Foram encontradas 30 questões.
Um grupo de alunos em uma aula de prática de histologia animal ficou responsável pela análise no microscópio de quatro locais assinalados na lâmina corada com eosina (E) e hematoxilina (HE), conforme consta no quadro que segue.
I | Presença de condroblastos e de condrócitos localizados em lacunas na matriz. |
II | Rede frouxa de fibras elásticas e de finas fibras colágenas dispostas em todas as direções, com grandes espaços preenchidos com matriz amorfa e fibroblastos. |
III | Presença de matriz extracelular com grande quantidade de fibras organizadas, conferindo resistência e densidade. |
IV | Ausência de matriz extracelular, com células justapostas de transição. |
Considerando a ordem dos locais na lâmina, marque a opção que indica, corretamente, seus respectivos tecidos.
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Em uma plantação de tomates, agricultores observaram uma praga viral que vem se espalhando rapidamente entre as plantas. A doença é causada por um vírus que se replica preferencialmente em tecidos meristemáticos secundários. As plantas afetadas apresentam nanismo, folhas deformadas e frutos malformados. Com base nos sintomas observados nas plantas de tomate, marque a opção que explica, de forma correta, a razão pela qual a infecção compromete o desenvolvimento da planta.
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O modelo de Lotka-Volterra descreve interações entre populações competidoras e predador-presa, sendo amplamente utilizado para compreender a dinâmica populacional em ecossistemas. Esse modelo matemático considera fatores como taxas de crescimento, capacidade de suporte do ambiente e impacto das interações ecológicas sobre as populações envolvidas. Com base nesses princípios, marque a opção correta.
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As questões 16 e 17 devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Caatinga funciona como sumidouro de CO2, diz pesquisa
A Caatinga, um bioma caracterizado por sua vegetação adaptada à seca, demonstrou ter um papel significativo no sequestro de dióxido de carbono (CO2), mesmo durante períodos de estiagem severa. Uma pesquisa conduzida pelo Grupo de Estudos Observacionais e de Modelagem da Interação Biosfera-Atmosfera (Geoma), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), revelou que, ao longo de dois anos de monitoramento, a Caatinga conseguiu absorver mais de três toneladas de carbono por hectare, tornando-se um dos ecossistemas mais eficientes no uso de carbono em comparação com outras florestas estudadas globalmente. Esse sequestro ocorre por meio do processo fotossintético, no qual as plantas absorvem CO2 da atmosfera, e a eficiência desse mecanismo na Caatinga reforça a importância da vegetação adaptada a ambientes secos. O estudo evidencia que, apesar das condições climáticas adversas, a vegetação da Caatinga continua removendo carbono da atmosfera, contrariando hipóteses anteriores que subestimavam sua relevância ecológica.
Além de destacar a função da Caatinga como sumidouro de CO2, a pesquisa também enfatiza a necessidade de conservação desse bioma, que está entre os menos estudados e protegidos do Brasil. A ação humana tem contribuído significativamente para sua degradação, reduzindo sua capacidade de mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Como a absorção de CO2 é um fator crucial para o equilíbrio ambiental, a preservação da Caatinga se torna estratégica na luta contra o aquecimento global. O estudo também destaca que florestas sazonalmente secas, como a Caatinga, têm sido historicamente negligenciadas na pesquisa científica, apesar de seu papel fundamental na regulação do carbono atmosférico. Dessa forma, os resultados obtidos reforçam a urgência de políticas de conservação e a valorização desse bioma único.
Texto adaptado de: https://ufrn.br/imprensa/noticias/37035/caatinga-funciona-como-sumidouro-de-co2-diz-pesquisa. Acesso em: 11/05/2025
Conforme aponta o texto, a Caatinga se destaca como um eficiente sumidouro de CO₂ devido às adaptações fisiológicas de suas plantas, uma vez que
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As questões 16 e 17 devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Caatinga funciona como sumidouro de CO2, diz pesquisa
A Caatinga, um bioma caracterizado por sua vegetação adaptada à seca, demonstrou ter um papel significativo no sequestro de dióxido de carbono (CO2), mesmo durante períodos de estiagem severa. Uma pesquisa conduzida pelo Grupo de Estudos Observacionais e de Modelagem da Interação Biosfera-Atmosfera (Geoma), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), revelou que, ao longo de dois anos de monitoramento, a Caatinga conseguiu absorver mais de três toneladas de carbono por hectare, tornando-se um dos ecossistemas mais eficientes no uso de carbono em comparação com outras florestas estudadas globalmente. Esse sequestro ocorre por meio do processo fotossintético, no qual as plantas absorvem CO2 da atmosfera, e a eficiência desse mecanismo na Caatinga reforça a importância da vegetação adaptada a ambientes secos. O estudo evidencia que, apesar das condições climáticas adversas, a vegetação da Caatinga continua removendo carbono da atmosfera, contrariando hipóteses anteriores que subestimavam sua relevância ecológica.
Além de destacar a função da Caatinga como sumidouro de CO2, a pesquisa também enfatiza a necessidade de conservação desse bioma, que está entre os menos estudados e protegidos do Brasil. A ação humana tem contribuído significativamente para sua degradação, reduzindo sua capacidade de mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Como a absorção de CO2 é um fator crucial para o equilíbrio ambiental, a preservação da Caatinga se torna estratégica na luta contra o aquecimento global. O estudo também destaca que florestas sazonalmente secas, como a Caatinga, têm sido historicamente negligenciadas na pesquisa científica, apesar de seu papel fundamental na regulação do carbono atmosférico. Dessa forma, os resultados obtidos reforçam a urgência de políticas de conservação e a valorização desse bioma único.
Texto adaptado de: https://ufrn.br/imprensa/noticias/37035/caatinga-funciona-como-sumidouro-de-co2-diz-pesquisa. Acesso em: 11/05/2025
Considerando as características e desafios do bioma Caatinga descritos no texto, marque a opção correta.
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Evolutivamente, o ser humano desenvolveu mecanismos fisiológicos que regulam o armazenamento de energia, os quais podem ter sido influenciados por processos seletivos ao longo da história. Algumas hipóteses sugerem que certas características genéticas associadas ao metabolismo e à acumulação de gordura possam ter desempenhado um papel adaptativo em diferentes contextos ambientais. No entanto, no ambiente moderno, essas mesmas características podem estar relacionadas ao aumento da prevalência da obesidade. Além da seleção natural, outros fatores evolutivos também atuam na variação genética das populações ao longo do tempo. Com base nos fatores evolutivos e na relação entre evolução e obesidade, marque a opção correta.
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A evolução das espécies pode ser observada por meio de diversas evidências que fornecem uma base sólida para a compreensão dos processos que moldam a diversidade biológica. Considere os exemplos abaixo, que envolvem diferentes organismos.
I | Vírus: é composto por um núcleo de material genético (DNA ou RNA) envolto por uma cápsula proteica. Apesar de não possuírem estrutura celular, a comparação de suas sequências genéticas com as de organismos vivos, como plantas e animais, têm revelado semelhanças intrigantes em algumas regiões do genoma viral. |
II | Protistas: apresentam uma grande diversidade em termos de morfologia e comportamento, como as amebas e algas. Algumas linhagens de algas, por exemplo, apresentam clorofilas similares às encontradas nas plantas, sugerindo um ancestral comum. |
III | Plantas: apresentam órgãos reprodutivos distintos, mas suas semelhanças embrionárias, durante os estágios iniciais de desenvolvimento, como as gimnospermas e as angiospermas, indicando uma ancestralidade compartilhada. |
A partir dos exemplos apresentados, marque a opção que indica, corretamente, a qual evidência evolutiva cada uma delas corresponde.
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Considere o excerto.
O futuro incerto dos musgos
A bióloga Helena Hespanhol, por meio do projeto BryoMicroClim, estuda os impactos das mudanças climáticas sobre musgos, especialmente a espécie Hedwigia striata. Essas briófitas desempenham um papel fundamental na retenção de umidade e na regulação dos microclimas, sendo sensíveis a variações ambientais. Com o aumento das temperaturas e a redução da umidade atmosférica, a distribuição e a sobrevivência dessas plantas podem ser comprometidas, tornando-as bons indicadores das transformações climáticas em curso.
O estudo busca compreender como esses organismos reagem a diferentes condições ambientais, analisando adaptações morfológicas, fisiológicas e genéticas que possam favorecer sua resiliência. A pesquisa destaca que, apesar da vulnerabilidade de muitas espécies, algumas populações podem desenvolver características que lhes permitem tolerar ambientes mais secos. Esse conhecimento pode contribuir para estratégias de conservação, uma vez que musgos são essenciais para a manutenção da biodiversidade e do equilíbrio ecológico em diversos ecossistemas.
FONTE: Adaptado de: Vaz, A. (2025). O futuro incerto dos musgos. National Geographic Portugal. Disponível em: https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/futuro-incerto-musgos-helena-hespanhol-alteracoes-climaticasciencia_5799.
Assinale a opção correta quanto aos impactos das mudanças climáticas sobre H. striata descritos no texto.
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A hipótese heterotrófica sobre a origem da vida sugere que os primeiros organismos eram anaeróbios e obtinham energia por fermentação, utilizando moléculas orgânicas disponíveis no ambiente primitivo. O gráfico abaixo ilustra a relação entre diferentes grupos de organismos e a concentração de oxigênio na atmosfera ao longo do tempo geológico.

Fonte: FUNCERN, 2025.
Com base na hipótese heterotrófica e na análise do gráfico, é correto afirmar que
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O persistente reconhecimento de táxons parafiléticos, ou grados, evidencia as dificuldades da revolução darwiniana em penetrar na taxonomia biológica. O termo “répteis” ainda é amplamente utilizado no ensino básico e em livros didáticos como um grupo coeso, apesar dos avanços na sistemática filogenética. Segundo Willi Hennig, fundador da cladística, apenas grupos monofiléticos – aqueles que incluem um ancestral comum e todos os seus descendentes – devem ser considerados válidos na classificação biológica. O cladograma a seguir ilustra a relação evolutiva entre os principais grupos tradicionalmente considerados répteis, destacando que, para que “Reptilia” seja monofilético, é necessário incluir as aves dentro desse agrupamento.

FONTE: SANTOS, C. M. Os dinossauros de Hennig: sobre a importância do monofiletismo para a sistemática biológica. Scientiae Studia, v. 6, p. 179-200, 2008.
Com base na análise da figura e nos conceitos de sistemática filogenética, marque a opção correta.
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