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Foram encontradas 50 questões.

2434045 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Analise o código PHP abaixo.
<?php
$palavra1 = "hoje eh ";
$numero1 = intval($palavra1);
$palavra2 = "22 de maio";
$numero2 = intval($palavra2);
$frase = $palavra1 + $numero2;
if ($numero1) { echo "V"; } else { echo "F"; }
if ($palavra2 == $numero2) { echo "V"; } else { echo "F"; }
if ($frase == "hoje eh 22") { echo "V"; } else { echo "F"; }
?>
A saída resultante da execução do código é
 

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2434028 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Em relação ao INNER JOIN, é correto afirma que
 

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2432958 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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O leitor da revista Cult, Braquilogildo Anacoluto, após ler o texto “No final era o verbo”, resolveu escrever para o editor da revista. Eis o texto produzido por Braquilogildo:
Memorando nº 01/BA Natal, 22 de março de 2012.
Ao Meretíssimo Editor da Revista Cult
Assunto: Texto publicado na edição 158, de junho de 2011.
Parabenizo Vs. Exa. pela publicação do texto “No final era o verbo”, do colunista Alcir Pécora. O autor revela elegância no trato com a linguagem e erudição ao discutir as questões postas no livro do historiador Tony Judt. Realmente fiquei com vontade de correr para a livraria e adquirir a obra.
Atenciosamente,
Braquilogildo Anacoluto
Ao fazer uso de pronomes de tratamento, Braquilogildo emprega os pronomes
 

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2432604 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Sabendo-se que uma tabela encontra-se na terceira forma normal (3FN), quando, além de estar na segunda forma normal (2FN), não contém dependências transitivas. Então, dada a tabela representada pelo esquema a seguir, faça uma análise dos dados.
Emp (CodEmp, Nome, Cat, Sal)
De acordo com os dados que compõem a tabela, é correto afirmar que essa tabela
 

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2431935 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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No final era o verbo
Alcir Pécora
O ensaísta e professor de história inglês Tony Judt (1948-2010), diretor do Instituto Erich Maria Remarque, da Universidade de Nova York, é autor, entre outros livros importantes, de Pós-Guerra, de 2005, e Reflexões sobre um Século Esquecido (1901-2000), de 2008. Sem estar à altura desses dois, há algo de mais dramático e urgente em O Mal Ronda a Terra (2010) [todos publicados pela editora Objetiva], um livro que só foi possível graças à ajuda de várias pessoas, pois já estava avançada a esclerose amiotrófica lateral que o deixou paralisado e o levou à morte poucos meses depois de terminá-lo.
O título foi extraído de um verso do poema “The Deserted Village”, de Oliver Goldsmith (1730-1774), que lamenta a destruição de uma aldeia e de suas terras para dar lugar ao jardim de uma mansão.
A crítica à transformação das casas dos pobres e de suas terras produtivas em ornamento predatório calha com o que Judt pretende dizer a respeito do desastre a que as sociedades assistem nos últimos 30 anos. Tal é o período em que se rompe o consenso social-democrático, de matriz keynesiana, e se instala a ordem mundial adotada vorazmente por Estados Unidos e Grã-Bretanha nos governos Reagan, Thatcher, Clinton, Bush, Blair e Brown.
Perdeu-se então o “senso de propósito comum” e o norte duradouro da redução da desigualdade e do acesso aos bens públicos, em favor do consumo exacerbado de bens supérfluos, do culto ao dinheiro.
Foi o que levou à panaceia da privatização, ao horror da intervenção estatal, considerada ineficiente face ao dinamismo do mercado; e dá-lhe louvor do empreendedorismo, da gestão tecnocrata, o que resultou em insensibilidade fatal para a oferta de serviços que custam caro, mas são imprescindíveis para a população: transporte público (especialmente trens e metrôs), sistemas de saúde e de previdência, segurança pública (e não privada), educação de primeira para todos, moradia decente na cidade (e não em condomínios fechados, que fragmentam o tecido urbano e o sentido de comunidade civil).
Depois de 2008, entretanto, a euforia do mercado revelou as bolhas tóxicas em suas veias. E, diante da crise, ao contrário dos que passaram saltitantes para o lado do capitalismo de Estado da mesma forma com que, antes, juravam no altar privatista da Escola de Chicago, Judt entende que esse retorno ao Estado não será simples, nem sem dor.
Para suportá-la, propõe duas ordens de considerações aos jovens que herdam a crise do contemporâneo, ambas distantes de categorias estritamente econômicas – pois, para ele, esse reducionismo estrito, tanto da parte do mercado como dos marxistas, é parte essencial do problema.
Primeiro, é preciso construir um vocabulário alternativo para o Estado, pois o que há, hoje, é uma “deficiência discursiva”, uma incapacidade de repensá-lo como híbrido viável de tolerância democrática e virtude da ação coletiva, para além dos clichês ou mesmo da “indiferença” pela ideia de bem comum (como ocorre, em parte, nas políticas de identidade, no fundo, maximização de subjetividades nas quais o grupo de semelhantes é o que importa).
Segundo, significa encontrar formas de superar o “vácuo moral”, isto é, de formular uma “economia moral” que confronte a pusilanimidade política.
Portanto, a equação do desastre contemporâneo é também literária – no verbo, ainda reside o princípio. Trata-se de inventar uma palavra carregada de nova disposição anímica, sobretudo com coragem de discordar, pois esse é o “sangue vital” das sociedades abertas e o valor mais radical a se legar aos mais jovens.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2011/06/>.
Acesso em: 23 mar. 2012.
Considere o trecho: “Foi o que levou à panaceia da privatização, ao horror da intervenção estatal, considerada ineficiente face ao dinamismo do mercado; e dá-lhe louvor do empreendedorismo [...]”. Sobre a pontuação desse trecho, considerando-se as relações sintáticas e semânticas, é correto afirmar que a retirada da segunda vírgula
 

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2431111 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considerando-se o código Python/Django abaixo, responda ao que é solicitado.
from django import forms
class Formulario(forms.Form):
qtd = forms.IntegerField( )
Partindo-se do código acima, a opção de método que deve ser definida na classe Formulario para adicionar validações extras no campo qtd é
 

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2431037 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considere uma operação que aumenta em x% o preço de todos os pratos servidos em um determinado dia da semana. Para isso, tome como base a figura abaixo. A assinatura deste método seria aumentaPreco(diaDaSemana:DiaDaSemana;x:Porcentagem). Um exemplo de aplicação seria: aumentaPreco(“terca”;15), isso faz com que todos os pratos servidos na terça-feira passem a custar 15% mais caro.
Enunciado 2800467-1
Segundo o padrão “especialista”, essa operação deve ser implementada na classe
 

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2430858 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Leia o código Python/Django que segue.
from django.db import models
class Item(models.Model):
qtd = models.IntegerField( )
De acordo com esse código, das opções abaixo, a que retorna um conjunto de objetos da classe Item que têm qtd maior que 5 é
 

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2430293 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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No final era o verbo
Alcir Pécora
O ensaísta e professor de história inglês Tony Judt (1948-2010), diretor do Instituto Erich Maria Remarque, da Universidade de Nova York, é autor, entre outros livros importantes, de Pós-Guerra, de 2005, e Reflexões sobre um Século Esquecido (1901-2000), de 2008. Sem estar à altura desses dois, há algo de mais dramático e urgente em O Mal Ronda a Terra (2010) [todos publicados pela editora Objetiva], um livro que só foi possível graças à ajuda de várias pessoas, pois já estava avançada a esclerose amiotrófica lateral que o deixou paralisado e o levou à morte poucos meses depois de terminá-lo.
O título foi extraído de um verso do poema “The Deserted Village”, de Oliver Goldsmith (1730-1774), que lamenta a destruição de uma aldeia e de suas terras para dar lugar ao jardim de uma mansão.
A crítica à transformação das casas dos pobres e de suas terras produtivas em ornamento predatório calha com o que Judt pretende dizer a respeito do desastre a que as sociedades assistem nos últimos 30 anos. Tal é o período em que se rompe o consenso social-democrático, de matriz keynesiana, e se instala a ordem mundial adotada vorazmente por Estados Unidos e Grã-Bretanha nos governos Reagan, Thatcher, Clinton, Bush, Blair e Brown.
Perdeu-se então o “senso de propósito comum” e o norte duradouro da redução da desigualdade e do acesso aos bens públicos, em favor do consumo exacerbado de bens supérfluos, do culto ao dinheiro.
Foi o que levou à panaceia da privatização, ao horror da intervenção estatal, considerada ineficiente face ao dinamismo do mercado; e dá-lhe louvor do empreendedorismo, da gestão tecnocrata, o que resultou em insensibilidade fatal para a oferta de serviços que custam caro, mas são imprescindíveis para a população: transporte público (especialmente trens e metrôs), sistemas de saúde e de previdência, segurança pública (e não privada), educação de primeira para todos, moradia decente na cidade (e não em condomínios fechados, que fragmentam o tecido urbano e o sentido de comunidade civil).
Depois de 2008, entretanto, a euforia do mercado revelou as bolhas tóxicas em suas veias. E, diante da crise, ao contrário dos que passaram saltitantes para o lado do capitalismo de Estado da mesma forma com que, antes, juravam no altar privatista da Escola de Chicago, Judt entende que esse retorno ao Estado não será simples, nem sem dor.
Para suportá-la, propõe duas ordens de considerações aos jovens que herdam a crise do contemporâneo, ambas distantes de categorias estritamente econômicas – pois, para ele, esse reducionismo estrito, tanto da parte do mercado como dos marxistas, é parte essencial do problema.
Primeiro, é preciso construir um vocabulário alternativo para o Estado, pois o que há, hoje, é uma “deficiência discursiva”, uma incapacidade de repensá-lo como híbrido viável de tolerância democrática e virtude da ação coletiva, para além dos clichês ou mesmo da “indiferença” pela ideia de bem comum (como ocorre, em parte, nas políticas de identidade, no fundo, maximização de subjetividades nas quais o grupo de semelhantes é o que importa).
Segundo, significa encontrar formas de superar o “vácuo moral”, isto é, de formular uma “economia moral” que confronte a pusilanimidade política.
Portanto, a equação do desastre contemporâneo é também literária – no verbo, ainda reside o princípio. Trata-se de inventar uma palavra carregada de nova disposição anímica, sobretudo com coragem de discordar, pois esse é o “sangue vital” das sociedades abertas e o valor mais radical a se legar aos mais jovens.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2011/06/>.
Acesso em: 23 mar. 2012.
O título do texto revela, do ponto de vista da coerência textual, um procedimento de
 

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2430124 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considerando-se os diversos tipos de diagramas UML, marque a opção que representa apenas diagramas estruturais.
 

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