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Foram encontradas 40 questões.

2495717 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Os dados representam os elementos do mundo exterior, que são as informações manipuladas pelos seres humanos. Os dados a serem utilizados no computador devem primeiramente ser abstraídos para serem, então, processados.
Eles são categorizados em três tipos primitivos ou básicos:
 

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2495629 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O tunelamento é um dos pilares das redes privadas virtuais (VPN), e pode ser realizado nas camadas 2 e 3 do modelo ISO/OSI, enlace e rede, respectivamente.
São protocolos de tunelamento atuantes na camada de rede
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
São feitas, a seguir, algumas afirmativas sobre o texto.
I. As manifestações de rua, segundo o texto, representam um perigo à sociedade, já que propiciam ambiente no qual os bandidos externam principalmente sua revolta frente às desigualdades sociais.
II. A cronista demonstra reconhecer no texto seu papel singular e responsável de porta-voz dos problemas sociais que atingem o país, entre eles, o da banalização da vida.
III. A autora argumenta em favor de um policiamento ostensivo, isto é, de um número maior de policiais nas ruas, em especial, naquelas em que trafegam estudantes, famílias e operários.
IV. A forma descomprometida ou inábil com que as autoridades vêm gerenciando a criminalidade no país está fazendo com que nos acostumemos com a barbárie e, consequentemente, está alterando nossa forma de conceber a vida e a morte.
Estão corretas as afirmativas
 

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2494110 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Durante o levantamento de requisitos de um sistema de comércio eletrônico constatou-se que sempre que uma compra é concluída deve-se apresentar, obrigatoriamente, o carrinho de compras com os itens comprados. Considerando que foram criados os casos de uso Concluir compra, para representar a conclusão da compra, e Visualizar carrinho, para apresentação dos itens comprados, qual é o tipo de associação entre os casos de uso que deve ser utilizada para contemplar corretamente esse requisito do sistema?
 

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2493266 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Está correto afirmar que
 

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2493037 Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em ambientes com uma alta taxa de acesso ao disco rígido, como em servidores de arquivos de redes locais e ambientes profissionais de produção de computação gráfica, pode-se empregar um esquema que consiste em um conjunto de discos rígidos. Neste esquema, em vez de haver somente um único disco rígido instalado, há uma série de discos, aumentando a confiabilidade dos dados gravados e/ou aumentando a taxa de transferência de dados.
Este esquema é conhecido como
 

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2489948 Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Os circuitos de memória só permitem leitura, mas em compensação, não perdem o conteúdo quando são desligados. Já as memórias permitem a leitura e a escrita, mas em compensação, o seu conteúdo é perdido sempre em que são desligadas. Em relação à velocidade, as memórias são mais lentas do que as memórias .
Quais memórias que completam a sequência acima?
 

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2489687 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O Modelo OSI(Open Systems Interconnection) apresenta sete camadas. Uma dessas camadas controla a operação da sub-rede, de forma a determinar a maneira como os pacotes são roteados da origem até o destino. Esta camada também é responsável pelo controle de congestionamento dos pacotes e consequentemente pela qualidade do serviço fornecido.
As características descritas anteriormente fazem referência a qual camada?
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
 

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2487051 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O protocolo FTP (File Transfer Protocol) tem como objetivo a transferência de arquivos de todos os tipos através de redes TCP/IP. Analise as afirmativas abaixo e marque (V), para as verdadeiras e (F), para as falsas.
( ) O protocolo FTP utiliza duas portas para estabelecer uma comunicação. A porta 20 para controle e a porta 21 para transferir os dados.
( ) O comando binary altera o modo de transferência do arquivo para binária, e é utilizado para transferência de arquivos *.exe e *.zip.
( ) O comando get realiza o download de um arquivo do servidor remoto.
( ) O código 200 emitido pelo protocolo FTP avisa que o usuário foi logado no sistema e já pode utilizar os recursos.
( ) O código 221 emitido pelo protocolo FTP designa o fim da conexão FTP.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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