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Foram encontradas 50 questões.

320792 Ano: 2012
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
De acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, assinale a alternativa correta.

 

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320672 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para o cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório, durante o qual sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observado o seguinte fator previsto na Lei n.º 8.112/1990:
 

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320671 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
José, servidor público, necessita fruir de licença por motivo de doença que acometeu um ente da família. Com base nessa situação e em conformidade com a Lei n.º 8.112/1990, assinale a alternativa correta.

 

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320670 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
João, servidor público do município de São Vicente do Sul, respondeu concomitantemente a processo administrativo e a penal, que investigavam suposta irregularidade no exercício de suas atribuições. O processo penal encerrou antes do administrativo, e a sentença foi no sentido de absolver o servidor, reconhecendo que o fato investigado não constituía crime. Em face da situação descrita e de acordo com a Lei n.º 8.112/1990, assinale a alternativa correta.

 

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320666 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
O processo disciplinar, nos termos da Lei n.º 8.112/1990, é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições, ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.

 

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320635 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
De acordo com o estatuto do Instituto Federal de Brasília, compete ao Conselho Superior

 

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320633 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
Tendo em vista o disposto na Lei n.º 11.892/2008, com relação ao cargo de reitor, assinale a alternativa correta.

 

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320630 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
Conforme a Lei n.º 11.892/2008, os institutos federais têm por finalidades e características

 

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320619 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

A violência intrafamiliar e institucional sempre afetou a

saúde e a qualidade de vida de milhares de crianças e jovens

no Brasil. Em nosso país, formas agressivas e cruéis de se

relacionar são frequentemente usadas por pais, educadores

e responsáveis por abrigos ou internatos como estratégias

para educar e para corrigir erros de comportamento de

crianças e adolescentes. Mas está reconhecido

cientificamente que essa mentalidade e esse tipo de atuação,

além de serem contraproducentes, são nocivos. Bater, ferir,

violar, menosprezar, negligenciar e abusar são verbos que

não devem ser usados no trato da infância e da adolescência

por vários motivos:

• muitos estudos mostram que a violência, da qual a

pessoa é vítima nos primeiros anos de vida, deixa sequelas

por toda a existência;

• a criança e o jovem não são objeto ou propriedade dos

pais ou de qualquer adulto; e sim, sujeitos de direitos

especiais reconhecidos pela Constituição brasileira e pelo

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);

• essa violência que ocorre silenciosamente dentro das

famílias e na sociedade, como se fosse um fenômeno banal,

é potencializadora da violência social em geral;

• as pessoas vítimas de violência na infância podem

repeti-la quando se tornam adultas, especialmente com seus

próprios filhos ou com outras crianças e adolescentes com os

quais se relacionam socialmente.

Enfim, quando a violência é uma forma de relação que

se estabelece no interior das famílias ou na convivência

social, é preciso denunciá-la e “desnaturalizá-la”, tratando-a

como um problema a ser resolvido, buscando formas

“civilizadas” de trabalhar com os conflitos. Nunca é demais

lembrar que os conflitos são normais e até desejáveis na

sociedade, pois indicam a pluralidade de visões, de desejos e

projetos. O mal, portanto, não está em expressá-los, mas em

suprimir a oportunidade do debate, do diálogo e do exercício

da tolerância. No caso das crianças e dos adolescentes,

geralmente os pais, responsáveis e adultos tendem a acabar

com as divergências de ideias e de comportamentos e com o

conflito de gerações por meio da dominação adultocêntrica,

da imposição de sua vontade, ou por meio de gestos e ações

violentos.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Notificação de maus-tratos contra crianças e adolescentes pelos profissionais de saúde: um passo a mais na cidadania em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002, p. 10-1 (com adaptações).

Com referência ao texto, assinale a alternativa correta.

 

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320613 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

A Apple fatura vendendo iPhones, iPads e

computadores Macs. A Microsoft fatura vendendo licenças do

sistema Windows ou consoles do videogame XBox 360. O

Google ganha dinheiro com anúncios atrelados a seu serviço

de busca. E o Facebook ganha dinheiro apenas com suas

informações. É o que você posta, escreve, joga, compartilha,

lê, comenta, curte e cutuca que levou a empresa a lucrar

US$ 1 bilhão em 2011. Isso pode transformá-la, agora, na

sétima companhia de tecnologia mais valiosa do mundo.

Quem conseguiu transformar essas informações em

dinheiro foi o jovem americano Mark Zuckerberg, fundador e

principal executivo da empresa. Com apenas 27 anos, ele é

hoje um dos homens mais ricos e influentes do mundo. O

Facebook, criado em 2004 no alojamento de estudantes da

Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, inventou um

negócio com base na oferta de espaço digital (ilimitado e

gratuito) para que os consumidores se relacionem. Em troca,

os dados sobre tudo o que esses consumidores fazem —

tudo o que você faz! — são vendidos às empresas

interessadas em se relacionar com eles, na forma de

anúncios publicitários. Oitenta e cinco por cento do

faturamento de US$ 3,7 bilhões obtido pelo Facebook no ano

passado veio assim. Sistemas inteligentes analisam rios de

dados gerados pelas ações dos usuários e criam cestas de

perfis para quem quiser explorá-los. Como funciona? O

Facebook calcula, por exemplo, quantas mulheres

paulistanas entre 20 e 30 anos acabaram de mudar seu

status de relacionamento para noiva, oferece essa

informação a uma produtora de festas e cria um anúncio para

sair na coluna lateral do perfil das noivas. Da mesma forma,

se alguém curte uma página de comida saudável, pode ser o

cliente ideal para anúncios de vegetais orgânicos. Se posta

vídeos de futebol, se menciona livros de economia, se

comenta sobre mergulhos, se publica fotos das Ilhas Fiji —

as possibilidades de exploração comercial das informações

são infinitas, e todas elas são armazenadas nos bancos de

dados do Facebook. Com o passar do tempo, eles se tornam

verdadeiros oceanos de dados nos quais as empresas

podem pescar o que desejarem saber acerca dos

consumidores.

Até que ponto uma companhia de internet tem o

direito de acompanhar a vida pessoal dos usuários para

desenvolver estratégias de marketing com base nelas? O

Facebook já enfrentou críticas e foi levado aos tribunais pela

forma como atropela os direitos de seus usuários e faz uso

pouco transparente das informações que eles colocam no

site.

Nos últimos anos, as políticas de privacidade e de

direitos dos usuários sofreram várias mudanças unilaterais

por parte do Facebook, sempre na mesma direção — a

publicação indiscriminada das informações que as pessoas

colocam em seus perfis e das mensagens que trocam com

seus amigos no interior do site, e mesmo fora dele.

O objetivo de Zuckerberg com essas constantes

reduções do espaço privado é manter os internautas mais

tempo em suas páginas, conversando e vasculhando os

perfis uns dos outros. Ele percebeu muito cedo, ainda na

universidade, que a maioria de nós temos uma curiosidade

ilimitada sobre os outros e um desejo irrefreável de conversar

e partilhar novidades sobre nós mesmos. Zuckerberg vem

ajudando a moldar uma geração inteira que ficou conhecida

como posto, logo existo — gente incapaz de usufruir um

momento privado sem a antecipação do prazer de partilhá-lo

on-line. É a geração que tem necessidade de colocar no ar,

pelo Facebook, tudo o que faz no dia a dia.

Internet: http://revistaepoca.globo.com (com adaptações). Acesso em 17/3/2012.

Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto e preserva a correção gramatical e o sentido original.

 

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