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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas da seguinte frase:
Um _________________ Ethernet que atua na ___________ decide se um ___________ será transmitido de uma porta para outra analisando o ___________ do destinatário.
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1624612
Ano: 2009
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFSC
Orgão: IFC
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFSC
Orgão: IFC
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A respeito da tecnologia RAID, assinale a alternativa CORRETA.
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- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Estrangeira
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Primária
Sobre o modelo relacional de Banco de Dados, é CORRETO afirmar que:
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SOS Gramatical
Uma esquina educativa
Uma esquina educativa
Às dez e meia da manhã, o telefone tocou mais uma vez. Do outro lado da linha, uma dúvida – a décima segunda do dia. “Você quer saber como se escreve insossa?”, repetiu a plantonista. Sim, era o que a pessoa queria. Considerando o nível de dificuldade das perguntas que Illiana da Costa Forte enfrenta diariamente, essa poderia entrar na categoria bico. Ainda assim, tal como canja de galinha e água-benta, um Aurélio ou um Houaiss nunca é demais. Depois de uma espiada no computador, ela responde: “A palavra é com s e ss.”
Illiana é a coordenadora do Plantão Gramatical de Fortaleza, um tira-dúvidas linguístico mantido há quase trinta anos pela prefeitura da cidade. De segunda a sexta, das 8 às 18 horas, ela e um grupo de oito professores – seis de português, um de inglês e um de espanhol – se revezam em dois turnos para destrinchar, por exemplo, as 27 (dizem alguns) funções gramaticais da palavra que (conjunção, pronome, preposição, advérbio etc.). As perguntas são feitas por telefone e fax ou “presencialmente” (como dizem os modernos). É a modalidade preferida dos moradores do bairro Damas, onde fica o escritório, porque um pulo no plantão economiza o telefonema
Além de lançar luz sobre os mistérios dos três idiomas, os mestres fornecem a origem e o significado de nomes de pessoa. Circula pelo escritório o polpudo Dicionário de Nomes de Bebês, com 8 mil verbetes. “Quer saber o seu?”, Illiana pergunta ao usuário Henrique. “Está aqui: ‘príncipe encantador e poderoso.’” Há que [prep. acidental] duvidar um tanto dos rigores do dicionário, o que não impediu Henrique de ganhar o dia. De posse da informação, certamente apareceu no emprego com a altivez de um cavaleiro medieval.
Variando dos 30 aos 50 anos de idade, todos os plantonistas têm curso superior e quase todos lecionam nas universidades públicas de Fortaleza (são duas). Com o cargo de oráculo gramatical, reforçam o orçamento em 953 reais mensais.
Entre uma pergunta e outra sobre ortografia, sintaxe, morfologia ou pontuação, são por vezes instados a dirimir dúvidas que [pron. rel. com função de sujeito] extrapolam os precisos limites da ciência gramatical. Uma vez, preparada para atender o telefone e fazer, digamos, alguma rápida análise sintática – por exemplo, da frase “Vão-se os anéis, ficam os dedos” –, Illiana foi surpreendida: “Quem era o ator que [pron. rel. com função de sujeito] fazia O Bem- Amado?” Meio no reflexo, ela respondeu na bucha: “Paulo Gracindo.” Entusiasmada, a consulente prosseguiu: “Já que a senhora foi tão simpática comigo, não teria aí o telefone do padre Marcelo Rossi?” Illiana não tinha.
(Adaptado de SOS Gramatical. Piauí, Rio de Janeiro, ano 3, n. 30, p. 12-13, mar. 2009)
Leia o excerto e assinale a alternativa CORRETA.
“Do outro lado da linha, uma dúvida – a décima segunda do dia. ‘Você quer saber como se escreve insossa?’ [...] Considerando o nível de dificuldade das perguntas que Illiana da Costa Forte enfrenta diariamente, essa poderia entrar na categoria bico.”
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Psicanálise é linguagem
A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento. Quem a usa com maestria é admirado. São autores que, com a linguagem, emocionam em obras da literatura, teatro, poesia e cinema. Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado.
O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
A palavra também serve como bálsamo para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.
A palavra abriga a diversidade linguística. A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.
Os seres humanos estão habituados a cantarolar, pedir socorro, demandar, ordenar e espantar-se quando falas inusitadas lhes escapam. Fantasias, enganos, mentiras e verdades. Há um momento em que o ser acredita ser verdade o que diz, e se julga senhor do instrumento, como um pincel, um lápis, um formão, uma arma, um espelho.
Verdades construídas
Imersos na linguagem, não percebemos que ela constitui o universo ao nosso redor, a comunicação, o onírico e o real, que nomeia o que nos rodeia. É senhora de tudo: ordena o pensamento, o devaneio, o projeto e a imaginação.
O nome, próprio, é um pedacinho de linguagem, na cadeia da linguagem. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem é uma ilusão que o ser humano nutre. Eu domino a linguagem e vou até fazer um curso de oratória para fascinar o mundo. Eu percebo que falo a alguém apenas o que pretendo. Eu percebo que a camuflagem e o engodo são atributos que manejo. Eu, assim, imagino que nada escapa se eu não quiser.
Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo. Ousadia vitoriosa. Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta de sua obra que seria resgatada por, dentre outros, Jacques Lacan.
Cruzamos o século 20 e entramos no século 21 ouvindo o anúncio da morte anunciada da psicanálise. E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece no campo das terapêuticas. Certamente, essa permanência é devida, entre outras referências, à maneira como os psicanalistas demonstram que a linguagem, não obstante os labirintos que se constroem com ela, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
Não a verdade da religião, não a verdade referencial, mas o pedacinho da verdade que cada um carrega no coração do seu ser.
(MAZZEI, D. Psicanálise é linguagem. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 2, edição 5, p. 8, maio 2007. Especial Psicanálise & Linguagem.)
Com base no texto, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.
( ) No sétimo parágrafo, o referente do pronome eu, mencionado várias vezes, é o autor do texto.
( ) Na frase a seguir, há falta de paralelismo sintático entre as orações sublinhadas: “A palavra também serve como bálsamo para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.”
( ) O tempo verbal predominante no texto é o presente.
( ) Nas quatro palavras a seguir, observa-se um processo de derivação pelo qual um substantivo é formado por meio do acréscimo de sufixo a uma base verbal: ousadia ; permanência; anunciada ; linguística .
( ) Na frase “E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece [...]” a expressão sublinhada pode ser substituída por apesar disso, sem prejuízo de sentido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Psicanálise é linguagem
A linguagem está tão presente em cada um de nós que, muitas vezes, a consideramos um instrumento. Quem a usa com maestria é admirado. São autores que, com a linguagem, emocionam em obras da literatura, teatro, poesia e cinema. Mas, quando há uma dúvida, e uma palavra é incompreendida, a leitura se interrompe para a busca de um significado.
O ser humano, habituado com a linguagem, seja qualquer uma das tantas línguas, procura verdades expressas nas declarações que faz sobre si mesmo e o mundo.
A palavra também serve como bálsamo para a dor, seja no riso quando se diz algo espirituoso, seja no acolhimento ao ouvir sobre o sofrimento do outro.
A palavra abriga a diversidade linguística. A imagem bíblica da Torre de Babel, um prenúncio das muitas línguas que seriam criadas no mundo hoje globalizado, só errou num ponto. De algum modo, os homens se fazem entender, não importa onde nasceram ou vivem.
Os seres humanos estão habituados a cantarolar, pedir socorro, demandar, ordenar e espantar-se quando falas inusitadas lhes escapam. Fantasias, enganos, mentiras e verdades. Há um momento em que o ser acredita ser verdade o que diz, e se julga senhor do instrumento, como um pincel, um lápis, um formão, uma arma, um espelho.
Verdades construídas
Imersos na linguagem, não percebemos que ela constitui o universo ao nosso redor, a comunicação, o onírico e o real, que nomeia o que nos rodeia. É senhora de tudo: ordena o pensamento, o devaneio, o projeto e a imaginação.
O nome, próprio, é um pedacinho de linguagem, na cadeia da linguagem. Acreditar que simplesmente somos os senhores da linguagem é uma ilusão que o ser humano nutre. Eu domino a linguagem e vou até fazer um curso de oratória para fascinar o mundo. Eu percebo que falo a alguém apenas o que pretendo. Eu percebo que a camuflagem e o engodo são atributos que manejo. Eu, assim, imagino que nada escapa se eu não quiser.
Sigmund Freud é o médico que, ainda no final do século 19, ousou tratar, por meio da linguagem, o sofrimento histérico, fóbico, obsessivo, depressivo. Ousadia vitoriosa. Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta de sua obra que seria resgatada por, dentre outros, Jacques Lacan.
Cruzamos o século 20 e entramos no século 21 ouvindo o anúncio da morte anunciada da psicanálise. E, mesmo assim, essa forma de psicoterapia permanece no campo das terapêuticas. Certamente, essa permanência é devida, entre outras referências, à maneira como os psicanalistas demonstram que a linguagem, não obstante os labirintos que se constroem com ela, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
Não a verdade da religião, não a verdade referencial, mas o pedacinho da verdade que cada um carrega no coração do seu ser.
(MAZZEI, D. Psicanálise é linguagem. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 2, edição 5, p. 8, maio 2007. Especial Psicanálise & Linguagem.)
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação ao texto.
( ) O erro mencionado em relação à imagem bíblica da Torre de Babel refere-se ao fato de que, apesar da diversidade linguística, os homens, de algum modo, se comunicam.
( ) A linguagem, por causa dos labirintos que se constroem com ela, transporta pelo menos um pedacinho de verdade.
( ) Aplicar a linguagem por meio da psicanálise é uma faceta da obra do pioneiro nessa área: Jacques Lacan.
( ) O texto coloca em contraste duas ideias acerca da relação entre o homem e a linguagem: ora ele a maneja como um instrumento, ora ela o influencia.
( ) “Verdades construídas”, a que se refere o texto, retoma a ideia da metáfora da Torre de Babel.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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- Conceitos BásicosPrincípiosAutenticidade
- Conceitos BásicosPrincípiosIntegridade
- Certificado DigitalAssinatura Digital
- CriptografiaCriptografia Assimétrica
Considerando os requisitos de segurança e a maneira de obtê-los através das técnicas de criptografia, analise as seguintes afirmativas.
I. Se um emissor enviar uma mensagem para um destinatário contendo o texto plano da mensagem concatenado com o hash deste texto, o requisito de autenticidade é atendido.
II. Ao enviar uma mensagem, se o emissor a assina digitalmente os requisitos de integridade e de autenticidade são satisfeitos.
III. Se um emissor enviar uma mensagem cifrada digitalmente com sua chave privada, os requisitos de integridade e confidencialidade não são atendidos.
IV. Um emissor que cifra o conteúdo de uma mensagem com a sua chave pública garante o requisito de confidencialidade.
Assinale a alternativa CORRETA.
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SOS Gramatical
Uma esquina educativa
Uma esquina educativa
Às dez e meia da manhã, o telefone tocou mais uma vez. Do outro lado da linha, uma dúvida – a décima segunda do dia. “Você quer saber como se escreve insossa?”, repetiu a plantonista. Sim, era o que a pessoa queria. Considerando o nível de dificuldade das perguntas que Illiana da Costa Forte enfrenta diariamente, essa poderia entrar na categoria bico. Ainda assim, tal como canja de galinha e água-benta, um Aurélio ou um Houaiss nunca é demais. Depois de uma espiada no computador, ela responde: “A palavra é com s e ss.”
Illiana é a coordenadora do Plantão Gramatical de Fortaleza, um tira-dúvidas linguístico mantido há quase trinta anos pela prefeitura da cidade. De segunda a sexta, das 8 às 18 horas, ela e um grupo de oito professores – seis de português, um de inglês e um de espanhol – se revezam em dois turnos para destrinchar, por exemplo, as 27 (dizem alguns) funções gramaticais da palavra que (conjunção, pronome, preposição, advérbio etc.). As perguntas são feitas por telefone e fax ou “presencialmente” (como dizem os modernos). É a modalidade preferida dos moradores do bairro Damas, onde fica o escritório, porque um pulo no plantão economiza o telefonema
Além de lançar luz sobre os mistérios dos três idiomas, os mestres fornecem a origem e o significado de nomes de pessoa. Circula pelo escritório o polpudo Dicionário de Nomes de Bebês, com 8 mil verbetes. “Quer saber o seu?”, Illiana pergunta ao usuário Henrique. “Está aqui: ‘príncipe encantador e poderoso.’” Há que [prep. acidental] duvidar um tanto dos rigores do dicionário, o que não impediu Henrique de ganhar o dia. De posse da informação, certamente apareceu no emprego com a altivez de um cavaleiro medieval.
Variando dos 30 aos 50 anos de idade, todos os plantonistas têm curso superior e quase todos lecionam nas universidades públicas de Fortaleza (são duas). Com o cargo de oráculo gramatical, reforçam o orçamento em 953 reais mensais.
Entre uma pergunta e outra sobre ortografia, sintaxe, morfologia ou pontuação, são por vezes instados a dirimir dúvidas que [pron. rel. com função de sujeito] extrapolam os precisos limites da ciência gramatical. Uma vez, preparada para atender o telefone e fazer, digamos, alguma rápida análise sintática – por exemplo, da frase “Vão-se os anéis, ficam os dedos” –, Illiana foi surpreendida: “Quem era o ator que [pron. rel. com função de sujeito] fazia O Bem- Amado?” Meio no reflexo, ela respondeu na bucha: “Paulo Gracindo.” Entusiasmada, a consulente prosseguiu: “Já que a senhora foi tão simpática comigo, não teria aí o telefone do padre Marcelo Rossi?” Illiana não tinha.
(Adaptado de SOS Gramatical. Piauí, Rio de Janeiro, ano 3, n. 30, p. 12-13, mar. 2009)
Assinale a alternativa em que o vocábulo à direita é SINÔNIMO do termo transcrito do texto.
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- Banco de Dados RelacionalNormalização1FN: Primeira Forma Normal
- Banco de Dados RelacionalNormalização2FN: Segunda Forma Normal
- Banco de Dados RelacionalNormalização3FN: Terceira Forma Normal
Considere a tabela Clientes a seguir, sendo a chave primária desta tabela definida pelo atributo sublinhado.
Clientes
| codigoCliente | nome | foneContato | codigoEstado | nomeEstado |
| 1 | Pedro Santos | 4788030234 | SC | Santa Catarina |
| 2 | Ana Souza | 4892945034 | SC | Santa Catarina |
| 3 | Maria Serra | 4181192456 | PR | Paraná |
| 4 | Paulo Soares | 1199452346 | SP | São Paulo |
| 5 | Manoel Luiz | 4588824522 | PR | Paraná |
| 6 | Pedro Barbosa | 2199882145 | RJ | Rio de Janeiro |
| 7 | Joana Brito | 2187452344 | RJ | Rio de Janeiro |
| 8 | Andre Bastos | 1996374337 | SP | São Paulo |
Assinale a alternativa CORRETA. A tabela Clientes atende:
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Observe os fragmentos abaixo.
(Adaptado de MACHADO, J. Pisando no “Z”. Língua Portuguesa, São Paulo, ano 3, n. 30, abr. 2008).
( ) Não há nada de mal nisso, porque em português há regras ortográficas algo movediças e as exceções são muitas.
( ) Mesmo assim, sempre haverá dúvidas.
( ) No entanto, é bom que as haja, para que se consulte o dicionário.
( ) Muita gente, inclusive bem escolarizada, tem dificuldade com a grafia de certas palavras.
( ) Afinal, quem não tem dúvidas não aprende.
( ) Só a leitura e a escrita constantes podem dar alguma segurança ao escriba.
Considerando a ordenação numérica apresentada nas alternativas a seguir, assinale a alternativa CORRETA em que os fragmentos constituem um parágrafo coeso e coerente.
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