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Foram encontradas 359 questões.

1316023 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
Analise as assertivas sobre indexação e assinale com V (verdadeira) ou com F (falsa).
( ) A ação cultural tem como foco a criação das condições necessárias para as pessoas inventarem seus próprios fins, tornando-se sujeitos ativos da cultura.
( ) Na ação cultural em bibliotecas, o bibliotecário exerce o controle do processo com previsão até seu final.
( ) Freire (1982) apresenta a ação cultural dialógica em que os indivíduos partem de sua realidade, sem imposição da cultura pelas classes dominantes.
( ) Gadotti (2001) afirma que a ação cultural é influenciada pelo olhar do outro, que “sempre está presente na busca pela verdade”.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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1315035 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Em uma rede IPv4, os aplicativos realizam suas operações normalmente apenas se forem usados diretamente os endereços IPv4 em vez dos nomes simbólicos de sites e de outras máquinas. Nessa situação, qual servidor ou serviço de Internet NÃO está corretamente configurado ou funcionando?
 

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1314036 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes, ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada "grande imprensa". O melhor do episódio está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto: ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado para uma demografia difusa.
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior: contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação(I). Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território?(II) Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou(III).
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Considere o valor da conjunção e nos trechos abaixo.
I - A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação.
II - Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território?
III - Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Em quais dos períodos e tem valor adversativo?
 

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1313698 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Assinale a alternativa INCORRETA com relação ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e a aprendizagem.
 

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1313390 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Suponha um usuário, empregado de uma organização, que, em função de suas responsabilidades, deve, a partir de qualquer rede externa, acessar os servidores e recursos em geral da rede interna dessa organização como se ele estivesse dentro dela. Qual tecnologia deve ser empregada nessa situação?
 

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1313364 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
O processador de textos MS-Word dispõe de recursos para geração automática de índices. Um dos tipos de índice relaciona títulos e subtítulos, normalmente até o terceiro nível, com a respectiva página onde inicia aquele título. Tal tipo de índice é acessível através do menu Inserir no item
 

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1313228 Ano: 2012
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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é o método e um conjunto de técnicas baseadas em princípios aceitos de gestão usado para planejar, estimar e controlar atividades de trabalho, visando a atingir um resultado final desejado no prazo, dentro do orçamento e de acordo com a especificação, e tendo como referência principal o corpo de conhecimento PMBOK.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna acima.
 

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1312906 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Assinale a assertiva INCORRETA em relação ao trabalho do assistente social na educação.
 

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1312677 Ano: 2012
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Avalie as seguintes afirmações sobre datawarehouse (DW).
I - Uma das características de um datawarehouse é a orientação a tema, ou seja, um DW é mais organizado por temas do domínio do negócio, do que por função ou processo do negócio. Isso o leva, às vezes, a não considerar alguns dados para a mineração, embora sejam necessários para a realização do processo.
II - Um datawarehouse não é um ambiente diretamente integrado com aplicações cotidianas, mas engloba todos os dados usados por um negócio.
III - Um datawarehouse é – tal qual um banco de dados tradicional – muito volátil: uma vez carregados, os dados são mantidos continuamente atualizados.
Quais estão corretas?
 

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1312478 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes, ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada "grande imprensa". O melhor do episódio está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto: ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado para uma demografia difusa.
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior: contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação. Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território? Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Assinale a alternativa em que é facultativo o emprego da crase na palavra destacada.
 

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