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Foram encontradas 165 questões.

2505041 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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A figura abaixo apresenta um gráfico gerado utilizando a ferramenta Gráfico do Microsoft Excel 2013, na versão em Português para Sistema Operacional Windows.
Enunciado 2788525-1
Fonte: FUNCERN, 2015.
A denominação correta do tipo de gráfico apresentado na figura acima é
 

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2504897 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo [...].
Assinale a opção em que, pluralizando-se a expressão destacada, se estabelece a concordância verbal conforme a norma padrão.
 

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2504842 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
Considere o trecho:
E, mesmo que tudo continue () como está (), pelo menos mostramos a todos que somos gente boa ().
Em relação às orações em destaque,
 

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2504837 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Segundo o inciso II do art. 4º do Decreto Lei nº 200/1967, que dispõe sobre a organização da Administração Federal, são as entidades que compõem a Administração Indireta:
 

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2504806 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
IDIOTA À BRASILEIRA
Adriano Silva
Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. Se puder, atrapalha quem pega no pesado. Trata-se de uma tradição lusitana, ibérica, reproduzida aqui na colônia desde os tempos em que os negros carregavam em barris, nos ombros, a toalete dos seus proprietários e eram chamados de "tigres" – porque os excrementos lhes caíam sobre as costas, formando listras. O Perfeito Idiota Brasileiro, ou PIB, também não ajuda em casa. Influência da mamãe, que nunca deixou que ele participasse das tarefas – nem mesmo pôr ou tirar uma mesa, nem mesmo arrumar a própria cama. Ele atira suas coisas pela casa, no chão, em qualquer lugar, e as deixa lá, pelo caminho. Não é com ele. Ele foi criado irresponsável e inconsequente. É o tipo de cara que pede um copo d'água deitado no sofá. E não faz nenhuma questão de mudar. O PIB é especialista em não fazer, em fazer de conta, em empurrar com a barriga, em se fazer de morto. Ele sabe que alguém fará por ele. Então ele se desenvolveu um sujeito preguiçoso. Folgado. Que se escora nos outros, não reconhece obrigações e adora levar vantagem. Esse é o seu esporte predileto – transformar quem o cerca em seus otários particulares.
O tempo do Perfeito Idiota Brasileiro vale mais que o das demais pessoas. É a mãe quem fura a fila de carros no colégio dos filhos. É a moça quem estaciona em vaga para deficientes no shopping. É o casal quem atrasa uma hora para um jantar com amigos. As regras só valem para os outros. O PIB não aceita restrições. Para ele, só privilégios e prerrogativas. Um direito divino – porque ele é melhor que os outros. É um adepto do vale-tudo social, do cada um por si e do seja o que Deus quiser. Só tem olhos para o próprio umbigo e os únicos interesses válidos são os seus.
O PIB é o parâmetro de tudo. Quanto mais alguém for diferente dele, mais errado esse alguém estará. Ele tem preconceito contra pretos, pardos, pobres, nordestinos, baixos, gordos, gente do interior, gente que mora longe. E ele é sexista para caramba. Mesma lógica: quem não é da sua tribo, do seu quintal, é torto. E às vezes até quem é da tribo entra na moenda dos seus pré-julgamentos e da sua maledicência. A discriminação também é um jeito de você se tornar externo, e oposto, a um padrão que reconhece em si, mas de que não gosta. É quando o narigudo se insurge contra narizes grandes. O PIB adora isso.
O PIB anda de metrô. Em Paris. Ou em Manhattan. Até em Buenos Aires ele encara. Aqui, nem a pau. Melhor uma hora de trânsito e R$ 25 de estacionamento do que 15 minutos com a galera do vagão. É que o Perfeito Idiota tem um medo bizarro de parecer pobre. E o modo mais direto de não parecer pobre é evitar ambientes em que ele possa ser confundido com um despossuído qualquer. Daí a fobia do PIB por qualquer forma de transporte coletivo.
Outro modo de nunca parecer pobre é pagar caro. O PIB adora pagar caro. Faz questão. Não apenas porque, para ele, caro é sinônimo de bom. Mas, principalmente, porque caro é sinônimo de "cheguei lá" e "eu posso". O sujeito acha que reclamar dos preços, ou discuti-los, ou pechinchar, ou buscar ofertas, é coisa de pobre. E exibe marcas como penduricalhos numa árvore de natal. É assim que se mostra para os outros. Se pudesse, deixaria as etiquetas presas ao que veste e carrega. O PIB compra para se afirmar. Essa é a sua religião. E ele não se importa em ficar no vermelho – preocupação com ter as contas em dia, afinal, é coisa de pobre.
O PIB também é cleptomaníaco. Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer produto que esteja sendo ofertado numa degustação no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PIB gosta de pagar caro, mas ama uma boca-livre.
E o PIB detesta ler. Então este texto é inútil, já que dificilmente chegará às mãos de um Perfeito Idiota Brasileiro legítimo, certo? Errado. Qualquer um de nós corre o risco de se comportar assim. O Perfeito Idiota é muito mais um software do que um hardware, muito mais um sistema ético do que um determinado grupo de pessoas.
Um sistema ético que, infelizmente, virou a cara do Brasil. Ele está na atitude da magistrada que bloqueou, no bairro do Humaitá, no Rio, um trecho de calçada em frente à sua casa, para poder manobrar o carro. Ele está no uso descarado dos acostamentos nas estradas. E está, principalmente, na luz amarela do semáforo. No Brasil, ela é um sinal para avançar, que ainda dá tempo – enquanto no Japão, por exemplo, é um sinal para parar, que não dá mais tempo. Nada traduz melhor nossa sanha por avançar sobre o outro, sobre o espaço do outro, sobre o tempo do outro. Parar no amarelo significaria oferecer a sua contribuição individual em nome da coletividade. E isso o PIB prefere morrer antes de fazer.
Na verdade, basta um teste simples para identificar outras atitudes que definem o PIB: liste as coisas que você teria que fazer se saísse do Brasil hoje para morar em Berlim ou em Toronto ou em Sidney. Lavar a própria roupa, arrumar a própria casa. Usar o transporte público. Respeitar a faixa de pedestres, tanto a pé quanto atrás de um volante. Esperar a sua vez. Compreender que as leis são feitas para todos, inclusive para você. Aceitar que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e os mesmo deveres – não há cidadãos de primeira classe e excluídos. Não oferecer mimos que possam ser confundidos com propina. Não manter um caixa dois que lhe permita burlar o fisco. Entender que a coisa pública é de todos – e não uma terra de ninguém à sua disposição para fincar o garfo. Ser honesto, ser justo, não atrasar mais do que gostaria que atrasassem com você. Se algum desses códigos sociais lhe parecer alienígena em algum momento, cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus do PIB. Reaja, porque, enquanto não erradicarmos esse mal, nunca vamos ser uma sociedade para valer.
Fonte: adaptado de <http://super.abril.com.br>. Acesso em: 03 jul. 2015.
Considere o trecho:
O PIB também é cleptomaníaco (1ª). Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação (2ª) material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer produto que esteja sendo ofertado numa degustação (3ª) no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PIB gosta de pagar caro, mas ama uma boca-livre (4ª).
Em relação às palavras em destaque, assinale a opção correta.
 

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2504701 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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Na circunferência da figura abaixo, estão representados os triângulos semelhantes DFC e FEB. Considere os segmentos FE, FB e FD medindo, respectivamente, 73 mm, 0,231 m e 1,052 dm.
Enunciado 2763222-1
Fonte: FUNCERN, 2015.
Assinale a opção cujo valor mais se aproxima da medida do segmento FC.
 

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2504694 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Considere x um arco tal que !$ { \large { \pi \over 2}} < x < \pi !$ e !$ \sin x = \large {3 \over 5} !$.
Sobre os referidos dados, assinale a opção correta.
 

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2504680 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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A organicidade, característica importante de um documento de arquivo, é definida como:
 

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2504649 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
O texto apresenta traços do gênero
 

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2504637 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
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COMPARTILHANDO MENTIRAS
Braulio Tavares
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo, eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China, havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E, mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida), “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais. Quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.
Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes, evitei clicar num link com algo interessante e, duas 24 horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de video game: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar os outros irem na frente. Para que pressa?
Fonte: adaptado de <http://www.cartafundamental.com.br>. Acesso em: 02 jul 2015.
É fator responsável pela construção da coerência do texto
 

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