Foram encontradas 40 questões.
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisSistemas Multiusuário/Multiprogramáveis
- Gerenciamento de ProcessosEscalonamento de Processos
- Gerenciamento de ProcessosExecução Concorrente
O sistema operacional realiza uma série de processos, nos quais cada um deles é executado alternadamente. Esta alternância ocorre em uma velocidade tão rápida que causa a impressão de execução simultânea para o usuário leigo. Este conceito refere-se a uma das funções de um sistema operacional, cujo nome é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2485649
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
O RAID (Arranjo Redundante de Discos Independentes) é um sistema de discos rígidos rápido e confiável, por meio de discos individuais. Quais os dois conceitos que trabalha o raio?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2485302
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Overclock é a técnica de modificação da configuração de qualquer componente eletrônico para operar em um clock acima do especificado. Em computadores, os dois tipos mais comuns de overclock são o overclock do processador e o overclock da placa de vídeo 3D. A técnica do overclock é desaconselhada pelos fabricantes, pois pode diminuir a vida útil dos componentes envolvidos, inclusive podendo levar à queima dos mesmos.
Isso ocorre principalmente por causa de um fenômeno conhecido como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Engenharia de SoftwareAnálise e Projeto de Software
- Engenharia de SoftwareUML: Unified Modeling Language
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Classes e Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Interfaces
Em diagrama de classe, o tipo de relacionamento que herda o comportamento de uma classe, mas não sua estrutura, sendo representado por uma linha tracejada com uma seta vazia é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Ethernet de gigabit admite cabeamento de cobre e de fibra. Sendo assim, qual opção representa uma rede gigabit com fio de cobre e alcance de até 100 metros?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Relógios, também conhecidos como temporizadores, são essenciais para o funcionamento de qualquer sistema multiprogramado por uma variedade de razões. Entre outras atribuições, eles mantêm a hora do dia e evitam que um processo monopolize a CPU. Entre os diferentes tipos de relógios implementados, especialmente os programáveis, apresentam vários modos de operação. Um dos possíveis modos de operação, ao ser inicializado o relógio, é copiar o valor do registrador de apoio para dentro do contador e, então, decrementar o contador a cada pulso de cristal. Quando o contador chega a zero, ele causa uma interrupção e pára até que seja explicitamente reinicializado.
Essa operação é conhecida como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na Linguagem C++, para iniciar um array chamado “n” em uma declaração, usa-se usar a seguinte expressão:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando as seguintes afirmativas em relação a sobrecarga de funções em C++, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container