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No estudo da imunopatologia cutânea, é fundamental compreender os tipos de reações imunológicas (I a IV) e suas manifestações clínicas. Com base nessas reações, julgue os itens a seguir.
Um exemplo de reação tipo II em transplantados renais tratados com soro antilinfocitário para prevenção da rejeição é o aparecimento de autoanticorpos contra a membrana basal do glomérulo e a consequente glomerolonefrite.
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Na reação tipo II, embora a lesão tissular possa resultar da simples combinação antígeno-anticorpo, geralmente a citólise requer fixação e ativação do complemento.
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Na reação tipo II ou citotóxica, o dano tissular ocorre pela interação do anticorpo do tipo IgE com antígenos intrínsecos.
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Na anafilaxia local, a administração intradérmica do antígeno resulta na clássica tríplice resposta de Lewis: eritema no ponto de inoculação, urticária e eritema reflexo.
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Os anticorpos do tipo IgE são homocitotrópicos, ou seja, têm grande afinidade por determinadas células, como os mastócitos dos tecidos e os basófilos circulantes.
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Na reação tipo I ou anafilática, a lesão tissular decorre da ação de substâncias vasoativas liberadas pela interação de um antígeno com o anticorpo tipo IgA.
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O uso da hemodiálise é importante nos casos intoxicações graves por morfina.
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Entre as medidas que sempre devem ser utilizadas no quadro de intoxicação por opioides estão a lavagem gástrica e o uso do naloxone por via venosa.
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Todos os pacientes com intoxicação por opioides devem ser submetidos a uma avaliação da glicemia capilar, uma vez que a hipoglicemia pode mimetizar muitos dos sintomas da intoxicação.
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A dose de 30 mg de morfina por via oral tem potência analgésica similar a 200 mg de codeína.
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