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Em hospital que dispõe, em conformidade com as atuais diretrizes médicas, de todos os recursos diagnósticos e terapêuticos, uma paciente de 76 anos de idade, com antecedentes de câncer de mama tratado (sem recorrência), hipertensão, diabetes e dislipidemia, encontra-se em uso da seguinte medicação: enalapril, metformina, sinvastatina, tamoxifeno e AAS. Ao ser atendida pelo médico, refere que há quatro dias vem apresentando episódios de precordialgia em peso, de moderada intensidade, com irradiação para região cervical e com alívio espontâneo em trinta minutos; que, nas últimas 24 horas, os episódios têm se tornado mais frequentes e de maior intensidade álgica, tendo ocorrido três vezes. No momento em que está sendo examinada, relata apenas leve desconforto torácico do tipo opressão. Ao exame físico, encontra-se eupneica e acianótica. O exame físico apresenta, ainda, os seguintes resultados: PA de 140 mmHg × 70 mmHg; FC de 88 bpm; ritmo cardíaco regular em 2 tempos, sem sopros. Os demais parâmetros utilizados para o exame físico estão normais. A dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB e troponina) estão aumentadas em três vezes o valor de referência. A figura a seguir mostra o resultado do eletrocardiograma.

A partir desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Na situação apresentada, a ecocardiografia de estresse está indicada para orientar a conduta a ser seguida, conforme o resultado do teste.
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Em hospital que dispõe, em conformidade com as atuais diretrizes médicas, de todos os recursos diagnósticos e terapêuticos, uma paciente de 76 anos de idade, com antecedentes de câncer de mama tratado (sem recorrência), hipertensão, diabetes e dislipidemia, encontra-se em uso da seguinte medicação: enalapril, metformina, sinvastatina, tamoxifeno e AAS. Ao ser atendida pelo médico, refere que há quatro dias vem apresentando episódios de precordialgia em peso, de moderada intensidade, com irradiação para região cervical e com alívio espontâneo em trinta minutos; que, nas últimas 24 horas, os episódios têm se tornado mais frequentes e de maior intensidade álgica, tendo ocorrido três vezes. No momento em que está sendo examinada, relata apenas leve desconforto torácico do tipo opressão. Ao exame físico, encontra-se eupneica e acianótica. O exame físico apresenta, ainda, os seguintes resultados: PA de 140 mmHg × 70 mmHg; FC de 88 bpm; ritmo cardíaco regular em 2 tempos, sem sopros. Os demais parâmetros utilizados para o exame físico estão normais. A dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB e troponina) estão aumentadas em três vezes o valor de referência. A figura a seguir mostra o resultado do eletrocardiograma.

A partir desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Trata-se de paciente com risco intermediário para eventos cardiovasculares como morte e infarto.
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Uma paciente de 50 anos de idade, com câncer de mama localmente avançado, foi submetida a mastectomia, seguida de 4 ciclos de quimioterapia neoadjuvante com doxorrubucina de 60 mg/m² e ciclofosfamida de 600 mg/m² a cada 21 dias e tratamento adjuvante. Três meses após o último ciclo, começou a apresentar quadro de dispneia ao realizar grandes esforços. Há dois dias com ortopneia e edema de membros inferiores. Hoje apresentou piora importante da dispneia. Ao exame físico, a paciente estava sudoreica, pálida, acianótica, desorientada, e foram obtidos os seguintes resultados: FC de 122 bpm; FR de 30 respirações por minuto; saturação de O2 igual a 88%; PA de 60 mmHg × 40 mmHg; turgência jugular a 45º; estertores crepitantes bilaterais até ápice; ictus cordis desviado; ritmo cardíaco em galope (B3), sem sopros; edema de membros inferiores 2+/4+.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens de 78 a 81.
No caso clínico em questão, eventual taquicardia ventricular pode ser revertida com amiodarona venosa.
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Uma paciente de 50 anos de idade, com câncer de mama localmente avançado, foi submetida a mastectomia, seguida de 4 ciclos de quimioterapia neoadjuvante com doxorrubucina de 60 mg/m² e ciclofosfamida de 600 mg/m² a cada 21 dias e tratamento adjuvante. Três meses após o último ciclo, começou a apresentar quadro de dispneia ao realizar grandes esforços. Há dois dias com ortopneia e edema de membros inferiores. Hoje apresentou piora importante da dispneia. Ao exame físico, a paciente estava sudoreica, pálida, acianótica, desorientada, e foram obtidos os seguintes resultados: FC de 122 bpm; FR de 30 respirações por minuto; saturação de O2 igual a 88%; PA de 60 mmHg × 40 mmHg; turgência jugular a 45º; estertores crepitantes bilaterais até ápice; ictus cordis desviado; ritmo cardíaco em galope (B3), sem sopros; edema de membros inferiores 2+/4+.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens de 78 a 81.
O milrinone, devido às suas propriedades inotrópicas, é um medicamento eficaz para o tratamento do quadro clínico em tela.
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Uma paciente de 50 anos de idade, com câncer de mama localmente avançado, foi submetida a mastectomia, seguida de 4 ciclos de quimioterapia neoadjuvante com doxorrubucina de 60 mg/m² e ciclofosfamida de 600 mg/m² a cada 21 dias e tratamento adjuvante. Três meses após o último ciclo, começou a apresentar quadro de dispneia ao realizar grandes esforços. Há dois dias com ortopneia e edema de membros inferiores. Hoje apresentou piora importante da dispneia. Ao exame físico, a paciente estava sudoreica, pálida, acianótica, desorientada, e foram obtidos os seguintes resultados: FC de 122 bpm; FR de 30 respirações por minuto; saturação de O2 igual a 88%; PA de 60 mmHg × 40 mmHg; turgência jugular a 45º; estertores crepitantes bilaterais até ápice; ictus cordis desviado; ritmo cardíaco em galope (B3), sem sopros; edema de membros inferiores 2+/4+.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens de 78 a 81.
Eventual elevação de creatinina e de ureia pode ser considerada fator independente de pior prognóstico, pois pode estar refletindo a combinação de outros fatores, tais como a hipoperfusão renal ou hipertensão venosa renal com queda no gradiente de filtração glomerular.
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Uma paciente de 50 anos de idade, com câncer de mama localmente avançado, foi submetida a mastectomia, seguida de 4 ciclos de quimioterapia neoadjuvante com doxorrubucina de 60 mg/m² e ciclofosfamida de 600 mg/m² a cada 21 dias e tratamento adjuvante. Três meses após o último ciclo, começou a apresentar quadro de dispneia ao realizar grandes esforços. Há dois dias com ortopneia e edema de membros inferiores. Hoje apresentou piora importante da dispneia. Ao exame físico, a paciente estava sudoreica, pálida, acianótica, desorientada, e foram obtidos os seguintes resultados: FC de 122 bpm; FR de 30 respirações por minuto; saturação de O2 igual a 88%; PA de 60 mmHg × 40 mmHg; turgência jugular a 45º; estertores crepitantes bilaterais até ápice; ictus cordis desviado; ritmo cardíaco em galope (B3), sem sopros; edema de membros inferiores 2+/4+.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens de 78 a 81.
São aceitas várias hipóteses para se explicar a relação da quimioterapia com o quadro clínico apresentado pela paciente, entre as quais a aceleração de apoptose, a disfunção mitocondrial, a ativação de metaloproteinase e o aumento dos radicais livres de oxigênio.
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Com relação ao choque cardiogênico, julgue os próximos itens.
Dispositivos de assistência ventricular de implante transcutâneo utilizados em pacientes que se apresentam em choque agudo refratário à terapia convencional e ao balão intra-aórtico (BIA) reduzem a mortalidade em 30 dias, se comparados ao uso do BIA isoladadamente.
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Com relação ao choque cardiogênico, julgue os próximos itens.
Em pacientes que já apresentam Killip IV quando ocorre o IAM, o estudo hemodinâmico deve ser postergado até a estabilização do quadro, utilizando-se drogas vasoativas e realizando-se controle intra-arterial de pressão e cateter de Swan-Ganz.
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Com relação ao choque cardiogênico, julgue os próximos itens.
Em caso de infarto agudo do miocárdio (IAM) sem dano ventricular extenso, o choque cardiogênico pode acontecer quando ocorre o derrame pericárdico ou quando há complicações na evolução do IAM do tipo tromboembolismo pulmonar ou sépsis, especialmente em diabéticos e idosos.
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Um paciente de 56 anos de idade, hipertenso e portador de síndrome de Wolf Parkinson White, encontra-se no pós-operatório imediato de lobectomia provocada por adenocarcinoma. O monitor revelou taquiarritmia. Ao exame físico, foram observados os seguintes resultados: frequência respiratória (FR) de 26 respirações por minuto; PA de 110 mmHg × 70 mmHg; FC de 184 bpm; pulso 156; saturação de oxigênio (O2) em ventilação mecânica igual a 94%; ausculta cardíaca com ritmo cardíaco irregular, sem sopros, com bulhas normofonéticas. A figura a seguir mostra o resultado obtido no eletrocardiograma.

Acerca desse caso clínico, julgue o item abaixo.
A ativação do sistema nervoso simpático pode ter contribuído para o desenvolvimento da arritmia, por meio da estimulação de gatilhos como focos ectópicos.
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