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Foram encontradas 50 questões.

1365203 Ano: 2010
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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A criança e o adolescente têm direito a proteção, à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e desenvolvimento sadio e harmonioso em condições dignas de existência. Este artigo foi retirado da lei:
 

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1365060 Ano: 2010
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Segundo o Artigo 37 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9. 394/1996), “a educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria”. Ainda nesse artigo:
§ 1º assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.
§ 2º viabilizará e estimulará o acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si.
§ 3o A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com , na forma do regulamento.
Completa as lacunas e assinale a alternativa correta:
 

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1363656 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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O Projeto Político Pedagógico é construído e vivenciado por todos os envolvidos com o processo educativo da escola. É um compromisso definido na reflexão e discussão de problemas escolares na busca de alternativas para solucionar problemas educativos e de ensino. Portanto:
 

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1360581 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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A Constituição de 1988, objetivando capacitar a população para a participação ativa na preservação do meio ambiente, assimila a legislação ordinária e estabelece, em seu art. 225, § 1º, VI, que é incumbência do poder público promover a educação ambiental. Onde?

 

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1359936 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Os problemas causados em grande parte pela crise de valores que vivemos na atual conjuntura influenciam o trabalho educativo na escola. A indisciplina tem sido uma das principais interfaces dessa realidade, afetando diretamente o trabalho pedagógico. Assinale as melhores possibilidades de intervenção, segundo Celso Vasconcellos (2006) em seu livro “Coordenação do trabalho pedagógico”, face à manifestação de situações de indisciplina:
I – Construir regras claras; cumprir o combinado; e relembrar as combinações.
II – Encaminhar aos setores responsáveis.
III - Lembrar que são as relações que se tornam alienadas, e, portanto, elas é que devem ser trabalhadas.
IV - Ir fundo através do diálogo, convivendo com os alunos para a criação de vínculos.
V – Diante da agressão, tomar distância para poder pensar e não reagir às provocações.
VI – Aplicar sanção no momento do ato de indisciplina cometido.
A partir das possibilidades acima, as melhores intervenções seriam:
 

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questão refere-se ao poema abaixo:
O MAPA
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(É nem que fosse o meu corpo!)
Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
Há tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
(Mario Quintana. Apontamentos de História Sobrenatural. Disponível em: <http://www.fabiorocha.com.br/mario.htm>. Acesso em: 19 maio 2010.)
Analise as assertivas abaixo:
I - O eu-lírico lamenta não ter mais o domínio da cidade e de seu espaço, imaginando coisas que ele ainda não viu e sabe que jamais verá.
II - A cidade apresentada pelo eu-lírico é uma cidade que “parou no tempo”, que há muitos anos se conserva a mesma, não aumentando o número de ruas nem expandindo seus limites.
III - Embora o poeta deixe explícito que a cidade a qual se refere é Porto Alegre, ele não faz menção a nenhum aspecto real ou característica típica da capital gaúcha; ele imagina a sua cidade e acredita mesmo que ela esconda “uma rua encantada” que ultrapassa sua própria capacidade de fantasiá-la.
 

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Utilizando o software Microsoft Excel na versão 2003 ou superior, tem-se um arquivo com quatro planilhas nomeadas nesta ordem: “resumo”, “mes01”, “mes02” e “mes03. A primeira planilha contém um resumo das vendas efetuadas ao longo dos meses, as demais planilhas contem histórico de vendas diárias de um determinado mês. O total das vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03”, encontram-se na linha 1 coluna D de cada planilha. Assinale a alternativa que indica qual dever ser a fórmula contida na célula D15 da planilha “resumo”, com o valor médio do total de vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03.
 

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A questão refere-se ao texto abaixo:
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou “fi-lo porque qui-lo”. Tradução: fiz porque quis – e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala Aids, a sigla em inglês. Outro dia li “bêbado como um gambá” numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão “drunk as a skunk”. Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como “vc” (você), “rs” (risos), “pq” (por que) e “tranks” (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: “Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...”, para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o “tu”, e não o “vous”, quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever “como eu te disse há pouco”, “como eu lhe disse há pouco” ou “como eu disse há pouco”.
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização da linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: “Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia”. Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: “Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo”.
(Júlia Michaels, editora, Revista Galileu, nº 217, ago/2009)
Assinale a alternativa correta. No texto “Nossa nova língua portuguesa”, a intenção principal da autora é:
 

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A questão refere-se ao texto abaixo:
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou “fi-lo porque qui-lo”. Tradução: fiz porque quis – e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala Aids, a sigla em inglês. Outro dia li “bêbado como um gambá” numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor ____ tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão “drunk as a skunk”. Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio ____ tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo ____ informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como “vc” (você), “rs” (risos), “pq” (por que) e “tranks” (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: “Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...”, para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o “tu”, e não o “vous”, quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever “como eu te disse há pouco”, “como eu lhe disse há pouco” ou “como eu disse há pouco”.
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização da linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: “Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia”. Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: “Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo”.
(Júlia Michaels, editora, Revista Galileu, nº 217, ago/2009)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto, respectivamente:
 

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A questão refere-se ao texto abaixo:
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou “fi-lo porque qui-lo”. Tradução: fiz porque quis – e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala Aids, a sigla em inglês. Outro dia li “bêbado como um gambá” numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão “drunk as a skunk”. Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como “vc” (você), “rs” (risos), “pq” (por que) e “tranks” (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: “Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...”, para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o “tu”, e não o “vous”, quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever “como eu te disse há pouco”, “como eu lhe disse há pouco” ou “como eu disse há pouco”.
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização da linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: “Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia”. Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: “Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo”.
(Júlia Michaels, editora, Revista Galileu, nº 217, ago/2009)
A partir da leitura do texto, pode-se inferir que:
I. A língua é um sistema fixo; é um código compartilhado por uma comunidade linguística que deve dominar a forma padrão, única socialmente aceita.
II. A língua portuguesa empregada pelas pessoas que têm acesso à escola e aos meios de instrução difere daquela empregada pelas pessoas privadas de escolaridade.
III. A fala e a escrita implicam profundas diferenças na elaboração da mensagem, seja pelo vocabulário utilizado, pela pronúncia, morfologia e sintaxe.
 

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