Foram encontradas 40 questões.
Lea el siguiente texto para contestar la cuestión.
“Espaço de enunciação fronteiriço e processos identitários”
(Eliana Sturza)
“Para abordar, então, o contato linguístico entre o português e o espanhol, na perspectiva teórica que proponho, é necessário levar em conta que, no plano enunciativo, a noção de fronteira linguística seria a da materialidade da língua, na qual as formas nos servem de indicadores da presença de uma língua na outra, quando o espanhol entra no português ou vice-versa. Porém, o contato entre gramáticas das línguas não é suficiente para dar conta de uma abordagem que busca, sobretudo, compreender o funcionamento e os efeitos de sentido que mesmo mudanças nas formas linguísticas produzem na relação dos sujeitos com as 8 línguas às quais está exposto, como no caso da fronteira. O que nos interessa é o efeito que a entrada de uma dessas formas produz sobre a língua praticada pelo falante quando tomadas de empréstimo da outra língua. Ao serem tomadas de empréstimo e, até mesmo, sendo incorporadas à língua da fronteira, tais formas linguísticas deslocam seu funcionamento e seu significado da língua fonte, passando o falante a atribuir novos sentidos a essas palavras que agarram para si, tornando-as, assim, constitutivas das práticas linguísticas de que dispõem para comunicar-se.”
Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?
pid=S010373072010000300006&script=sci_arttext> Acesso em:01 de dez. 2014. 29.
Sobre la perspectiva teórica propuesta por la investigadora en este trabajo, elige la opción que NO SE PUEDE AFIRMAR.
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Lea el siguiente texto para contestar la cuestione.
Whatsapp: el doble check es Dios
Resulta llamativo que en el siglo de la conectividad las personas se a instancias normativas tan sádicas como arbitrarias. El presente continuo al que nos somete el ciberespacio con el diagnóstico que Walter Benjamin anunciaba en El narrador. Esto es: degrada el lugar del relato de boca en boca, al tiempo que exacerba la expectativa de constatación que aporta la prueba. El resultado no es otro que seres inseguros, dependientes de la verdad que el referente: sea éste la foto, la hora y el día del mensaje, el mail o el llamado, en definitiva: el dato que asegure que los dichos se corresponden con los hechos. De esta manera el del valor de la palabra genera una demanda de atención infinita. Tomemos por caso, los códigos e íconos que impone el ciberespacio
El whatsapp es un programa gratuito de la telefonía celular que se distingue por la facilidad en el envío y recepción de mensajes, aunque no por su privacidad. El sistema deja ver si el destinatario está conectado y si recibió el mensaje, detalle que exacerba la expectativa de respuesta del emisor. Los desencuentros y 15 amarguras suscitados entre los usuarios –las parejas, sobre todo– hicieron que días pasados la compañía responsable del servicio saliera a aclarar que el doble tilde, check, o tick en la pantalla, solo significa que el receptor ha recibido el mensaje, no que lo haya leído.
Cuestión que no aporta mucho, habida cuenta de que, en caso de verificarse que el usuario receptor está conectado (por más que la persona esté durmiendo), sigue en pie la torturante posibilidad de interrogarse: ¿por qué no lo ha leído?
Un video que circula en la web atestigua este delirante valor de verdad que se le atribuye al doble tilde. El corto muestra a una pareja que planea su viaje de vacaciones mientras comparten un trago en un bar. Todo parece transcurrir en un tono amoroso hasta que él le recuerda a ella un mensaje no respondido la noche 26 anterior, cuyo breve texto rezaba: “Buenas noches, mi amor”. Como si nada, ella le transmite que no lo ha recibido. El caballero insiste y como prueba menciona el doble tilde registrado en su celular junto con la hora de su último contacto.
De nada valen las palabras con que la dama intenta explicar que, a la hora del envío, ella ya estaba durmiendo. Ahora él insinúa la existencia de una tercera persona. La conversación queda entrampada en el círculo infernal de la demanda: un puro espejo de reproches que borra cualquier pliegue donde escabullirse del ansia de certeza.
Bien podríamos concluir que, a juzgar por el afán de seguridad del muy actual caballero, hoy el cinturón de castidad del medievo son los códigos que impone el ciberespacio. No en vano, antes de que ella dé por terminada la cita –y la relación–, el macho clama: ¡el doble check es Dios!
Se trata de un claro ejemplo acerca de cómo el mandato digital expulsa ese acullico de palabras donde se refugia lo más íntimo, enigmático y femenino de una relación. No en vano, dice Lacan que “el amor no tiene nada que ver con la verdad”. Saber todo del Otro es el certificado de defunción del amor.
13/09/2013- Por Sergio Zabalza Disponível em <http://www.elsigma.com/columnas/whatsapp-el-doble-check-es-dios/12626> Acesso em:01 de dez. 2014.
Elige la alternativa cuyas formas completan adecuadamente los huecos de las líneas 2, 3, 7 y 9, respectivamente:
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Lea el siguiente párrafo y la historieta para contestar la cuestion.
Se afirma sobre el discurso ideológico de “Mafalda”, en las historietas de Quino, que con un pensar adulto, maduro, crítico y actualizado, la ideología en la obra de Quino se manifiesta en el lenguaje y las posiciones del sujeto asumidas por los personajes en cada situación del contexto socio-histórico, como, por ejemplo, en la tira que sigue.

Disponível em <https://www.facebook.com/MafaldaDigital/photos_stream> Acesso em:01 dez. 2014.
Elige la opción que completa adecuadamente los huecos del diálogo entre Mafalda y Suzanita, llevando en consideración la forma como escribe Quino e toda su ideología.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Jardim do Silêncio
Um automóvel segue cego
Pela estrada iluminada de sol
E o homem que está ao volante
Nem olha pra trás...
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Pela estrada iluminada de sol
E o homem que está ao volante
Nem olha pra trás...
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
A velocidade que emociona
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
O perdão é que possibilita
O nascimento da culpa
O nascimento da culpa
E assim
Viajando pelo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
Viajando pelo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
Esse automóvel surge surdo
Pelo caminho abafado de som
E a mulher que escreve um poema
No banco de trás
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Pelo caminho abafado de som
E a mulher que escreve um poema
No banco de trás
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo s e compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo s e compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
A velocidade que emociona
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
O perdão é que possibilita
O nascimento da culpa
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
O perdão é que possibilita
O nascimento da culpa
E assim
Viajando p elo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
Viajando p elo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
MOSKA, Paulinho. Disponível em < http://letras.mus.br/paulinho moska/156009 > Acesso em 02 dez 2014.
Na letra da canção acima, de autoria de Paulinho Moska, percebe-se um recurso rítmico bastante comum em canções e poemas.
Esse recurso se chama
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Turismo educacional em alta
As atividades pedagógicas que ultrapassam o espaço da sala de aula fazem, cada vez mais(I), parte do dia a dia das escolas. Realização de jogos, brincadeiras, atividades lúdicas, encontros e gincanas são apenas alguns exemplos de práticas capazes de diversificar as estratégias com foco na aprendizagem.
Essa busca por incrementar o processo de ensino tem sido tão grande que deu origem a um novo mercado. As excursões e passeios, muitas vezes realizados e organizados pelas próprias escolas, tornaram se um bom segmento de atuação, no qual empresas estão investindo pesado, dando origem a uma nova vertente de 8 atuação no mercado de ensino: o turismo educacional.
O objetivo deste tipo de atividade vai além de propiciar aos alunos um passeio em uma localidade agradável, da qual levarão recordações para toda a vida. As agências de viagem que têm esta linha de atuação se estruturam para fazer da excursão, também, uma ótima experiência do ponto de vista pedagógico. Os locais são escolhidos de forma que possam propiciar alguma contribuição para o ensino. São comuns, principalmente, visitas de grupos escolares a cidades históricas e regiões que se destacam por suas características geológicas. Isto(II) propicia um trabalho mais direcionado para disciplinas como História, Geografia, Ciências, Literatura, Biologia e Meio Ambiente.
Somente uma empresa que atua com Turismo Educacional, a Veronese Turismo, realizou quase 1.500 viagens do tipo. A maioria esmagadora, aproximadamente 1.450, foram de curta duração, para destinos de ntro da cidade do Rio de Janeiro mesmo. Isto mostra que as instituições de ensino têm buscado ajuda profissional para organizar viagens pedagógicas, mesmo quando o destino não é muito distante. Para Ricardo Veronese, diretor da Veronese Turismo, tem cresci do o interesse das escolas pelo Turismo Educacional.
Basicamente todas as escolas utilizam se desse instrumento pedagógico privilegiado para a contextualização de suas atividades. Não tem como mais ficar dentro das quatro paredes de uma sala de aula. Aprendeu se, depois de muito tempo que viver coisas é para sempre”, destacou Ricardo Veronese.(III)
Mas, as possibilidades para as viagens de cunho educacional incluem roteiros bem mais extensos. Várias cidades do interior do Estado do Rio são visitadas por grupos escolares, em busca de conhecer os locais onde se desenrolaram momentos históricos do país, por exemplo. As opções destinos incluem, até mesmo, outros estados, e um dos preferidos é Minas Gerais e suas cidades históricas, como Ouro Preto, São João Del Rei, Tiradentes, Diamantina, entre outras.
Nelas, os alunos entram em contato com ruas, praças, arquiteturas e mobiliários urbanos por onde passaram personagens importantes no desenvolvimento do período econômico do ouro e pedras preciosas, com abordagens sobre a construção de ideias e pensamentos que marcaram a formação do país.
Paraty é outra boa opção para Turismo Pedagógico. A cidade costuma ser muito visitada por escolas, que podem abordar temas como a história de piratas e corsários, sociedades indíge nas, tráfico negreiro, exploração e contrabando do ouro, e maçonaria. Além disso, a fauna e a flora marinha da Baía de Ilha Grande e o relevo e a vegetação da região da Costa Verde são bons motivos para verdadeiras aulas de campo sobre tópicos de Biologia e Geografia. Nesta mesma linha, outra boa opção é a região da Costa do Sol (Região dos Lagos), também bastante 48 visitada pelas oportunidades de abordagem de conhecimentos ligados à História, Geografia e Biologia.
Disponível em < http://www.folhadirigida.com.br/fd/
Satellite/mobile-educacao/reportagens-especiais/Turismo-educacional-em-alta> Acesso em:09 dez 2014.
Considerando o texto Turismo educacional em alta, analise as assertivas:
I. Se extraíssemos a expressão “cada vez mais”, no primeiro parágrafo, isso não traria prejuízo semântico ao texto.
II. Por apresentar função anafórica, o pronome “Isto”, no quarto parágrafo, deveria ser substituído pelo pronome “Isso”.
III. Dentre outras inadequações do texto, na linha 29, percebe-se a falta de uma vírgula que deveria separar um adjunto adverbial deslocado de um objeto direto.
Estão corretas as assertivas
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Jardim do Silêncio
Um automóvel segue cego
Pela estrada iluminada de sol
E o homem que está ao volante
Nem olha pra trás...
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Pela estrada iluminada de sol
E o homem que está ao volante
Nem olha pra trás...
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
A velocidade que emociona
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
O perdão é que possibilita
O nascimento da culpa
O nascimento da culpa
E assim
Viajando pelo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
Viajando pelo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
Esse automóvel surge surdo
Pelo caminho abafado de som
E a mulher que escreve um poema
No banco de trás
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Pelo caminho abafado de som
E a mulher que escreve um poema
No banco de trás
Aperta os olhos
Solta a fumaça e pensa:
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo s e compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
Tudo s e compõe, e se decompõe
Tudo se compõe, e se decompõe
A velocidade que emociona
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
O perdão é que possibilita
O nascimento da culpa
É a mesma que mata
O sorriso antigo agora
É lágrima barata
A vida não pede licença
E muito menos desculpa
O perdão é que possibilita
O nascimento da culpa
E assim
Viajando p elo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
Viajando p elo mundo sem fim
O silêncio planta seu jardim
MOSKA, Paulinho. Disponível em < http://letras.mus.br/paulinho moska/156009 > Acesso em 02 dez 2014.
A composição antitética da letra da referida canção tem como exemplo os versos abaixo, EXCETO:
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Segundo Koch, em sua obra A Coesão Textual, “ A Linguística Textual toma, pois, como objeto particular de investigação não mais a palavra ou frase isolada, mas o texto, considerado a unidade básica de manifestação da linguagem, visto que o homem se comunica por meio de textos e que existem diversos fenômenos linguísticos que só podem ser explicados no interior do texto. […] Assim, passou-se a pesquisar o que faz com que um texto seja um texto, isto é, quais os elementos ou fatores responsáveis pela textualidade.”
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão Textual . São Paulo: Contexto, 2009. p.
A obra citada acima apresenta alguns fatores de textualidade. Dentre eles, encontram-se:
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Seleccione la opción correcta según el empleo de los indefinidos.
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Elige la alternativa cuyas palabras completan, correcta y respectivamente, cada hueco de la frase.
“ amigos, ¿saben que ayer una enorme me arrastró la orilla y me dejó cerca del de la bandera roja?
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Whatsapp: el doble check es Dios
Resulta llamativo que en el siglo de la conectividad las personas se a instancias normativas tan sádicas como arbitrarias. El presente continuo al que nos somete el ciberespacio con el diagnóstico que Walter Benjamin anunciaba en El narrador. Esto es: degrada el lugar del relato de boca en boca, al tiempo que exacerba la expectativa de constatación que aporta la prueba. El resultado no es otro que seres inseguros, dependientes de la verdad que el referente: sea éste la foto, la hora y el día del mensaje, el mail o el llamado, en definitiva: el dato que asegure que los dichos se corresponden con los hechos. De esta manera el del valor de la palabra genera una demanda de atención infinita. Tomemos por caso, los códigos e íconos que impone el ciberespacio
El whatsapp es un programa gratuito de la telefonía celular que se distingue por la facilidad en el envío y recepción de mensajes, aunque no por su privacidad. El sistema deja ver si el destinatario está conectado y si recibió el mensaje, detalle que exacerba la expectativa de respuesta del emisor. Los desencuentros y 15 amarguras suscitados entre los usuarios –las parejas, sobre todo– hicieron que días pasados la compañía responsable del servicio saliera a aclarar que el doble tilde, check, o tick en la pantalla, solo significa que el receptor ha recibido el mensaje, no que lo haya leído.
Cuestión que no aporta mucho, habida cuenta de que, en caso de verificarse que el usuario receptor está conectado (por más que la persona esté durmiendo), sigue en pie la torturante posibilidad de interrogarse: ¿por qué no lo ha leído?
Un video que circula en la web atestigua este delirante valor de verdad que se le atribuye al doble tilde. El corto muestra a una pareja que planea su viaje de vacaciones mientras comparten un trago en un bar. Todo parece transcurrir en un tono amoroso hasta que él le recuerda a ella un mensaje no respondido la noche anterior, cuyo breve texto rezaba: “Buenas noches, mi amor”. Como si nada, ella le transmite que no lo ha recibido. El caballero insiste y como prueba menciona el doble tilde registrado en su celular junto con la hora de su último contacto.
De nada valen las palabras con que la dama intenta explicar que, a la hora del envío, ella ya estaba durmiendo. Ahora él insinúa la existencia de una tercera persona. La conversación queda entrampada en el círculo infernal de la demanda: un puro espejo de reproches que borra cualquier pliegue donde escabullirse del ansia de certeza.
Bien podríamos concluir que, a juzgar por el afán de seguridad del muy actual caballero, hoy el cinturón de castidad del medievo son los códigos que impone el ciberespacio. No en vano, antes de que ella dé por terminada la cita –y la relación–, el macho clama: ¡el doble check es Dios!
Se trata de un claro ejemplo acerca de cómo el mandato digital expulsa ese acullico de palabras donde se refugia lo más íntimo, enigmático y femenino de una relación. No en vano, dice Lacan que “el amor no tiene nada que ver con la verdad”. Saber todo del Otro es el certificado de defunción del amor.
13/09/2013- Por Sergio Zabalza Disponível em <http://www.elsigma.com/columnas/whatsapp-el-doble-check-es-dios/12626> Acesso em:01 de dez. 2014.
Elige la opción, cuya expresión y palabras puedem ser reemplazadas en el texto, sin alteración de sentido, por la expresión queda entrampada en el, y por las palabras reproches y escabullirse.
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