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Foram encontradas 45 questões.

2505942 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
O título do texto
 

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2505787 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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Em um triângulo retângulo, um cateto mede 5 cm e a medida ao quadrado da hipotenusa equivale ao dobro do produto das medidas dos catetos.
Considerando !$ \sqrt2 = 1,41 !$, o valor do perímetro do triângulo é mais próximo de
 

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2505173 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho: Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
As palavras em destaque inter-relacionam
 

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2505168 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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Se n é um número natural não-nulo, então, a expressão !$ { \large {3^{n+4}-3(3^n) \over 3(3^{n+3})}} !$ é igual a
 

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2505072 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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Um terreno de esquina, em forma de quadrado, representado na figura abaixo, será utilizado para a construção de uma loja. Atendendo às especificações do plano diretor da cidade, um arquiteto esboçou a vista superior do futuro empreendimento, com o estacionamento de largura 3 m (ladrilhado na figura).
Enunciado 2790807-1
Fonte: FUNCERN, 2015.
Se a área reservada para o estacionamento mede 261 !$ m^2 !$, a área total do terreno mede
 

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2505041 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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A figura abaixo apresenta um gráfico gerado utilizando a ferramenta Gráfico do Microsoft Excel 2013, na versão em Português para Sistema Operacional Windows.
Enunciado 2788525-1
Fonte: FUNCERN, 2015.
A denominação correta do tipo de gráfico apresentado na figura acima é
 

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2504897 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo [...].
Assinale a opção em que, pluralizando-se a expressão destacada, se estabelece a concordância verbal conforme a norma padrão.
 

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2504842 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
E, mesmo que tudo continue () como está (), pelo menos mostramos a todos que somos gente boa ().
Em relação às orações em destaque,
 

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2504701 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Provas:
Na circunferência da figura abaixo, estão representados os triângulos semelhantes DFC e FEB. Considere os segmentos FE, FB e FD medindo, respectivamente, 73 mm, 0,231 m e 1,052 dm.
Enunciado 2763222-1
Fonte: FUNCERN, 2015.
Assinale a opção cujo valor mais se aproxima da medida do segmento FC.
 

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2504649 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
O texto apresenta traços do gênero
 

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