10% em água destilada. A eliminação da acidez da solução fornece melhores resultados de fixação e pode ser realizada pela adição de 4,0g de fosfato de sódio monobásico e 6,5g de fosfato de sódio dibásico anidro para cada 1000ml de solução. Para o preparo de 2000ml de formol tamponado, as quantidades de formol, fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico anidro e água destilada utilizadas são, respectivamente:
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
Sobre a função da escola no desenvolvimento do prazer de ler, o Texto I assim se posiciona:
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Após a morte do animal ocorrem alterações químicas e bacterianas que resultam na decomposição do corpo. O reconhecimento dessas alterações cadavéricas é fundamental para que não sejam confundidas com lesões que se desenvolveram antes da morte. São exemplos de alterações cadavéricas:
I. Livores cadavéricos.
II. Desprendimento do epitélio das mucosas dos pré-estômagos dos ruminantes.
III. Produção de gases.
IV. Inflamação das mucosas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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O esqueleto apendicular dos animais domésticos é formado pelos ossos dos membros torácicos e dos membros pélvicos. São ossos que compõem o membro torácico:
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