A genitora trouxe seu bebê com 9 meses à emergência pediátrica, pois ele está apresentando respiração
ruidosa, choro rouco e dificuldade para respirar. A mãe refere que o bebê estava sob os cuidados do seu irmão
menor, que estava distraindo ele com brinquedos de peças pequenas. Ao exame físico: taquipneia (FR 55
rpm), tiragem subcostal e intercostal, ausculta pulmonar com estridor, com hipótese diagnóstica de obstrução
de via aérea por corpo estranho. Nesse contexto, a enfermeira planeja a assistência de enfermagem
elaborando e priorizando o seguinte diagnóstico de enfermagem:
No Nordeste do Brasil, as infecções respiratórias virais do trato respiratório inferior apresentam sazonalidade
nos meses entre março e julho. O vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por cerca de 80% dos casos
em menores de 1 ano, com 50% das hospitalizações ocorrendo nos primeiros 3 meses de vida. O SUS
preconiza imunoprofilaxia com anticorpo monoclonal, palivizumabe para prevenção da infecção pelo VSR em
bebês de maior risco. Fazem parte desse grupo de risco:
Atualmente, o fenômeno da hesitação vacinal é uma realidade no Brasil, decorrente da disseminação rápida de
desinformações pelos meios digitais, principalmente durante e após a pandemia de COVID-19. Dentro dessa
problemática, é essencial que o profissional de enfermagem conheça as falsas contra-indicações que
interferem no alcance de metas e coberturas vacinais. Nesse sentido, as falsas contra-indicações são:
As infecções respiratórias em crianças constituem um dos problemas mais comuns encontrados nos serviços
de pronto atendimento pediátrico, resultando em morbidade e mortalidade significativas. No atendimento de um
lactente de 3 meses com sinais de insuficiência respiratória, identifica-se na avaliação semiológica:
O profissional deve manter atenção aos aspectos relacionados à segurança do paciente, com o objetivo de
reduzir a ocorrência de erros e prevenir eventos adversos, sobretudo em unidades neonatais que oferecem
assistência a pacientes de alto risco, em condição de extrema fragilidade, que demandam cuidados
especializados. Sobre a segurança em unidades neonatais, é importante considerar que
A lesão cerebral neonatal resulta de um processo multifatorial, no qual fatores genéticos, epigenéticos,
metabólicos, pré-natais e pós-natais interagem, podendo proteger, desencadear ou agravar o dano cerebral.
Sobre as estratégias para neuroproteção neonatal, pode-se afirmar que
Durante a fototerapia, o papel da Enfermagem é essencial para garantir tanto a eficácia do tratamento quanto a
segurança do recém-nascido. Nas ações de Enfermagem que englobam cuidados clínicos e técnicos durante a
fototerapia intensiva é recomendado
Durante a transição da circulação fetal para a neonatal, importantes alterações hemodinâmicas ocorrem,
permitindo a adaptação do recém-nascido à vida extrauterina. Dentre outros eventos fisiológicos, podemos
afirmar que
A violência obstétrica, caracterizada por práticas desrespeitosas, negligentes ou abusivas durante a gestação,
parto ou pós-parto, pode afetar diretamente a saúde e o desenvolvimento do recém-nascido. Considerando o
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante à criança o direito à vida, à saúde e à dignidade,
assinale a alternativa que melhor representa a relação entre a violência obstétrica e a proteção neonatal:
A Lei nº 15.139 de maio de 2025 institui a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental.
Segundo ela, cabe aos serviços de saúde públicos e privados, independentemente de sua forma, organização
jurídica e gestão, a adoção das seguintes condutas em casos de perda gestacional, de óbito fetal e de óbito
neonatal: