Foram encontradas 20 questões.
Leia o post abaixo, extraído do perfil @NazaréAmarga, no Instagram, no dia 13 de dezembro de 2021:

Analise as afirmações abaixo de acordo com a leitura do post anterior:
I. É estabelecida uma relação de confronto ou oposição entre os termos “paz” e “homem”.
II. O termo “homem” significa todo e qualquer “ser humano”.
III. O termo “homem” indica alguém do gênero masculino que pode retirar a paz da autora.
IV. A forma verbal “queria” indica um desejo não satisfeito.
Estão CORRETAS as afirmações (assinale apenas uma alternativa):
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Observe o gráfico abaixo:

Fonte: MAIA, Gabriel; GOMES, Lucas. Gráfico: 3,2% nos países mais pobres estão completamente vacinados. In: Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/grafico/2021/12/09/32- nos-pa%C3%ADses-mais-pobres-est%C3%A3o-completamente-vacinados. Acesso em: 15 dez. 2021.
Assinale a alternativa CORRETA a partir da análise do gráfico anterior:
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Para responder a questão, leia os posts abaixo, extraídos da rede social Twitter:

Assinale a alternativa CORRETA a partir da leitura do segundo tuíte (de Lôzinha):
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Para responder a questão, leia os posts abaixo, extraídos da rede social Twitter:

Assinale a alternativa CORRETA a partir da leitura do primeiro tuíte (da cantora Anitta):
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Leia o TEXTO II, a seguir, para responder a questão.

Fonte: BLOG HUMOR DO NOVAES. A. C. Teen. 2008. Disponível em: https://novacharges.wordpress. com/2008/09/07/acteen/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Com base na leitura do TEXTO II, assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o TEXTO II, a seguir, para responder a questão.

Fonte: BLOG HUMOR DO NOVAES. A. C. Teen. 2008. Disponível em: https://novacharges.wordpress. com/2008/09/07/acteen/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com a leitura e interpretação do TEXTO II.
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Leia o TEXTO I, a seguir, para responder a questão.
TEXTO I
GPS
Entrei no táxi e falei o meu destino.
– Rua Araribóia, por favor.
– Araribóia? Espera um minuto!...– rebateu o homem.
Programou então seu GPS e arrancou.
– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.
Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerdaA)”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”...
De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.
– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.
– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.
Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que deviaII).
– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?
“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.
O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidadeV) e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-loIII).
Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.
Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:
– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?IV)”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério... Não sobra assunto pro próximo encontro.
Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:
– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?
É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o... o... Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não... É um nome assim, meio histórico... Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Fonte: BALEIRO, Zeca. GPS. In: Isto É, 2011. Disponível em: https://istoe.com.br/133775_GPS/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Analise os itens abaixo, de acordo com a leitura e interpretação do TEXTO I:
I. Em: “vire à esquerda”, a forma verbal em destaque está no presente do indicativo.
II. Em: “Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia”, a forma verbal em destaque está entre vírgulas para separar o sujeito da oração.
III. Em: “para seguir uma engenhoca surda e cega – mas ‘tecnológica’ – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo”, os termos em negrito são pronomes oblíquos.
IV. Em: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”, o termo em destaque exerce a função de um pronome interrogativo.
V. Em: “a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade”, o termo em destaque pode ser substituído por “estradas”, sem modificação de sentido na oração.
Estão CORRETAS (assinale apenas uma alternativa):
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Leia o TEXTO I, a seguir, para responder a questão.
TEXTO I
GPS
Entrei no táxi e falei o meu destino.
– Rua Araribóia, por favor.
– Araribóia? Espera um minuto!...– rebateu o homem.
Programou então seu GPS e arrancou.
– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.
Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”...
De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.
– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.
– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.
Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.
– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?
“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.
O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.
Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.
Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:
– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério... Não sobra assunto pro próximo encontro.
Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:
– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?
É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o... o... Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não... É um nome assim, meio histórico... Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Fonte: BALEIRO, Zeca. GPS. In: Isto É, 2011. Disponível em: https://istoe.com.br/133775_GPS/. Acesso em: 04 dez. 2021.
No TEXTO I, lê-se o seguinte fragmento: “Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos”.
Há prejuízo de sentido na sequência dos períodos se o termo em negrito for substituído por:
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Leia o TEXTO I, a seguir, para responder a questão.
TEXTO I
GPS
Entrei no táxi e falei o meu destino.
– Rua Araribóia, por favor.
– Araribóia? Espera um minuto!...– rebateu o homem.
Programou então seu GPS e arrancou.
– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.
Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”...
De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a corretaI).
– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.
– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.
Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.
– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?
“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.
O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.
Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambauII).
Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:
– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério... Não sobra assunto pro próximo encontro.
Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetesIII): Diz ele:
– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?
É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o... o... Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não... É um nome assim, meio histórico... Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Fonte: BALEIRO, Zeca. GPS. In: Isto É, 2011. Disponível em: https://istoe.com.br/133775_GPS/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Leia e analise os fragmentos abaixo, retirados do TEXTO I:
I. “De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta”.
II. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.
III. “Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes”.
Com base na leitura do TEXTO I e nos fragmentos acima, assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o TEXTO I, a seguir, para responder a questão.
TEXTO I
GPS
Entrei no táxi e falei o meu destino.
– Rua Araribóia, por favor.
– Araribóia? Espera um minuto!...– rebateu o homem.
Programou então seu GPS e arrancou.
– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.
Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”...
De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.
– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.
– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.
Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.
– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?
“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.
O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.
Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.
Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:
– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério... Não sobra assunto pro próximo encontro.
Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:
– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?
É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o... o... Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não... É um nome assim, meio histórico... Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Fonte: BALEIRO, Zeca. GPS. In: Isto É, 2011. Disponível em: https://istoe.com.br/133775_GPS/. Acesso em: 04 dez. 2021.
Analise os itens abaixo de acordo com a leitura e interpretação do TEXTO I.
I. O texto aborda o tema do uso exagerado da tecnologia nos dias de hoje.
II. O fato que dá origem ao texto é uma corrida de táxi.
III. O motorista do táxi não concorda com o caminho proposto pelo GPS.
IV. O passageiro e o motorista acreditam que o GPS sugeriu uma rota mais curta até o destino final.
Estão CORRETAS (assinale apenas uma alternativa):
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