Foram encontradas 320 questões.
Leia o texto a seguir.
(...) o inglês tem se tornado cada vez mais importante como meio de comunicação internacional. Assim, é muito importante para seus alunos desenvolver uma atitude positiva em relação à língua e ao conhecimento para usá-los com êxito. Precisam desenvolver estratégias de aprendizado para que esse aprendizado continue fora da sala de aula tanto quanto dentro dela.
HOLDEN, S. O ensino da língua inglesa nos dias atuais. São Paulo, SBS, 2009, p. 12.
Partindo da perspectiva de Susan Holden, a respeito do ensino de língua inglesa, o falante não nativo de inglês
(...) o inglês tem se tornado cada vez mais importante como meio de comunicação internacional. Assim, é muito importante para seus alunos desenvolver uma atitude positiva em relação à língua e ao conhecimento para usá-los com êxito. Precisam desenvolver estratégias de aprendizado para que esse aprendizado continue fora da sala de aula tanto quanto dentro dela.
HOLDEN, S. O ensino da língua inglesa nos dias atuais. São Paulo, SBS, 2009, p. 12.
Partindo da perspectiva de Susan Holden, a respeito do ensino de língua inglesa, o falante não nativo de inglês
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Em grande parte dos estudos sobre interpretação de textos
na atualidade, um problema essencial é a relação entre o
leitor e texto. O texto assumiu um estatuto completamente
diferente de um simples objeto de leitura. Para Wolfgang
Iser,
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Leia o texto a seguir.
Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. In: A importância do ato de ler. São Paulo: Ed Cortez, 1989. p. 20.
Partindo da perspectiva de ensino proposta por Paulo Freire,
Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. In: A importância do ato de ler. São Paulo: Ed Cortez, 1989. p. 20.
Partindo da perspectiva de ensino proposta por Paulo Freire,
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Leia o texto a seguir.
A problemática da educação escolar está na ordem do dia e abarca diferentes dimensões: universalização da escolarização, qualidade da educação, projetos políticopedagógicos, dinâmica interna das escolas, concepções curriculares, relações com a comunidade, função social da escola, indisciplina e violência escolares, processo de avaliação no plano institucional e nacional, formação de professores/as, entre outras.
CANDAU, V. M.; MOREIRA, A. F. Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Ed. Vozes. Petrópolis – RJ. 2008, p. 7.
Tendo em vista as diferentes dimensões da problemática escolar, pode-se afirmar que a perspectiva intercultural
A problemática da educação escolar está na ordem do dia e abarca diferentes dimensões: universalização da escolarização, qualidade da educação, projetos políticopedagógicos, dinâmica interna das escolas, concepções curriculares, relações com a comunidade, função social da escola, indisciplina e violência escolares, processo de avaliação no plano institucional e nacional, formação de professores/as, entre outras.
CANDAU, V. M.; MOREIRA, A. F. Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Ed. Vozes. Petrópolis – RJ. 2008, p. 7.
Tendo em vista as diferentes dimensões da problemática escolar, pode-se afirmar que a perspectiva intercultural
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Leia o trecho a seguir.
Por outro lado, conceber a língua como uma estrutura plástica, maleável, dependente dos falantes reais e das interações socioculturais, que apresenta variações linguísticas regionais, sociais, etárias, de gênero, etc, ainda que haja muitos elementos lexicais, fonéticos e gramaticais estáveis e comuns às variedades de uma língua, implica questionar a epistemologia colonialista, valorizando a pluralidade e os diferentes modos de ser, conhecer e produzir conhecimento dos sujeitos.
CEZARIO, VOTRE, 2017; PILLER, WILSON, 2017. [Adaptado].
Partindo da leitura e de seus conhecimentos a respeito do estudo de línguas estrangeiras, pensar o inglês como língua franca é
Por outro lado, conceber a língua como uma estrutura plástica, maleável, dependente dos falantes reais e das interações socioculturais, que apresenta variações linguísticas regionais, sociais, etárias, de gênero, etc, ainda que haja muitos elementos lexicais, fonéticos e gramaticais estáveis e comuns às variedades de uma língua, implica questionar a epistemologia colonialista, valorizando a pluralidade e os diferentes modos de ser, conhecer e produzir conhecimento dos sujeitos.
CEZARIO, VOTRE, 2017; PILLER, WILSON, 2017. [Adaptado].
Partindo da leitura e de seus conhecimentos a respeito do estudo de línguas estrangeiras, pensar o inglês como língua franca é
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Leia o texto a seguir.
Todas as sugestões feitas nos textos anteriores só farão sentido se os professores estiverem convencidos — ou puderem ser convencidos — de que o domínio efetivo e ativo de uma língua dispensa o domínio de uma metalinguagem técnica. Em outras palavras, se ficar claro que conhecer uma língua é uma coisa e conhecer sua gramática é outra. Que saber uma língua é uma coisa e saber analisá-la é outra. Que saber usar suas regras é uma coisa e saber explicitamente quais são as regras é outra. Que se pode falar e escrever numa língua sem saber nada “sobre” ela, por um lado, e que, por outro lado, é perfeitamente possível saber muito “sobre” uma língua sem saber dizer uma frase nessa língua em situações reais.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 1996, p. 53-54.
Partindo da citação de Possenti, Marcos Bagno (1999) afirma, em seu livro O Preconceito Linguístico, que
Todas as sugestões feitas nos textos anteriores só farão sentido se os professores estiverem convencidos — ou puderem ser convencidos — de que o domínio efetivo e ativo de uma língua dispensa o domínio de uma metalinguagem técnica. Em outras palavras, se ficar claro que conhecer uma língua é uma coisa e conhecer sua gramática é outra. Que saber uma língua é uma coisa e saber analisá-la é outra. Que saber usar suas regras é uma coisa e saber explicitamente quais são as regras é outra. Que se pode falar e escrever numa língua sem saber nada “sobre” ela, por um lado, e que, por outro lado, é perfeitamente possível saber muito “sobre” uma língua sem saber dizer uma frase nessa língua em situações reais.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 1996, p. 53-54.
Partindo da citação de Possenti, Marcos Bagno (1999) afirma, em seu livro O Preconceito Linguístico, que
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A Educação à Distância (EaD), que há muitos anos vem
sendo desenvolvida mediante o ensino por
correspondência, transmissões via rádio e TV, agora ganha
novas dimensões ao utilizar as atuais tecnologias digitais e
a internet. Nesse contexto, pode-se afirmar que o ambiente
virtual de aprendizagem (AVA)
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Leia o texto a seguir.
O Brasil conta com mais de 53 milhões de estudantes em seus diversos sistemas, níveis e modalidades de ensino. Os desafios da qualidade e da equidade na educação só serão superados se a escola for um ambiente acolhedor, que reconheça e valorize as diferenças e não as transforme em fatores de desigualdade. Garantir o direito de aprender implica em fazer da escola um lugar em que todos e todas sintam-se valorizados e reconhecidos como sujeitos de direito em sua singularidade e identidade.
BRASIL. Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana – Lei 10.639/2003. Brasília: MEC, 2000.
No que tange ao Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, o Eixo 6, o qual trata das condições institucionais,
O Brasil conta com mais de 53 milhões de estudantes em seus diversos sistemas, níveis e modalidades de ensino. Os desafios da qualidade e da equidade na educação só serão superados se a escola for um ambiente acolhedor, que reconheça e valorize as diferenças e não as transforme em fatores de desigualdade. Garantir o direito de aprender implica em fazer da escola um lugar em que todos e todas sintam-se valorizados e reconhecidos como sujeitos de direito em sua singularidade e identidade.
BRASIL. Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana – Lei 10.639/2003. Brasília: MEC, 2000.
No que tange ao Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, o Eixo 6, o qual trata das condições institucionais,
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Nas últimas décadas, trata-se de uma discussão longa e
importante no que tange à formação dos indivíduos.
Partindo da bibliografia sugerida e das discussões a respeito
da formação, a ecoformação é a ação
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Leia o texto a seguir.
Combater o racismo, trabalhar pelo fim da desigualdade social e racial, empreender reeducação das relações étnico-raciais não são tarefas exclusivas da escola. As formas de discriminação de qualquer natureza não têm o seu nascedouro na escola, porém o racismo, as desigualdades e discriminações correntes na sociedade perpassam por ali. Para que as instituições de ensino desempenhem a contento o papel de educar, é necessário que se constituam em espaço democrático de produção e divulgação de conhecimentos e de posturas que visam a uma sociedade justa. A escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos discriminados, ao proporcionar acesso aos conhecimentos científicos, a registros culturais diferenciados, à conquista de racionalidade que rege as relações sociais e raciais, a conhecimentos avançados, indispensáveis para consolidação e concerto das nações como espaços democráticos e igualitários.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Brasília: MEC, 2004.
Para obter êxito nas tarefas propostas pelas Diretrizes Curriculares, os professores devem
Combater o racismo, trabalhar pelo fim da desigualdade social e racial, empreender reeducação das relações étnico-raciais não são tarefas exclusivas da escola. As formas de discriminação de qualquer natureza não têm o seu nascedouro na escola, porém o racismo, as desigualdades e discriminações correntes na sociedade perpassam por ali. Para que as instituições de ensino desempenhem a contento o papel de educar, é necessário que se constituam em espaço democrático de produção e divulgação de conhecimentos e de posturas que visam a uma sociedade justa. A escola tem papel preponderante para eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos discriminados, ao proporcionar acesso aos conhecimentos científicos, a registros culturais diferenciados, à conquista de racionalidade que rege as relações sociais e raciais, a conhecimentos avançados, indispensáveis para consolidação e concerto das nações como espaços democráticos e igualitários.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Brasília: MEC, 2004.
Para obter êxito nas tarefas propostas pelas Diretrizes Curriculares, os professores devem
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