Foram encontradas 100 questões.
Segundo os conceitos da Mecânica dos Solos, julgue as afirmações a seguir:
I. Quanto ao seu tamanho (Granulometria), os agregados se dividem em: a) agregado miúdo: é aquele material que passa na peneira nº 40 (EB-22/72) de abertura de malha quadrada de 40,8mm de lado. É o que passa aquele material que contém 5% de grãos mais finos que a peneira especificada; e b) agregado graúdo: é o material retido na peneira nº 40, entendendo-se como retido o material com até 5% dos grãos mais grossos que a peneira especificada.
II. Os agregados classificam-se segundo a origem, as dimensões das partículas e o peso específico aparente. Segundo a origem, eles podem ser: naturais ou artificiais (industrializados); já segundo as dimensões das partículas os agregados se dividem em agregados graúdos e agregados miúdos; E finalmente levando em conta o peso específico aparente os agregados se classificam como leves, médios e pesados.
III. Quando a fração fina do solo é predominante, ele será classificado como silte, argila ou solo orgânico, sempre em função da porcentagem das frações granulométricas do silte e argila ou da quantidade de solo orgânico presente na composição granulométrica.
São verdadeiras as afirmações:
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Leia a crônica abaixo, de autoria de Luís Fernando Veríssimo:
A Espada
Uma família de classe média alta. Pai, mulher, um filho de sete anos. É a noite do dia em que o filho fez sete anos. A mãe recolhe os detritos da festa. O pai ajuda o filho a guardar os presentes que ganhou dos amigos. Nota que o filho está quieto e sério, mas pensa: "É o cansaço." Afinal ele passou o dia correndo de um lado para o outro, comendo cachorro-quente e sorvete, brincando com os convidados por dentro e por fora da casa. Tem que estar cansado.
- Quanto presente, hein, filho?
- É.
- E esta espada. Mas que beleza. Esta eu não tinha visto.
- Pai...
- E como pesa! Parece uma espada de verdade. É de metal mesmo. Quem foi que deu?
- Era sobre isso que eu queria falar com você.
O pai estranha a seriedade do filho. Nunca o viu assim. Nunca viu nenhum garoto de sete anos sério assim. Solene assim. Coisa estranha... O filho tira a espada da mão do pai. Diz:
- Pai, eu sou Thunder Boy.
- Thunder Boy?
- Garoto Trovão.
- Muito bem, meu filho. Agora vamos pra cama.
- Espere. Esta espada. Estava escrito. Eu a receberia quando fizesse sete anos.
O pai se controla para não rir. Pelo menos a leitura de história em quadrinhos está ajudando a gramática do guri. "Eu a receberia..." O guri continua. - Hoje ela veio. É um sinal. Devo assumir meu destino. A espada passa a um novo Thunder Boy a cada geração. Tem sido assim desde que ela caiu do céu, no vale sagrado de Bem Tael, há sete mil anos, e foi empunhada por Ramil, o primeiro Garoto Trovão.
O pai está impressionado. Não reconhece a voz do filho. E a gravidade do seu olhar. Está decidido. Vai cortar as histórias em quadrinhos por uns tempos.
- Certo, filho. Mas agora vamos...
- Vou ter que sair de casa. Quero que você explique à mamãe. Vai ser duro para ela. Conto com você para apoiá-la. Diga que estava escrito. Era o meu destino.
- Nós nunca mais vamos ver você? - pergunta o pai, resolvendo entrar no jogo do filho enquanto o encaminha, sutilmente, para a cama.
- Claro que sim. A espada do Thunder Boy está a serviço do bem e da justiça.
- Enquanto vocês forem pessoas boas e justas poderão contar com a minha ajuda.
- Ainda bem - diz o pai.
E não diz mais nada. Porque vê o filho dirigir-se para a janela do seu quarto, e erguer a espada como uma cruz, e gritar para os céus "Ramil!". E ouve um trovão que faz estremecer a casa. E vê a espada iluminar-se e ficar azul. E o seu filho também.
O pai encontra a mulher na sala. Ela diz:
- Viu só? Trovoada. Vá entender este tempo.
- Quem foi que deu a espada pra ele?
- Não foi você? Pensei que tivesse sido você.
- Tenho uma coisa pra te contar.
- O que é?
- Senta, primeiro.
A palavra “estremecer” (22º parágrafo) foi formada por:
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Segundo as boas normas de Construção Civil, o projeto e os materiais utilizados nas coberturas de construções civis devem garantir estanqueidade, durabilidade e segurança para os usuários. Com relação a coberturas e seus componentes, julgue os itens que se seguem.
I. As telhas francesas devem ter uma pequena saliência que sirva para prendê-las ao ripado evitando-se o escorregamento.
II. A colocação das telhas francesas é feita a partir do espigão, da direita para a esquerda.
III. A estrutura de coberturas com telhas de ardósia pode ser metálica ou de madeira.
IV. No madeiramento para coberturas por telhas cerâmicas, as emendas não devem ocorrer sobre os apoios ou sobre os pontaletes.
V. Na instalação de telhas cerâmicas do tipo colonial, é utilizada, para o acabamento dos espigões, uma peça específica denominada final de espigão.
A quantidade de itens certos é igual a:
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Com relação a vírus de computador, marque a alternativa INCORRETA:
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Leia o texto abaixo, de autoria do escritor Cassiano Ricardo:
O RELÓGIO
Diante de coisa tão doída,
Conservemo-nos serenos;
Cada minuto da vida
Nunca é mais, é sempre menos;
Ser é apenas uma face
do não-ser e não do ser;
Desde o instante em que se nasce,
Já se começa a morrer.
"Conservemo-nos serenos; Cada minuto da vida..." (versos 02 e 03). Observando-se atentamente estes versos e o contexto que os envolve, percebe-se que em lugar do ponto-e-vírgula poderia ser utilizado, mantendo-se a coerência semântica, o articulador coesivo:
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Com relação ao Microsoft Office Excel 2007, marque a alternativa INCORRETA:
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Segundo as boas práticas de Construção Civil, algumas patologias devem ser evitadas pelo correto emprego de tais técnicas. Na área de Tecnologia das Construções, a execução de vergas sob as aberturas em paredes de alvenaria é recomendável para:
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Leia a crônica abaixo, de autoria de Luís Fernando Veríssimo:
A Espada
Uma família de classe média alta. Pai, mulher, um filho de sete anos. É a noite do dia em que o filho fez sete anos. A mãe recolhe os detritos da festa. O pai ajuda o filho a guardar os presentes que ganhou dos amigos. Nota que o filho está quieto e sério, mas pensa: "É o cansaço." Afinal ele passou o dia correndo de um lado para o outro, comendo cachorro-quente e sorvete, brincando com os convidados por dentro e por fora da casa. Tem que estar cansado.
- Quanto presente, hein, filho?
- É.
- E esta espada. Mas que beleza. Esta eu não tinha visto.
- Pai...
- E como pesa! Parece uma espada de verdade. É de metal mesmo. Quem foi que deu?
- Era sobre isso que eu queria falar com você.
O pai estranha a seriedade do filho. Nunca o viu assim. Nunca viu nenhum garoto de sete anos sério assim. Solene assim. Coisa estranha... O filho tira a espada da mão do pai. Diz:
- Pai, eu sou Thunder Boy.
- Thunder Boy?
- Garoto Trovão.
- Muito bem, meu filho. Agora vamos pra cama.
- Espere. Esta espada. Estava escrito. Eu a receberia quando fizesse sete anos.
O pai se controla para não rir. Pelo menos a leitura de história em quadrinhos está ajudando a gramática do guri. "Eu a receberia..." O guri continua. - Hoje ela veio. É um sinal. Devo assumir meu destino. A espada passa a um novo Thunder Boy a cada geração. Tem sido assim desde que ela caiu do céu, no vale sagrado de Bem Tael, há sete mil anos, e foi empunhada por Ramil, o primeiro Garoto Trovão.
O pai está impressionado. Não reconhece a voz do filho. E a gravidade do seu olhar. Está decidido. Vai cortar as histórias em quadrinhos por uns tempos.
- Certo, filho. Mas agora vamos...
- Vou ter que sair de casa. Quero que você explique à mamãe. Vai ser duro para ela. Conto com você para apoiá-la. Diga que estava escrito. Era o meu destino.
- Nós nunca mais vamos ver você? - pergunta o pai, resolvendo entrar no jogo do filho enquanto o encaminha, sutilmente, para a cama.
- Claro que sim. A espada do Thunder Boy está a serviço do bem e da justiça.
- Enquanto vocês forem pessoas boas e justas poderão contar com a minha ajuda.
- Ainda bem - diz o pai.
E não diz mais nada. Porque vê o filho dirigir-se para a janela do seu quarto, e erguer a espada como uma cruz, e gritar para os céus "Ramil!". E ouve um trovão que faz estremecer a casa. E vê a espada iluminar-se e ficar azul. E o seu filho também.
O pai encontra a mulher na sala. Ela diz:
- Viu só? Trovoada. Vá entender este tempo.
- Quem foi que deu a espada pra ele?
- Não foi você? Pensei que tivesse sido você.
- Tenho uma coisa pra te contar.
- O que é?
- Senta, primeiro.
Assinale a alternativa cuja regra de acentuação gráfica não se aplique a nenhuma das palavras presentes na crônica:
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Leia a crônica abaixo, de autoria de Luís Fernando Veríssimo:
A Espada
Uma família de classe média alta. Pai, mulher, um filho de sete anos. É a noite do dia em que o filho fez sete anos. A mãe recolhe os detritos da festa. O pai ajuda o filho a guardar os presentes que ganhou dos amigos. Nota que o filho está quieto e sério, mas pensa: "É o cansaço." Afinal ele passou o dia correndo de um lado para o outro, comendo cachorro-quente e sorvete, brincando com os convidados por dentro e por fora da casa. Tem que estar cansado.
- Quanto presente, hein, filho?
- É.
- E esta espada. Mas que beleza. Esta eu não tinha visto.
- Pai...
- E como pesa! Parece uma espada de verdade. É de metal mesmo. Quem foi que deu?
- Era sobre isso que eu queria falar com você.
O pai estranha a seriedade do filho. Nunca o viu assim. Nunca viu nenhum garoto de sete anos sério assim. Solene assim. Coisa estranha... O filho tira a espada da mão do pai. Diz:
- Pai, eu sou Thunder Boy.
- Thunder Boy?
- Garoto Trovão.
- Muito bem, meu filho. Agora vamos pra cama.
- Espere. Esta espada. Estava escrito. Eu a receberia quando fizesse sete anos.
O pai se controla para não rir. Pelo menos a leitura de história em quadrinhos está ajudando a gramática do guri. "Eu a receberia..." O guri continua. - Hoje ela veio. É um sinal. Devo assumir meu destino. A espada passa a um novo Thunder Boy a cada geração. Tem sido assim desde que ela caiu do céu, no vale sagrado de Bem Tael, há sete mil anos, e foi empunhada por Ramil, o primeiro Garoto Trovão.
O pai está impressionado. Não reconhece a voz do filho. E a gravidade do seu olhar. Está decidido. Vai cortar as histórias em quadrinhos por uns tempos.
- Certo, filho. Mas agora vamos...
- Vou ter que sair de casa. Quero que você explique à mamãe. Vai ser duro para ela. Conto com você para apoiá-la. Diga que estava escrito. Era o meu destino.
- Nós nunca mais vamos ver você? - pergunta o pai, resolvendo entrar no jogo do filho enquanto o encaminha, sutilmente, para a cama.
- Claro que sim. A espada do Thunder Boy está a serviço do bem e da justiça.
- Enquanto vocês forem pessoas boas e justas poderão contar com a minha ajuda.
- Ainda bem - diz o pai.
E não diz mais nada. Porque vê o filho dirigir-se para a janela do seu quarto, e erguer a espada como uma cruz, e gritar para os céus "Ramil!". E ouve um trovão que faz estremecer a casa. E vê a espada iluminar-se e ficar azul. E o seu filho também.
O pai encontra a mulher na sala. Ela diz:
- Viu só? Trovoada. Vá entender este tempo.
- Quem foi que deu a espada pra ele?
- Não foi você? Pensei que tivesse sido você.
- Tenho uma coisa pra te contar.
- O que é?
- Senta, primeiro.
Sobre o período “- Senta, primeiro” (último parágrafo), analise as proposições a seguir:
I – O verbo encontra-se na segunda pessoa;
II – O verbo concorda diretamente com o termo “a mulher”;
III – Há um erro de regência verbal.
Está(ao) correta(s) a(s) proposição (ões):
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Leia o texto abaixo, de autoria do escritor Cassiano Ricardo:
O RELÓGIO
Diante de coisa tão doída,
Conservemo-nos serenos;
Cada minuto da vida
Nunca é mais, é sempre menos;
Ser é apenas uma face
do não-ser e não do ser;
Desde o instante em que se nasce,
Já se começa a morrer.
Sobre os versos 07 e 08 do poema ("Desde o instante em que se nasce,Já se começa a morrer"), considere as seguintes afirmações:
I - Se em lugar de "instante" viesse o termo "instantes", o verbo "nascer" deveria ser pluralizado;
II - A vírgula separa orações subordinadas;
III - A oração subordinada presente tem caráter adjetivo.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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