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Foram encontradas 39 questões.

750044 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As organizações em geral devem ter o compromisso de melhorar seu desempenho para atingir determinados objetivos, garantindo assim a excelência de suas atividades. Dentre as ferramentas utilizadas para melhoria de processos, Slack, Chambers e Johnson (2009) destacam o fluxograma, frequentemente adotado na rotina das organizações.
Sobre o fluxograma, de acordo com os autores, é INCORRETO afirmar:
 

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750005 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Quanto aos tipos e níveis de planejamento nas empresas (OLIVEIRA, 2011), tem-se que:
I. O planejamento estratégico é o processo administrativo que proporciona sustentação metodológica para se estabelecer a melhor direção a ser seguida pela empresa, visando ao otimizado grau de interação com os fatores externos e atuando de forma inovadora e diferenciada.
II. O planejamento tático é a formalização, principalmente através de documentos escritos, das metodologias de desenvolvimento e implementação de resultados específicos a serem alcançados pelas áreas funcionais da empresa.
III. Os planejamentos operacionais correspondem a um conjunto de partes homogêneas do planejamento estratégico.
IV. O planejamento tático trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico.
Estão corretas as afirmativas
 

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749826 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com Lobo (2012), reengenharia é o repensar fundamental dos processos empresariais e sua reestruturação, buscando inventar formas completamente novas de realizar as atividades.
De acordo com o autor, qual é característica encontrada em um processo que passou pela Reengenharia?
 

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749554 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Questão de classe
Por J. R. Guzzo
Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio como o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime se o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. De acordo com as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e por isso ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, segundo a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país quando se trata de roubo, latrocínio, sequestro e outras ações de violência extrema – a menos que tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”.
Toda essa conversa é bem cansativa quando se sabe perfeitamente, desde que Moisés anunciou os Dez Mandamentos, que certas práticas são um mal em si mesmas, e ponto-final; não apareceu nas sociedades humanas, de lá para cá, nenhuma novidade capaz de mudar esse entendimento fundamental.
Um crime não deixa de ser um crime pelo fato de ser cometido por uma pessoa pobre, da mesma forma que ser pobre, apenas, não significa ser honesto. Mas e daí? Em nosso pensamento penalmente correto, a ideia de que as culpas são sobretudo uma questão de classe é verdade científica, tão indiscutível quanto a existência do ângulo reto. Por esse tipo de ciência, um homicídio não é “matar alguém”, como diz o Código Penal Brasileiro; para tanto, é preciso que o matador pertença pelo menos à classe média. Daí para baixo, o assassinato de um ser humano é apenas um “fenômeno social”. Fim da discussão. No mais, segundo os devotos da absolvição automática para os criminosos que dispõem de atestado de pobreza, “somos todos culpados”. Nada como as culpas coletivas para que não haja culpa alguma – e para que todos ganhem o direito de se declarar em paz perante sua própria consciência.
Embora não faça parte dos programas, de nenhum partido ou governo, essa é a fé praticada pela maioria das nossas altas autoridades – junto com as camadas superiores da Ordem dos Advogados do Brasil, juristas de renome e estrelas do mundo intelectual, artístico e sociológico. A mídia, de modo geral, os acompanha. Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a “criminalização da pobreza”; é comum, quando se reúnem, haver mais seguranças do lado de fora do que convidados do lado de dentro. A moda do momento, para todos, é escandalizar-se com a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em caso de crimes graves. Não se trata de uma questão de ideologia, ou de moral. A punição pela prática de crimes tem, obrigatoriamente, de começar em algum ponto, e 16 anos é uma idade tão boa quanto 18 – é impossível, na verdade, saber qual o número ideal. Mas o tema se tornou um divisor entre o bem e o mal – sendo que o mal, claro, é a redução, já declarada “coisa da direita selvagem”. Alega-se que o número de menores de 18 anos que praticam crimes violentos é muito pequeno e que a mudança não iria resolver o problema da criminalidade no Brasil. Ambas as afirmações são verdadeiras e sem nenhuma importância. Quem está dizendo o contrário? O objetivo da medida é punir delitos que hoje ficam legalmente sem punição – e nada mais. Também é verdade que pessoas de 60 anos cometem poucos crimes, e nem por isso se propõe que se tornem livres de responder por seus atos. Também é verdade que os crimes não vão desaparecer com nenhum tipo de lei – e nem por isso se elimina o Código Penal.
Talvez esteja na hora de pensar que existe alguma coisa profundamente errada com a paixão pela tese de que a desigualdade social é a grande culpada pela criminalidade no Brasil. Segundo o governo, a redução da pobreza está passando por um avanço inédito na história; nesse caso, deveria haver uma redução proporcional no número de crimes, não é? Mas o crime só aumenta. Ou não houve o progresso que se diz, ou a tese está frouxa. Como fica?
Revista Veja, 03 de junho de 2015. (adaptado)
Em qual das alternativas o elemento sublinhado funciona como uma conjunção?
 

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749343 Ano: 2015
Disciplina: Marketing
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Um dos maiores desafios de uma instituição pública é o estabelecimento de uma comunicação eficaz com todos os públicos interessados em suas atividades. Kotler (2006) salienta a importância de que o processo de comunicação não seja frágil, e propõe algumas etapas para o desenvolvimento de uma comunicação eficaz.
Algumas das etapas do modelo proposto pelo autor são
 

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744359 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A capacitação é um processo de extrema importância para a adequada atividade funcional do servidor público e para o seu desenvolvimento. Chiavenato (2008) afirma que alguns princípios de teoria da aprendizagem devem ser levados em consideração na implementação de programas formais e informais de treinamento, dentre eles:
I. O material de treinamento deve ser significativo.
II. A aplicação prática aumenta o desempenho do treinamento.
III. Certas aptidões, são necessárias para aprender determinados temas.
IV. O aprendiz deve negociar e estabelecer padrões de desempenho com seus superiores.
Nesse sentido, estão corretas as afirmativas:
 

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735728 Ano: 2015
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Gerenciar stakeholders pode ser uma tarefa sutil e delicada, que exige habilidades sociais e, muitas vezes, habilidades políticas.
Essa tarefa, segundo Slack, Chambers e Johnson (2009), é baseada em três atividades básicas em relação ao grupo de stakeholders. São elas:
 

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730371 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Max Weber é considerado o fundador da Teoria da Burocracia. Para Weber, a burocracia tem um significado técnico que identifica características das organizações formais, voltadas para a racionalidade e eficiência (CHIAVENATO, 2010). No entanto, deve-se considerar que existem organizações informais e diferenças individuais no comportamento das pessoas, que levam a consequências imprevistas.
Essa situação denomina-se
 

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Ernesto é servidor público federal e conta com vinte e sete anos de efetivo exercício no serviço público. De acordo com a Constituição Federal de 1988, para se aposentar voluntariamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, ele deverá ter, no mínimo,

Questão Desatualizada

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