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A modernidade é uma ordem pós-tradicional, mas não uma ordem em que as certezas da tradição e do hábito tenham sido substituídas pela certeza do conhecimento racional. A dúvida, característica generalizada da razão crítica moderna, permeia a vida cotidiana assim como a consciência filosófica, e constitui uma dimensão existencial geral do mundo social contemporâneo. A partir das definições de Anthony Giddens (2002), pode-se afirmar que a modernidade
I- é característica de instituições que diferem de todas as formas anteriores de ordem social quanto a seu dinamismo, ao grau em que interferem com hábitos e costumes tradicionais, e a seu impacto global.
II- altera radicalmente a natureza da vida social cotidiana e afeta os aspectos mais pessoais de nossa existência.
III- deve ser entendida num nível institucional, mas a transformações introduzidas pelas instituições modernas se entrelaçam de maneira direta com a vida individual e, portanto, com o eu.
V- tem como característica a crescente interconexão entre os dois “extremos” da extensão e da intencionalidade: influências globalizantes de um lado e disposições pessoais de outro.
V- reduz o risco geral de certas áreas e modos de vida, mas, ao mesmo tempo, introduz novos parâmetros de risco, pouco conhecidos ou inteiramente desconhecidos em épocas anteriores.
Estão corretas as afirmativas
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Ao redigir O Capital, Karl Marx (1973) explica sua decisão de analisar a sociedade capitalista por considerá-la a forma de organização mais desenvolvida e mais variada de todas as já existentes. Isso permitiria a compreensão de outras formações socioeconômicas anteriores e desaparecidas como as sociedades primitivas, as escravistas, as asiáticas e feudais. Marx, então, delimita alguns conceitos básicos para análise da sociedade capitalista.
Analise os conceitos a seguir e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) Mais valia: é tudo aquilo que o trabalhador produz, caracterizando-se como o resultado da força de trabalho empreendida pelo trabalhador.
( ) Mercadoria: é a forma elementar de riqueza capitalista. Ela tem a propriedade de satisfazer as necessidades humanas, sejam de estômago ou as de fantasia, seja como meio de subsistência ou de produção.
( ) Força de trabalho: é aquilo que o trabalhador livre vende como uma mercadoria. Esta venda é típica da sociedade capitalista.
( ) Capital: é uma relação social de produção, é uma forma historicamente determinada de distribuição das condições de produção resultante de um processo de expropriação e concentração de propriedade.
( ) Alienação: é uma condição em que o trabalho, ao invés de ser instrumento para a realização plena do homem e de sua condição de humano, torna-se, pelo contrário, um instrumento de escravização, acabando por desumanizá-lo, tendo sua vida e seu próprio valor medidos pelo seu poder de acumular e possuir.
A sequência correta é
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O totalitarismo difere de outras formas de opressão política como o despotismo, a tirania e a ditadura. De acordo com Hannah Arendt (2012), sempre que o totalitarismo chegou ao poder foram criadas instituições políticas inteiramente novas e destruídas todas as tradições sociais, legais e políticas de um país.
Analise as afirmativas abaixo sobre as características do totalitarismo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) A destruição da esfera pública, isto é, destruir através do isolamento das pessoas de suas capacidades políticas.
( ) Os habitantes de um país totalitário são enquadrados bilateralmente: ou são carrascos ou são vítimas da sua lei inseparável. O que o sistema totalitário precisa para guiar a conduta dos seus súditos é um preparo para que cada um se ajuste, igualmente, bem ao papel de carrasco e ao papel de vítima.
( ) O reforço da esfera privada, promovendo a solidão e fazendo surgir o sentimento de pertencimento ao mundo.
( ) O totalitarismo é uma forma de governo cuja essência baseia-se no terror e cujo princípio de ação é a lógica do pensamento ideológico.
( ) A introdução de um princípio inteiramente novo no terreno das “coisas-públicas” que dispensa, inteiramente, o desejo humano de agir.
A sequência correta é
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De acordo com José de Souza Martins (2002), o sistema econômico atual transfere para o grupo familiar parte de suas irracionalidades, isto é, ele não se sente obrigado a pagar pelos problemas sociais que cria. A categoria exclusão (e excluído) se nutre politicamente dessa contradição mal compreendida e mal resolvida. E se nutre, também, de um aparato ideológico referido à condição operária.
Diante dessas condições, analise as afirmativas abaixo, referentes à definição do que é ser operário, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) O operário é, como trabalhador coletivo, portador de uma possibilidade histórica, isto é, possibilidade de transformação social porque ele personifica a (e é agente da) contradição entre o caráter social da produção e a apropriação privada dos resultados da produção.
( ) O operário é o agente não só da produção da mais-valia, mas é também produto e expressão da realização desigual da riqueza criada e, portanto, da realização da mais-valia, do modo como a mais-valia se realiza.
( ) O operário está incluído, isto é, ele não só produz, e se reproduz no processo de reprodução ampliada do capital, como também se apropria igualmente da riqueza criada, eliminando a contradição com o capital.
( ) O operário é uma categoria sociológica substantiva, relativa ao efetivo e objetivo sujeito social e histórico, sujeito de contradições que personifica possibilidades históricas e que é o trabalhador assalariado.
( ) Independente de sua vontade subjetiva, o operário tem uma realidade objetiva, ele é um produto histórico e, teoricamente, agente privilegiado da História no momento histórico que lhe corresponde.
A sequência correta é
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
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Através dos meios constitutivos da psicologia de George Mead (1973) foi possível dar à teoria hegeliana da “luta pelo reconhecimento” uma inflexão materialista. Baseado nas ideias de Mead e Hegel, Axel Honneth, que foi assistente de Jürgen Habermas, elaborou, no interior da Teoria Crítica, uma distinção conceitual da estrutura das relações sociais de reconhecimento.
Diante do exposto, o item que corresponde à estrutura das relações sociais de reconhecimento é:
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A situação atual é marcada por uma comoção que, recentemente, afetou a condição salarial: o desemprego em massa e a instabilidade das situações de trabalho, a inadequação dos sistemas clássicos de proteção para dar cobertura a essas condições, a multiplicação de indivíduos que ocupam na sociedade uma posição de supranumerários, “inimpregáveis”, inempregados ou empregados de um modo precário e interminante, escreveu Robert Castel em 1998. Castel, ao fazer uma “crônica do salário”, no livro “As metamorfoses da questão social”, estabelece que
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Hoje no Brasil, vêm se articulando ações e debates para estruturar políticas públicas de juventudes, reconhecendo-se, assim, os jovens como sujeitos de direitos. Desde 2004, registram-se diversas iniciativas de fôlego em instâncias dos governos federal, estaduais e municipais. No entanto, muitos problemas ainda permeiam a situação das e dos jovens no país:
I- Os jovens negros apresentam as mais baixas taxas de atividade e mais altas taxas de desemprego.
II- Os programas existentes no país funcionam como políticas isoladas, políticas setoriais de ação local no âmbito dos Estados e Municípios, mas que não contemplam a diversidade dos beneficiários em termos de geração e não possuem orientação universalista.
III- Mais da metade dos jovens entre 15 e 17 anos, segundo dados do IBGE de 2014, não completaram o ensino fundamental.
IV- As políticas existentes, na maioria das vezes, são políticas elaboradas para os jovens, porém os jovens não são consultados e nem participam da formulação das mesmas.
V- Menos de ¼ dos jovens entre 15 e 29 anos só estudam, enquanto a porcentagem dos jovens na mesma faixa etária que só trabalham é de quase 50%.
Estão corretas as afirmativas
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