Foram encontradas 50 questões.
A propósito da questão plebeia no início do período
republicano romano, identifique o item incorreto:
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Leia o texto a seguir
TEMPO
A História – todos nós estamos acostumados com essa definição – é o estudo das atividades e produções humanas, ou seja, da cultura, ao longo do tempo. Assim, no próprio conceito de História está inserido o conceito de tempo, o que nos mostra sua importância. No entanto, tempo é uma daquelas noções que perpassam nosso dia a dia e às quais damos pouca atenção, a despeito de sabermos de sua importância. Na verdade, a palavra tempo pode designar, em português, coisas diferentes, desde o clima ao tempo histórico, o tempo cultural.
Silva, Kalina Vanderlei Dicionário de conceitos históricos / Kalina Vanderlei Silva, Maciel Henrique Silva. – 2.ed., 2ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2009
Assinale a alternativa que se mostra equivocada quanto à definição de Tempo para história/historiografia:
TEMPO
A História – todos nós estamos acostumados com essa definição – é o estudo das atividades e produções humanas, ou seja, da cultura, ao longo do tempo. Assim, no próprio conceito de História está inserido o conceito de tempo, o que nos mostra sua importância. No entanto, tempo é uma daquelas noções que perpassam nosso dia a dia e às quais damos pouca atenção, a despeito de sabermos de sua importância. Na verdade, a palavra tempo pode designar, em português, coisas diferentes, desde o clima ao tempo histórico, o tempo cultural.
Silva, Kalina Vanderlei Dicionário de conceitos históricos / Kalina Vanderlei Silva, Maciel Henrique Silva. – 2.ed., 2ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2009
Assinale a alternativa que se mostra equivocada quanto à definição de Tempo para história/historiografia:
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Considerando as discussões quanto a narrativas
históricas, analise as alternativas e assinale a que
estiver em discordância com o meio científico:
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No início do século XXI, um dos campos de trabalho para os historiadores que mais cresce no Brasil é o de patrimônio histórico. No entanto, a maioria dos cursos de graduação em História não possui ainda em seu currículo disciplinas suficientes para contemplar tal crescimento. Em geral têm sido os cursos de especialização, assim como as graduações e os cursos técnicos de turismo, que respondem à demanda por profissionais que trabalhem com o patrimônio histórico e cultural brasileiro.
A partir do texto introdutório da questão, assinale a alternativa incorreta sobre Patrimônio Histórico:
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Os Eventos Históricos a seguir tiveram suprimidas
informações descritivas que pudessem qualificá-los
objetivamente a determinado Curso Técnico ou
Eixo Tecnológico.
Observe os eventos Históricos descritos a seguir:
1. No ano de 1946, ocorreu uma revolução no mundo [...] com o lançamento do [...] ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator). 2. A origem da palavra [...] encontra-se na década de 50, mais precisamente no ano de 1957, onde foi definida como coletivo de todas as operações envolvidas na manufatura e distribuição de insumos, na produção e operações de propriedades rurais, o armazenamento e processamento de commotidies e demais instituições e empresas ligadas envolvidas na cadeia produtiva agrícola e pecuária. 3. Em 1931, Vannevar Bush implementou um [...] com uma arquitetura binária propriamente dita, usando os bits 0 e 1. 4. Em 1962, um grande marco para o [...] brasileiro, principalmente para pecuária nacional, foi uma grande importação de gado Nelore para o Brasil. 5. A [...] pode traçar as suas origens às experiências de Alexandre Volta em 1800, às experiências de Michael Faraday, Georg Ohm e outros, bem como à invenção do motor [...] em 1872. O trabalho de James Maxwell e de Heinrich Hertz no final do século XIX deu origem à [...]. 6. A primeira geração de [...] modernos tinha como principal característica o uso de válvulas eletrônicas, possuindo dimensões enormes. Primeira geração (1946 — 1959).
A relação direita do evento (fato histórico) com o respectivo Eixo Tecnológico presente na última edição do Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos (CNCT) está em:
Observe os eventos Históricos descritos a seguir:
1. No ano de 1946, ocorreu uma revolução no mundo [...] com o lançamento do [...] ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator). 2. A origem da palavra [...] encontra-se na década de 50, mais precisamente no ano de 1957, onde foi definida como coletivo de todas as operações envolvidas na manufatura e distribuição de insumos, na produção e operações de propriedades rurais, o armazenamento e processamento de commotidies e demais instituições e empresas ligadas envolvidas na cadeia produtiva agrícola e pecuária. 3. Em 1931, Vannevar Bush implementou um [...] com uma arquitetura binária propriamente dita, usando os bits 0 e 1. 4. Em 1962, um grande marco para o [...] brasileiro, principalmente para pecuária nacional, foi uma grande importação de gado Nelore para o Brasil. 5. A [...] pode traçar as suas origens às experiências de Alexandre Volta em 1800, às experiências de Michael Faraday, Georg Ohm e outros, bem como à invenção do motor [...] em 1872. O trabalho de James Maxwell e de Heinrich Hertz no final do século XIX deu origem à [...]. 6. A primeira geração de [...] modernos tinha como principal característica o uso de válvulas eletrônicas, possuindo dimensões enormes. Primeira geração (1946 — 1959).
A relação direita do evento (fato histórico) com o respectivo Eixo Tecnológico presente na última edição do Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos (CNCT) está em:
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“Mas não seria possível ensinar a História de modo
neutro? A provável resposta à pergunta pode
desdobrar-se em um sem-número de questões, tais
como: ‘É possível ser neutro frente à violência da
conquista da América?’; ‘É possível ser neutro
frente ao trabalho escravo?’; ‘É possível ser neutro
frente aos campos de extermínio nazistas?’; ‘É
possível ser neutro frente ao bombardeio de
Hiroshima e Nagasaki?’. Ora, é impossível
trabalhar esses temas com a mesma isenção do
professor que ensina a regência dos verbos, o que
não significa que este professor e aqueles das
demais disciplinas não tenham compromisso com a
educação dos futuros cidadãos. A diferença é que
ensinar História também significa comprometer-se
com uma estética de mundo, onde guerras,
massacres e outras formas de violência precisam
ser tratados de modo crítico.”
(MICELI, Paulo. Uma pedagogia da História? In: PINSKY, Jaime. O Ensino de História e a criação do fato. 14º. Edição, São Paulo: Contexto, 2011, p.41).
Ao propor uma pedagogia da História, Paulo Miceli defende algumas posições abaixo. Identifique o item incorreto:
(MICELI, Paulo. Uma pedagogia da História? In: PINSKY, Jaime. O Ensino de História e a criação do fato. 14º. Edição, São Paulo: Contexto, 2011, p.41).
Ao propor uma pedagogia da História, Paulo Miceli defende algumas posições abaixo. Identifique o item incorreto:
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Sobre o Ensino de História no Brasil, analise os
itens a seguir, julgue-os (C para os que forem
corretos e E para os que forem Errados) e em
seguida assinale a alternativa que corresponda de
forma adequada às conclusões realizadas. I. Com as Leis n.º 4024/61 e 5692/71, os
conteúdos de história continuaram a ser trabalhados
em ordem cronológica, sendo memorizados e com
a prática cívica sendo o seu principal objetivo, e
com a hegemonia dos pressupostos positivistas. II. Entre as décadas de 60 e 70, o extinto Conselho
Federal de Educação recomendava o ensino de
história geral e do Brasil, assim como o ensino de
história da América. Estas medidas resultaram em
um ensino de história com uma visão eurocêntrica,
tendendo à regionalização e às Histórias Múltiplas,
que articulava a revolução francesa e industrial com
os movimentos de independência dos países da
América, em especial o Brasil. Neste período as
disciplinas de História e Geografia foram
substituídas pelos Estudos Sociais. III. A partir da década de 1980, o ensino de história
passou por discussões quanto ao seu objeto. Os
pressupostos da concepção positivista da história
passaram a ser negados, e aos poucos os
historiadores foram redescobrindo o homem como
agente do processo histórico, como o principal
personagem de uma história que sem sua presença
não existiria. IV. Apesar de todas essas mudanças ocorridas nos
currículos, alguns autores salientam que não foram
suficientes para quebrar o ordenamento cronológico dos conteúdos, pois a sólida tradição escolar de
base positivista ainda imperava. Este cenário podia
ser visualizado nos livros didáticos, por exemplo,
através de um ensino que apresenta a população
brasileira como fruto da relação harmônica e não
conflituosa entre índios e negros que contribuíram
na obra colonizadora/civilizatória conduzida pelo
branco português/europeu e cristão.
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“Em 1.198, foi eleito Papa o cardeal Lotário Segni,
então com trinta e sete anos, o qual tomou o nome
de Inocêncio III (1.198-1.216). Discípulo brilhante
de Hugucião em Bolonha, fez, como se pode
imaginar, uma rápida carreira eclesiástica”. “Muitas páginas excelentes já foram escritas sobre
o pensamento e a atuação política deste Papa, tido
na conta de suserano universal.” “O pensamento político de Inocêncio III se
encontra espalhado tanto em seus escritos e
sermões como em suas cartas. Muitas dessas cartas
foram mais tarde incorporadas ao Direito Canônico
sob a forma de decretais.”
(SOUZA, J. A. de C.R.; BARBOSA, João Morais. O reino de Deus e o reino dos Homens. As relações entre os poderes espiritual e temporal na Baixa Idade Média (da Reforma Gregoriana a João Quidort). Porto Alegre: EDPUCRS, 1997, p. 105)
Sobre Inocêncio III, o conflito entre os poderes espiritual e temporal na baixa idade média, identifique o item incorreto:
(SOUZA, J. A. de C.R.; BARBOSA, João Morais. O reino de Deus e o reino dos Homens. As relações entre os poderes espiritual e temporal na Baixa Idade Média (da Reforma Gregoriana a João Quidort). Porto Alegre: EDPUCRS, 1997, p. 105)
Sobre Inocêncio III, o conflito entre os poderes espiritual e temporal na baixa idade média, identifique o item incorreto:
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Leia o texto a seguir:
A História pode ser vista analogamente ao que temos em um carro. O para-brisa apontando o futuro e os espelhos retrovisores para o passado como referências. Sendo assim, a Teoria da História reporta aqueles que decidiram seguir este ofício da docência em História como um importante instrumento, pois, por meio dela, é que os fatos, as evidências e a existência do ser humano, enquanto constructo social, se faz. Considerando o caput introdutório da questão como motivador para tema central apresentado, analise os itens a seguir, julgue-os colocando C para os que forem Corretos e E para os que forem Errados, e em seguida assinale a alternativa que corresponda a estes julgamentos.
I. A teoria da história pode ser denominada como uma subdisciplina da história. Por sua vez esta teoria procura compreender as diversas formulações do conhecimento histórico. Por não existir uma concepção única e consensual para a análise do passado, as diversas teorias da história alimentam debates constantes entre os defensores de diversas concepções. II. No século XIX, a aplicação do pensamento formulado por Auguste Comte, na área de análise histórica, acreditava que os pesquisadores deveriam encontrar o fator que determinasse a verdadeira história: ela seria algo indiscutível e localizada por meio dos documentos governamentais que jamais estariam errados, com omissões, ou deturpados. De acordo com tal forma de análise, apenas as histórias militares e políticas teriam importância de serem verificadas. Após a localização dos fatos do passado, deveriam ser criadas leis gerais que explicassem todos os dados coletados. A quantidade de leis deveria ser a mínima possível, até se alcançar uma lei única e universal. III. O positivismo revela a necessidade de uma pesquisa científica e metódica nas ciências sociais, fruto e tentativa de aplicação do mesmo que ocorre nas demais ciências a partir do século XIX. Até então, as narrativas históricas se limitavam a textos que misturavam credos religiosos com possíveis realidades, impossibilitando de serem separados um do outro, ou mesmo narrativas de pessoas de destaque que tivessem presenciado os ocorridos. IV. O positivismo na atualidade (Séc. XXI) encontra pouca receptividade dos historiadores. No entanto, é digna a sua lembrança já que, pela primeira vez, existe a preocupação de se desenvolver narrativas históricas seguindo determinados critérios. V. A Escola dos Annales trata de uma linha historiográfica surgida na França por meio da revista Annales d'histoire économique et sociale, criada por Marc Bloch e Lucien Febvre. Os dois autores fundadores de tal publicação achavam insuficientes as formas com que a História era tratada até então. Apesar disso, não foram os primeiros a proporem novas abordagens, nem receberam a fama de forma indevida. Bebendo das fontes de diversos autores, compilam uma forma própria de análise do passado. VI. Nova História é corrente historiográfica surgida nos anos 1970 e correspondente à terceira geração da chamada Escola dos Annales. Seu nome derivou da publicação da obra "Fazer a História", em três volumes, organizada pelos historiógrafos Jacques Le Goff e Pierre Nora, seus principais expoentes na França.
A História pode ser vista analogamente ao que temos em um carro. O para-brisa apontando o futuro e os espelhos retrovisores para o passado como referências. Sendo assim, a Teoria da História reporta aqueles que decidiram seguir este ofício da docência em História como um importante instrumento, pois, por meio dela, é que os fatos, as evidências e a existência do ser humano, enquanto constructo social, se faz. Considerando o caput introdutório da questão como motivador para tema central apresentado, analise os itens a seguir, julgue-os colocando C para os que forem Corretos e E para os que forem Errados, e em seguida assinale a alternativa que corresponda a estes julgamentos.
I. A teoria da história pode ser denominada como uma subdisciplina da história. Por sua vez esta teoria procura compreender as diversas formulações do conhecimento histórico. Por não existir uma concepção única e consensual para a análise do passado, as diversas teorias da história alimentam debates constantes entre os defensores de diversas concepções. II. No século XIX, a aplicação do pensamento formulado por Auguste Comte, na área de análise histórica, acreditava que os pesquisadores deveriam encontrar o fator que determinasse a verdadeira história: ela seria algo indiscutível e localizada por meio dos documentos governamentais que jamais estariam errados, com omissões, ou deturpados. De acordo com tal forma de análise, apenas as histórias militares e políticas teriam importância de serem verificadas. Após a localização dos fatos do passado, deveriam ser criadas leis gerais que explicassem todos os dados coletados. A quantidade de leis deveria ser a mínima possível, até se alcançar uma lei única e universal. III. O positivismo revela a necessidade de uma pesquisa científica e metódica nas ciências sociais, fruto e tentativa de aplicação do mesmo que ocorre nas demais ciências a partir do século XIX. Até então, as narrativas históricas se limitavam a textos que misturavam credos religiosos com possíveis realidades, impossibilitando de serem separados um do outro, ou mesmo narrativas de pessoas de destaque que tivessem presenciado os ocorridos. IV. O positivismo na atualidade (Séc. XXI) encontra pouca receptividade dos historiadores. No entanto, é digna a sua lembrança já que, pela primeira vez, existe a preocupação de se desenvolver narrativas históricas seguindo determinados critérios. V. A Escola dos Annales trata de uma linha historiográfica surgida na França por meio da revista Annales d'histoire économique et sociale, criada por Marc Bloch e Lucien Febvre. Os dois autores fundadores de tal publicação achavam insuficientes as formas com que a História era tratada até então. Apesar disso, não foram os primeiros a proporem novas abordagens, nem receberam a fama de forma indevida. Bebendo das fontes de diversos autores, compilam uma forma própria de análise do passado. VI. Nova História é corrente historiográfica surgida nos anos 1970 e correspondente à terceira geração da chamada Escola dos Annales. Seu nome derivou da publicação da obra "Fazer a História", em três volumes, organizada pelos historiógrafos Jacques Le Goff e Pierre Nora, seus principais expoentes na França.
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“Embora os castigos físicos exemplares, entre os
quais a imobilização em troncos ou os açoites em
pelourinhos, que frequentemente culminavam na
morte dos castigados, fossem aplicados em
situações extremas como a fuga ou a rebeldia, o
castigo, assim como o controle sobre as ações dos
escravos, fazia parte do cotidiano da escravidão no
Brasil. Com eles os senhores propagavam o temor
entre seus escravos, na esperança de produzir
‘obediência e sujeição.’”
(GRINBERG, Keila. “Castigos físicos”. In: SCHWARCS, Lília M. e GOMES, Flávio. “Dicionário da escravidão e liberdade”. São Paulo: Cia das Letras, 2018, p.144)
Sobre castigos físicos e legislação a escravos, identifique o item incorreto:
(GRINBERG, Keila. “Castigos físicos”. In: SCHWARCS, Lília M. e GOMES, Flávio. “Dicionário da escravidão e liberdade”. São Paulo: Cia das Letras, 2018, p.144)
Sobre castigos físicos e legislação a escravos, identifique o item incorreto:
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