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A CPU, parte vital para um computador pessoal, é responsável por
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Uma rede social de negócios que busca promover o networking entre profissionais é o
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Assinale a opção em que o uso das vírgulas se apresenta conforme a norma padrão.
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
A progressão temática do texto está articulada em três momentos assim sintetizados:
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta.
Se o substantivo em destaque for pluralizado, também devem ser pluralizadas – necessariamente e em conformidade com a norma padrão – todas as palavras pertencentes à classe dos
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
Para calcular a pontuação final de cada candidato em um concurso, por meio de um processo matemático denominado média ponderada, utilizam-se as informações da tabela abaixo.
| Área | Quantidade de questões | Valor de cada questão | Peso |
| Língua Portuguesa | 15 | 6 | 2 |
| Matemática | 15 | 6 | 2 |
| Conhecimentos Gerais | 10 | 6 | 2 |
| Conhecimentos Específicos | 30 | 5 | 4 |
Fonte: FUNCERN, 2015.
Se um candidato acertou 8 questões de Língua Portuguesa, 9 questões de Conhecimentos Gerais, 25 questões de Conhecimentos Específicos e sua nota final foi 86 pontos, é correto afirmar que ele acertou, em Matemática,
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
Quando algo nos revolta [..], queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha [...].
Assinale a opção em que, inserindo-se um pronome, as relações de regência se estabelecem conforme a norma padrão.
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Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
Inventa-se uma arbitrariedade ou uma falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
No que se refere aos sentidos das palavras destacadas, é correto afirmar:
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Considere o cubo e o cilindro circular reto na figura.

Fonte: https://www.pinterest.com/pin/178244097728462818/.
Acesso em: 15 jul. 2015.
A fim de confeccionar o cilindro, de altura e diâmetro da base medindo ambos 6 cm, utiliza-se o cubo de aresta 6 cm.
Considerando, caso necessário, !$ \pi = 3,14 !$, o desperdício de madeira nesse processo é igual a
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Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
São palavras acentuadas por regras diferentes:
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