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Considerando a Lei Federal nº 12.527/2011 e Decreto Estadual 58052/2012, a classificação do sigilo de informações no âmbito da administração pública federal é de competência, no grau de ultrassecreto, das autoridades, exceto:
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
Ele não foi _____ festa _______ estava chateado?
Ele não foi _____ festa _______ estava chateado?
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
I. Os estudantes daquela escola ___________ de boa infraestrutura.
II. _______________ as notas dos estudantes.
I. Os estudantes daquela escola ___________ de boa infraestrutura.
II. _______________ as notas dos estudantes.
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Considere o período e as afirmações abaixo.
A maioria dos meus amigos aspira uma vida tranquila em uma cidade pequena.
I. Há um erro de concordância verbal.
II. Há um erro de regência verbal.
Está correto o que se afirma em
A maioria dos meus amigos aspira uma vida tranquila em uma cidade pequena.
I. Há um erro de concordância verbal.
II. Há um erro de regência verbal.
Está correto o que se afirma em
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
O garoto pediu para _____ ler a história. Para ______, ler é sempre um prazer!
O garoto pediu para _____ ler a história. Para ______, ler é sempre um prazer!
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
I. Se ele ________ uma boa nota na prova, será aprovado.
II. Se ele ________ amanhã, finalizaremos o projeto.
I. Se ele ________ uma boa nota na prova, será aprovado.
II. Se ele ________ amanhã, finalizaremos o projeto.
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Considere o período e as afirmações abaixo.
Carlos, pegou a cópia do contrato?
I. Se a vírgula fosse retirada, não haveria alteração de sentido.
II. A pontuação está incorreta.
Está correto o que se afirma em
Carlos, pegou a cópia do contrato?
I. Se a vírgula fosse retirada, não haveria alteração de sentido.
II. A pontuação está incorreta.
Está correto o que se afirma em
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O ORADOR
Rubem Braga
Ônibus pintados de vermelho e amarelo, automóveis, caminhões se cruzam na manhã paulistana. Entre plátanos e palmeiras passam normalistas, e ora atravessam zonas de sombra clara, ora seus cabelos brilham ao sol. Há homens rápidos. Tudo está amanhecendo com tanta força, que eu também amanheço de remotas aflições, eu emerjo com energia das sombras da noite e me planto na varanda, ao sol. Vou ao chuveiro, a água me bate com força alegre, volto à minha varanda alta, sobre os veículos e os transeuntes matinais, tenho a vontade insensata de fazer discursos.
“Paulistas! Mais um dia amanhece!” Seria preciso fazer um discurso assim, seria preciso ter uma voz poderosa e firme, capaz de deter os transeuntes – para lhes anunciar esta manhã, a sua glória e potência, e lhes dar a todos a consciência clara da manhã. frases bem lavadas, úmidas de vigor matinal.
“Paulistas!” O homem de chapéu se deteria atônito, a normalista de cabelos castanhos, rindo, diria para a outra, me apontando – “olhe um homem maluco” (mas depois as duas ficariam sérias), e o rapaz de roupa cinzenta recearia que eu me fosse lançar da varanda ao solo para me matar, talvez caísse em cima dele.
“Paulistas! Vossa clara e forte manhã me faz bem, e digo ao povo e digo aos poderosos caminhões, e às grandes árvores e ao sol: obrigado! E à brisa da manhã eu agradeço e digo: leva para longe, leva pelos ares cheios de sol os restos de minha tristeza noturna, lava o ar e a alma deste homem, brisa! Eu estou sólido e limpo! Respiro fundo, tenho prazer em respirar e viver, sou capaz de fazer a justa guerra e empreender imediatamente a reconstrução das cidades, vou embarcar nas monções, trarei pedras e índios e horizontes largos – contai comigo, manhã paulista!”
Mas permaneço calado, de pé, parado, ao sol, na varanda, perante as árvores altas, mais alto que as árvores mais altas. Dissipam-se em mim os venenos da noite. Talvez apenas o meu corpo estremeça um pouco. Talvez apenas eu receie sair da zona do vento e da luz, reentrar na sombra do quarto, reencontrar no espelho o homem torturado e vazio, aquele cujo coração alguém pôde apertar nas mãos de unhas finas, dolorosamente, e jogá-lo ao chão como se fosse um lenço usado, aquele a quem no fundo da noite deram a beber os filtros da melancolia – aquele homem fraco e aflito, aquele insensato.
Considere as afirmações abaixo.Rubem Braga
Ônibus pintados de vermelho e amarelo, automóveis, caminhões se cruzam na manhã paulistana. Entre plátanos e palmeiras passam normalistas, e ora atravessam zonas de sombra clara, ora seus cabelos brilham ao sol. Há homens rápidos. Tudo está amanhecendo com tanta força, que eu também amanheço de remotas aflições, eu emerjo com energia das sombras da noite e me planto na varanda, ao sol. Vou ao chuveiro, a água me bate com força alegre, volto à minha varanda alta, sobre os veículos e os transeuntes matinais, tenho a vontade insensata de fazer discursos.
“Paulistas! Mais um dia amanhece!” Seria preciso fazer um discurso assim, seria preciso ter uma voz poderosa e firme, capaz de deter os transeuntes – para lhes anunciar esta manhã, a sua glória e potência, e lhes dar a todos a consciência clara da manhã. frases bem lavadas, úmidas de vigor matinal.
“Paulistas!” O homem de chapéu se deteria atônito, a normalista de cabelos castanhos, rindo, diria para a outra, me apontando – “olhe um homem maluco” (mas depois as duas ficariam sérias), e o rapaz de roupa cinzenta recearia que eu me fosse lançar da varanda ao solo para me matar, talvez caísse em cima dele.
“Paulistas! Vossa clara e forte manhã me faz bem, e digo ao povo e digo aos poderosos caminhões, e às grandes árvores e ao sol: obrigado! E à brisa da manhã eu agradeço e digo: leva para longe, leva pelos ares cheios de sol os restos de minha tristeza noturna, lava o ar e a alma deste homem, brisa! Eu estou sólido e limpo! Respiro fundo, tenho prazer em respirar e viver, sou capaz de fazer a justa guerra e empreender imediatamente a reconstrução das cidades, vou embarcar nas monções, trarei pedras e índios e horizontes largos – contai comigo, manhã paulista!”
Mas permaneço calado, de pé, parado, ao sol, na varanda, perante as árvores altas, mais alto que as árvores mais altas. Dissipam-se em mim os venenos da noite. Talvez apenas o meu corpo estremeça um pouco. Talvez apenas eu receie sair da zona do vento e da luz, reentrar na sombra do quarto, reencontrar no espelho o homem torturado e vazio, aquele cujo coração alguém pôde apertar nas mãos de unhas finas, dolorosamente, e jogá-lo ao chão como se fosse um lenço usado, aquele a quem no fundo da noite deram a beber os filtros da melancolia – aquele homem fraco e aflito, aquele insensato.
I. O adjetivo “atônita” poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por quieta.
II. O substantivo “transeuntes” refere-se aos pedestres.
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Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente substituído pelo pronome.
Não conte ao Paulo aquela história.
Não conte ao Paulo aquela história.
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Considere as orações abaixo.
I. Houveram muitos interessados no cargo.
II. Choveu aplausos para o cantor.
A concordância está correta em
I. Houveram muitos interessados no cargo.
II. Choveu aplausos para o cantor.
A concordância está correta em
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Cadernos
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