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Foram encontradas 50 questões.

2435942 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Num sistema Linux, as alterações no arquivo de log “/tmp/teste.log” são monitoradas ao se executar uma vez o comando
 

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2435610 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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O diagrama de classe da figura abaixo exemplifica a utilização de pelo menos dois padrões de projetos (Design Patterns).
Enunciado 2900861-1
São demonstrados, na figura, os padrões de projeto
 

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2435507 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Observe a figura abaixo.
Enunciado 2898962-1
Dos DER acima aquele(s) que especifica(m), corretamente, a(s) cardinalidade(s) da relacionamento de casamento, de forma que uma pessoa não possa casar com mais de uma pessoa e uma pessoa não possa casar consigo mesma é (são)
 

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2435236 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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No final era o verbo
Alcir Pécora
O ensaísta e professor de história inglês Tony Judt (1948-2010), diretor do Instituto Erich Maria Remarque, da Universidade de Nova York, é autor, entre outros livros importantes, de Pós-Guerra, de 2005, e Reflexões sobre um Século Esquecido (1901-2000), de 2008. Sem estar à altura desses dois, há algo de mais dramático e urgente em O Mal Ronda a Terra (2010) [todos publicados pela editora Objetiva], um livro que só foi possível graças à ajuda de várias pessoas, pois já estava avançada a esclerose amiotrófica lateral que o deixou paralisado e o levou à morte poucos meses depois de terminá-lo.
O título foi extraído de um verso do poema “The Deserted Village”, de Oliver Goldsmith (1730-1774), que lamenta a destruição de uma aldeia e de suas terras para dar lugar ao jardim de uma mansão.
A crítica à transformação das casas dos pobres e de suas terras produtivas em ornamento predatório calha com o que Judt pretende dizer a respeito do desastre a que as sociedades assistem nos últimos 30 anos. Tal é o período em que se rompe o consenso social-democrático, de matriz keynesiana, e se instala a ordem mundial adotada vorazmente por Estados Unidos e Grã-Bretanha nos governos Reagan, Thatcher, Clinton, Bush, Blair e Brown.
Perdeu-se então o “senso de propósito comum” e o norte duradouro da redução da desigualdade e do acesso aos bens públicos, em favor do consumo exacerbado de bens supérfluos, do culto ao dinheiro.
Foi o que levou à panaceia da privatização, ao horror da intervenção estatal, considerada ineficiente face ao dinamismo do mercado; e dá-lhe louvor do empreendedorismo, da gestão tecnocrata, o que resultou em insensibilidade fatal para a oferta de serviços que custam caro, mas são imprescindíveis para a população: transporte público (especialmente trens e metrôs), sistemas de saúde e de previdência, segurança pública (e não privada), educação de primeira para todos, moradia decente na cidade (e não em condomínios fechados, que fragmentam o tecido urbano e o sentido de comunidade civil).
Depois de 2008, entretanto, a euforia do mercado revelou as bolhas tóxicas em suas veias. E, diante da crise, ao contrário dos que passaram saltitantes para o lado do capitalismo de Estado da mesma forma com que, antes, juravam no altar privatista da Escola de Chicago, Judt entende que esse retorno ao Estado não será simples, nem sem dor.
Para suportá-la, propõe duas ordens de considerações aos jovens que herdam a crise do contemporâneo, ambas distantes de categorias estritamente econômicas – pois, para ele, esse reducionismo estrito, tanto da parte do mercado como dos marxistas, é parte essencial do problema.
Primeiro, é preciso construir um vocabulário alternativo para o Estado, pois o que há, hoje, é uma “deficiência discursiva”, uma incapacidade de repensá-lo como híbrido viável de tolerância democrática e virtude da ação coletiva, para além dos clichês ou mesmo da “indiferença” pela ideia de bem comum (como ocorre, em parte, nas políticas de identidade, no fundo, maximização de subjetividades nas quais o grupo de semelhantes é o que importe).
Segundo, significa encontrar formas de superar o “vácuo moral”, isto é, de formular uma “economia moral” que confronte a pusilanimidade política.
Portanto, a equação do desastre contemporâneo é também literária – no verbo, ainda reside o princípio. Trata-se de inventar uma palavra carregada de nova disposição anímica, sobretudo com coragem de discordar, pois esse é o “sangue vital” das sociedades abertas e o valor mais radical a se legar aos mais jovens.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2011/06/>.
Acesso em: 23 mar. 2012.
Sobre os pronomes oblíquos empregados no último período do primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que exercem
 

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2434616 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considerando-se a variável s = 'ABCDEF', utilizando Python, a instrução que exibe 'DE' é
 

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2434584 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Analise o modelo conceitual da figura abaixo.
Enunciado 2872626-1
De acordo com esse modelo, é correto afirmar que
 

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2434456 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Analise o código Java abaixo.
public class Pessoa {
private String nome;
static final int MAXAGE=60;
public Pessoa(String _nome){
//código
}
protected int calculaIdade(String date){
//código
}
}
Marque a opção que representa a notação UML mais próxima da classe Pessoa e que segue os padrões estabelecidos na versão 2.0 da UML
 

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2434412 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considere a seguinte view definida numa aplicação Django:
from django.shortcuts import render_to_response
def index(request):
dicionario = dict(nome='IFRN')
return render_to_response('index.html', locals ( ) )
De acordo com a view acima, o trecho de código que deve ser definido no template "index.html" para exibir "IFRN" é
 

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2434137 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considere o modelo conceitual a seguir.
Enunciado 2859741-1
De acordo com esse modelo, é correto afirmar que
 

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2434075 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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No final era o verbo
Alcir Pécora
O ensaísta e professor de história inglês Tony Judt (1948-2010), diretor do Instituto Erich Maria Remarque, da Universidade de Nova York, é autor, entre outros livros importantes, de Pós-Guerra, de 2005, e Reflexões sobre um Século Esquecido (1901-2000), de 2008. Sem estar à altura desses dois, há algo de mais dramático e urgente em O Mal Ronda a Terra (2010) [todos publicados pela editora Objetiva], um livro que só foi possível graças à ajuda de várias pessoas, pois já estava avançada a esclerose amiotrófica lateral que o deixou paralisado e o levou à morte poucos meses depois de terminá-lo.
O título foi extraído de um verso do poema “The Deserted Village”, de Oliver Goldsmith (1730-1774), que lamenta a destruição de uma aldeia e de suas terras para dar lugar ao jardim de uma mansão.
A crítica à transformação das casas dos pobres e de suas terras produtivas em ornamento predatório calha com o que Judt pretende dizer a respeito do desastre a que as sociedades assistem nos últimos 30 anos. Tal é o período em que se rompe o consenso social-democrático, de matriz keynesiana, e se instala a ordem mundial adotada vorazmente por Estados Unidos e Grã-Bretanha nos governos Reagan, Thatcher, Clinton, Bush, Blair e Brown.
Perdeu-se então o “senso de propósito comum” e o norte duradouro da redução da desigualdade e do acesso aos bens públicos, em favor do consumo exacerbado de bens supérfluos, do culto ao dinheiro.
Foi o que levou à panaceia da privatização, ao horror da intervenção estatal, considerada ineficiente face ao dinamismo do mercado; e dá-lhe louvor do empreendedorismo, da gestão tecnocrata, o que resultou em insensibilidade fatal para a oferta de serviços que custam caro, mas são imprescindíveis para a população: transporte público (especialmente trens e metrôs), sistemas de saúde e de previdência, segurança pública (e não privada), educação de primeira para todos, moradia decente na cidade (e não em condomínios fechados, que fragmentam o tecido urbano e o sentido de comunidade civil).
Depois de 2008, entretanto, a euforia do mercado revelou as bolhas tóxicas em suas veias. E, diante da crise, ao contrário dos que passaram saltitantes para o lado do capitalismo de Estado da mesma forma com que, antes, juravam no altar privatista da Escola de Chicago, Judt entende que esse retorno ao Estado não será simples, nem sem dor.
Para suportá-la, propõe duas ordens de considerações aos jovens que herdam a crise do contemporâneo, ambas distantes de categorias estritamente econômicas – pois, para ele, esse reducionismo estrito, tanto da parte do mercado como dos marxistas, é parte essencial do problema.
Primeiro, é preciso construir um vocabulário alternativo para o Estado, pois o que há, hoje, é uma “deficiência discursiva”, uma incapacidade de repensá-lo como híbrido viável de tolerância democrática e virtude da ação coletiva, para além dos clichês ou mesmo da “indiferença” pela ideia de bem comum (como ocorre, em parte, nas políticas de identidade, no fundo, maximização de subjetividades nas quais o grupo de semelhantes é o que importa).
Segundo, significa encontrar formas de superar o “vácuo moral”, isto é, de formular uma “economia moral” que confronte a pusilanimidade política.
Portanto, a equação do desastre contemporâneo é também literária – no verbo, ainda reside o princípio. Trata-se de inventar uma palavra carregada de nova disposição anímica, sobretudo com coragem de discordar, pois esse é o “sangue vital” das sociedades abertas e o valor mais radical a se legar aos mais jovens.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2011/06/>.
Acesso em: 23 mar. 2012.
As palavras “entretanto” e “portanto”, respectivamente, estabelecem as seguintes relações:
 

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