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Popper em A sociedade aberta e seus inimigos apud D’Agostini (2002), tira as conclusões políticas do princípio de falsificabilidade e põe as bases daquela que, segundo o seu parecer, deve ser a cientificidade das ciências histórico-sociais (...). Com base no princípio de falsificação, somos inclinados a pensar em nosso conhecimento como algo provisório e perenemente controvertido. Nenhuma teoria é, a princípio, não-falsificável (...): a história da ciência é, de outra parte, constelada por teorias tidas como válidas por um certo tempo e depois abandonadas.
De acordo com o pensamento de Popper, é correto afirmar que
I. As teorias científicas são válidas até quando (e enquanto) resistem às tentativas de refutação, e não o é em caso contrário.
II. A teoria social deve operar com base em hipóteses locais, circunscritas, aplicáveis à realidade, ser sujeitáveis à prova da experiência.
III. A teoria social opera em fragmentos, sob seções parciais de realidade, que não prevê nem teoriza vastas transformações.
IV. A teoria segue o critério de falsificabilidade que é, também, um critério de demarcação da cientificidade desta.
Estão corretas as afirmativas:
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No que concerne ao projeto logicista, analise as seguintes afirmativas:
I. Este projeto tem sua gênese em Bolzano, o qual restabelece a ambição leibniziana de uma mathesis universalis.
II. Os estudos desenvolvidos por Georg Cantor reafirmam a concepção kantiana da matemática.
III. Conforme atestaram as observações de Russell, foi exitosa a tentativa de Frege de fundamentar a aritmética na lógica.
IV. Em sua “Ideografia”, Frege tornou possível o cálculo de predicados a partir do uso de quantificadores.
Estão corretas as afirmativas
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Sobre a validade de argumentos Nahra e Weber (2005) afirmam que: “Muitas vezes, (...) o que interessa não é avaliar o valor de verdade dos enunciados simples e suas combinações, mas sim, avaliar os argumentos como um todo, a fim de concluir se são argumentos coerentes ou incoerentes, ou, em outras palavras, se são argumentos válidos ou inválidos.”
Analise no diálogo da figura abaixo, os argumentos apresentados pelo personagem HERNIA:
HAMLET, HERNIA E OS LIMITES DA LÓGICA

Fonte: NAHRA e WEBER ( 2005).
Transcrição do diálogo da tira acima:
HERNIA: “Nós teremos um casamento feliz, HAMLET, nós temos tanto em comum!”
HAMLET: “Como o que, HERNIA?”
HERNIA: “Nós temos muitas coisas em comum: Nós temos a mesma idade. Nós gostamos de comer doces. Nós dois temos sapos como animais de estimação”.
HAMLET: “Não se pode argumentar com uma lógica dessas!”
Para HAMLET as premissas do argumento de HERNIA
I. não são contestáveis, sustentam a conclusão e servem indutivamente para sustentar a premissa genérica.
II. são contestáveis, não sustentam a conclusão e os argumentos servem indutivamente para sustentar a premissa genérica.
III. não são contestáveis, sustentam a conclusão e servem indutivamente para sustentar que ambos tem muitas coisas em comum.
IV. são contestáveis, não sustentam a conclusão e os argumentos servem indutivamente para sustentar que ambos tem muitas coisas em comum.
Estão corretas as afirmativas:
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Adorno e Horkheimer na Dialética do esclarecimento afirmam que: “Se a opinião pública atingiu um estado em que o pensamento inevitavelmente se converte em mercadoria e a linguagem em seu encarecimento, então a tentativa de pôr a nu semelhante depravação, tem de recusar lealdade às convenções lingüísticas e conceituais em vigor, antes que suas conseqüências para a história universal frustrem completamente essa tentativa”.
De acordo com o texto acima, analise as questões a seguir
A submissão dos meios de comunicação de massa e mesmo de criação artística à lógica capitalista, leva Adorno e Horkheimer ao conhecido conceito de crítica cultural.
porque
Esses autores chegam a um impasse quanto à possibilidade de uma razão emancipatória, já que a razão estaria asfixiada pelo desenvolvimento do capitalismo.
Acerca das asserções acima, é correto afirmar que
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Uma característica marcante da Escolástica foi o método por ela inventado para expor as idéias filosóficas, conhecido como disputa: apresentava-se uma tese e esta devia ser ou refutada ou defendida por argumentos tirados da Bíblia, de Aristóteles, de Platão ou de outros Padres da Igreja.
Assim, uma idéia era considerada uma tese verdadeira ou falsa, dependendo da força e da qualidade dos argumentos encontrados nos vários autores. Por causa desse método de disputa - teses, refutações, defesas, respostas, conclusões baseadas em escritos de outros autores - costuma-se dizer que, na Idade Média, o pensamento estava subordinado ao principio
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A crítica conservadora e a crítica progressista da modernidade aparecem em Habermas e Heidegger.
Ambos tratam da razão. Segundo Stein (1991), a pergunta é: “se trata da mesma razão e se trata da mesma postura diante do problema do conhecimento?”
Analise as idéias de razão e conhecimento dos filósofos mencionados. Numere com o número (1) as idéias que correspondem à Habermas e com o número (2) àquelas que correspondem à Heidegger.
( ) Distingue três tipos de conhecimento: emancipatório, técnico e prático.
( ) Defende que a razão chegou ao seu limite e que não é simplesmente pela crença da multiplicação dasconquistas da razão que nós conseguimos resolver o problema da filosofia e o problema da finitude.
( ) Crê no progresso da razão e vincula a epistemologia com a idéia de interesse.
( ) Diz que existe um elemento encobridor desde sempre no próprio modo do homem ser e conhecer.
( ) A tendência do homem ao encobrimento, é algo que nos situa no finitude.
A sequência correta é
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De acordo com a mitologia grega, no princípio de tudo, havia o caos ou seja, aquilo que não tem forma e representa o vazio desordenado, obscuro e infinito. E foi o caos que criou o mundo, todos os deuses e o homem. Ora, um mundo criado pelo caos era, necessariamente, um mundo imperfeito, imprevisível, misterioso. Das cosmogonias e das teogonias para a cosmologia, algumas diferenças são apontadas em ARANHA (1986): “A nova forma de compreensão do mundo dessacraliza o pensamento e a ação (isto é, retira dele o caráter de sobrenaturalidade), fazendo surgir a filosofia, a ciência, a técnica, a religião”.
Desse modo, o mito
I. foi sendo substituído à partir da invenção da política.
II. prende-se ao passado à partir da autoridade do narrador.
III. tem como função explicar a realidade à partir da razão.
IV. explica a partir do logos as causas sobre a origem do mundo e sobre as causas das transformações e repetições das coisas.
Estão corretas as afirmativas
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A filosofia de Bacon volta-se, claramente, para a planificação social da ciência e sua aplicação à sociedade. Na obra Novum Organum, Bacon destaca os gêneros de ídolos (da tribo, da caverna, do mercado e do teatro), isto é, “as falsas noções que bloqueiam a mente humana”. Seriam eles (os ídolos) os responsáveis pelos insucessos da ciência.
Numere a 2ª Coluna de acordo com a 1ª Coluna, correlacionando o tipo de ídolo com a correspondente alusão feita por Bacon.
Coluna 1
1 ídolos da tribo
2 ídolos da caverna
3 ídolos do mercado
4 ídolos do teatro
Coluna 2
( ) as falsas noções provenientes da linguagem e da comunicação.
( ) as falsas noções da espécie humana.
( ) as falsas noções provenientes das concepções vigentes.
( ) as falsas noções do ser humano como indivíduo.
( ) são responsáveis pelo desenvolvimento das mudanças sociais
A sequência correta é:
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Leia, atentamente, o trecho abaixo extraído da obra Assim falou Zaratustra, de Friedrich Nietzsche (1844-1900).
O corpo é uma grande razão, uma multiplicidade com um único sentido, uma guerra e uma paz, um rebanho e um pastor. Instrumento de teu corpo é, também, a tua pequena razão, meu irmão, à qual chamas “espírito”, pequeno instrumento e brinquedo da tua grande razão. “Eu”, dizes; e ufanas-te desta palavra. Mas ainda maior, no que não queres acreditar – é o teu corpo e a sua grande razão: esta não diz eu, mas faz o eu. […] Atrás de teus pensamentos e sentimentos, meu irmão, acha-se um soberano poderoso, um sábio desconhecido – e chama-se o ser próprio. O ser próprio procura também com os olhos dos sentidos, escuta também com os ouvidos do espírito ( Nietzsche. Dos desprezadores do corpo. In: Assim falou Zaratustra.
Na passagem acima, é correto afirmar que Nietzsche
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Numere as colunas abaixo utilizando o número (1), para as alternativas que correspondem ao Racionalismo e com o número (2), para as alternativas que correspondem ao Empirismo.
( ) sistema que consiste em priorizar o sujeito ao objeto.
( ) o conhecimento é inteiramente dominado pela inteligência e baseado na ordem e na medida.
( ) sistema que consiste em limitar o homem ao âmbito da experiência sensível.
( ) enfatiza o papel do objeto no processo de conhecimento.
A sequência correta é
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