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301618 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG

enunciado 301618-1

Disponível em: <https://1.bp.blogspot.com/-XIMYcmtw6MA/VUbx3rQZtpI/AAAAAAAASlQ/>. Acesso em: 19 maio. 2018.

Em “Muito bem, vamos já tirar vocês dos corredores!!”, no texto 5, ao substituir a palavra “vocês” por um pronome oblíquo, a frase correta é:
 

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301617 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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TEXTO 5

enunciado 301617-1

Disponível em: <https://i0.wp.com/www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2012/04/21-de-abril-tiradentes-220412-brum-humorpolitico.jpg?zoom=2&resize=580%2C455&ssl=1>. Acesso em: 18 maio de 2018.

O humor no texto 5 ocorre devido ao fato de:
 

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301616 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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enunciado 301616-1

Em “Muito bem, vamos já tirar vocês dos corredores!!”, no texto 5, ao substituir a palavra “vocês” por um pronome oblíquo, a frase correta é:
 

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301614 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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Negros ainda lutam por direitos básicos, 30 anos após Constituição

Constituição de 1988 foi primeira a incluir racismo como crime

Débora Brito – 13/05/2018

Este ano, __________ memória da abolição da escravatura é lembrada pelo movimento negro no contexto dos 30 anos da Constituição Federal que, assim como __________ lei abolicionista, representou um momento de reorganização da sociedade brasileira. Para os negros, __________ volta da democracia foi __________ oportunidade de legislar pelos direitos negados desde __________ abolição, __________ 130 anos.

O texto constitucional vigente respondeu à demanda histórica de ativistas negros que, dentro e fora do Congresso, aproveitaram o momento de abertura democrática para desmistificar o 13 de maio. Esse foi o lema, deste ano, da grande marcha da "falsa abolição" ocorrida em 1888, no Rio de Janeiro, onde mais de milhares de pessoas, entre elas Benedita da Silva* , protestaram contra a falsa ideia de liberdade.

“A libertação dos escravos foi tímida, porque os escravos foram libertos entre aspas. Não tinha lugar para colocar as crianças, mulheres e idosos. Que mercado de trabalho estava reservado pra eles? Que tipo de habitação? Qual era a relação de salário? Qual era também a questão da escolaridade? Havia liberdade nas manifestações culturais? Livres pra quê? Pra passar fome e uma série de situações. Então, na Constituinte foi o grande momento desse debate”, comenta a deputada. Uma das maiores dificuldades enfrentadas na Constituinte, relata Benedita, foi desmitificar a ideia de que no Brasil não existe discriminação racial.

“Não foi fácil compreender essa questão. Com o mito da democracia racial era difícil aceitar que existia racismo. Falamos de racismo na relação de trabalho, na escolaridade, fomos fazendo todos os recortes necessários que víamos desde o processo da escravatura no Brasil. A gente também destacou o papel da mulher negra nesse contexto da escravidão e pós abolição”, ressalta.

* Primeira mulher negra a atingir os mais altos cargos da história do Brasil, eleita vereadora, deputada federal, senadora e vice-governadora do Rio de Janeiro.

Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2018-05/ negros-ainda-lutam-por-direitos-basicos-30-anos-apos-constituicao> . Acesso em: 19 mai. 2018. [Adaptado]

É CORRETO afirmar, de acordo com o texto 2, que:
 

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301613 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG

TEXTO 1

Este livro começou em 12 de outubro de 2007. (...) Eu já tinha uma proposta na cabeça. Ou melhor, várias (...). Foi aí que começou a aventura. Todas as minhas ideias foram rejeitadas. E veio a provocação final:

— Por que não falar da sua experiência como ator negro?

As duas perguntas que mais fazem a um ator negro, além das básicas “Esse personagem é um presente para você?” e “Você prefere fazer teatro, cinema ou tv?”, são:

— Sendo um ator negro, o que acha dessa coisa toda de racismo?

— Como é fazer um médico, arquiteto, surfista, Roque Santeiro, boêmio da Lapa, padre, gay ou seja lá quem for... negro?

Quando ouço essa última, sempre me dá vontade de responder algo bem esdrúxulo, do tipo: “Não sei, pois nunca fiz um médico, arquiteto, surfista, Roque Santeiro, boêmio da Lapa, padre, gay ou seja lá quem for... verde”.

Às vezes, e sei que você que me lê agora também faz isso, no meio de uma conversa viajo para um universo paralelo e lembro ou imagino coisas. Neste momento, o universo paralelo se abriu e me lembrei de um papo que tive com Wagner (o Moura) depois que nos mudamos de Salvador para o Rio (...), em que ele, meio entristecido, disse que estava cansado, pois só era chamado para fazer papéis de bandido ou nordestino.

— E eu, brother, que só sou chamado para fazer negro? Você, pelo menos, ainda tem duas opções — brinquei.

(...)

Ter passado a conviver com pessoas que não refletiam sobre o racismo no seu dia a dia me fez buscar argumentos para inserir esse tema nas conversas. Queria que elas percebessem o que para mim era tão claro. Queria dividir sem medo minha sensação de entrar num restaurante e ser o único negro no lugar. Queria mostrar as riquezas da cultura afro-brasileira, da qual eu tanto me orgulho e que é tantas vezes ignorada.

(...) A palavra “identidade”, que passou a aparecer com cada vez mais frequência, calou fundo em mim. Ao mesmo tempo, comecei a ter a clareza de que essa não é uma “questão dos negros”. É uma questão de qualquer cidadão brasileiro, ela diz respeito ao país, é uma questão nacional. Para crescer, o Brasil precisa potencializar seus talentos, e o preconceito é um forte empecilho para que isso aconteça.

RAMOS, LÁZARO. Na minha pele. Rio de Janeiro: Objetiva, 2017, p. 9-10, 12-13.

Analise o trecho:

“Às vezes, e sei que você que me lê agora também faz isso, no meio de uma conversa viajo para um universo paralelo e lembro ou imagino coisas.”

Assinale a alternativa correta.

 

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301611 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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TEXTO 4

Ricos 'não deveriam usar o SUS', diz Drauzio Varella

Luis Barrucho - 16/05/2018.

O médico mais famoso do Brasil não tem papas na língua. Aos 75 anos, o paulistano Drauzio Varella é dono de opiniões fortes - e polêmicas. Em entrevista à BBC Brasil no Reino Unido, onde participou de um ciclo de palestras organizado por estudantes brasileiros, ele defendeu que os ricos deixem de usar o Sistema Único de Saúde (SUS).

"[…] Ousou dizer que saúde é um bem de todos e um dever de Estado (…). Acho que, num país com a desigualdade do Brasil, temos uma parte da população com condições econômicas bastante favoráveis que não deveria usar o SUS. Deveria deixá-lo para quem não tem outra alternativa [...]. Então, não tem sentido de eu estar ocupando o lugar do outro, tenho que me entender com a iniciativa privada", diz.

BBC Brasil: O sr. vem atuando em penitenciárias brasileiras há muito tempo. Essa dedicação gerou três livros entre eles o best-seller Carandiru, que virou filme. Como o sr. vê a atual situação das penitenciárias brasileiras?

Drauzio Varella: A sociedade brasileira, na qual eu me incluo, quer ver bandido na cadeia. Quando cheguei ao sistema penitenciário, em 1989, no antigo Carandiru, o Brasil tinha 90 mil prisioneiros, entre homens e mulheres. A população total de presos hoje no Brasil está na casa dos 720 mil. Encarceramos muito mais do que no passado. Sete vezes mais. Mas a população do país não aumentou sete vezes mais de 1989 para cá. E a segurança pública melhorou nas cidades brasileiras? É isso que ninguém reflete. Está na cara que isso é uma guerra perdida. Não é assim que vamos resolver o problema. Não é desse jeito. Encarcerar simplesmente não melhora a segurança nas cidades. A gente se esquece de que esses que estão sendo presos vão ser libertados em pouco tempo. Mas quando voltam, voltam mais preparados para o crime. Vão conviver com os mais velhos, que participam de facções criminosas. Vão sair da cadeia mais organizados, mais articulados, do que quando entraram. O encarceramento tem que ser repensado. Está certo prender por quatro anos uma menina que coloca droga na vagina e leva para o namorado? Quem aqui ganha com isso?

Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/brasil-44090888> 16/05/2016. Acesso em 19 maio. 2018. [Adaptado].

Na sequência da entrevista do Texto 4, temos o seguinte fragmento: “Durante __________ conversa, Varella também falou sobre sua experiência nos presídios brasileiros, nos quais é voluntário __________ décadas. Também discorre sobre temas que costumam gerar polêmica, como __________ descriminalização das drogas, o aborto, __________ homossexualidade e o papel da fé no processo de cura”. Marque a alternativa que completa adequadamente esse fragmento do texto 4:
 

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301609 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG

TEXTO 1

Este livro começou em 12 de outubro de 2007. (...) Eu já tinha uma proposta na cabeça. Ou melhor, várias (...). Foi aí que começou a aventura. Todas as minhas ideias foram rejeitadas. E veio a provocação final:

— Por que não falar da sua experiência como ator negro?

As duas perguntas que mais fazem a um ator negro, além das básicas “Esse personagem é um presente para você?” e “Você prefere fazer teatro, cinema ou tv?”, são:

— Sendo um ator negro, o que acha dessa coisa toda de racismo?

— Como é fazer um médico, arquiteto, surfista, Roque Santeiro, boêmio da Lapa, padre, gay ou seja lá quem for... negro?

Quando ouço essa última, sempre me dá vontade de responder algo bem esdrúxulo, do tipo: “Não sei, pois nunca fiz um médico, arquiteto, surfista, Roque Santeiro, boêmio da Lapa, padre, gay ou seja lá quem for... verde”.

Às vezes, e sei que você que me lê agora também faz isso, no meio de uma conversa viajo para um universo paralelo e lembro ou imagino coisas. Neste momento, o universo paralelo se abriu e me lembrei de um papo que tive com Wagner (o Moura) depois que nos mudamos de Salvador para o Rio (...), em que ele, meio entristecido, disse que estava cansado, pois só era chamado para fazer papéis de bandido ou nordestino.

— E eu, brother, que só sou chamado para fazer negro? Você, pelo menos, ainda tem duas opções — brinquei.

(...)

Ter passado a conviver com pessoas que não refletiam sobre o racismo no seu dia a dia me fez buscar argumentos para inserir esse tema nas conversas. Queria que elas percebessem o que para mim era tão claro. Queria dividir sem medo minha sensação de entrar num restaurante e ser o único negro no lugar. Queria mostrar as riquezas da cultura afro-brasileira, da qual eu tanto me orgulho e que é tantas vezes ignorada.

(...) A palavra “identidade”, que passou a aparecer com cada vez mais frequência, calou fundo em mim. Ao mesmo tempo, comecei a ter a clareza de que essa não é uma “questão dos negros”. É uma questão de qualquer cidadão brasileiro, ela diz respeito ao país, é uma questão nacional. Para crescer, o Brasil precisa potencializar seus talentos, e o preconceito é um forte empecilho para que isso aconteça.

RAMOS, LÁZARO. Na minha pele. Rio de Janeiro: Objetiva, 2017, p. 9-10, 12-13.

enunciado 301609-1

Relacionando os textos 1, 2 e 3, é correto afirmar que:
 

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301608 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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Leia os textos 2 e 3 responda à questão.

enunciado 301608-1
Analise o trecho: “Taís Araújo e Lázaro Ramos são o par mais poderoso do showbizz. E ainda simbolizam a vitória do talento sobre a barreira racial”.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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301607 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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Negros ainda lutam por direitos básicos, 30 anos após Constituição

Constituição de 1988 foi primeira a incluir racismo como crime

Débora Brito – 13/05/2018

Este ano, __________ memória da abolição da escravatura é lembrada pelo movimento negro no contexto dos 30 anos da Constituição Federal que, assim como __________ lei abolicionista, representou um momento de reorganização da sociedade brasileira. Para os negros, __________ volta da democracia foi __________ oportunidade de legislar pelos direitos negados desde __________ abolição, __________ 130 anos.

O texto constitucional vigente respondeu à demanda histórica de ativistas negros que, dentro e fora do Congresso, aproveitaram o momento de abertura democrática para desmistificar o 13 de maio. Esse foi o lema, deste ano, da grande marcha da "falsa abolição" ocorrida em 1888, no Rio de Janeiro, onde mais de milhares de pessoas, entre elas Benedita da Silva* , protestaram contra a falsa ideia de liberdade.

“A libertação dos escravos foi tímida, porque os escravos foram libertos entre aspas. Não tinha lugar para colocar as crianças, mulheres e idosos. Que mercado de trabalho estava reservado pra eles? Que tipo de habitação? Qual era a relação de salário? Qual era também a questão da escolaridade? Havia liberdade nas manifestações culturais? Livres pra quê? Pra passar fome e uma série de situações. Então, na Constituinte foi o grande momento desse debate”, comenta a deputada. Uma das maiores dificuldades enfrentadas na Constituinte, relata Benedita, foi desmitificar a ideia de que no Brasil não existe discriminação racial.

“Não foi fácil compreender essa questão. Com o mito da democracia racial era difícil aceitar que existia racismo. Falamos de racismo na relação de trabalho, na escolaridade, fomos fazendo todos os recortes necessários que víamos desde o processo da escravatura no Brasil. A gente também destacou o papel da mulher negra nesse contexto da escravidão e pós abolição”, ressalta.

* Primeira mulher negra a atingir os mais altos cargos da história do Brasil, eleita vereadora, deputada federal, senadora e vice-governadora do Rio de Janeiro.

Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2018-05/ negros-ainda-lutam-por-direitos-basicos-30-anos-apos-constituicao> . Acesso em: 19 mai. 2018. [Adaptado]

No primeiro parágrafo do texto 2, há lacunas que devem ser preenchidas. Você deve selecionar a alternativa que complete o texto adequadamente.
 

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301606 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IFG
Orgão: IFG
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Leia os textos 2 e 3 responda à questão.

enunciado 301606-1
Relacionando os textos 1, 2 e 3, é CORRETO afirmar que:
 

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