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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasAções Culturais e Educativas
Analise as afirmativas abaixo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
Os PCNs
( ) propõem a formação de um cidadão consciente da importância dos diversos acervos culturais e da necessidade de frequentá- los. ( ) entendem que a biblioteca é um espaço apenas de estudo e de pesquisa, sendo que o gosto pela leitura é responsabilidade do professor. ( ) reconhecem a biblioteca como espaço excelente para se desenvolver a cidadania e o zelo para com espaços coletivos. ( ) veem a biblioteca apenas como um estoque de livros, para uso dos alunos. ( ) apresentam a biblioteca como lugar de aprendizagem permanente. A sequência correta é
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- Automação em Bibliotecas
- Conceitos Fundamentais
- Serviços Automatizados para Bibliotecas
- Serviços Eletrônicos de Informação
- BiblioteconomiaConceitos básicosFontes de Informação
( ) Uma vantagem dos softwares que gerenciam os catálogos online é a consulta de dados referenciais e uma desvantagem é que nenhum deles permite o acesso ao texto completo, imagem ou som da obra descrita. ( ) Quanto à finalidade que objetivam, os catálogos podem ser principais, quando destinados ao pessoal técnico especializado da biblioteca, e auxiliares, quando destinado ao público leitor. ( ) Uma das vantagens do Catálogo Onine de Acesso Público é o benefício do acesso remoto em rede. ( ) Algumas bibliotecas mantêm, em formato papel, os fichários tradicionais, constituindo um arquivo de segurança.
A sequência correta é
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- Processos Técnicos
- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Formação e Desenvolvimento de Acervos e Coleções
- Organização e administração de bibliotecasAvaliação de bibliotecasTipos de Biblioteca
A autora refere-se ao nível
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 2 a seguir. Leia-o atentamente, antes de responder a essa questão.
TEXTO 2
Educação que transforma
Currículos devem contemplar muito além dos conteúdos que preparam para a profissão
Cynthia Freitas de Oliveira Enoque**
[1º§] Fala-se muito, na atualidade, de uma educação que, para além de formar, tenha como objetivo Transformar. “Trans”, do latim, significa ‘além, através’, ‘que denota passagem de uma condição a outra, de uma configuração cognitiva e/ou social a outra’. A questão que se coloca é: estaria nosso sistema educacional formando ou transformando?
[2º§] A formação que transforma pressupõe algo mais complexo que o mero “depósito” de conceitos quando da relação docente-discente. Nessa perspectiva, parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.
[3º§] Essa concepção, historicamente arraigada na área da educação, está presente em todos os níveis educacionais. E, apesar de o mundo contemporâneo se pautar na troca via rede, na co-construção e na inteligência coletiva, a formação bancária se perpetua pela cultura da “PDEfização”¹ dos conteúdos, pelas práticas mnemônicas², pela prevalência da aula expositiva, pelo foco exacerbado no conteúdo (em detrimento às habilidades, competências e valores), pela avaliação instrucional, pela utilização de espaços escolares que colocam o professor como detentor único do conhecimento, por um currículo fragmentado e disciplinar, pelo subaproveitamento de tecnologias digitais que ampliam e relativizam tempos e espaços escolares, bem como favorecem a troca.
[4º§] A educação genuinamente transformadora, para se consubstanciar, carece de espaços, comportamentos, políticas e concepções para germinar. Necessita da premente transformação do professor, que se dá não só na formação inicial, mas também na formação continuada e em todos os níveis. Ser professor em um mundo complexo e mutante, como o atual, pressupõe uma constante reformulação da práxis docente e um olhar crítico e reflexivo sobre esse fazer. Para além disso, exige predisposição para o novo: um paradigma tradicional não é suprimido somente com informação e preparação, mas também, com predisposição para a mudança.
Vocabulário de apoio
1- “PDEfização” dos conteúdos: neologismo (palavra nova na língua) para se referir à utilização excessiva do recurso computacional PDF, cuja sigla inglesa significa Portable Document Format (Formato Portátil de Documento); sigla que define um padrão de escrita em informática.
2- práticas mnemônicas: práticas de memorização.
3- prototipagem: termo geralmente utilizado em ambientes tecnológicos para se referir à inovação; diz respeito à produção e à execução de um protótipo (um produto, um software, por exemplo).
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 2 a seguir. Leia-o atentamente, antes de responder a essa questão.
TEXTO 2
Educação que transforma
Currículos devem contemplar muito além dos conteúdos que preparam para a profissão
Cynthia Freitas de Oliveira Enoque**
[1º§] Fala-se muito, na atualidade, de uma educação que, para além de formar, tenha como objetivo Transformar. “Trans”, do latim, significa ‘além, através’, ‘que denota passagem de uma condição a outra, de uma configuração cognitiva e/ou social a outra’. A questão que se coloca é: estaria nosso sistema educacional formando ou transformando?
[2º§] A formação que transforma pressupõe algo mais complexo que o mero “depósito” de conceitos quando da relação docente-discente. Nessa perspectiva, parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.
[3º§] Essa concepção, historicamente arraigada na área da educação, está presente em todos os níveis educacionais. E, apesar de o mundo contemporâneo se pautar na troca via rede, na co-construção e na inteligência coletiva, a formação bancária se perpetua pela cultura da “PDEfização”¹ dos conteúdos, pelas práticas mnemônicas², pela prevalência da aula expositiva, pelo foco exacerbado no conteúdo (em detrimento às habilidades, competências e valores), pela avaliação instrucional, pela utilização de espaços escolares que colocam o professor como detentor único do conhecimento, por um currículo fragmentado e disciplinar, pelo subaproveitamento de tecnologias digitais que ampliam e relativizam tempos e espaços escolares, bem como favorecem a troca.
[4º§] A educação genuinamente transformadora, para se consubstanciar, carece de espaços, comportamentos, políticas e concepções para germinar. Necessita da premente transformação do professor, que se dá não só na formação inicial, mas também na formação continuada e em todos os níveis. Ser professor em um mundo complexo e mutante, como o atual, pressupõe uma constante reformulação da práxis docente e um olhar crítico e reflexivo sobre esse fazer. Para além disso, exige predisposição para o novo: um paradigma tradicional não é suprimido somente com informação e preparação, mas também, com predisposição para a mudança.
Vocabulário de apoio
1- “PDEfização” dos conteúdos: neologismo (palavra nova na língua) para se referir à utilização excessiva do recurso computacional PDF, cuja sigla inglesa significa Portable Document Format (Formato Portátil de Documento); sigla que define um padrão de escrita em informática.
2- práticas mnemônicas: práticas de memorização.
3- prototipagem: termo geralmente utilizado em ambientes tecnológicos para se referir à inovação; diz respeito à produção e à execução de um protótipo (um produto, um software, por exemplo).
Releia este trecho: “(...) parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.”
A visão da autora do texto 2 sobre o conceito de ‘Educação Bancária’ é
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
No que se refere ao Código de Ética Profissional do Servidor Público, é vedado ao servidor:
I. Iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos.
II. Ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração ao Código de Ética Profissional do Servidor Público.
III. Exercer atividade profissional ética ou ligar o seu nome a instituições de caráter filantrópico.
IV. Participar dos movimentos e dos estudos que se relacionem à melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do bem comum.
Estão corretas as afirmativas
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
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- Organização do EstadoAdministração PúblicaDisposições Gerais (Art. 37)Princípios da Administração Pública
- Organização do EstadoAdministração PúblicaServidores Públicos
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